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03.11.14

Leituras - GISELDA ADORNATO - PAULO VI | Biografia

mpgpadre

GISELDA ADORNATO (2014). Paulo VI. Biografia. A história, a herança, a santidade. Lisboa: Paulus Editora. 296 páginas.

PauloVI_biografia.jpg

        Surpreendente. Um retrato muito completo de um Papa que trouxe a Igreja para a atualidade, no meio de grandes provações, na procura de a manter fiel ao Evangelho da Verdade e da Caridade, tornando-a próxima do nosso tempo, da cultura e da ciência, apostando na evangelização, no compromissso missionário, aberta ao mundo, promovendo o ecumenismo e o diálogo com outras religiões e outras sensibilidades.

       A recente beatificação de Paulo VI, no passado dia 19 de outubro, no encerramento da III Assembelia Extraordinária do Sínodo dos Bispos (instituído por Paulo VI no prosseguimento do Vaticano II) e dedicada à família, tema amplamente refletido por ele que lhe trouxe muitos dissabores nomeadamente com a publicação da Exortação Apostólica Humanae Vitae, que suscitou as mais variadas reações, algumas de violento ataque ao papado e à Igreja, e que mesmo dentro da Igreja suscitou oposição e rutura.

       O pontificado de Paulo VI transformou a Igreja, ainda que tenha ficado marcado por vários episódios de tormento e provação. Depois da morte do bom Papa João XXIII, o Cardeal Montini, depois de um tempo de fervor pastoral na maior Diocese do mundo, Milão, regressa a uma casa que conhece bem, no serviço aos seus antecessores, nomeadamente Pio XII. Regressa como Papa, escolhendo o nome de Paulo, sublinhando desde logo a missionaridade da Igreja. 1963, o concílio está a meio e com a morte do Papa saltam as dúvidas se continuará e terá um desfecho. Logo Paulo VI retomará as sessões do Concílio, com uma intervenção muito interventiva, procurando pontes, não cedendo a pressões, com visões muitas vezes antagónicas entre os chamados conservadores e os progressistas. Paulo VI procura que uns e outros dialoguem, e se aproximem da verdade que é Jesus Cristo.

       Com Paulo VI iniciam-se as Viagens Apostólicas do Papa a diversos países do mundo: Israel, EUA, Portugal, Índia, Colómbia, Uganda... e um intenso trabalho apostólico de diálogo com os Ortodoxos, com as diversas confissões cristãs, mas também o diálogo interreligioso, com judeus e muçulmanos, mas também com outras culturas religiosas, encontro com o Dalai Lama.

PauloVI_Ratzinger_joão_PauloII.jpg

 

       Para quem viveu e cresceu com a figura de João Paulo II, de depois Bento XVI, e agora Francisco, os Papas anteriores são uma memória longínqua que nos é recordada de tempos a tempos. No entanto, com o reconhecimento da heroicidade das virtudes de Paulo VI, em 20 de dezembro de 2012, pela mão de Bento XVI e agora a beatificação, pelas mãos de Francisco, tornou-se urgente redescobrir esta figura iminente da Igreja.

       Tantas foram as vicissitudes que atravessaram a Igreja no século XX. Num tempo de grande transformação, a Igreja contou, no Papado, com figuras extraordinárias, pela inteligência, pela cultura, pela bondade, pela fé. Alguns dos Papas foram entretanto canonizados: Pio X, João XXIII, João Paulo II, e beatificado Paulo VI, mas decorre também o processo de beatificação de Pio XII aberto ainda por Paulo VI.

 

       Curiosa, nesta biografia, a grande proximidade de Paulo VI com os Predecessores mas também com os Sucessores. Trabalhou diretamente, na Cúria Romana, com Pio XI, Bento XV, Pio XII.

 

       João XXIII criou-o Cardeal, em 15 de dezembro de 1958. Por sua vez, Paulo VI cria Cardeal dois dos seus Sucessores, o futuro João Paulo II e Bento XVI.

