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Escolhas & Percursos

...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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23.07.16

Pedi e dar-se-vos-á; procurai e encontrareis...

mpgpadre

1 – A vocação primeira do cristão é apaixonar-se por Cristo e segui-l'O. Ele segue à frente, adianta-Se, aponta-nos a meta, a direção e o quanto temos ainda que percorrer, para não afrouxarmos! Quando os nossos passos se tornam vacilantes, inseguros, Jesus volta-Se, espera por nós, vem até nós dar-nos ânimo para retomarmos o caminho.

A oração é o combustível que nos dá a vitalidade para enfrentarmos as adversidades, a humildade para nos reconhecermos pecadores, a sabedoria para aceitarmos que é a Sua mão que nos leva à felicidade, a pobreza para nos enriquecermos com a Sua graça.

O Evangelho de Lucas mostra-nos Jesus, recolhido, a orar.

Os discípulos são contagiados pela postura orante de Jesus, pedindo-Lhe que lhes ensine a rezar. Jesus deixa claro que não são precisas muitas palavras, é imprescindível sintonizar o coração – pensamentos, intenções, propósitos – e a vida – serviço aos outros, luta pela justiça e pela paz, compromisso com os mais frágeis – com o coração e a vida de Deus.

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2 – A oração torna-nos íntimos de Deus e cúmplices uns dos outros. Jesus ensina-nos a rezar: «Pai, santificado seja o vosso nome; venha o vosso reino; dai-nos em cada dia o pão da nossa subsistência; perdoai-nos os nossos pecados, porque também nós perdoamos a todo aquele que nos ofende; e não nos deixeis cair em tentação».

Se rezamos a Deus reconhecendo-O como Pai, assumimo-nos como filhos. Encaixa aqui o pedido do Pão nosso de cada dia. Se o pedimos ao nosso Pai, não o pedimos só para nós, teremos que o pedir para todos os Seus filhos, para os nossos irmãos.

Jesus faz-Se Pão e Vida para nós. Para todos. Jesus é partilhável. Como Seus discípulos, também nós teremos de nos fazermos pão e vida uns para os outros e cuidar que a ninguém falte o necessário para viver com dignidade e em segurança.

 

3 – Deus não nos deixará sem resposta. A oração dilata o nosso coração e sintoniza-nos com Deus. Coloca-nos em atitude de escuta. A oração é um diálogo com Deus. Falamos a Deus e Deus fala-nos. Deus conhece-nos intimamente. Melhor que nós mesmos. Sabe do que precisamos. Não precisamos de dizer muito. Precisamos de nos dizer. Precisamos de perceber a vontade de Deus, escutando-O.

Haverá ocasiões em que sobrevirá a dúvida… Deus não atenta contra nós. Não nos exige sacrifícios que nos anulem e nos desumanizem, exige-nos, isso sim, como Pai, que nos tratemos como irmãos cuidando sobretudo dos mais pequeninos. Nessa ocasião estaremos a cuidar de Jesus Cristo. “Sempre que fizeste isto a um dos meus irmãos mais pequeninos, a Mim mesmo o fizeste” (Mt 25, 40).

Jesus convida-nos a resistir na oração, confiando em Deus. Se um amigo nos atende pela amizade ou pelo incómodo, quanto mais Deus que é nosso Pai. «Pedi e dar-se-vos-á; procurai e encontrareis; batei à porta e abrir-se-vos-á. Porque quem pede recebe; quem procura encontra e a quem bate à porta, abrir-se-á».

Deus responder-nos-á como Pai e tudo fará para nos abençoar, proteger e guiar à felicidade que a todos integra como família.

 

4 – É expressiva a oração de intercessão de Abraão. Em primeiro lugar, vê-se com clareza como Abraão confia em Deus e na Sua misericórdia. Pede. Sugere. Negoceia. Não para si, mas para os outros. A oração irmana-nos e leva-nos a querer o bem de todos.

Abraão não cessa de interceder, apelando à compreensão e à benevolência de Deus. E se houver 50 justos na cidade? E se houver 40? «Se o meu Senhor não levar a mal, falarei mais uma vez: talvez haja lá trinta justos... vinte justos... talvez lá não se encontrem senão dez». A resposta de Deus é elucidativa: «Em atenção a esses dez, não destruirei a cidade». No final nem 5 justos! Uma cidade onde impere a injustiça, o egoísmo, a corrupção e a prepotência desembocará inevitavelmente em desgraça e destruição!

