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...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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30.04.17

VL – Caminhemos com Jesus ao Calvário… e logo à Sua Páscoa!

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Iniciámos a Semana Santa, a semana maior, pois nela se visualiza, de forma mais viva e intensa, o mistério maior da nossa fé, a paixão redentora de Jesus, que dá a vida por nós, e a Sua ressurreição gloriosa, certeza que a última palavra é da vida, é do amor, é de Deus. Até à Páscoa solene (anual) somos envolvidos nas últimas horas de vida de Jesus, centrados especialmente no processo rápido que O leva da ceia pascal ao Calvário, revelando-nos por inteiro o mistério de amor, de dádiva, de libertação, de resistência ao sofrimento, de priorização de Deus e da Sua vontade, de ousadia e de humildade, de perdão e de compaixão.

Jesus manda preparar a Páscoa. É um momento de festa, de convívio, de encontro e de memória. A comunidade reúne-se para celebrar a libertação; em família, relembra-se tudo quanto fez o Senhor, Deus de Israel, a favor do povo, para que as gerações vindouras vivam agradecidas e voltadas para o Senhor.

Quando a Ceia se aproxima do fim, Jesus antecipa a Sua morte e ressurreição, instituindo a Eucaristia: sempre que fizerdes isto, fazei-o em memória de Mim. Este é o Meu Corpo. Este é o Meu sangue, entregue por vós e a vós confiado para a salvação do mundo.

Terminada a refeição, Jesus sai com os discípulos para o Jardim das Oliveiras. A noite convida ao descanso. Mas não são horas para dormir, são horas de vigiar, de rezar com insistência. Pelo menos da parte de Jesus. Aproximam-se trevas densas, tenebrosas, mas mais do que a falta de luminosidade exterior é a falta de luz nos corações. Quem não tem luz no coração vive mergulhado na morte.

Naquela hora, Jesus penetra o sofrimento mais atroz. O desfecho está à vista. Um pouco mais, e ainda escuro, na noite de Judas e das lideranças judaicas, Jesus será preso, julgado, condenado à morte. Alguns minutos, algumas horas, e o fim virá! Pai, Pai, Pai, se é possível que passe de Mim esta hora, que passe rápido. Tanto sofrimento para um Homem só. Os gritos de Jesus levam os nossos gritos também. Pai, Pai, Pai, cumpra-se a Tua vontade. É mortal este caminho de entrega, é dom, mas é o caminho da salvação. Não há armas para lutar. A vida ganha-se pela fragilidade/força do amor, pela benevolência, pela misericórdia. O ódio, a guerra, a inveja, só geram mais discórdia, mais destruição, mais desumanização. Caminhemos com Jesus até ao calvário, até à cruz, e Ele nos mostrará a Luz!

 

Publicado na Voz de Lamego, n.º 4407, de 11 de abril de 2017

14.03.16

Tabuaço - Semana Santa 2016

mpgpadre

A Igreja aproxima-se do tempo litúrgico mais importante, a celebração anual festiva da Páscoa da Ressurreição de Jesus. O tempo que a prepara e o tempo subsequente são também oportunidades para recentrar a liturgia, a reflexão, a vivência no essencial da fé cristã, o mistério pascal que nos redime, nos assume, nos eleva, nos ressuscita, abrindo-nos, em definitivo, as portas da eternidade de Deus, de onde Jesus, à direita do Pai nos atrai e nos protege e nos desafia a vivermos como Ele viveu entre nós. Com a Ressurreição, Jesus voltaou à vida, e vive entre nós quando nos reunimos em Seu nome e procuramos viver como Ele nos ensinou, como Ele viveu.

Estamos às portas da Semana Santa, a Maior da nossa fé. As comunidades vivem intensamente, com as celebrações próprias destes dias. Assim também na comunidade Paroquial de Nossa Senhora da Conceição de Tabuaço. O Cartaz ajuda a divulgar, para que outros possam envolver-se vivendo as pegadas de Jesus.

