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19.02.17

VL – Aliar generosidade à vontade de mudança

mpgpadre

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Depois das duas últimas Assembleias Gerais do Sínodo dos Bispos se debruçar, de forma ordinária e extraordinária, sobre a Família, o Papa Francisco quer que o próximo – em outubro de 2018 – seja dedicado aos jovens (“Jovens, a fé e o discernimento vocacional”).

Para preparar este Sínodo, a publicação de um documento que servirá, nas palavras do Papa, de «bússola» para orientar este caminho que desembocará na Assembleia sinodal. É o tempo de colocar questões, fazer sugestões, apontar caminhos novos, tempo de debater, de refletir, de fazer achegas sobre o que sentem os próprios jovens, as suas dúvidas, sonhos, dificuldades. É uma Igreja que procura responder a uma das aspirações do Vaticano II: perscrutar os sinais dos tempos para melhor viver e anunciar o Evangelho de Jesus Cristo no mundo atual.

Entretanto, o Papa Francisco, no passado dia 13 de janeiro, dirigiu uma missiva aos jovens, contextualizando o Sínodo dos Bispos e a razão da escolha da temática. Diz o Papa, “a Igreja deseja colocar-se à escuta da vossa voz, da vossa sensibilidade, da vossa fé; até das vossas dúvidas e das vossas críticas. Fazei ouvir o vosso grito, deixai-o ressoar nas comunidades e fazei-o chegar aos pastores… inclusive através do caminho deste Sínodo, eu e os meus irmãos Bispos queremos, ainda mais, «contribuir para a vossa alegria» (2 Cor 1, 24). Confio-vos a Maria de Nazaré, uma jovem como vós, à qual Deus dirigiu o seu olhar amoroso, a fim de que vos tome pela mão e vos guie para a alegria de um «Eis-me!» pleno e generoso (cf. Lc 1, 38)”.

O Papa Francisco conta com os jovens. “Um mundo melhor constrói-se também graças a vós, ao vosso desejo de mudança e à vossa generosidade. Não tenhais medo de ouvir o Espírito que vos sugere escolhas audazes, não hesiteis quando a consciência vos pedir que arrisqueis para seguir o Mestre”.

Duas realidades que se interligam: a vontade de mudança e a generosidade. Pode haver um grande desejo em transformar o mundo, tornando-o mais justo e fraterno, mas depois, como se costuma dizer, há que arregaçar as mangas e meter mãos à obra. Não bastam boas intenções, ainda que sejam um bom indicador e um bom ponto de partida, porém, será necessário “sair”, levantar-se do sofá e pôr-se a caminho, como Abraão, para uma nova terra, que é precisamente um mundo mais fraterno e mais justo. É válido para os jovens. É válido para cada cristão. É válido para mim e para ti.

 

publicado na Voz de Lamego, n.º 4395, de 17 de janeiro de 2017

12.04.15

BENTO XVI: [Eucaristia] O Sacramento da Caridade

mpgpadre
BENTO XVI (2007). Sacramentum caritatis. Exortação Pós-sinodal sobre a Eucaristia, fonte e ápice da vida e da missão da Igreja. Prior Velho: Paulinas Editora / Secretariado Nacional do Episcopado. 150 páginas

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       Como habitualmente, depois de um Sínodo dos Bispos, o Papa escreve a toda a Igreja uma Exortação para sublinhar, sintetizar, clarificar e evidenciar as reflexões saídas da Assembleia sinodal, com os documentos de trabalho e com as conclusões a que chegaram, neste caso 50 proposições (sugestões, recomendações).
       A XI Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos decorreu de 2 a 23 de Outubro de 2005. A Exortação Apostólica de Bento XVI é datada de 22 de Fevereiro, festa da Cátedra de São Pedro, de 2007.
       O pontificado breve de Bento XVI deixa uma marca indelével de testemunhar Jesus Cristo, levando-O de novo a ser centro do mundo, da cultura, do compromisso social. A reflexão do Papa Emérito é um património inestimável de um brilhante teólogo que foi chamado a ser Apóstolo entre apóstolos. Esta Exortação sobre a Eucaristia é um manancial para refletirmos o DOM da Eucaristia que Jesus nos dá, para vivermos melhor o Domingo, participarmos mais conscientemente neste mistério da nossa fé, e levarmos a Eucaristia ao compromisso diário de transformarmos o mundo em que vivemos e pelo qual somos responsáveis.
       Para mim é segunda leitura que faço. Depois de encontrar diversas citações deste documento, nomeadamente pelo Papa atual, achei que deveria voltar a ler com atenção a reflexão do Papa e dos Padres sinodais que ecoa nas palavras acolhidas e amadurecidas de Bento XVI.

