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...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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10.11.14

Semana dos Seminários | Mensagem de D. António Couto

mpgpadre

Sem_Seminários.jpg

 

1. A Evangelii Gaudium do Papa Francisco constitui uma imensa provocação para a nossa Igreja. Os nossos hábitos adquiridos saem abalados, as pautas por que habitualmente nos regemos ficam caducas, a nossa maneira de viver assim-assim entra em derrocada. Sim, a força do Evangelho rebenta os nossos vestidos e odes velhos. A alegria não se serve mais em moldes velhos. É urgente um coração novo para acolher esta enxurrada de alegria. precisamos de Pastores novos à medida da Alegria e do Evangelho.

 

2. É neste contexto que vamos viver mais uma vez a Semana das Vocações e Ministérios, que este ano acontece de 9 a 16 de novembro, subordinada ao tema que o Papa Francisco trouxe pata a cena «Servidores da Alegria do Evangelho». Rezemos ao Senhor da colheita para que seja Ele, Bom e Belo Pastor, a velar sempre pelo rebanho, e para que nos ensine a ser Pastores e formar Pastores segundo o seu coração de Pastor e Pai premuroso.

 

3. E sejamos generosos no Ofertório de Domingo, dia 16, que será destinado, na sua inteireza, para as necessidades dos nossos Seminários de Lamego e Resende, e também para o Seminário interdiocesano de São José, sediado em Braga, onde se formam os seminaristas maiores das quatro Dioceses do nosso interior norte: Lamego, Guarda, Viseu e Bragança-Miranda.

 

4. Esta deslocação para junto de um dos polos da Faculdade de Teologia da UCP, neste caso, Braga, acarreta naturalmente despesas extra, mas tornou-se necessária devido ao decréscimo dos seminaristas nestas quatro Dioceses do nosso interior. O baixo número de seminaritas maiores destas quatro Diocese, atualmente reduzido a cerca de 20, não justifca e até desaconselhava que se mantivesse em atividade o Instituto de estudos Teológico que estas quatro Dioceses mantinham em Viseu.

 

Que Deus nos abençoe e guarde em cada dia, e faça frutificar o labor dos nossos Seminários.

 

Lamego, 26 de outubro de 2014, Dia do Senhor.

+ António

11.11.13

Semana dos Seminários | Mensagem de D. António Couto

mpgpadre

       1. Está na moda a palavra “Seminário”. Usa-se na Universidade e para múltiplos encontros de estudo e de trabalho. Neste âmbito alargado, um Seminário é um tempo onde as pessoas se reúnem num lugar mais ou menos redondo para porem em comum as suas ideias e pontos de vista acerca de uma determinada temática ou situação. É cada vez mais da experiência comum que ninguém possui a verdade toda inteira, bem redonda, como diziam os antigos filósofos gregos, sendo, por isso, enriquecedores todos os contributos e todos os pontos de vista. Ainda por cima num tempo em que os saberes tendem a especializar-se, é sempre bom saber o contributo que pode trazer para a discussão o vizinho do lado. Sempre neste sentido lato, um Seminário é aquilo que a raiz da palavra indica: uma sementeira.

       2. Mas hoje quero referir-me ao Seminário em sentido estrito e específico, que é o lugar, o tempo e o modo onde e como a Igreja reúne e forma os candidatos ao sacerdócio. O lugar e o modo é aqui uma casa ampla e simples, uma tenda plantada no coração da cidade dos homens, com espaços interiores e exteriores, com vistas para Deus e para o mundo, dado que quem se prepara para o sacerdócio tem de aprender a ver e a ouvir Deus de perto e a ser visto e ouvido por Deus, como tem igualmente de estar atento às situações concretas em que vivem os homens e mulheres deste tempo, pois deve saber ouvir os seus gritos de alegria ou de tristeza, e deve saber levar-lhes a mensagem do Evangelho, e dizer a cada um: «“Tu também és amado por Deus em Cristo Jesus”. E não apenas dizê-lo, mas pensá-lo realmente. E não apenas pensá-lo, mas fazê-lo acontecer, de modo que essa pessoa sinta e descubra que há nela alguma coisa já salva, alguma coisa maior e mais nobre do que pensava, e desperte assim para uma nova consciência de si» (Eloi Leclerc, Sagesse d’un pauvre, Paris, Éditions Franciscaines, 1984, p. 150). Também de forma diferente dos Seminários que por aí se realizam, o tempo do Seminário para a formação sacerdotal não é um dia nem uma semana ou um semestre, mas a vida toda.