______________________

Textos para a Eucaristia (C): Gen 18, 20-32; Sl 137 (138); Col 2, 12-14; Lc 11, 1-13.

 

REFLEXÃO DOMINICAL COMPLETA na página da Paróquia de Tabuaço

e no nosso outro blogue CARITAS IN VERITATE

01.07.14

Tabuaço: Festa do Pai-nosso - 2.º Ano de Catequese

mpgpadre
       A Solenidade do martírio dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, 29 de junho de 2014, foi o dia escolhido para mais uma festa da catequese, a última deste ano catequético, a Festa do Pai-nosso, com os meninos do 2.º ano de catequese. Fotos de alguns momentos da celebração da Eucaristia, com a alegria e a simplicidades das crianças, ressalvando-se o trabalho dedicado das catequistas, deste ano e de todos os anos de catequese:

      Para visualizar outras fotos disponíveis,

visite a página da Paróquia de Tabuaço no Facebook.

30.05.14

Leituras: ANSELM GRÜN - O Pai-Nosso, uma ajuda para a vida

mpgpadre

ANSELM GRÜN (2009). O Pai-Nosso. Uma ajuda para a vida autêntica. Prior Velho: Paulinas Editora. 128 páginas

       Monge beneditino, formado em economia e teologia, alemão, Anselm Grün, através dos seus livros, conferências, procura testemunhar os tesouros da vida. É por muitos considerado um guia espiritual, reunindo grandes audiências. Este pequeno livro é mais um desses tesouros que nos dá vontade de o recomendar vivamente e de ler outros escritos deste autor, já temos mais dois títulos entre mãos.

       Grün percorre os diversos pedidos do Pai-nosso, baseando predominantemente no Evangelho de São Mateus, cuja versão desta oração a Igreja privilegiou. O autor interpreta o Pai-nosso a partir, ou enquadrando as 8 Bem-aventuranças. Estas, segundo ele, são a autêntica interpretação da Oração. A interpretação e a vivência de Jesus.

       Rezar o Pai-nosso implica reconhecer-nos filhos do mesmo Pai, do mesmo Deus, aproximando-nos de Jesus, porque rezamos como Ele rezou, com os mesmos sentimentos. Rezar juntos implica uma novo comportamento. A Oração aproxima-nos de Deus, que por sua vez, nos implica a procurar sentir, pensar, e agir como Ele. As Bem-aventuranças desafiam-nos ao despojamento diante dos bens materiais, numa grande confiança em Deus, mas simultaneamente a trabalhar pelo pão de cada dia, sabendo que Deus caminha connosco e nos apoia na luta contra o mal. Por outro lado, a oração leva-nos a imitar Jesus. Uma vez que a sua opção pelos mais frágeis foi o seu estilo, será também o nosso.

       Na parte final, Grün apresenta o Pai-nosso na versão de são Lucas, cuja oração ocupa o centro do Evangelho mas também o livro dos Atos dos Apóstolos. De uma forme acessível, o autor mostra como a oração é eficaz, no caminho que nos torna solidários uns com os outros, nos prepara para as adversidades e nos leva ao encontro do nosso íntimo, onde podemos ouvir a voz de Deus.

       A leitura desta profunda, mas clara, reflexão, vai por certo ajudar-nos a rezar melhor a sublime oração do Pai-nosso, tomando consciência da riqueza espiritual, mas também do compromisso inegável com os outros, que reconhecemos como irmãos desde logo quando reconhecemos que Deus é Pai Nosso, isto é, Pai de todos.

25.05.14

Leituras - PAGOLA - Pai-nosso. Orar com o Espírito de Jesus

mpgpadre

JOSÉ ANTONIO PAGOLA (2012). Pai-nosso. Orar com o Espírito de Jesus. Petrópolis: Editora Vozes, 144 páginas.

       José Antonio PAGOLA é já nossa conhecido destas andanças. Recomendaram-no-lo e agora recomendamo-lo em outras tantas leituras. Sacerdote católico. Professor catedrático. Teólogo, dedicando-se sobretudo à Pessoa de Jesus Cristo.