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"Amados irmãos e irmãs, a Eucaristia está na origem de toda a forma de santidade, sendo cada um de nós chamado à plenitude de vida no Espírito Santo. Quantos santos tornaram autêntica a própria vida, graças à sua piedade eucarística! De Santo Inácio de Antioquia a Santo Agostinho, de Santo Antão Abade a São Bento, de São Francisco de Assis a São Tomás de Aquino, de Santa Clara de Assis a Santa Catarina de Sena, de São Pascoal Bailão a São Pedro Julião Eymard, de Santo Afonso Maria de Ligório ao Beato Carlos de Foucauld, de São João Maria Vianey a Santa Teresa de Lisieux, de São Pio de Pietrelcina à Beata Teresa de Calcutá, do Beato Pedro Jorge Frassati ao Beato Ivan Merz, para mencionar apenas alguns de tantos nomes, a santidade sempre encontrou o seu centro no sacramento da Eucaristia (n.º 94)
Já no final da Exortação Apostólica (n.º 97):
Por intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, o Espírito Santo acenda em nós o mesmo ardor que experimentaram os discípulos de Emaús (Lc 24, 13-35) e renove na nossa vida o enlevo eucarístico pelo esplendor e a beleza que refulgem no rito litúrgico, sinal eficaz da própria beleza infinita do mistério santo de Deus. Os referidos discípulos levantaram-se e voltaram a toda a pressa para Jerusalém a fim de partilhar a alegria com os irmãos e irmãs na fé. Com efeito, a verdadeira alegria é reconhecer que o Senhor permanece no nosso meio, companheiro fiel do nosso caminho; a Eucaristia faz-nos descobrir que Cristo, morto e ressuscitado, Se manifesta como nosso contemporâneo no mistério da Igreja, seu corpo. Deste mistério de amor fomos feitos testemunhas. Os votos que reciprocamente formulamos sejam os de irmos cheios de alegria e maravilha ao encontro da santíssima Eucaristia, para experimentar e anunciar aos outros a verdade das palavras com que Jesus Se despediu dos seus discípulos: « Eu estou sempre convosco, até ao fim dos tempos » (Mt 28, 20).
A Exortação Apostólica SACRAMENTUM CARITATIS está disponível na página do Vaticano. Siga o link: Sacramentum Caritatis.

24.08.14

LEITURAS: Walter Kasper - o EVANGELHO da FAMÍLIA

mpgpadre

WALTER KASPAER (2014). O Evangelho da Família. Prior Velho: Paulinas Editora. 72 páginas.

       No dia 17 de março de 2013, o Papa Francisco, na oração do ANGELUS, a primeira aparição na varanda do Palácio Apostólico, referiu que a leitura de um livro de Walter Kasper, sobre a misericórdia de Deus, lhe tinha feito muito bem. Menos de um ano depois, Walter Kasper recebeu o convite do Papa para refletir sobre a problemática da família, tendo em conta o Sínodo Extraordinário dos Bispos, no outono de 2014, e o Sínodo ordinário dos Bispos, em 2015, que terão como pano de fundo os "Desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização".

       Com efeito, foi enviado às Dioceses, paróquias, comunidades eclesiais, e disponibilizados em diferentes plataformas um extenso questionário procurando abranger os vários temas relacionados com a Família, dificuldades e potencialidades, a família e a Igreja, a família e a sociedade, novas formas de entender ou viver a família.

       No Consistório extraordinário dos Cardeais, 20 e 21 de fevereiro de 2014, coube a Walter Kasper a reflexão sobre a família, não antecipando conclusões do Sínodo, mas deixando pistas de reflexão, partindo da dinâmica bíblica, contextos, evoluções, conjugando a estrutura do matrimónio e da família com o anúncio do Reino de Deus, acentuando a misericórdia de Deus com a fidelidade às promessas feitas.

        Uma das problemática afloradas nesta apresentação, agora em livro, é a dos divorciados recasados, com a sugestão de uma prática pastoral de acolhimento, procurando dar respostas novas e acolhendo o contributo daqueles que vivem essas situações difíceis, para que a solução, o caminho encontrado, sob a sintonia do Papa, possa brotar dos anseios e preocupações das pessoas.

        Com grande sentido e abertura, o Cardeal avança com algumas hipóteses, para que a verdade esteja revestida da misericórdia de Deus, procurando que as respostas vão de encontro às sugestões das comunidades eclesiais de todo o mundo. A unidade a encontrar na reflexão não será fácil, mas como em outros momentos da história da Igreja, há que procurar um caminho comum, comprometendo-nos com a vivência do reino de Deus. É uma obrigação. Um compromisso. Um desafio, para que não se percam as gerações seguintes, dos filhos e dos netos.