 

       3. Os Seminários de estudo ou de trabalho e o Seminário que prepara para a vida sacerdotal têm na sua raiz a semente. Semente e semeador e campo lavrado e semeado são metáforas que povoam a Escritura dos dois Testamentos, e indicam um modo de vida. O agricultor olha com carinho o chão que trabalha, as árvores que planta, os frutos que vê nascer e amadurecer. Lançar a semente é um tempo e um modo importante, mas é a colheita que ele tem sempre em vista. A colheita é um tempo de alegria (Sl 126,5-6). De acordo com o Evangelho, é pela colheita e pela alegria que devemos afinar sempre o nosso olhar e os critérios com que contemplamos a seara de Deus. Assim deve ser também o Seminário: tempo de nos maravilharmos com as árvores que florescem. Quando desaparece a flor, surge o fruto. No dizer de Jesus, o Senhor que servimos é o Senhor da colheita, da estação dos frutos, da alegria. Por isso, manda-nos rezar assim: «Pedi ao Senhor da colheita (therismós) que mande trabalhadores para a sua colheita (therismós)» (Lc 10,2). Ou somos da estação dos frutos e da alegria, ou andamos certamente perdidos.

 

       4. A missão específica do Seminário, dizem os Documentos do magistério da Igreja, é «formar Pastores para a Igreja de hoje, no mundo de hoje» (Exortação Apostólica Pastores Dabo Vobis, n.º 61; Normas Fundamentais para a Formação Sacerdotal nas Dioceses Portuguesas, n.º 129 e 162). O Pastor está atento às suas ovelhas e conhece-as uma a uma, cuida delas com premura, dá a vida por elas (Jo 10,1-18). É, por isso, que, na sua vertente humana, o Seminário deve ser uma comunidade impregnada de profunda amizade e caridade, de modo a poder ser considerada uma verdadeira família, que vive na simplicidade, na confiança e na alegria. E, na sua vertente cristã, deve configurar-se como comunidade de discípulos do Senhor Ressuscitado, reunida à volta da alegria do Senhor Ressuscitado, formada dia a dia na leitura e na meditação da Palavra de Deus, no sacramento da Eucaristia e no exercício da justiça e da caridade fraterna. Uma comunidade onde resplandeça o Espírito de Cristo e o amor para com a Igreja. Uma comunidade orante, onde se aprende e se cultiva o vocativo da oração e o imperativo da comunhão (Exortação Apostólica Pastores Dabo Vobis, n.º 60).

       5. O ambiente simples e dinâmico do Seminário ajudará cada um dos candidatos ao sacerdócio a alcançar uma compreensão cada vez mais profunda das exigências e da beleza da sua vocação, em ordem à aceitação, cada vez mais radical e definitiva, do projecto de Deus. Os formadores saberão acompanhar cada candidato, e levá-lo a ver a sua vocação à luz da Igreja, da sua doutrina, da sua prática pastoral e litúrgica e da sua legislação, de modo a fazer crescer no coração de cada candidato um coração novo à medida de Cristo, conforme ao coração de Cristo, sensível às dores de cada ser humano, para saber ser, neste mundo controverso, verdadeiro semeador de esperança e ceifeiro feliz.

 

       6. Sábia e inteligentemente, a documentação da Igreja tem salientado que, «de sua natureza, a formação sacerdotal exige uma continuidade, ao longo de toda a vida, com incidência nos primeiros anos de sacerdócio» (Exortação Apostólica Pastores Dabo Vobis, n.º 70-76; Normas Fundamentais para a Formação Sacerdotal nas Dioceses Portuguesas, n.º 152). Isto quer dizer que devemos humildemente saber estar sempre em formação, sentados na escola do nosso verdadeiro Mestre e Senhor.

 

       7. Atravessamos uma vez mais a Semana dos Seminários, que este ano acontece de 10 a 17 de Novembro, subordinada à temática de sabor paulino «Para que Cristo se forme em nós» (cf. Gálatas 4,19). Rezemos ao Senhor da colheita para que seja Ele, Bom Pastor, a velar sempre pelo seu rebanho, e para que nos ensine a ser Pastores e formar Pastores segundo o seu coração de Pastor e Pai premuroso. E sejamos generosos no Ofertório de Domingo, dia 17, que será destinado, na sua inteireza, para as necessidades dos nossos Seminários de Lamego e Resende. E que Deus nos abençoe e guarde em cada dia, e faça frutificar o labor dos nossos Seminários.

 

Lamego, 1 de Novembro de 2013, Solenidade de Todos os Santos

+ António, Bispo de Lamego

 

FONTE: Diocese de Lamego.

23.07.12

Da minha janela - a inquieta curiosidade de olhar

mpgpadre

JOÃO ANDRÉ RIBEIRO, Da minha Janela. A inquieta curiosidade de olhar. ASEL, Lamego 2012.

