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...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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15.08.13

Assunção da Virgem Santa Maria ao Céu - 15 de agosto

mpgpadre

       1 – O Rosário conclui-se com dois mistérios referentes a Nossa Senhora, a Sua Assunção ao Céu, em corpo e alma, e a Sua Coração como Rainha do Céu e da Terra. É esta dimensão da vida de Nossa Senhora que celebramos neste dia 15 de agosto, que por vontade expressa e manifesta de muitos portugueses se manteve feriado civil para melhor acentuar o DIA SANTO, para que os cristãos portugueses, emigrantes incluídos, pudessem aproveitar para celebrar a fé, honrando a Virgem Santa Maria, Mãe de Deus e Mãe nossa.

       O sensus fidei tornou-se crucial para esta tomada de decisão. Nas negociações com o governo português para a suspensão ou supressão de dois feriados religiosos, o dia 15 de agosto seria um dos sacrificados. Os Bispos portugueses receberam muitos pedidos para que o feriado se mantivesse. De alguma forma o mesmo sucedeu com o próprio dogma, primeiro acolhido pela fé do povo de Deus, desde sempre, e só em 1950 sancionado pelo Papa Pio XII. As comunidades cristãs entendiam que se Maria foi preservada de toda a mácula, também tinha que ser preservada da corrupção do túmulo.

       2 – A ressurreição é o milagre maior da nossa fé, no qual se inscrevem todos os outros, desde a Imaculada Conceição da Virgem Mãe à Sua Assunção ao Céu, a Encarnação de Deus na história dos homens, e todos os prodígios realizados por Jesus e discípulos.

       A Ressurreição coroa este projeto de vida nova no Espírito. Jesus assume a vontade do Pai. O Pai assume o Filho e o Seu amor.

       A liturgia da Palavra faz garantia desta promessa que se realiza em Jesus: “Cristo ressuscitou dos mortos, como primícias dos que morreram. Uma vez que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos; porque, do mesmo modo que em Adão todos morreram, assim também em Cristo serão todos restituídos à vida. Cada qual, porém, na sua ordem: primeiro, Cristo, como primícias; a seguir, os que pertencem a Cristo…”

       O Apóstolo apresenta a ressurreição de Jesus como primícias. Ele é o primeiro, é a PORTA que se abre para nós, garantindo-nos a morada eterna junto de Deus. Nossa Senhora, por privilégio da graça divina, é elevada ao Céu, Ela que Se deu toda a Deus, Deus assume-A totalmente desde a concepção à ressurreição. Ela é «Sinal» de esperança e de alegria para todo o Povo de Deus, que peregrina pela terra em luta com o pecado e a morte, no meio dos perigos e dificuldades da vida. Com efeito, a Mãe de Jesus, «glorificada já em corpo e alma, é imagem e início da Igreja que se há de consumar no século futuro» (LG. 68).

 

       3 – Ela é coroada como Rainha. Uma Rainha que é Mãe da Igreja, da humanidade. No alto da Cruz Jesus no-l'A entregou por Mãe para que A levássemos para nossa casa, para a nossa vida.

       Com a morte de Jesus, Ela torna-se a guardiã da memória, da fé e da esperança congregando os discípulos, a Igreja, em espera orante. Chegada a sua hora, Deus eleva-A para que junto do Filho possa continuar a exercer o seu ministério de amor e intercessão.

“Apareceu no Céu um sinal grandioso: uma mulher revestida de sol, com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça. Estava para ser mãe e gritava com as dores e ânsias da maternidade. Ela teve um filho varão, que há de reger todas as nações com cetro de ferro. O filho foi levado para junto de Deus e do seu trono e a mulher fugiu para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um lugar. E ouvi uma voz poderosa que clamava no Céu: «Agora chegou a salvação, o poder e a realeza do nosso Deus e o domínio do seu Ungido».

       Deus sempre nos socorre. A mulher sob a ameaça do dragão é símbolo de Maria e da Igreja. Deus vale-nos ainda que o mal pareça aniquilar-nos. Deus é mais forte, e não deixa que o mal nos devore…

 

       “A Igreja – palavras do Papa Francisco no Santuário de Nossa Senhora da Aparecida, no Brasil – quando busca Cristo, bate sempre à casa da Mãe e pede: «Mostrai-nos Jesus». É de Maria que se aprende o verdadeiro discipulado".


Textos para a Eucaristia: Ap 11, 19a; 12, 1-6a.10ab; 1 Cor 15, 20-27; Lc 1, 39-56.

 

Reflexão COMPLETA na página da Paróquia de Tabuaço

e no nosso blogue CARITAS IN VERITATE

25.03.11

Maria sente-Se em casa na Palavra de Deus

mpgpadre

       «O Magnificat – um retrato, por assim dizer, da sua alma – é inteiramente tecido de fi os da Sagrada Escritura, com fios tirados da Palavra de Deus. Desta maneira se manifesta que Ela Se sente verdadeiramente em casa na Palavra de Deus, dela sai e a ela volta com naturalidade. Fala e pensa com a Palavra de Deus; esta torna-se Palavra d’Ela, e a sua palavra nasce da Palavra de Deus. Além disso, fica assim patente que os seus pensamentos estão em sintonia com os de Deus, que o d’Ela é um querer juntamente com Deus. Vivendo intimamente permeada pela Palavra de Deus, Ela pôde tornar-Se mãe da Palavra encarnada».

       "...se há uma só Mãe de Cristo segundo a carne, segundo a fé, porém, Cristo é o fruto de todos. Portanto, o que aconteceu em Maria pode voltar a acontecer em cada um de nós diariamente na escuta da Palavra e na celebração dos Sacramentos".

 

Bento XVI, Verbum Domini, n.º 28.

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