       As intervenções de Paulo VI encontram eco alargado, pela clareza, pela insistência, pela frontalidade, pela humildade. Alguns temas são problemáticos e geram tensões. Ficará conhecido sobretudo pela Humanae Vitae, mas o seu magistério é muito mais abrangente, com a reforma litúrgica, a implantação do Concílio, a intervenção e compromisso social, o diálogo com a cultura e com a ciência, a aproximação aos jovens, a colegialidade dos Bispos em comunhão com o Papa, o ecumenismo, o diálogo interreligioso, as conferências episcopais, o dia Mundial da Paz, as viagens apostólicas, a intervenção na ONU, peregrino de Fátima, a internacionalização da Cúria Romana, e a reforma da mesma, o Ano da Fé (1968) e o Ano Santo (1975), acentuando precisamente a fé, a reconciliação, a centralidade de Jesus Cristo. As dissensões com os Bispos Holandeses, com Lefebrve, o beijar da terra em Milão, o beijar o pés a Melitone, metripolita de Calcedónia, estreitando os laços com a Igreja Luterana. A abertura da Igreja às mulheres e aos leigos. A Ação Católica.

Madre_Teresa_Calcutá_PauloVI.jpg

        Nasceu a 26 de setembro de 1987, em Bréscia, e faleceu a 6  de agosto de 1978, em Castel Gandolfo. Formado em Filosofia, Direito Canónico e em Direito Civil. Durante a Segunda Guerra Mundial é o chefe do Serviço de Informações do Vaticano e repsonsável por procurar soldados e civis presioneiros ou dispersos. A 1 de novembro de 1954, é eleito por Pio XII para Arcebispo de Milão, é ordenado a 12 de dezembro do mesmo ano, no Vaticano. A 15 de dezembro de 1958, é feito Cardeal. É eleito Papa a 21 de junho de 1963. A 8 de dezembro de 1965 encerra o Concílio Ecuménico Vaticano II.

       Em 21 de novembro de 1964, Consagra Nossa Senhora com o Título de Mãe da Igreja, isto é, Mãe de todo o Povo de Deus.

       Em 24 de dezembro de 1964, proclama São Bento como Padroeiro principal da Europa.

       Em 1971, atribui o prémio da Paz João XXIII a Madre Teresa de Calcutá.

       Morre "velho e cansado", mas com esperança na Igreja, conduzida por Cristo, o verdadeiro timoneiro. Alguns meses passa por mais uma grande provação: o rapto (16 de março de 1978) e morte do estadista democrata cristão Aldo Moro, cujo funeral se realiza na Basílica de São João de Latrão, a 13 de maio. Depois a aprovação da Lei do Divórcio, em Itália, no seu último ano de vida assiste ainda à entrada em vigor da Lei do Aborto. Morre às 21h40 de 6 de agosto de 1978.

 

       O futuro Papa João XXIII sobre Montini quando este vai para Arcebispo de Milão: "E agora, onde poderemos encontrar alguém que saiba redigir uma carta, um documento como ele sabia?"

 

       João XXIII, em Carta ao Arcebispo de Milão: "Deveria escrever a todos: bispos, arcebispos e cardeais do mundo [...]. Mas para pensar em todos contento-me de escrever ao arcebispo de Milão, porque nele levo-os a todos no coração, tal como diante de mim ele a todos representa".

 

       Montini-Paulo VI sobre João XXIII: "Que Ele fosse bom, sim, que fosse indiferente, não. Como ele se atinha à doutrina, como temia os perigos, etc. [...] Não foi um transigente, não foi um atraído por opiniões erradas. [...] O seu diálogo não foi bondade renunciatória e pacífica..."

 

       Em 27 de junho de 1977, nomeia Cardeal Joseph Ratzinger, arcebispo de Mónaco e Frisinga. Sobre o futuro Bento XVI:

"Damos atestado desta fidelidade também a V. Eminência, cardeal Ratzinger, cujo alto msgistério teológico em prestigiosas cátedras universitárias da Sua Alemanha e em numerosas e válidas publicações fez ver como a investigação teológica - na via maestra da fides quarens intellectum - não possa e não deva nunca andar separada da profunda, livre a criadora adesão ao Magistério que autenticamente interpreta e proclama a Palavra de Deus...".

       Sobre JOÃO PAULO II... Paulo VI nomeia-o Arcebispo de Cracóvia em 1964 e Cardeal em 1967. Recebeu-o pessoalmente 20 vezes e outras quatro com o Cardeal Wyszynski ou outros bispos polacos. Pedir-lhe-á para orientar os exercícios Quaresmais de 1976. 

       João Paulo II sobre Paulo VI: "Paulo VI trazia no seu coração a luz do Tabor, e com essa luz caminhou até ao fim, levando com alegria evangélica a sua cruz".

 

       Os os Bispos da América Latina que tomaram a iniciativa de promover o processo de Paulo VI para ser elevado aos altares. Por aqui se pode tirar um fio de ligação ao Papa Francisco...

