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26.09.11

Rádio Renascença: nasceu a V+: o mesmo som, mais imagem

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O mesmo som, muito mais imagem
A 26 de Setembro nasce a V e um novo site da Renascença
Rádio RenasceçaMais informação sobre este video

06.07.11

Maria José Nogueira Pinto

mpgpadre

       Maria José Nogueira Pinto, deputada do PSD, morreu hoje aos 59 anos, vítima de cancro no pâncreas.

       Jurista de formação, licenciou-se pela faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Entrou na política em 1992, para o Governo de Cavaco Silva, como sub-secretária de Estado da Cultura. Um ano depois, abandonou o cargo em ruptura com Santana Lopes, que tutelava a pasta.

       Três anos depois, em 1995, entra na Assembleia da República como deputada independente eleita pelo CDS, partido do qual se torna militante um ano depois. Disputa a liderança do partido com Paulo Portas, foi líder parlamentar do partido e candidata à Câmara de Lisboa em 2005.

       Dois anos depois entra em conflito com Paulo Portas e abandona o CDS. Há dois anos, a convite de Manuela Ferreira Leite integrou as listas do PSD à Assembleia da República, cargo para o qual foi novamente eleita nas legislativas de Junho.

       Antes da vida política activa, Maria José Nogueira Pinto ocupou vários cargos em instituições públicas e privadas, foi vice-presidente do instituto português do cinema, directora da maternidade Alfredo da Costa e provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

       Desde a década de 90 que Maria José Nogueira Pinto era presença habitual na antena da Renascença como comentadora. Ultimamente integrou o painel do programa “Espaço Aberto”.

 

Notícia: Rádio Renascença.

 

       E dizemos nós:

       Fervorosa defensora da vida, uma cristã que na vida política defendeu os valores da vida, da verdade, da justiça, da igualdade, do bem, da solidariedade. Por vezes a política altera a personailidade da pessoa. Aqui, a pessoa, Maria José Nogueira Pinto, levou os valores morais, cristãos, humanos, para humanizar a política, colocando esta ao serviço da pessoa, das pessoas.

        Felizmente, em todos os quadrantes políticos há valores que promovem a pessoa e a qulidade de vida. Em todos os quadrantes políticos há cristãos empenhados, comprometidos, não se deixando corromper, mas levando mais valia à vida político-partidária, do governo á oposição, da Assembleia a vários organismos governamentais

 

       O Presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d'Oliveira Martins, falou nela à Rádio Renascença, como cidadã e cristã empenhada :

       Guilherme d'Oliveira Martins, que foi colega de faculdade de Maria José Nogueira Pinto, destaca a personalidade da deputada do PSD, que faleceu hoje aos 59 anos.

       Maria José Nogueira Pinto foi “uma cidadã e cristã empenhada”

       “Foi minha colega na faculdade e desde sempre devo reconhecer que ela se afirmou com uma personalidade muito forte, uma personalidade muito generosa, uma pessoa com qualidades extraordinárias, qualidades de cidadã, de uma cristã empenhada que foi sempre toda a vida", diz o actual presidente do Tribunal de Contas.

       "Perco uma grande amiga, que me suscita já uma grande saudade, mas sobretudo que cita o seu exemplo de alguém que deu sempre tudo ao serviço público e tudo aquilo que ela entendia ser o bem comum”, diz ainda Guilherme d'Oliveira Martins.

 

Veja também o que disse Ribeiro e Castro.

22.09.10

Não importa o ponto de partida

mpgpadre

       Não importa (tanto) o ponto de partida, a situação em que nos encontramos, o lugar em que estejamos, a condição que vivemos no momento actual, a distância da estrada...

       Importa (sobretudo e acima de tudo) a nossa predisposição para escutar a voz de Deus, o caminho que nos dispomos a percorrer, a disponibilidade para nos deixarmos converter pela graça de Deus e de caminharmos juntamente com o Mestre dos Mestres, Jesus Cristo.

       São Mateus, cuja festa celebramos hoje, diz-nos isso mesmo. É um cobrador de impostos. Está ao serviço do Império Romano, que oprime e subjuga Israel. É (considerado) inimigo dos judeus. Publicano (=cobrador de impostos) é o mesmo que pecador público. É ostracizado na convivência social, política e religiosa. E. no entanto, Jesus chama-o no seu local de trabalho, na sua condição actual, sem preconceitos...

       Mateus torna-se discípulo e apóstolo de Jesus. Convida-O para sua casa. A refeição é uma forma de comunhão. Só se senta à minha mesa quem me quer bem. Só me sento à mesa com quem me dou. E Jesus lá está, no meio de pecadores e publicanos, em casa de Mateus, sujeito a olhares, a juízos de valor. O preconceito de alguns leva-os a murmurar. Jesus vive eliminando todo e qualquer preconceito. Todos somos igualmente filhos de Deus.

       Podemos ser os maiores pecadores. Ainda assim, Deus chama-nos, espera por nós, quer a nossa conversão, a nossa felicidade, a nossa salvação.

       D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, dizia, aos microfones da RR, a respeito do chamamento de todos os Apóstolos, Deus não olhava para as qualidades de cada um. no presente, mas para aquilo que poderiam vir a ser. Quando, Jesus chama os Apóstolos, sabe que têm diferentes origens e alguns deles vê-se à primeira vista que ninguém dá nada por eles, são insignificantes... e no entanto espalharão a boa nova pelo mundo inteiro.

21.09.10

O Sucesso do Papa no Reino Unido

mpgpadre

       Bento XVI regressa a Roma após uma viagem difícil, mas cheia de sucesso.

