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...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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21.02.15

Jesus esteve 40 dias no deserto...

mpgpadre

1 – "O Espírito Santo impeliu Jesus para o deserto. Jesus esteve no deserto quarenta dias e era tentado por Satanás. Vivia com os animais selvagens e os Anjos serviam-n’O. Depois de João ter sido preso, Jesus partiu para a Galileia e começou a pregar o Evangelho, dizendo: «Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus. Arrependei-vos e acreditai no Evangelho».

O primeiro Domingo da Quaresma traz-nos o episódio das Tentações de Jesus. As tentações a que Jesus está sujeito são as mesmas tentações do povo de Deus ao longo do deserto. O povo cedeu. Jesus ajuda a superar as tentações em entrega confiante a Deus.

Jesus, verdadeiro homem, é tentado como qualquer um de nós. As nossas tentações são visualizáveis em Jesus, porque em tudo Se identifica connosco. Os desertos da nossa existência podem tornar-se tempo de dúvida e de provação, de amadurecimento e de purificação dos nossos propósitos e compromissos. Quarenta anos: a Quaresma do povo da Primeira Aliança para entrar na Terra da Promessa. Jesus é a Promessa que se cumpre para nós. Quarenta dias em que Se prepara para Se dar totalmente a nós, sem reservas e sem medos.

O alimento de Jesus é a realização da vontade do Pai. Eu venho, Senhor, para fazer a Vossa vontade (cf. Heb 10, 1-10). A tentação acompanha-O ao longo da vida. Há n’Ele uma força maior: a presença de Deus. Com efeito, é o Espírito Santo que O conduz ao deserto. É o mesmo Espírito que Se manifesta no Batismo. O tentador é forte, mas Deus assiste Jesus com os Seus santos Anjos.

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2 – Deus assiste-nos do mesmo jeito que a Jesus, desafiando-nos a dar o melhor de nós e a acolher os outros como irmãos. É possível que as tentações nos acerquem. É possível seguir Jesus, fazer como Ele, deixar-se conduzir pelo Espírito de Deus.

Se o Seu alimento – a vontade do Pai – o livra do mal e das manifestações diabólicas, também a nós nos dará a força e a caridade para, em cada dia, encontrarmos razões que nos atraiam para o bem e para a verdade, pois Ele é o nosso Caminho e a nossa Vida.

Vale a pena reler algumas palavras do Papa Francisco na sua Mensagem para esta Quaresma, e das quais faz eco D. António Couto, Bispo de Lamego, ao dirigir-se à Diocese, convocando-nos a marcar a diferença num mundo em que a indiferença pelos outros se globaliza.

Diz o Papa: "Dado que a indiferença para com o próximo e para com Deus é uma tentação real também para nós, cristãos, temos necessidade de ouvir, em cada Quaresma, o brado dos profetas que levantam a voz para nos despertar. A Deus não Lhe é indiferente o mundo, mas ama-o até ao ponto de entregar o seu Filho pela salvação de todo o homem". 


Textos para a Eucaristia (ano B): Gen 9, 8-15; Sl 24 (25); 1 Pedro 3, 18-22; Mc 1, 12-15.

 

Reflexão COMPLETA na página da Paróquia de Tabuaço

e no nosso blogue CARITAS IN VERITATE

24.05.10

As lições da Arca de Noé

mpgpadre

Tudo o que preciso de saber sobre a vida, aprendi com a Arca de Noé:

  1. Não percas o barco.
  2. Lembra-te que estamos todos no mesmo barco.
  3. Planeia atempadamente. Não estava a chover quando Noé construiu a Arca.
  4. Mantém-te fisicamente apto. Nunca sabes quando alguém te pode chamar para algo grande.
  5. Não te importes com as críticas. Faz o que tens a fazer.
  6. Constrói o teu futuro em terreno sólido.
  7. Por razões de segurança, viaja em pares.
  8. A velocidade nem sempre é uma vantagem. Os caracóis embarcaram ao mesmo tempo que as chitas.
  9. Quando estiveres stressado flutua um pouco.
  10. Lembra-te, a arca foi construída por amadores e o Titanic por profissionais.
  11. Não te preocupes com a tempestade. Quando estás com Deus, há sempre um arco-íris à tua espera.

From ETAI Forum

05.05.10

A pomba e o ramo de oliveira

mpgpadre

       Passaram-se dias e semanas: muito, muito tempo de espera para que Deus agisse e sem nada ver para além de chuva e inundação. Mas Deus não se esquecera de Noé e da sua arca. Por fim, um vento começou a soprar e as águas começaram a descer. Muito lentamente, as águas regressaram aos seus leitos.

       Ao décimo sétimo dia do mês, a arca de Noé estremeceu e parou. Tinha pousado sobre o cimo de uma montanha. Ali, Noé esperou à medida que, um a um, os outros topos de montanhas iam emergindo do dilúvio.

