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Escolhas & Percursos

...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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16.11.11

Earth: Time Lapse View from Space, Fly Over

mpgpadre

       A terra vista do espaço, vídeo deslumbrante da autoria de Michael Konig.

       Diz o Diário Digital: O vídeo, descrito pela revista Scientific American como «O melhor vídeo da Terra vista do espaço de sempre», inclui imagens da aurora boreal.

       Para a captação das imagens, que decorreu entre Agosto e Outubro deste ano, foi utilizada uma câmara especial de baixa luz.

       O filme de cinco minutos, produzido pelo artista alemão Michael Konig, começa por mostrar os EUA antes de avançar para a Austrália, onde é visível a Aurora Australis no Sul (fenómeno semelhante à aurora boreal do Norte).

       Nas imagens podemos ver também luzes de relâmpagos, luzes das cidades do Homem e satélites iluminados pelo sol.

12.07.10

O que é de todos, também é dos outros!

mpgpadre
       Há determinados bens – materiais, sociais e culturais – que são de todos. À primeira vista não são de ninguém em concreto, logo pertencem a todos: os bens do Estado, bens públicos, os bens da Igreja, os bens de uma qualquer associação, grupo ou sociedade, os bens de uma autarquia ou Junta de Freguesia, os baldios.
O mundo – o céu, a terra, a água, a chuva, as estrelas, o sol – não é propriedade privada ou individual. Poderíamos a este propósito dizer que quando faz sol ou quando chove é para todos. Por vezes nem é.
       Poderemos cair na tentação fácil de usar e abusar daquilo que entendemos ser de toda a gente. Num plano global, a exploração dos recursos da terra por parte de algumas potências mundiais, países ou organizações, levada ao excesso, deixa hipotecado o futuro daqueles que virão depois de nós e de uma grande maioria de povos.
       Naquilo que a nós nos diz respeito, mais de perto, poderemos por vezes descambar para uma forma rebuscada de comunismo – no que ele tem de perverso –, o que é de todos só beneficia uns poucos, ou se é de todos posso fazer o que me dá na real gana, mesmo destruir, sem que ninguém me possa julgar ou sequer chamar à atenção.
       Quando olhamos para o Estado – fonte de todos os males? – verifica-se uma progressiva subsidiodependência (por vezes os subsídios são a única forma de equilibrar), e uma progressiva relutância em pagar os impostos que nos cabem; queremos receber, mas não queremos contribuir, salvo as situações de injustiça declarada.
       No meio ambiente, como é de todos, deitamos papéis para o chão, beatas, lenços de papel, pastilhas elásticas, cuspimos… alguém há-de limpar! O que é de todos, entenda-se, é para benefício de todos, correcto, mas não para que cada um possa estragar. De todos para cuidar, para preservar, ou a alternativa, de todos para destruir, já que não é de ninguém?
       O que é de todos também tem governo, como na casa de Deus. Não para cada um a seu bel-prazer fazer o que mais lhe convém, mas para que cada um de nós cuide daquilo que é de todos e para todos, com alegria e generosidade.
       Na hora de reivindicar e de exigir, o argumento mais válido é que o que é de todos a todos pertence. Quando está mal, danificado ou é insuficiente, então a culpa é dos que gerem.
       Importa, como crentes, apostar na ecologia, nesta casa comum da humanidade que é o mundo, cuidando, protegendo, amando, e não esperar que outros resolvam o que eu posso resolver e que está ao meu alcance e me compete. Se eu cuido, eu testemunho, e subsequentemente posso exigir que outros também cuidem…

editorial Voz Jovem, n.º 77, Junho 2006

25.06.10

A árvore e a santidade

mpgpadre

O bispo foi visitar um mosteiro. Olhando pela janela, fitou o olhar numa árvore frondosa e secular. Nisto viram passar diante da árvore um homem que se lhe dirigiu dizendo-lhe algo. E a árvore floresceu.

O bispo admirado, disse ao monge:
- Viu o que sucedeu?
- Sim, senhor bispo. Às vezes acontece. É coisa de santos.
E passou depois um outro homem que também saudou a árvore, e esta imediatamente se encheu de frutos. Diz o bispo:
- Este homem também deve ser um santo!
O prelado estava cada vez mais admirado. Passado algum tempo, passou um mendigo. Disse algo à árvore. E nesse instante os frutos da árvore caíram a seus pés. O mendigo recolheu-os e seguiu o seu caminho. O bispo disse ao monge:
- Este também deve ser um santo!
Passou outra pessoa que também saudou a árvore e esta, para surpresa de todos, ficou com uma cor encarnada. O bispo comentou:
- Este, pelo contrário deve ser um grande pecador.
O monge respondeu: Não, irmão. Esse pobre homem louvou a Deus pela beleza da árvore e esta, que desconhecia ser tão bela, corou.
Autor desconhecido

27.04.10

A alegria da criação...

mpgpadre

       No sétimo dia, terminada a criação, Deus declarou que era a sua festa. Todas as criaturas, novas em folha, quiseram oferecer a Deus a coisa mais bela que pudessem encontrar.

       Os esquilos trouxeram avelãs, os coelhos cenouras e raízes doces. As ovelhas, lã. As vacas, leite rico de nata. Milhares de anjos colocaram-se em círculo, cantado uma melodia celestial. 

       O homem esperava pela sua vez e estava preocupado: «Que poderei eu dar?» As flores têm o perfume, as abelhas o mel, até os elefantes podem dar um duche a Deus para o refrescar...

       O homem tinha-se colocado no fim da fila e continuava a pensar. Todas as criaturas desfilavam diante de Deus e ofereciam os seus presentes.

       Quando ficaram apenas algumas criaturas, o homem ficou em pânico.

       Chegou a sua vez. Então o homem fez o que nenhum animal ousara fazer. Correu para Deus, saltou para o seu colo, abraçou-o e disse-lhe:

       - Amo-te!

       O rosto de Deus iluminou-se. Toda a criação compreendeu que o homem tinha oferecido a Deus o dom mais belo e entoou um aleluia cósmico.

autor desconhecido

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