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Escolhas & Percursos

...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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14.04.11

A "outra" poluição... bem mais destrutiva!

mpgpadre

       O professor mandou redigir um texto acerca da poluição. De facto, é um assunto muito actual, sobretudo nas cidades. As pessoas continuam a poluir a atmosfera com o anidrido de carbono, a poluir a terra com os pesticidas, a poluir as águas com as descargas poluentes das fábricas.

       Os alunos foram à internet e apresentaram trabalhos sem originalidade. Apenas um deles viu a poluição de outra maneira. Escreveu ele:

       "Polui o egoísta que só pensa em si mesmo. Polui o preguiçoso que é um parasita. Polui o marido que trata a esposa como escrava. Polui quem faz mal em vez de fazer o bem. Polui quem anda na vida sempre envinagrado em vez de irradiar alegria. Polui o corrupto que enriquece à custa do povo. Polui o jornalista que divulga mentiras e difama as pessoas".

       O professor gostou deste texto, que serviu de motivação para toda a turma dialogar.

 

In Revista Juvenil, n.º 545, abril de 2011.

23.02.11

Uma chávena de chá

mpgpadre

       Um sábio japonês, conhecido pela profundidade e justeza das suas doutrinas, recebeu a visita de um professor universitário que tinha ido inquirir acerca dos seus pensamentos.

       O professor universitário tinha fama de ser orgulhoso, nunca prestando atenção às sugestões dos outros, julgando-se sempre na posse de toda a verdade.

       O sábio quis dar-lhe uma lição. Para tal quis servir-lhe uma chávena de chá.

       Começou por deitar o chá pouco a pouco. E a chávena encheu-se.

       O sábio, fingindo não dar conta de que a chávena já estava cheia, continuou a deitar até que este transbordou e começou a molhar a toalha. O velho japonês mantinha a sua expressão serena e sorridente.

O professor universitário viu o chá a transbordar e ficou sem perceber como era possível uma tal distracção, tão contrária às normas das boas maneiras. Mas, a dado momento, não pôde conter-se mais e disse ao sábio:

       — Já está cheia! Não cabe mais!

       O sábio, imperturbável, disse-lhe então:

       — Tal como esta taça, também tu estás cheio da tua cultura, das tuas opiniões, de um amontoado de conjecturas eruditas e complexas. Como posso eu falar-te da sabedoria, que só é compreendida pelas pessoas simples e disponíveis, se antes não esvaziares a tua chávena?

       O professor compreendeu a lição. A partir desse dia, esforçou-se por se “esvaziar” das suas certezas e por escutar as opiniões dos outros, sem desprezar nenhuma delas.

 

autor desconhecido, postado a partir do nosso CARITAS IN VERITATE

11.11.10

A lição da CRIANÇA sobre o amor!

mpgpadre

       Numa sala de aula, havia várias crianças.

       Quando uma delas perguntou à professora:

       - Professora, o que é o amor?

       A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.

       As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse:

       - Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.

       A primeira criança disse:

       - Eu trouxe esta flor, não é linda?

       A segunda criança falou:

       - Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.

       A terceira criança completou:

       - Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?

       E assim as crianças foram se colocando.

       Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou:

       - Meu bem, por que você nada trouxe?

       E a criança timidamente respondeu:

       - Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume. Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse pôr mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida. Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?

       A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora à única que percebera que só podemos trazer o amor no coração.

 

Autor desconhecido, in Nova Civilização.

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