       Este é um livrinho sobre o Pai-nosso. Sendo a oração mais importante dos discípulos, pois é original. A única oração criada e ensinada por Jesus. Simples. Contém o essencial da Mensagem de Cristo. É um Evangelho breve e simples. Tem o essencial. Há muitos estudos, reflexões, propostas sobre esta oração. E cada livrinho nos pode trazer coisas novas, ainda que o ponto de partida seja Cristo, seja a Sua ligação com o Pai, ligação na qual nos enxerta.

       Pagola reflete, numa primeira parte, nos três pedidos iniciais do Pai-nosso: "Santificado seja", "venha o Teu Reino", "Seja feita a Tua vontade", e nas quatro súplicas: "Dá-nos o Pão", "Perdoa-nos a nossas ofensas", "Não nos deixes cair em tentação", "Livra-nos do mal". Para cada uma das preces, o autor enriquece as suas reflexões com outras passagens do da Sagrada Escritura, mormente com palavras de Jesus Cristo, do Evangelho, com a recorrência dos Salmos, orações também usadas amiúde por Jesus.

       A segunda parte, subdividindo, pelas 7 preces (pedidos e súplicas), num convite à oração do Pai-nosso, com o recurso aos Salmos. Enquanto na primeira parte se valoriza a reflexão, nesta segunda, o convite à oração. Para cada uma das expressões do Pai-nosso, a sugestão de vários Salmos, com os quais nos permite rezar e também perceber melhor a riqueza inesgotável do Pai-nosso.

14.08.13

Paróquia de Távora - festa da catequese 2013

mpgpadre

       No primeiro domingo de agosto, aproveitando a presença dos emigrantes, e a proximidade da festa popular que se realiza no segundo domingo, a festa da catequese, envolvendo 22 crianças, distribuídas por vários anos, com as respetivas acentuações: acolhimento, Pai-nosso, Primeira Comunhão, palavra de Deus, Credo, Profissão de fé, Vida, Compromisso, Bem-aventuranças.

       Num clima de festa, e com grande participação dos familiares e amigos, a Eucaristia sublinhou a dinâmica da catequese como resposta ao compromisso assumido pelos pais e padrinhos no dia do Batismo, dos seus filhos e/ou afilhados.

       Algumas fotografias do momento.

 

Para visualizar as restantes visitar o perfil da Paróquia de Távora no facebook

ou no nosso GOOGLE +

25.04.13

Festa do Pai-nosso - 2.º ano de Catequese

mpgpadre

       O itinerário catequético de 10 anos, implantado há vários anos na Paróquia de Tabuaço, sugere que cada ano seja marcado com uma festa que saliente uma dimensão refletida, rezada, dialogada. No segundo ano de catequese, a Festa do Pai-nosso, depois da Festa do Acolhimento, em 10 de novembro de 2012.

       Sábado, dia 13 de abril, meninos e catequistas, familiares e comunidade paroquial, juntos na CASA de todos, à volta da MESA para a qual todos são desafiados, um momento muito especial para as crianças deste ano de catequese, numa participação mais ativa, com palavras e gestos, sublinhando as várias palavras da oração do Pai-nosso, convidando a escutar a Palavra de Deus, a viver ao jeito de Jesus, vivendo como Ele, estando atento aos outros, repartindo com quem tem menos.

       Um dos momentos belos, sempre envolventes, é o cântico do Pai-nosso (Junto ao mar...), com os gestos que se alargam a toda a comunidade celebrante. Refira-se igualmente a beleza dos cânticos que animam as Eucaristias com as crianças.

30.04.12

Catequese Paroquial de Tabuaço - Festa do Pai-nosso

mpgpadre

       Retomamos as Festa da Catequese, na paróquia de Tabuaço. A primeira - a do Acolhimento - realizou-se do dia 22 de outubro de 2011, no início deste ano pastoral. 28 de abril de 2012, a Festa do Pai-nosso, com as nossas crianças do 2.º ano de catequese.

       Aqui ficam algumas imagens:

 

»»» Para ver outras fotografias,

visite o perfil da Paróquia de Tabuaço no Facebook.