       "Da minha janela" é o título da rubrica que o Pe. João André no Jornal Diocesano, Voz de Lamego, cujas reflexões foram agora coligidas neste magnífico livro que agora recomendámos e que é editado pela Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Lamego (ASEL), no âmbito dos 50 anos da abertura do (edifício atual do) Seminário de Lamego. Ao tempo que era seminarista, o Dr. João André era Reitor do Seminário Maior e nosso professor em disciplinas na área da filosofia.

       Naquele tempo, como posteriormente, os textos da sua autoria e apresentados no jornal da Diocese sempre foram motivo de curiosidade e de leitura, pela profundidade, pela clareza e por uma contextualização atual e concreta ao mundo de hoje, à Diocese, a lugares e a pessoas.

       É com muito agrado que relemos agora muitos desses textos e outros mais.

       Habituámo-nos como alunos, mas também como seminaristas, o mesmo será dizer escutando o professor ou o sacerdote, a reflexões muito próprias, desafiadoras, sem se deixar levar pela correnteza de modas fáceis. O gosto por algum filósofo a ele o devemos - no caso pessoal, a linguagem, a epifania do ROSTO em E. Levinas, e do olhar, depois de um trabalho sobre o filósofo francês e que está presente em muitos dos seus textos.

       Nunca o vimos recusar definitivamente uma forma de pensamento, uma ideologia, uma corrente filosófica, um filósofo. Também nunca o vimos santificar nenhuma corrente ideológica. Sempre uma atitude crítica, construtora, sublinhando os aspetos que sem seu entender seriam de aproveitar e que contribuiriam para a evolução do pensamento, e alertando para os perigos de reduzir ou absolutizar alguma teoria, com o risco de maltratar a pessoa e a dignidade humana.

        São muitos os que passam por estas páginas: Levinas, Martin Buber, Kant, Heideggar, São Tomás de Aquino, Pascal, Kierkegaard, Ortega y Gasset, Khalil Gibran, Hannah Arendt, Edith Stein ou Santa Teresa Benedita da Cruz, Max Scheller, Sartre, Virgílio Ferreira, Santa Teresa de Ávila, Virgílio Ferreira, Roger Garaudy, Abbé Pierre, Husserl. JESUS CRISTO, João Paulo II, Bento XVI e tantos outros.

       Mas desengane-se quem pense que é FILOSOFIA distante, e não se deixem levar pelos nomes. Deles por vezes apenas um título, uma ideia, uma orientação, porque no Pe. João André a linguagem é de fácil compreensão, de leitura agradável, com a preocupação de simplicidade. A pulsar da vida em situações concretas no Seminário, na paróquia, em viagens, em encontros da vida.

       São muitos os temas que cativam: o mundo de hoje, a esperança, o sofrimento e a cruz, o AMOR, a beleza, a dimensão lúdica do homem, as pessoas da aldeia, a comunicação social e a verdade feita à medida de alguns, e a VERDADE em Jesus Cristo, Deus e o Homem, a Solidão e a solidariedade, a esperança e abertura para Deus...

       Escrito ao correr da pena e com a preocupação de se tornar acessível para todos os leitores da Voz de Lamego,... Lido de assentada, ou reflexões para cada dia, ajuda a refletir a vida e, como desejo de todos os que escrevem, que ajude a viver melhor.

07.11.11

Mensagem de D. Jacinto: Semana dos Seminários

mpgpadre

De 6 a 13 de Novembro decorre, como nos anos transactos, a Semana dos Seminários.

       Ela terá na nossa diocese este ano um particular significado, atendo à celebração jubilar da inauguração do novo edifício do Seminário Maior, realização dum sonho alimentado ao lon­go de gerações, depois do esbulho realizado pelo Governo a seguir à proclamação da República.

       Como há cinquenta nos testemunhou o Senhor D. João, o grande Prelado do empreendi­mento, aquela construção foi um milagre da Providência. Poderemos dizer que fruto da Graça é toda a missão que o Seminário ao longo dos anos vem desenvolvendo no serviço da formação dos novos sacerdotes. Tem todo o sentido a aplicação da Palavra da Escritura: Se o Senhor não edificar a Sua casa, em vão trabalham os que a constroem.

       Por isso voltamos a pedir-vos a riqueza da vossa oração, lembrando a recomendação de Jesus: Rezai ao Senhor da Messe para que envie operários para a Sua seara. Recordemos o pensamento que Sua Santidade, Bento XVI, escreveu no seu livro Jesus de Nazaré: “O chama­mento dos discípulos é um acontecimento de oração – são por assim dizer gerados na oração, na intimidade com o Pai. […] Os trabalhadores da messe de Deus não se podem escolher sim­plesmente como um empresário procura os seus operários: mas devem ser pedidos a Deus, e por Ele mesmo serem escolhidos para este serviço.” 