       O livrinho, além da exposição feita aos Cardeais, apresenta alguns anexos explicativos das propostas apresentadas, entre as quais a sugestão do então professor Joseph Ratzinger (depois Papa Bento XVI) para se retomar de um modo novo a posição de Basílio, também partilhada pelo próprio Walter Kasper.

01.12.12

D. António Couto - ilações do Sínodo dos Bispos

mpgpadre

       No passado dia 30 de novembro, sexta-feira, na Casa de São José, em Lamego, reunião do Conselho de Arciprestes, sob a presidência do Sr. Bispo D. António Couto.

       Um dos temas centrais deste encontro foi a reorganização dos arciprestados, com vista a uma maior dinamização pastoral, agilizando estruturas para uma trabalho pastoral mais eficaz e sobretudo mais próximo das pessoas, mais anúncio e testemunho de Jesus Cristo.

Depois da oração inicial, o Sr. Bispo apresentou, em 7 pontos, as principais conclusões/ilações da XIII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, sobre a "Nova Evangelização para a transmissão da Fé".

  1. A Igreja deverá ser sinodal, paroquial, próxima, acolhedora, afetiva. A paróquia é a fonte da aldeia onde todos vão beber, saciar a sua sede.
  2. Repartir de Jerusalém. O retrato da primeira comunidade de Jerusalém há de estar na identidade das nossas comunidades cristãs. Uma Igreja que escuta a palavra de Deus, assídua ao ensino dos apóstolos, à fração do pão, à comunhão fraterna, à oração. É uma Igreja que se espalha pelas casas.
  3. A partir de Jesus. É ponto firme e incontornável. Viver a partir de Jesus, sem estratégias, sem burocracias, sem diplomacias. Sem Jesus não se vai longe. Evocação da passagem de São Lucas, da perda de Jesus no Templo. Quando José e Maria se dão conta, Jesus não segue com eles. Então voltam à Sua procura. Não faz sentido continuar sem Ele. Se nos acontecer o mesmo, caminharmos sem Jesus, então temos que O procurar, ir ao Seu encontro. A fé decide-se na relação que instauramos com a pessoa de Jesus. É preciso aproximar-se da vida das pessoas de hoje. Nas pessoas poderemos encontrar Jesus. Não basta saber, é preciso viver. A comunidade de Jerusalém crescia, porque nela havia vida.
  4. Não precisamos de inventar novas estratégias, mas renovar a nossa vida. Renovar a começar por nós. No sínodo, a começar nos bispos; nesta reunião de arciprestes, a começar pelos sacerdotes presentes. O Sacramento da Nova Evangelização é o Sacramento da Reconciliação. Reconciliação connosco, com os outros, com Deus. Renovar o coração. Voltar a Jesus Cristo.
  5. Adotar o estilo de vida de Jesus - uma maneira de viver: pobre, simples, verdadeiro, próximo das pessoas, dedicado, ousado, ...
  6. Escolas/casas de vivência da fé. Ensinar a viver a fé. A maior aposta e o maior fracasso da Igreja - a CATEQUESE. É necessário ajudar as pessoas a viver a fé, e não um conjunto de teorias. Ajudar a viver a fé com alegria. A liturgia, bem vivida, é uma extraordinária escola de fé. Investir na preparação da homilia, na preparação de acólitos, de leitores,...
  7. Metodologias diretas - testemunho pessoal, direto, pessoa a pessoa. Testemunho, pessoas que não tenha vergonha de ser cristãos. Que digam a sua fé. A nossa vida é a grande escola, a grande casa para testemunhar Jesus.

       É com a nossa vida renovada que podemos levar Jesus... Não basta sermos crentes, temos de ser crentes credíveis...

       A reunião de Arciprestes continuou a debater os (novos) Estatutos do Arciprestado, e a reconfiguração dos Arciprestados, dando início ao processo de escolha dos novos Arciprestes...

 

Pode ser interessante reler uma das intervenções de D. António Couto no Sínodo:

FIDELIDADE RENOVADA.

22.10.12

D. António Couto - Sínodo dos Bispos - Fidelidade renovada

mpgpadre

FIDELIDADE RENOVADA (n.º 158)


Igreja sinodal, próxima, fraterna e afectuosa

       1. Viver «em sínodo» é a vocação e a missão da Igreja peregrina e paroquial, casa de família fraterna e acolhedora no meio das casas dos filhos e filhas de Deus, no belo dizer do Beato Papa João Paulo II, Catechesi tradendae [1979], n.º 67; Christifideles Laici [1988], n.º 26.