       A Rainha recebeu-o solenemente e manifestou proximidade com os seus pontos de vista sobre a religião, os políticos aplaudiram-no de pé na sala histórica do Parlamento britânico – onde nenhum Papa tinha estado – e aplaudiram-no depois de ele ter defendido a verdade e o evangelho contra aqueles que querem remeter a religião para a esfera privada ou até mesmo cancelar expressões públicas da Fé como por exemplo a festa do Natal.

       Históricos também os momentos de encontro com a Igreja Anglicana, quer no palácio do Arcebispo de Cantuária quer na concelebração ecuménica de vésperas na Abadia de Westminster, onde também nunca tinha entrado um sucessor de Pedro.

       Bento XVI em terras britânicas condenou por três vezes os crimes perversos de pedofilia, encontrou-se com algumas das vítimas de abuso sexual e disse que estes crimes minam a credibilidade de responsáveis da Igreja.

       Mas, talvez, o mais surpreendente tenha sido a adesão das pessoas pelas ruas por onde o Papa passou e nas cerimónias que celebrou, bem como o entusiasmo com que os católicos britânicos participaram, sobretudo a alegria dos milhares de jovens sempre presentes. Várias centenas de milhares de britânicos aplaudiram o Papa nestes dias, ao contrário das previsões da esmagadora maioria de comentadores e analistas de televisão, ao ponto do primeiro-ministro Cameron – não católico – ter dito ao Papa no aeroporto: “Estes quatro dias foram incrivelmente comoventes”.

Aura Miguel, in RR.

Outros Textos:

26.08.10

Pelos mais pobres dos pobres

mpgpadre
       Tudo terá começado em 1946. Conta-se que Madre Teresa viajava de comboio para o convento de Dajeerling, na Índia, quando sentiu um “chamamento dentro do chamamento”, para que se dedicasse a servir os mais pobres.
       Começava ali uma missão a que dedicou a vida. Criou as Missionárias da Caridade, fê-las crescer por todo o mundo e deu-lhes uma simples ideia como guia: que se dedicassem sempre “aos mais pobres dos pobres”. O reconhecimento foi crescendo e atingiu o cume quando lhe foi atribuído o Prémio Nobel da Paz, em 1979.
       Ultrapassou fronteiras, uniu credos e raças e tornou-se um símbolo de rara força em todo o globo. Madre Teresa de Calcutá faria hoje 100 anos. 

Fonte da Notícia e outros Textos e vídeos: Rádio Renascença.

15.07.10

Paisagens interiores...

mpgpadre
       O padre Elói Pinho, já falecido, que falava habitualmente na RR, escreveu um livro com este título, que nos serve hoje para falarmos de interioridade. O mundo é definido em grande medida no nosso coração, na nossa alma, isto é, nas decisões que cada um vai tomando.
       Por vezes, o mundo que nos é exterior é-nos também um mundo estranho, desconhecido, amedronta-nos, oprime-nos, provoca-nos o desânimo. E no entanto, o futuro, a felicidade e o próprio mundo, está nas nossas mãos, na atitude que assumimos perante as adversidades, diante dos outros, na vivência do quotidiano.
       No cristianismo, o apelo à conversão interior é permanente, somos convocados para modificarmos os nossos comportamentos, transformando o mundo que nos rodeia. É, antes de mais, uma opção pessoal. O mundo somos nós, o mundo está em nós, a harmonia do mundo também depende de nós.
       Podemos ter tudo e isso ser nada. Podemos ter todas as riquezas, toda a juventude, uma multidão de pessoas à nossa volta e ainda assim sentirmos que a felicidade/vida nos escapa por entre as mãos. “Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua vida?” (Mt 16, 26 ).
       É nesta perspectiva que o cristianismo enquadra o princípio: carpe diem, vive o dia presente. Com responsabilidade, certamente, mas valorizando desde já cada momento, cada encontro, cada sol e cada chuva, não esperando indefinidamente por amanhã para ser feliz, à espera do príncipe ou princesa encantados, que o companheiro/a seja mais atento/a, que as finanças sejam mais favoráveis, que alguém reconheça o nosso valor.
       A felicidade depende em grande parte de mim. Hoje quero ser feliz. Hoje vou ser feliz. Para amar, para perdoar, para fazer o bem, para edificar a paz, não posso estar à espera que os outros se resolvam. Cabe-me a mim empenhar-me. E os outros? São essenciais. Posso cativá-los. E se ninguém mudar?! E que importa, se me sinto bem, se fiz as melhores escolhas, se optei pelo bem, se tenho a consciência tranquila?
       Mas, e os outros?
       Não se trata dos outros. Trata-se de mim, de ti, de cada um assumir uma atitude de conversão e de amor. Hoje, não amanhã! Agora, amanhã posso já não estar!
       No meio dos desertos, interiores e exteriores, o lugar para o encontro connosco, com os outros e com Deus. Opte pelo positivo, faça uma coisa diferente:
       – uma oração, um momento de silêncio; caminhe um pouco, deixe o carro estacionado por um dia; desligue o televisor a uma refeição e fale com a família; não fume durante um dia; hoje não tome café; leia um livro, uma passagem da Bíblia; cante, olhe as estrelas, contemple a noite, colha uma flor, a beleza, coma fruta; por um dia não use palavras negativas, não fale de ninguém, fale a todos com serenidade, transmita paz; visite um doente, vá até ao Lar e/ou Centro de Dia; fale um pouco mais com o seu vizinho; sorria; tem um problema complicado, faça uma pausa, amanhã Deus dar-lhe-á um sinal. Sorria descontraidamente!
 
editorial Voz Jovem, n.º 74, Março 2006

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