Semana Santa 2016.jpg

 

Nas vésperas da Semana Santa, uma das festas da Catequese, no sábado, 19 de março, Solenidade de São José:

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 Para iniciarmos a Semana, a Bênção de Ramos, na Capela de Santa Bárbara, prosseguindo a procissão até à Igreja para aí celebrarmos a Eucaristia, com a leitura da Paixão do Senhor. Caindo a noite, e como habitualmente nos últimos anos, a Via-Sacra Paroquial com a encenação das 14 estações que a compõem:

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Na quarta-feira da SEMANA SANTA, o dia tradicional das Confissões para a comunidade. Tal como no ano passado, o dia será preenchido com a Adoração do Santíssimo Sacramento, DIA DO PERDÃO E DA MISERICÓRDIA envolvendo e comprometendo os diferentes grupos eclesiais-paroquiais:

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Revisitando, vivendo, os acontecimentos mais importantes da vida de Jesus, para viver renovando a fé e os compromissos batismais e assim nos configuramos mais e mais e mais a Jesus Cristo e, com Ele, aprendermos a dar largos à misericórdia para com todos.

01.03.15

Leituras: VIA-SACRA PARA CRENTES E NÃO CRENTES

mpgpadre

JOSÉ LUÍS NUNES MARTINS E PAULO PEREIRA DA SILVA (2015). Via-Sacra para crentes e não crentes. Lisboa: Paulus Editora. 88 páginas.

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         Seguimos de perto a reflexões semanais de José Luís Nunes Martins, além da leitura do seu livro Filosofias, que já recomendamos, pelo que a motivação para esta leitura já existia, ainda que num registo diferente. José Luís Nunes é pai e filósofo. Paulo Pereira da Silva, físico teórico, empresário, gestor, inovador. Dois crentes. Mas em conjunto apresentam um belíssimo manancial de reflexões sobre a Via-sacra.

       Para cada um das 14 Estações, seguindo a Via-sacra tradicional, uma reflexão para os não crentes, melhor, colocando-se na pele de um não crente, e uma reflexão para crentes.Interrogações, busca, respostas, mais questionamentos, tendo como personagem principal Jesus Cristo e cada um de nós.

       Belíssimos textos que nos põem a pensar sobre a vida, a morte, o sofrimento, o amor, a partilha, a comunhão, o que fica depois da morte, a busca, as dúvidas, a companhia dos que nos acompanham nesta jornada, que nos levantam e os que ajudamos a levantar, os que carregam a nossa cruz e aqueles de quem aliviamos o peso das suas cruzes, os encontros e desencontros.

       É um riquíssimo livro para este tempo da Quaresma e para todos os tempos, para os momentos em que vivemos confiantes e os momentos de angústia que atravessam alguns os nossos dias.

       Sublinhe-se ainda o conjunto de fotografias de Francisco Gomes que acompanham as diferentes estações da Via-sacra e que enriquecem a reflexão.

26.03.13

Tabuaço: Domingos de Ramos e Via-sacra

mpgpadre

       A Semana Santa inicia com o Domingo de Ramos na Paixão do Senhor, com destaque para a bênção dos Ramos e a proclamação do Evangelho da Paixão, este ano seguindo o evangelista São Lucas. Na paróquia de Tabuaço, apresentamos imagens da celebração da bênção dos Ramos, na Capela de Santa Bárbara, seguindo-se a procissão até à Igreja e a celebração da Santa Missa, e ao início da noite, a Via-sacra, na Igreja Paroquial, com a participação de vários grupos, à cabeça com as catequistas e catequese, mas incluindo acólitos, grupo coral, elementos do conselho económico, jovens...

Para ver outras imagens, visitar o perfil da Paróquia de Tabuaço no facebook

03.04.12

Domingo de Ramos e Via Sacra

mpgpadre

       A Semana Santa inicia-se com a grande solenidade do Domingo de Ramos na Paixão do Senhor. E assim foi neste espaço pastoral de Tabuaço, Pinheiros, Távora e Carrazedo, no dia um de abril, talvez dia de desenganos... Na véspera, a Via-sacra em Távora, e neste dia em Tabuaço, encenada pelas crianças e adolescentes da catequese. Deixamos algumas imagens deste dia (só dispomos de fotos de Tabuaço, não conseguimos "contratar" fotógrafos para as outras comunidades).