 

        2. É também o retrato da Igreja-mãe de Jerusalém, saído da paleta de tintas do Autor do Livro dos Actos dos Apóstolos (2,42-47; 4,32-35; 5,12-15), que nos mostra uma comunidade cristã bem assente em quatro colunas: o ensino dos Apóstolos (1), a comunhão fraterna (2), a fracção do pão (3) e a oração (4), e com ramificações em todas as casas e em todos os corações. Trata-se de uma comunidade bela que, dia após dia, crescia, crescia, crescia. Não admira. Era uma comunidade jovem, leve e bela, tão jovem, leve e bela, que as pessoas lutavam por entrar nela!

 

Igreja da anunciação

       3. A vocação e missão da Igreja não é coisa própria sua, mas radica, como exemplarmente deixou escrito o Concílio Vaticano II, no seu Decreto Ad Gentes, no amor fontal do Pai, que enviou em missão o Filho e o Espírito Santo (n.º 2). É nesta missão que se enxerta a missão da Igreja, pelo que não compete à Igreja inventar a missão ou decidir em que consista a missão. Na verdade, o rosto da missão tem os traços do rosto de Jesus Cristo e já foi nele luminosamente manifestado. Temos, pois, uma memória viva a fazer, viver e guardar todos os dias.

       Abrindo o Evangelho de Marcos, reparamos logo que o primeiro afazer de Jesus não é pregar ou ensinar, mas ANUNCIAR, que traduz o verbo grego kêrýssô: anunciar o Evangelho (Mc 1,14). E qual é a primeira nota que soa quando Jesus se diz com o verbo ANUNCIAR? É, sem dúvida, a sua completa vinculação ao Pai, de quem é o Arauto, o Mensageiro, o ANUNCIADOR (kêryx). Pura transparência do Pai, de quem diz o que ouviu dizer (Jo 7,16-17; 8,26.38.40; 14,24; 17,8) e faz o que viu fazer (Jo 5,19; 17,4). Recebendo todo o amor fontal do Pai, bebendo da torrente cristalina do amor fontal do Pai (Sl 110,7), Jesus, o Filho, é pura transparência do Pai, e pode, com toda a verdade dizer a Filipe: «Filipe […], quem me vê, vê o Pai» (Jo 14,9).

 

       4. Tudo, no arauto, na mensagem que transmite (kêrygma) e no estilo com que o faz, remete para o seu Senhor. A primeira nota de todo o ANUNCIADOR ou arauto ou mensageiro consiste na sua FIDELIDADE Àquele que lhe confia a mensagem que deve anunciar. É em Seu Nome que diz o que diz; é em Seu Nome que diz como diz.

 

       5. O missionário só tem autoridade na medida em que é fiel a Cristo e como Ele obediente, nada dizendo ou fazendo por sua conta e risco. Só pode dizer e fazer aquilo que, por graça, lhe foi dado ouvir, aquilo que, por graça, lhe foi dado ver fazer. O missionário não pode deixar de estar vinculado a Cristo, nele configurado e transfigurado. O Papa Bento XVI disse-o assim: «Tudo se define a partir de Cristo, quanto à origem e à eficácia da missão». E acrescentou este singular desabafo: «Quanto tempo perdido, quanto trabalho adiado, por inadvertência deste ponto» (Homilia da Santa Missa, Grande Praça da Avenida dos Aliados, Porto [Portugal], 14 de Maio de 2010).

 

Igreja da fidelidade

        6. Impõe-se ainda dizer, é mesmo necessário ainda dizer, em jeito de conclusão ou de introdução, que aquilo que me parece ser mais importante na expressão «nova evangelização» não é tanto a novidade de métodos, expressões ou estratégias, mas a FIDELIDADE da Igreja ao Senhor Jesus (Paulo VI, Evangelii Nuntiandi [1975], n.º 41), ao seu estilo, ao seu modo de viver, de fazer e de dizer: Dom total de si mesmo num estilo de vida pobre, humilde, despojado, feliz, apaixonado, ousado, próximo e dedicado. Passa por aqui sempre o caminho e o rosto da Igreja, que tem de fazer a memória do seu Senhor, configurando-se com o seu Senhor e transfigurando-se no seu Senhor. Impõe-se, portanto, uma verdadeira conversão do coração, e não apenas uma mudança de verniz. Sim, temos necessidade de anunciadores do Evangelho sem ouro, nem prata, nem cobre, nem bolsas, nem duas túnicas (Mt 19,9-10; Mc 6,6-8; Lc 9,3-4)… Sim, é de conversão que falo, e pergunto: por que será que os Santos se esforçaram tanto, e com tanta alegria, por ser pobres e humildes, e nós nos esforçamos tanto, e com tristeza (Mt 19,22; Mc 10,22; Lc 18,23), por ser ricos e importantes?

 

+ António José DA ROCHA COUTO

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