       Sabemos como sempre a piedade da oração é sumamente valorizada com o sacrifício voluntário, nomeadamente quando ele é expressão do esforço da conversão que nos é pedida, para garantir a autenticidade de cristãos.

       Contamos convosco, caríssimos diocesanos, com a solicitude das vossas preces e da vos­sa mortificação. Não podemos dispensar a caridade desta comunhão. Tomai consciência que os seminários são vossos, são casas que vos pertencem e as suas equipas formadoras e os nossos seminaristas ficam contentes com a vossa visita, sinal do vosso carinho e da vossa solidariedade.

       Há cinquenta anos, no discurso da inauguração, sublinhou o Senhor D. João os grandes sacrifícios pedidos aos cristãos da Diocese e a sua exemplar generosidade. Sempre os seminá­rios se mantiveram com a caridade dos fiéis. Num tempo tão difícil como o que vivemos e ex­perimentamos, limitadíssimos nas economias, compreendereis que a vossa esmola, muito mais sacrificada, dadas as circunstâncias, é particularmente necessária, mas, como o óbolo da viúva, provocará a resposta gratificante do Senhor que se não deixa vencer em misericórdia.

       Que Jesus, Maria, Senhora de Lurdes, Ana e José, padroeiros dos nossos seminários, os abençoem e cubram com a sua protecção todos os fiéis da Diocese de Lamego.

 

+ Jacinto Tomaz de Carvalho Botelho, Bispo de Lamego

13.11.10

Seminário: viver a generosidade e a tolerância

mpgpadre

 

       O Seminário é o período em que aprendeis um com o outro e um do outro. Na convivência, por vezes talvez difícil, deveis aprender a generosidade e a tolerância não só suportando-vos mutuamente, mas também enriquecendo-vos um ao outro, de modo que cada um possa contribuir com os seus dotes peculiares para o conjunto, enquanto todos servem a mesma Igreja, o mesmo Senhor. Esta escola da tolerância, antes do aceitar-se e compreender-se na unidade do Corpo de Cristo, faz parte dos elementos importantes dos anos de Seminário.

 

       Queridos seminaristas! Com estas linhas, quis mostrar-vos quanto penso em vós precisamente nestes tempos difíceis e quanto estou unido convosco na oração. Rezai também por mim, para que possa desempenhar bem o meu serviço, enquanto o Senhor quiser.

       Confio o vosso caminho de preparação para o sacerdócio à protecção materna de Maria Santíssima, cuja casa foi escola de bem e de graça. A todos vos abençoe Deus omnipotente Pai, Filho e Espírito Santo.

13.11.10

Seminaristas e a piedade popular...

mpgpadre

(Bento XVI em Santiago de Compostela)

 

       Mantende em vós também a sensibilidade pela piedade popular, que, apesar de diversa em todas as culturas, é sempre também muito semelhante, porque, no fim de contas, o coração do homem é o mesmo. É certo que a piedade popular tende para a irracionalidade e, às vezes, talvez mesmo para a exterioridade. No entanto, excluí-la, é completamente errado. Através dela, a fé entrou no coração dos homens, tornou-se parte dos seus sentimentos, dos seus costumes, do seu sentir e viver comum. Por isso a piedade popular é um grande património da Igreja. A fé fez-se carne e sangue. Seguramente a piedade popular deve ser sempre purificada, referida ao centro, mas merece a nossa estima; de modo plenamente real, ela faz de nós mesmos «Povo de Deus».

13.11.10

Deixando-me perdoar, aprendo a perdoar...

mpgpadre

 

       "Importante é também o sacramento da Penitência. Ensina a olhar-me do ponto de vista de Deus e obriga-me a ser honesto comigo mesmo; leva-me à humildade. Uma vez o Cura d’Ars disse: Pensais que não tem sentido obter a absolvição hoje, sabendo entretanto que amanhã fareis de novo os mesmos pecados. Mas – assim disse ele – o próprio Deus neste momento esquece os vossos pecados de amanhã, para vos dar a sua graça hoje. Embora tenhamos de lutar continuamente contra os mesmos erros, é importante opor-se ao embrutecimento da alma, à indiferença que se resigna com o facto de sermos feitos assim. Na grata certeza de que Deus me perdoa sempre de novo, é importante continuar a caminhar, sem cair em escrúpulos mas também sem cair na indiferença, que já não me faria lutar pela santidade e o aperfeiçoamento.

       E, deixando-me perdoar, aprendo também a perdoar aos outros; reconhecendo a minha miséria, também me torno mais tolerante e compreensivo com as fraquezas do próximo".

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