       Em todas as comunidades há momentos específicos para celebrar a SEMANA SANTA. O programa deste espaço paroquial poderá ser visualizado AQUI.

23.04.11

Via-sacra no Coliseu de Roma, com Bento XVI

mpgpadre

       Bento XVI presidiu esta noite à tradicional Via-Sacra de sexta-feira Santa, no Coliseu de Roma, lembrando o sofrimento das crianças e a “mentira” na sociedade de hoje.

       Na oração inicial desta celebração, alertou-se para a "desordem do coração" que  "desfigura a ingenuidade dos pequeninos e dos fracos".

       O Papa falou ainda das “várias máscaras da mentira” que "ridicularizam a verdade" e "as lisonjas do sucesso" que sufocam o “apelo íntimo à honestidade”, bem como de um “vazio de sentido e de valores” na educação.

       Durante a cerimónia, aludiu-se ao "peso da perseguição contra a Igreja de ontem e de hoje, a perseguição que mata os cristãos em nome de um deus alheio ao amor e a que mina a sua dignidade com «lábios mentirosos e palavras arrogantes»".

       "Jesus carregou o peso da perseguição contra Pedro, aquela contra a voz clara da «verdade que interpela e liberta o coração». Jesus, com a sua Cruz, carregou o peso da perseguição contra o seus servos e discípulos, contra aqueles que respondem ao ódio com o amor, à violência com a mansidão", assinalava a meditação.

       No final da celebração, Bento XVI apresentou um convite a meditar sobre o “silêncio da cruz, o silêncio do amor, que leva o peso da dor”.

       A cruz, que parece uma “derrota”, disse, “não é o sinal da vitória da morte, mas o sinal luminoso do amor”.

       “A cruz fala-nos do amor supremo de Deus”, indicou, falando no “princípio da nova esperança”.

       A autora dos textos lidos durante a Via-Sacra, Maria Rita Piccione, quis dar espaço “à voz da infância, por vezes insultada, magoada, explorada”, não só devido aos abusos sexuais, “pois o campo é muito amplo e diz respeito à toda a humanidade”.

       A monja de clausura italiana referiu à Rádio Vaticano que a redação dos textos foi inspirada pelos crentes e por “todas as pessoas”, bem como pelo “coração humano”, que descreveu “como um laboratório no qual se decidem o destino do que acontece em nível muito mais amplo”.

       A publicação com os textos, distribuída às pessoas presentes na celebração, incluía imagens de Elena Manganelli, que à semelhança da autora das meditações pertence à congregação agostinha.

       A Via-Sacra, que se realiza sobretudo nos tempos penitenciais, consiste em evocar espiritualmente o trajeto que Jesus realizou em Jerusalém até à sua morte e sepultura com momentos de meditação e oração em várias etapas, chamadas estações, habitualmente 14.

       No início de cada estação, aparecia "uma frase muito breve que pretende oferecer a chave de leitura da respetiva estação”.

       “Podemos recebê-la como que vinda de uma criança, numa espécie de apelo à simplicidade dos pequeninos que sabem captar o coração da realidade e num espaço simbólico de acolhimento, na oração de Igreja, da voz da infância por vezes ofendida e explorada”, pode ler-se na apresentação das reflexões.

       Correspondendo a um desejo da autora das meditações deste ano, duas crianças leram as introduções a cada estação.

       A cruz foi transportada ao longo do percurso, entre outros, pelo cardeal Agostino Vallini, vigário do Papa para a diocese de Roma; uma família romana e outra da Etiópia; duas monjas agostinhas; um franciscano e uma rapariga egípcia; um doente em cadeira de rodas e dois frades da custódia da Terra Santa.