15.08.12

O SIM de Deus é pleno em Maria e sê-lo-á em nós

mpgpadre

       1 – “Depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas… com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos são Pedro e são Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial” (Papa Pio XII, Munificentissimus Deus).

       A definição do dogma da Assunção de Nossa Senhora ao Céu, em corpo e alma, é fruto do sensus fidei de todo o povo cristão. Não é uma declaração imposta por parte da hierarquia da Igreja, mas o culminar da vivência da fé. Desde o início da Igreja que a Virgem Imaculada teve um lugar muito especial, na oração, na liturgia, nos Padres e grandes teólogos, nas palavras dos Papas, na piedade popular. Os dogmas da Imaculada Conceição (8 de dezembro de 1854, por Pio IX) e da Assunção da Virgem Maria (1 de novembro de 1950, por Pio XII) estão estreitamente ligados. Com efeito, o Povo de Deus desde há muitos séculos aceitava a Imaculada Conceição da Virgem Maria e a Sua não corruptibilidade corporal, acreditando simultaneamente que Aquela que foi concebida sem pecado também foi preservada da corrupção do sepulcro e assumida por Deus desde sempre e para sempre.

       “A Virgem Imaculada, preservada imune de toda a mancha da culpa original, terminado o curso da vida terrena, foi elevada ao céu em corpo e alma e exaltada por Deus como rainha, para assim se conformar mais plenamente com seu Filho, Senhor dos senhores e vencedor do pecado e da morte” (Vaticano II, Lumen Gentium 59).

 

       2 – Celebrar a Assunção de Nossa Senhora ao Céu é reconhecer que a nossa vida se abre ao Infinito, ao Transcendente, que se projeta para Deus. De Deus viemos e para Deus havemos de voltar, não por partes, mas na totalidade da nossa vida humana.

       Maria, Mãe de Jesus e Mãe nossa, precede-nos na glória como nos precede no acolhimento de Jesus Cristo, exemplificando com a Sua vida como poderemos cumprir a vontade de Deus. Com Ela nos situamos entre dois SIM's imensos, o sim da anunciação (Lc 1, 26-38) – Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra – e o sim da Cruz. Dessa hora em diante o discípulo acolheu-A em sua casa. Maria vem para nossa casa, para a nossa vida. Jesus da-no-l'A por Mãe – Eis a tua Mãe – tornando-nos filhos – Mulher, eis o teu filho (Jo 19, 25-27). Hoje os discípulos de Jesus somos nós e, por conseguinte, é a nós que Ele confia e entrega Maria, é a nós que reconhece como irmãos, é a nós que dá uma nova filiação, nova vida, filhos de Maria, filhos bem-amados de Deus.

       A fé na Assunção de Nossa Senhora parte da Sua especial missão na vida de Jesus. Ela é desde sempre escolhida para ser a Mãe do Filho de Deus, e por isso, Mãe de Deus. No SIM dado a Deus, nasce Jesus, Deus faz-Se homem, assumindo a nossa condição mortal. Mas, sublinhe-se, que o SIM de Maria não é um momento, mas é a VIDA toda por inteiro. A sua "consagração" a Deus fá-la responder com pressa e delicadeza às pessoas que A rodeiam, como na Visitação ou a intercessão nas Bodas de Canaã. Por aqui se vê também a Sua mediação/intercessão junto de Jesus, que nos implica: “Fazei o que Ele vos disser” (Jo 2, 1-12).

 

       3 – Celebrar a Assunção de Nossa Senhora ao Céu, em corpo e alma, é viver na esperança, é viver com o olhar fito em Deus, e na certeza que Ele não nos abandona nem agora nem no futuro, nem em vida nem na morte e nada, nem a espada, nem qualquer poder, nos poder separar do AMOR de Deus. Chama-nos à vida e guardar-nos-á para sempre junto de Si. O SIM de Deus é pleno em Maria e sê-lo-á em nós.

       Como bem nos recorda o apóstolo São Paulo: “Cristo ressuscitou dos mortos, como primícias dos que morreram… em Cristo serão todos restituídos à vida”. 

       A salvação vem por Cristo e n'Ele todos são restituídos à vida. Maria, a primeira cristã, por excelência, a primeira a acolher Jesus, em seu ventre e como Mãe dulcíssima no Seu coração, guia-nos em vida, e mostra-nos como chegar ao Céu, como ser assumidos por Deus. O primeiro a ressuscitar é Jesus, e depois cada um na sua vez. Maria mantém a ligação maternal, umbilical e espiritual, com Jesus, no tempo e na eternidade. Nem a morte a separa do Seu amor maior.