       Mais quarenta dias se passaram. Noé abriu uma janela e soltou um corvo. Este voou e voou mas não regressou, por isso Noé soltou uma pomba. Esta voou durante algum tempo depois regressou e pousou na mão de Noé.

       “Esperemos mais sete dias” – disse Noé, “depois mandamo-la de novo procurar”.

       Da vez seguinte que a pomba saiu, regressou com um ramo de oliveira no seu bico. 

       Noé esperou mais sete dias antes de soltar a pomba uma terceira vez. Esta não regressou. Havia encontrado um local para pousar.

Mónica Aleixo, in Voz Jovem, Abril 2010.

06.03.10

Noé e o grande dilúvio

mpgpadre

       Nestas semanas, desde o dia 12 de Janeiro, quando o Haiti sofreu um forte sismo, com centenas de mortos, desalojados, chegaram até nós notícias de cheias, tempestades, mau tempo: Madeira, ali bem perto com mais de 40 mortes e vários feridos e desalojados; a sismo do Chile que matou mais à volta de 800 pessoas, deixando feridas muitas mais; os temporais que varreram a Europa, com um rasto de violência e morte.

       Inevitavelmente muitas questões se levantam e muitas leituras se fazem: castigo de Deus, abuso do homem, coincidências infelizes. Sobre a leitura que fizemos aquando do sismo do Haiti pode ler-se de novo: Tragédia do Haiti - reflexões avulsas, e sobre o temporal da Madeira: Temporal da Madeira e Caridade, e Haiti, Madeira e Chile: notas avulsas

       Este texto, publicado no Voz Jovem, que fala do grande Dilúvio, ao tempo de Noé, em que numa leitura imediata se diz que foi o castigo de Deus pelo pecado do Homem, e que recolhe a oralidade sobre acontecimentos dramáticos passados. No entanto, o texto tem a preocupação de nos mostrar o quanto Deus nos ama, sempre disposto a levar-nos à Verdade e ao Bem, para nos encontrarmos com Ele em terra firme.

Noé e o grande Dilúvio:

       Noé abanou a sua cabeça em descrédito. Deus continuou a indicar os pormenores.

       “Lembra-te, Noé, que este dilúvio vai durar muito tempo. Irás necessitar de todos os tipos de alimentos para vós e para os animais. Agora – ao trabalho!”

       Noé fez exatamente o que Deus lhe havia pedido. Ele e a sua família cortaram as árvores e construíram o barco. Cobriram-no com alcatrão por dentro e por fora para que nem uma gota de humidade pudesse infiltrar-se.

       Depois, ceifaram campos de cereais. Encheram cesto após cesto com fruta e secaram-na ao sol. Arrecadaram estes mantimentos nas despensas da arca.

       Então deram início à tarefa mais espantosa de todas: chamaram os animais a si e guiaram-nos para dentro do barco. Por fim, todas as pessoas e animais se encontravam seguros a bordo. Deus fechou a porta depois de entrarem. Passaram-se sete dias.

       Então Deus ordenou que a chuva começasse: primeiro, algumas gotas grossas salpicaram a terra seca; depois, Noé escutou um som rápido da chuva a bater no topo do barco. Olhou para fora: uma torrente de água caía do céu.

       Assim que a chuva começou, não havia forma de suster a inundação. Os níveis dos rios subiram e as suas margens transbordaram. A água encheu vales e começou a subira acima dos montes. A pesada embarcação de Noé começou a flutuar.

       Todos os seres vivos a bordo estavam secos e seguros; todo o resto do mundo foi levado pelas águas. Choveu durante quarenta dias e quarenta noites e, por essa altura, o mundo estava completamente submerso. Havia apenas água e céu cinzentos… e a arca de Noé e Deus.


Mónica Aleixo, in Voz Jovem, Fevereiro 2010.

 

       O texto sobre o dilúvio enquadra-se num dos géneros literários presentes na Bíblia, neste caso, é uma narrativa mitológica, simbólica. Por outras palavras, não é um acontecimento histórico, com uma narração jornalística. A Bíblia não tem essa preocupação, procura sobretudo apresentar a fé das pessoas e do povo em Deus.

       O texto bíblico procura acentuar uma verdade, neste caso concreto, a necessidade de conversão e de mudança de atitude face aos outros. O distanciamento de Deus e dos Seus mandamentos leva à morte, à destruição, ao dilúvio. Mas Deus sempre nos envia uma tábua de salvação, uma barca, uma palavra, um mensageiro. Sublinha-se também que Deus é próximo, dispõe-se a intervir para que o homem descubra o caminho do bem, a terra firme.
       Em todo o caso, alguns estudiosos referem que o dilúvio é uma reminiscência dos deglaciares; com o aquecimento da terra, houve lugar ao degelo, o que provocou verdadeiros dilúvios...

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