       O Papa pede todos os anos a um autor diferente para redigir as reflexões da celebração, seguida por dezenas de milhares de peregrinos com velas na mão que se concentram junto ao Coliseu, na capital italiana, e por milhões de pessoas em todo o mundo, através dos meios de comunicação social.

 

17.04.11

De que forma a Cruz é redentora para nós?

mpgpadre

       A liturgia do Domingo de Ramos envolve vários momentos importantes no desenrolar da Paixão de Jesus, deixando entrever os acontecimentos que precipitam o desfecho da Sua missão terrena e temporal. Iniciámos a Semana Maior com a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém e com o relato da Paixão do Senhor, que acompanhamos desde a oração e agonia no Horto das Oliveiras até à crucifixão e morte de Jesus.

       Vejamos alguns desses momentos e dos intervenientes principais.

 

       1 NOITE:

       É de noite que Jesus sai com os discípulos para o Jardim das Oliveiras. Para Jesus, a noite é tempo e oportunidade de oração, explicitando a Sua comunhão íntima com Deus.

       Na noite, porém, tudo acontece, todos os gatos são pardos. Os guardas, com os dirigentes do Templo, vão pela calada da noite, quando as pessoas estão tranquilas em suas casas, prender Jesus, evitando qualquer surpresa que contrariasse os seus intentos.

       O mal tem a noite, a escuridão, as trevas, por aliada. É noite quando Judas se perde e entrega Jesus. Ainda é noite quando Pedro renega Jesus.

 

       2 JESUS:

       O itinerário de Jesus, em Semana Santa, relembra-nos as situações diversas da nossa existência, marcada por alegrias e tristezas, pelo encanto da vida e pela  desilusão, pelas conquistas e pelas derrotas, que nos tornam mais fortes (ou nos derrotam) e fazem de nós o que somos hoje e o que poderemos vir a ser.

Em todo o trajecto sobressai uma grande confiança em Deus. Na dor mais atroz, a única saída para Jesus é entregar-se em Deus: "Pai em Tuas mãos entrego o meu espírito".

 

       3 MULTIDÃO:

       Quando estamos sós reagimos de maneira diversa de quando estamos em grupo. Juntamente com os outros podemos facilmente embarcar na corrente geral, para o bem e para o mal.

       No recente volume da obra "Jesus de Nazaré", o Papa Bento XVI/Joseph Ratzinger chama a atenção para duas multidões distintas: na entrada triunfal em Jerusalém e diante de Pilatos pedindo a crucifixão de Jesus.

       Jesus chega a Jerusalém para a festa da Páscoa, acompanhado pelos discípulos, pelos galileus (judeus originários da Galileia, como a maioria dos Apóstolos), e por pessoas das aldeias vizinhas, por onde Ele passou e que engrossam o grupo. É neste contexto que os judeus (de Jerusalém) perguntam o motivo da agitação e a identidade d'Aquele homem!

       Diante da autoridade romana, a "outra multidão" os dirigentes do Templo e seus sequazes, que iniciam o processo ainda noite para não chamar muito a atenção, e os companheiros de Barrabás, que estarão diante de Pilatos para fazer lóbi pela amnistia pascal do seu líder.

       Os discípulos, com medo, acobardam-se e mantêm-se à distância, não estão lá para gritar pela libertação do Mestre.

 

       4 DISCÍPULOS: 

       Acompanham Jesus titubeando. As coisas correm de feição e eles rodeiam-n'O alegremente. As coisas correm mal e afastam-se d'Ele rapidamente para não serem notados. No monte das oliveiras, dispersam, fogem, escondem-se. Durante o processo e até à Cruz tornam-se observadores cautelosos e distantes, vendo para onde pende a balança.

       Dói ser abandonado, mas muito mais por aqueles que deveriam estar perto, dando apoio, acompanhando.

 

       5 JUDAS: 

       Sem dúvida um dos discípulos mais próximos de Jesus e alguém de confiança dentro do grupo, mas que tropeça na noite e se precipita na entrega do Seu Mestre.

