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...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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05.10.18

Boletim Paroquial Voz Jovem - abril a junho de 2018

mpgpadre

Vivemos um tempo em que tudo passa rapidamente. Os meios de comunicação e as redes sociais ajudam-nos a recordar, mas também a passar de uma a outra notícia, de um a outro acontecimento, muito rapidamente. Numa comunidade, numa paróquia ou numa diocese, as redes sociais ajudam a aproximar as pessoas e a estarem informadas do que vai acontecer e do que já se viveu. Um jornal ou um boletim fixam no tempo alguns dos momentos importantes da comunidade, cristalizam a história ou pelo menos uma parte e uma visão da mesma. Este é o propósito do Boletim Paroquial Voz Jovem, no seu número 175, abril-junho de 2018, que chega um pouco atrasado, mas que mantém a lógica de nos recordar algumas datas e celebrações importantes, ao iniciarmos um novo ano pastoral e, por outro lado, fixa para a posterioridade as vivências comunitárias.

O destaque vai para as festas da catequese.

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O Boletim poderá ser lido a partir da página da Paróquia de Tabuaço, ou fazendo o download:

05.06.17

Boletim Paroquial Voz Jovem: abril - junho 2017

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Trimestralmente, o Jornal da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, de Tabuaço, faz memória do que entretanto se viveu e fixa em papel e digitalmente a vida da comunidade, para que outros, no presente e no futuro, possam ao que se viveu para acolher HOJE o Evangelho.

Neste trimestre o destaque vai para a Semana Santa e para a celebração do Crisma. Mas outros temas são acenados através das imagens:

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O Boletim poderá ser lido a partir da página da Paróquia de Tabuaço, ou fazendo o download:

23.12.16

Boletim Paroquial Voz Jovem: outubro-dezembro 2016

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O Boletim paroquial Voz Jovem, agora de forma mais pontual, está disponível, na comunidade paroquial para distribuir e por este meio para se fazer download. O Boletim aviva a memória, faz a história da paróquia, fixa por escrito as vivências da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição.

Nesta edição trimestral de outubro-dezembro o destaque fotográfico da primeira página vai para a festa da nossa Padroeira, a Imaculada Conceição, e para a Festa de Natal da Catequese. Nas páginas seguintes outros temas, outras notícias, outras imagens: vigília missionária, em Vila da Ponte; a presença do Diogo Martinho, seminarista, em estágio pastoral; formação de catequistas, festa do Acolhimento, preparação dos jovens para o Natal, início da Catequese, magusto paroquial e a vivência da Semana dos Seminários.

Boa leitura:

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O Boletim poderá ser lido a partir da página da Paróquia de Tabuaço, ou fazendo o download:

02.11.16

Boletim Paroquial Voz Jovem: julho-setembro 2016

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De regresso, ainda a compensar o atraso verificado na edição anterior, o Boletim Paroquial Voz Jovem, da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, abrangendo o trimestre julho a setembro de 2016, pelo que as notícias incluídas abrangem a vida da comunidade até ao último dia de setembro, dia em que o Senhor chamou a Si a D. Evinha, pelo que é o último tema desta edição, a homenagem à D. Evinha. Como a impressão do jornal foi posterior, foi possível incluir a texto do Grupo de Jovens de Tabuaço proferido no funeral da D. Evinha, no dia 1 de outubro de 2016, na Paróquia de Santa Eufémia de Pinheiros.

O Boletim deste timestre faz também eco da presença da Cruz da Evangelização que passou na Paróquia de Tabuaço nos dias 17 e 18 de junho; o Dia da Família Diocesana, na Lapa no passado 25 de junho; a celebração do Crisma, no dia 16 de julho; a 3.ª Peregrinação ao recinto de Nossa Senhora da Conceição e presença, no mesmo dia, do GJT na Santa Casa da Misericórdia de Tabuaço.

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O Boletim poderá ser lido a partir da página da Paróquia de Tabuaço, ou fazendo o download:

28.10.16

VL – A graça do palhaço – 1

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A conversa é como as cerejas. Começa e não sabemos quando acaba. Esta reflexão será um pouco assim. Por estes dias (1 de outubro) foi a sepultar na Paróquia de Santa Eufémia de Pinheiros, a D. Evinha, de onde era natural, a viver na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Tabuaço há mais de uma década. É daquelas pessoas que marcam um tempo, criam um espaço de afetos e de luz, deixam um rasto de bondade, de alegria e simplicidade.
A D. Evinha era cidadã do mundo, cristã em todos os momentos. Na Escola Diocesana de Formação Social acentuou um caminho de compromisso em Igreja que passou agora para a eternidade de Deus. Dos tempos da Ação Católica, as ganas de viver, de renovar a vida eclesial, com o Vaticano II, a sede de Deus e as novidades que iam chegando do Concílio. A formação superior na área da ação social, a passagem pelo ministério do trabalho e da solidariedade social, onde poderia fazer carreira, tendo optado por ajudar na promoção de outros, no país do Estado Novo e nos tempos da revolução, as reuniões cuidadosas para evitar a prisão de pais e mães de família, da aldeia à cidade, do norte à capital, ao Alentejo e ao Algarve, a vida consagrada no instituto de vida secular, com forte implantação em Espanha e na Améria Latina, o trabalho missionário/social/humano no Brasil e nos países vizinhos, dormindo em esteiras, comendo frugalmente, o contacto com a Teologia da Libertação e a perceção que a fé tem que estar ao lado dos mais pobres, dando-lhes ferramentas para que possam gerir as suas vidas…
Regressada do Brasil, fixando-se definitivamente em terras de Tabuaço, nunca desistiu de se empenhar, participando onde era necessário, na Igreja e na vida social e cultural. Sempre disponível, para mais oração, para mais formação, das crianças aos jovens e aos adultos, aos mais idosos, na catequese, nos grupos de jovens, como ministra extraordinária da comunhão, na vivência do Natal, da Páscoa, a cantar as Boas Festas, a visitar doentes, a dar conselhos com a delicadeza de uma mãe, preparando jovens para o crisma, intervindo nos tempos de formação, escrevendo, partilhando a vida, gastando-se… sempre ligada à vida da Igreja, sempre sintonizada com os sinais dos tempos.
Como Pároco pude usufruir da sua amizade e dos seus conselhos, da sua ajuda e das suas sugestões. Uma das sugestões, no início no meu ministério sacerdotal: as homilias deveriam terminar sempre de forma positiva, para que fosse autêntico o “assim seja”…
 
Publicado na Voz de Lamego, n.º 4381, de 4 de outubro de 2016

28.10.16

VL – A graça do palhaço – 2

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A D. Evinha (1924-2016), natural da Paróquia de Santa Eufémia de Pinheiros, a viver em Tabuaço, numa vida dedicada aos outros, inserida na vida pastoral da Igreja, comprometida em viver e comunicar o Evangelho, sugeriu-me várias leituras, como por exemplo de José António Pagola. Outra leitura que me aconselhou foi a “A graça do Palhaço” (La gracia en el clown) e “Os palhaços” (Los clowns). Deixamos para a discussão académia as diferenças que podem ser estabelecidas entre “palhaços” e “clowns” (termo inglês, numa evocação mais erudita).
A autora é docente de teatro, Cristina Moreira, oriunda da Argentina, bailarina e atriz, tendo-se fixado na Europa, integrando companhias de teatro, escrevendo peças… O seminário dedicado aos palhaços é o mais festivo. O objetivo do palhaço é fazer rir o público. Começa aqui o ensinamento para cada um de nós. Ser palhaço para os outros. Agir pelos outros. Fazer rir está intimamente ligado ao amor. Exige muito, exige tudo do palhaço, entrega intensa que se sujeita a ser aceite ou recusado. Com docilidade o palhaço procura construir uma relação com o público. “O amor está implícito no desejo de comunicar a alegria de estar com os outros… a graça emana da entrega espiritual ao outro”.
Um ator representa, seguindo um guião. O palhaço representa-se. Ele procura reconstruir a partir de si uma nova personagem. Elabora o seu guião interagindo com a sua audiência. Ao longo do processo vai aprimorando a sua habilidade, o seu carácter, a sua fisionomia. Não é a vestimenta, a caracterização física que distingue os palhaços, mas a capacidade de mostrar-se com as próprias fraquezas, oferecendo-se à audiência, sempre num prisma de humildade. Serve os demais, sujeita-se aos seus juízos e, o que preparou com esmero, pode falhar.
Sublinha a autora que “a graça no intérprete nasce do reconhecimento da própria limitação, de um estado de humildade diante do verdadeiramente eterno. No momento em que o homem se pode rir de si mesmo, não se levando a sério… encontra um estilo solto para olhar a sua vida. Esta liberdade permite-lhe fazer rir os demais”.
O palhaço avança a partir do nada, que é muito, que é tudo, avança a partir do seu interior, dando o melhor de si, expondo-se, colocando a nu as suas inseguranças, os seus medos, procurando ultrapassar os seus dilemas. O palhaço é um homem real com os seus contratempos. Dessa forma se sintoniza com o seu público, com as suas debilidades, desafiando-os a rir-se de si mesmos, levantando-se para a luta.
 