       “Apareceu no Céu um sinal grandioso: uma mulher revestida de sol, com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça... E ouvi uma voz poderosa que clamava no Céu: «Agora chegou a salvação, o poder e a realeza do nosso Deus e o domínio do seu Ungido»”. 

       Primeiro Maria dá-nos Jesus, coloca-O no berço para que O possamos encontrar, descobrir e contemplar, para que possamos enternecer-nos com Ele, com o Seu olhar. A seguir, Jesus dá-nos Maria, como Mãe, para sempre. Ela continua a cumprir com a sua missão de Mãe, intercedendo por nós, aproximando-nos do Seu filho.

       4 – “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre... Bem-aventurada aquela que acreditou no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito da parte do Senhor...”. 

       Isabel apresenta-nos a razão por que Maria é a bendita do Senhor, porque acreditou em Deus, em tudo o que vem de Deus. Algo de mais profundo acontece naqueles ventres maternos. A salvação que vem de Deus, Jesus, Aquele que salva, no ventre de Maria faz exultar de alegria o Precursor, João Batista, no seio de Isabel.

       Bem se pode dizer que o primeiro sinal da presença de Deus entre nós é a ALEGRIA que vem de dentro, que brota das entranhas mais íntimas e profundas, que brota da própria vida. Do berço da vida. O Evangelho é então Boa Notícia, que germina no silêncio, é Alegria que se comunica e se espalha. Isabel e Maria deixam que do silêncio e da vida em gestação a boa notícia se torne audível. “A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da sua serva: de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações”. 

       A alegria é tamanha que Isabel não se contém nas palavras. A alegria e confiança em Deus são tão palpáveis que Maria exterioriza reconhecendo-se SERVA diante da grandeza e misericórdia de Deus. Também aqui Ela nos mostra como fazer nascer em nós o Filho de Deus. Quem se julga e se apresenta e vive como senhor de tudo e de todos, fecha-se ao DOM, fecha-se ao AMOR, encerra-se e deixa de ser boa notícia. Aquele que se humilha, isto é, que reconhece a sua fragilidade e finitude, abrindo-se à graça de Deus, pode e dará abundantes frutos.

 

       5 – “Uma mulher levantou a voz no meio da multidão e disse: «Feliz Aquela que Te trouxe no seu ventre e Te amamentou ao seu peito». Mas Jesus respondeu: «Mais felizes são os que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática»” (Evangelho da Missa vespertina: Lc 11, 27-28).

       Neste diálogo, Jesus alarga o horizonte da maternidade de Maria para uma dimensão universal, no tempo e no espaço, e indica-nos o caminho para integrarmos a família de Deus, para nos tornarmos irmãos, filhos, pais, parentes Seus.

       A maternidade de Maria é biológica e espiritual em relação a Jesus; é espiritual em relação à humanidade inteira. Assim Deus o quer. Assim o queiramos nós.

       A Assunção de Maria recorda-nos o caminho que A levou a ser acolhida por Deus na eternidade e que passa pela escuta atenta da Palavra de Deus, vivendo o dia-a-dia na pressa de ser prestável àqueles que Deus colocou junto de nós, como bem expressa o Evangelho da Visitação.

       A mãe está bem onde os filhos estão. Maria, como Mãe, acompanha Jesus notando-se a Sua presença nos momentos mais críticos, quando o julgam louco ou no momento da paixão, bem junto à Cruz, bem junto a Jesus. O olhar de Mãe não se desvia do olhar do Filho. Destruída interiormente, mas firme, garantindo ao Filho que está com Ele até ao fim.

       O Filho quer que os Seus discípulos partilhem daquele olhar, daquele AMOR, daquela cumplicidade. E, como discípulos, nós queremos acolhê-la em nossa casa, preparando a nossa vida para que o Seu olhar maternal não despegue do nosso. Ela indica-nos o caminho, fazer o que Jesus nos pede, escutar a palavra e vivê-la com alegria. Na glória de Deus, Maria continua a atrair-nos para o Seu Filho Jesus.


Textos para a Eucaristia: Ap 11, 19a; 12, 1-6a.10ab; 1 Cor 15, 20-27; Lc 1, 39-56.

 

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