       O drama de Judas não está apenas no trair da confiança, mas na consequente culpabilização. Não supera o sentimento de culpa, ainda que se vislumbre o seu arrependimento - entreguei um homem inocente. A noite é mais forte, as trevas paralisam-no, não deixam penetrar a luz de Jesus Cristo.

 

       6 - PEDRO: 

       Do círculo mais próximo de Jesus - do qual fazem parte Tiago e João e Judas, este retirado muito cedo pelas comunidades cristãs -, Pedro encontra-se muito "verde". Com o mesmo entusiasmo se empolga no aplauso a Jesus e logo se amedronta, escondendo-se e renegando o Mestre. Dito de outra forma, quando o Mestre está, Pedro é forte. Quando Jesus não está, Pedro fraqueja.

       Diferentemente de Judas, Pedro não se deixa afundar pelo seu pecado, pelas suas trevas, "agarra-se" (de novo) a Jesus e ao Seu olhar compassivo e reconciliador e deixa-se salvar por Ele.

 

       7 - AUTORIDADES DO TEMPLO: 

       Funcionam também em grupo, protegendo-se mutuamente, ainda assim com dissidentes que não concordam com os procedimentos realizados para condenar Jesus. Um dos contestatários é Nicodemos.

       Sentindo-se ameaçados no seu poder e na sua liderança, não hesitam em entregar Jesus, "é melhor que morra um só homem pela nação". De algum modo completam a profecia, Jesus morrerá pela humanidade inteira, por um só homem é dada a salvação a todos.

 

       8 PILATOS: 

       Representante do imperalismo romano, cedo acautela o seu lugar. Seguindo a lei romana, sabe que Aquele homem é inocente e não merece qualquer tipo de preocupação. Mas logo a pressão e o medo em perder os favores do imperador alteram o seu juízo. E, ele que não queria ser envolvido nas questões religiosas dos judeus, deixa-se enredar, não tanto pelos argumentos mas pela conveniência em manter o posto. Entrega Jesus para ser açoitado e crucificado.

 

       9 MULHERES: 

       Ao longo da história da humanidade elas sofrem como filhas, como esposas e como mães, sofrem pelos pais, pelos maridos, pelos filhos, pelos outros. Mas aguentam firmes, vão à luta. Lá estão elas na primeira linha. Acompanham de perto o Mestre, estão bem junto à Cruz. Serão elas também as primeiras testemunhas da ressurreição. A sua fidelidade é premiada com a primeira aparição do Ressuscitado.

 

       10 – NÓS:

       Jesus entrega-Se também por nós. Ou dito de outra forma, também por nós Ele é pregado à CRUZ. Se vivêssemos naquele tempo e naqueles dias subíssemos a Jerusalém, pela festa da Páscoa, em que grupo nos inseriríamos? É possível que estivéssemos no lugar de qualquer um daqueles intervenientes.

       Como é que hoje nos situamos diante da Sua Cruz? Que respostas damos com a nossa vida? De que forma a Cruz é redentora para nós? Em que medida influencia as nossas escolhas e as nossas vivências?

_________________________

Textos para a Liturgia (ANO A): Is 50,4-7; Sl 21 (22); Fil 2,6-11; Mt 26,14 - 27,66

 

01.04.10

Caminhar com Jesus até à Páscoa

mpgpadre
       A Semana Maior ou Semana Santa é preenchida de celebrações que nos colocam no centro da mensagem cristã. O centro da nossa fé é Jesus Cristo, a Sua vida, a Sua mensagem e, sobretudo, o mistério da Sua Morte e da Sua Ressurreição, que celebramos solenemente nestes dias.       
       Iniciámos com o Domingo de Ramos na Paixão do Senhor, com a bênção dos Ramos, com a celebração da Eucaristia, fazendo-se a proclamação do Evangelho da Paixão. Ao fim do dia, a encenação da Via-sacra, pelos meninos da Catequese e, ainda, a "inauguração" da nova via-sacra.

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