Publicado na Voz de Lamego, n.º 4382, de 11 de outubro de 2016

28.10.16

VL – A graça do palhaço – 3

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A graciosidade do palhaço é tanto maior quanto mais se entrega, quando mais se dá aos outros. A sua graça depende da resposta do público, das pessoas para quem atua.
Ele tem a preocupação de pôr a audiência a rir. E nada melhor que expor os seus próprios problemas. Procurar o palhaço que há em si mesmo, descobrir-se com as suas inseguranças e medos, com as suas debilidades e angústias. A verdade entra na equação. Quanto mais autêntico, quanto mais ele mesmo, apanhado em flagrante delito de debilidade, mais gracioso será. A arte de ser palhaço engloba toda a sua vida, fazendo sobressair a inocência que existe no mais fundo de si mesmo. Aceita o fracasso, o seu fracasso, para promover o outro, colocando o espectador em estado de superioridade. “Através desse fracasso, o palhaço revela a sua profunda natureza humana que nos emociona e nos faz rir” (Cristina Moreira).
Com o palhaço aprendemos a ser para os outros e com os outros. O palhaço tem um contacto direto com o público, está sob o olhar dos outros. Não se faz palhaço diante do público. Atua com o público, interage com todas as pessoas do público e as reações das mesmas influenciam a sua atuação. 
Com efeito, “o importante não é o palhaço em si mesmo. O essencial é o olhar que recebe dos outros a quem dedica a sua vida”, procurando “converter o pesado em leve, o amargo em doce, o oculto em verdadeiro… Deve buscar para a sua personagem um estado de inocência, de frescura, de ingenuidade, de onde olhar a vida… é um peregrino que segue uma estrela, que crê na sua verdade e se sente solvente em comunicar-se na mensagem…”
Tal como o palhaço também nós queremos ser reconhecidos, amados, queridos…
O palhaço conta-se a si mesmo. Por isso a sua vida interior tem tanto que ver com a sua atuação. “O palhaço não existe separado do autor que o interpreta. Todos somos palhaços, todos nos julgamos bonitos, inteligentes e fortes, mas na realidade, cada um de nós tem as suas debilidades, o nosso lado ridículo, que, quando se manifesta, fazem rir”
Ele, como nós, busca o amor de alguém, o reconhecimento do público. O que faz é para agradar, para divertir as pessoas. Incorpora, por imitação, tudo o que admira e reprodu-lo com afeto. A ilusão de superar as limitações do tempo e do espaço, com criatividade e imaginação. Faz-nos desejar pertencer a um mundo melhor… 
 
Publicado na Voz de Lamego, n.º 4383, de 18 de outubro de 2016

14.03.16

Tabuaço - Semana Santa 2016

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A Igreja aproxima-se do tempo litúrgico mais importante, a celebração anual festiva da Páscoa da Ressurreição de Jesus. O tempo que a prepara e o tempo subsequente são também oportunidades para recentrar a liturgia, a reflexão, a vivência no essencial da fé cristã, o mistério pascal que nos redime, nos assume, nos eleva, nos ressuscita, abrindo-nos, em definitivo, as portas da eternidade de Deus, de onde Jesus, à direita do Pai nos atrai e nos protege e nos desafia a vivermos como Ele viveu entre nós. Com a Ressurreição, Jesus voltaou à vida, e vive entre nós quando nos reunimos em Seu nome e procuramos viver como Ele nos ensinou, como Ele viveu.

Estamos às portas da Semana Santa, a Maior da nossa fé. As comunidades vivem intensamente, com as celebrações próprias destes dias. Assim também na comunidade Paroquial de Nossa Senhora da Conceição de Tabuaço. O Cartaz ajuda a divulgar, para que outros possam envolver-se vivendo as pegadas de Jesus.

Semana Santa 2016.jpg

 

Nas vésperas da Semana Santa, uma das festas da Catequese, no sábado, 19 de março, Solenidade de São José:

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 Para iniciarmos a Semana, a Bênção de Ramos, na Capela de Santa Bárbara, prosseguindo a procissão até à Igreja para aí celebrarmos a Eucaristia, com a leitura da Paixão do Senhor. Caindo a noite, e como habitualmente nos últimos anos, a Via-Sacra Paroquial com a encenação das 14 estações que a compõem:

Via-sacra_16.jpg

Na quarta-feira da SEMANA SANTA, o dia tradicional das Confissões para a comunidade. Tal como no ano passado, o dia será preenchido com a Adoração do Santíssimo Sacramento, DIA DO PERDÃO E DA MISERICÓRDIA envolvendo e comprometendo os diferentes grupos eclesiais-paroquiais:

Dia do Perdão 2016.jpg

 

Revisitando, vivendo, os acontecimentos mais importantes da vida de Jesus, para viver renovando a fé e os compromissos batismais e assim nos configuramos mais e mais e mais a Jesus Cristo e, com Ele, aprendermos a dar largos à misericórdia para com todos.

12.02.16

Boletim Paroquial Voz Jovem: outubro-dezembro 2015

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Com algum atraso, o Boletim Paroquial Voz Jovem, da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Tabuaço, referente ao último trimestre, outubro-dezembro de 2015, chegou às mãos dos paroquianos. A edição deste trimestre destaque a Festa da Imaculada Conceição, Padroeira de Tabuaço, e a Festa de Natal da Catequese. Outros temas presente, com texto e imagem: início da catequese paroquial, magusto da catequese, festa do acolhimento, compromisso dos acólitos, Jornada Arciprestal de Acólitos, participação do Grupo de Jovens em diferentes momentos da vida comunitária.

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O Boletim poderá ser lido a partir da página da Paróquia de Tabuaço, ou fazendo o download:

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