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10.03.18

Todo aquele que acredita terá n’Ele a vida eterna

mpgpadre

1 – «Alegra-te, Jerusalém; rejubilai, todos os seus amigos. Exultai de alegria, todos vós que participastes no seu luto e podereis beber e saciar-vos na abundância das suas consolações».

O 4.º Domingo da Quaresma sublinha a alegria, o júbilo pelo caminho percorrido, pela proximidade à meta: a celebração festiva da Páscoa de Jesus! É o Domingo Laetare! A Igreja rejubila com os seus fiéis pela entrega confiante que Jesus faz da humanidade ao Pai.

A Quaresma põe-nos a caminhar. É um caminho que parte da Páscoa "terrena" de Jesus. Existimos como comunidade porque Ele ressuscitou e está vivo no meio de nós. Ele precede-nos na morte e procede-nos na ressurreição! O caminho, por mais árduo que seja, está iluminado por Jesus, pela vida nova da Sua ressurreição.

Porquanto caminhamos sob as coordenadas do tempo e do espaço, sujeitos às limitações e fragilidades humanas, cientes dos nossos pecados, mas certos da misericórdia infinita de Deus, que nos impele a prosseguir ao jeito de Jesus, o Bom Samaritano: aproximando-nos dos mais frágeis, ajudando-os, cuidando das suas feridas, levantando-os e conduzindo-os à estalagem, para que sintam o conforto da presença familiar de Cristo e da Igreja, possam restabelecer forças e prosseguir caminho!

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2 – A nossa alegria radica na Cruz de Jesus Cristo, nossa Páscoa! A Cruz não nos desafia ao sofrimento, não nos conforma com o mal, não nos resigna com as injustiças. A Cruz é instrumento de redenção, sacramento do Amor, proposta de vida nova.

No diálogo com Nicodemos, Jesus compara a Sua missão à da serpente elevada por Moisés no deserto. Quantos fossem mordidos por serpentes, olhando para a serpente de bronze viveriam! O Filho do Homem também será elevado da terra e todos os que acreditarem terão n'Ele a vida eterna!

Tu e eu talvez tenhamos sido mordidos por serpentes! Imersos na morte e ressurreição de Jesus, pelo Batismo, tornámo-nos novas criaturas. Mas, como nos lembra São Paulo, por vezes ainda no deixamos seduzir pelo nosso egoísmo!

«Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito… Deus não enviou o Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele». Jesus explica a Nicodemos o que quem não nascer da água e do Espírito não entrará no Reino de Deus. Só pode falar verdadeiramente das coisas do Alto quem vem do alto, o Filho do Homem. É o mistério da Encarnação que terá o seu desenlace no mistério pascal. A morte de Jesus será expiadora, redentora, será a exaltação da entrega.

 

3 – Há um feixe de luz que vem da eternidade e que desbrava o caminho. A bola está do nosso lado. Basta olhar para o Filho do Homem, basta acreditar no nome do Filho Unigénito de Deus. É a nossa oportunidade, a nossa salvação. A condenação é não acreditar, é amar mais as trevas que a luz!

Jesus salva-nos pela Sua entrega, abre-nos as portas da eternidade, indica-nos o caminho a seguir, faz-Se Ele mesmo o nosso Caminho! Sabemos o caminho, mas ninguém nos obriga a segui-lo.

Quando olhamos alguém olhos nos olhos e deixamos que o seu olhar nos exponha é porque confiamos e estamos prontos para lhe responder ou para o escutar. Quando desviamos o olhar é porque não queremos que nos veja a alma, temos medo ou desconfiamos da pessoa que está à nossa frente. Não queremos dar-lhe uma resposta. Não queremos ouvir o que tem para nos dizer. Se as nossas obras são boas, feitas em Deus, então a luz é nossa amiga e companheira. Se as nossas obras são más, feitas às escondidas de Deus, então a luz torna-se incómoda e preferimos as trevas. A fé em Jesus Cristo é luz que nos encaminha para o bem e agiliza a prática das boas obras.


Textos para a Eucaristia (ano B): 2 Cr 36, 14-16. 19-23; Sl 136 (137); Ef 2, 4-10; Jo 3, 14-21.

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