12.01.12

12. PAI-NOSSO que estais na terra.

mpgpadre

PAI-NOSSO que estais na terra.
Pai-nosso aberto a crentes e a não crentes.
José Tolentino Mendonça, sacerdote poeta.
Pai-nosso que estais na terra é mais um título e mais um livro do Pe. Tolentino.
Deus é Pai, isso nos diz claramente Jesus Cristo.
Em definitivo um Pai que nos acompanha na terra.
Ainda continuamos a olhar para Deus como Juiz, poderoso e distante, alheio ao mundo e ao homem, como que sentado em Seu trono de onde comanda a vida do universo inteiro, mas alheio e despreocupado.
A oração do Pai-nosso é um exemplo simples, envolvente, com que Jesus nos ensina a rezar, mas também a tratar Deus por Pai, pedindo-Lhe que atenda às nossas necessidades.
O Pe. Tolentino Mendonça, para quem conhece, para quem o lê, habitou-nos a uma linguagem simples, envolvente. Também na reflexão que faz da ORAÇÃO que Jesus reza connosco.
A prioridade é DEUS. Iniciamos a oração dirigindo-nos ao Pai, do Céu e da terra, que está em toda a parte. É Pai de todos. Em causa, nesta oração, está sobretudo Deus e a imagem que temos de Deus.
Reconhecer Deus como Pai nosso, é reconhecer a Sua proximidade e a nossa pertença comum.
Rezar o Pai-nosso, assumi-lo, implica-nos na prática do bem e da caridade, reconhecendo que somos irmãos. Não pedimos para Deus nos resolver os problemas, mas para que seja nosso alimento, dando-nos força e discernimento para vivermos no caminho do bem.
Eis que venho, Senhor, para fazer a Vossa vontade.
É a oração e a opção de vida de Jesus.
Ele vai à frente como Bom Pastor.
Nós seguimos na Sua peugada.

Quando nos faltam as palavras... Ele continua a escutar o nosso coração.
Quando já nem no silêncio percebemos a Sua presença, Ele continua a visitar-nos.
É o nosso alimento. A vida de Cristo é a plenitude da entrega, do amor de Deus por nós. Também ali, no alto da Cruz, com Jesus nos sentimos desamparados - porque Me abandonaste? Também nós temos vontade de dizer - se é possível afasta de mim este cálice!
Mas também com Jesus aprendemos a colocar-nos nas mãos de um Pai que nos quer bem: faça-se a Tua vontade.
Ele mesmo Se torna o nosso pão de cada dia.

O PAI está no início da oração do Pai-nosso, o MAL está no fim.

Quanto mais nos afastamos de Deus, do Pai, mais nos aproximamos do mal. Lembremo-nos da parábola do Filho pródigo. De repente, o apelo de um mundo longe do Pai,... até ao dia em que se apercebe que a distância faz perigar a sua vida. Afinal a felicidade estava mesmo ali, em casa, junto do Pai.
Também a nossa vida está segura junto ao Pai, de todos nós. Ele que não fica no Céu distante, mas está em toda a terra que sustenta os nossos pés, o nosso andar.
Deixemos que Ele seja verdadeiramente o nosso Pai. Vivamos nessa certeza. Alimentemo-nos desta pertença e quando nos faltarem as forças, quando não tivermos palavras, que o nosso coração possa ainda balbuciar: PAI, que estais na minha vida, vinde, socorrei-me e salvai-me, para que não me perca nas distâncias da vida que me dás e renovas constantemente a Tua vida em mim.

09.05.11

Festa do Pai-nosso - 2.º Ano de Catequese

mpgpadre

       O itinerário catequético é constituído por 10 anos. Em cada ano, uma festa que assume uma temática aglutinadora. No primeiro ano de catequese, a Festa do Acolhimento e que em Tabuaço realizamos no início de cada ano pastoral - em 2010/2011, realizou-se no dia 7 de Novembro de 2010.

        Maio e Junho concentram as restantes Festas da Catequese.

       No dia 7 de Maio, na Missa com Crianças, realizou-se a Festa do Pai-nosso, para o 2.º Ano de Catequese. Neste vídeo, algumas imagens ilustrativas com a música sempre agradável do Pe. Marcos Alvim, com o tema "Pai-nosso".

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