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Escolhas & Percursos

...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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20.06.14

Leituras: ALICE MUNRO - Fugas

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ALICE MUNRO (2007). Fugas. Lisboa: Relógio d'Água. 272 páginas.

       Há livros que encontramos por acaso, à procura de novidades, livros que nos vêm ter à mão, livros que são recomendámos e que despertam o nosso interesse, livros que nunca encontraríamos se não nos dissessem que são bons livros, leituras de outros. Também nós vamos recomendando alguns livros, muito ligados à religião, filosofia, pensamentos, reflexão, sempre ligados à vida.

       O livro que ora sugerimos é consequência da atribuição do Prémio Nobel, ainda que, só por si, não mobilizasse a aquisição do laureado. Depois da atribuição, fomos ver o que tinha escrito e pelas descrições, pelos comentários, optámos por ler alguma coisa da escritora Prémio Nobel da Literatura de 2013. O livro escolhido - FUGAS - 8 histórias que fluem por algumas páginas, histórias que refletem a vida, com naturalidade, situações que podem ter acontecido ou que vão acontecendo, vidas que correm bem e que de repente se esfumam, vidas que correm mal e se alteram para melhor, vidas que continuam a correr mal.

       Como descrito na contracapa: "As oito histórias reunidas em Fugas falam sobre pessoas - mulheres de todas as idades e de origens diferentes, os seus amigos, amantes, pais e filhos - cujas vidas, nas mãos de Alice Munro, se tornam reais e inesquecíveis".

       É uma discrição anterior ao prémio, pelo que é mais neutral.

       Cada história tem condimentos mais que suficientes para prender o leitor do início ao fim, ávido de progredir rapidamente na leitura.

       Para quem gosta de belas histórias mas que toquem a vida real, que nos façam entrar em suas casas e presenciar os seus dramas, percebendo que o que se passa com as personagens poderia e poderá passar-se também connosco, aqui está mais um título vivo e empolgante.

20.08.13

LEITURAS: Nuno Camarneiro - Debaixo de Algum Céu

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NUNO CAMARNEIRO. Debaixo de Algum Céu. Leya. Alfragide 2013, 200 páginas.

       Prémio Leya 2012, esta é a história de personagens que bem poderiam ser reais. Pelo menos, os traços poderão ser encontrados em diversas histórias de vida. Sete dias. Um prédio. Apartamentos que encerram segredos, fome de vida e de felicidade. Sonhos conquistados e sonhos perdidos, à procuram de realizar projetos, e o desencanto de quem perdeu a oportunidade. Sete dias. Uma Semana, do Natal ao novo Ano. Entre suspiros de esperança e de resignação. Estórias que se cruzam e se encontram. Acasos ou o pulsar da vida, da história e do tempo. Coincidências. também assim se faz a vida. Decisões. As nossas e as dos outros. As que impomos e as que nos impõem. Atores da nossa história, mas também vítimas das circunstâncias que irrompem por nós adentro, sem darmos por isso, sem tempo para reagirmos. O que predomina as nossas escolhas, ou o que se nos impõe? E como resgatar a nossa vida. A fé, a dúvida, a vida e a morte, o branco e o preto, mas também o cinzento e o azul, o vermelho e o laranja e muitas cores matizadas. Assim a nossa vida.

       Uma idosa sozinha que ainda sonha pelo seu marinheiro que afinal fugiu com outra. Um homem só, idoso, que guarda o prédio, é porteiro, contador de histórias, e sabe muitas, conhece cada inquilino, quem passa e quem fica, guardando memórias, tornando-se confidente de uns e outros. Uma jovem mulher. Viúva. Desesperada da vida. Acolhe o sacerdote, como amigo e mais do que isso. Mas nem este a regaste. Para ela os dias estão contados, o ano novo é para esquecer. Um sacerdote, que quis viver no meio de pessoas, deixando o conforto de uma família abastada. Com fé e com dúvidas. Tão pronto para deixar, como para prosseguir. Acabará por juntar uma ovelha abandona e descobrir que Deus fala e fala bem por quem foi considerado louco, e até demónio. Um jovem que trabalha em casa e cria personagens para um programa de computador, para gerir relacionamentos virtuais. Vai as livros e copia a caracterização das suas criações/cópias, e acabará por ser descoberto e ser despedido. Abandona o seu apartamento e corre para um amor de tempos anteriores, da universidade, para não ficar só. Dois casais, tão iguais e tão diferentes. Parecem viver bem, mas logo sobrevém o cansaço e a separação. Outros cuja rotina cansou mas que pequenos incidentes levam a valorizar e a fortalecer os laços familiares e a renovar o amor e o sentimento.

       É um livro fácil de ler, agradável. Sete dias em que a vida pode dar um salto. Sete dias em que se pode decidir a felicidade, alterar o curso da história, positiva e negativamente. Como sempre, pode ser um incentivo a sermos autores da nossa história, apesar das circunstâncias. Também debaixo deste Céu estamos a viver, a caminhar, a descobrir, a encontrar-nos, a perder-nos...

       Aproveite, poderá ser um dos seus livros de férias. Ainda que tenha pouco tempo, não deixe de ler. Enriqueça a sua mente, e dê mais densidade à sua vida.

09.11.11

Perto da fogueira - estória para refletir...

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       Era uma vez um grupo de jovens. Estavam sentados numa floresta, a conversar.

       Quando a noite os cobriu com o seu negro manto, fazia frio. Juntaram alguma lenha e com ela acenderam uma fogueira.

       Estavam sentado e bem juntos, enquanto o fogo os aquecia e a claridade da chama iluminava os seus rostos.

       Um deles, a um certo momento, não quis conviver mais tempo com os seus companheiros. Pegou num tição ardente da fogueira e foi para um lugar distante dos outros.

       O seu tição, no princípio, brilhava e aquecia. Mas não foi preciso muito tempo para se apagar.

       O jovem foi submergido pela escuridão e pelo frio da noite. Pensou uns momentos, pegou no seu tição apagado e foi juntar-se aos companheiros. Estes acolheram-no fraternalmente.

       Meteu o tição apagado na fogueira comum e este voltou a acender-se. A claridade da chama iluminava de novo o seu rosto. Passou da tristeza à alegria.

 

in Revista Juvenil, n.º 549, novembro 2011.

13.07.11

Olhando só para Ele, o Mestre dos Mestres

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       Conta-se que Ciro, rei da Pérsia, durante uma de suas campanhas venceu e aprisionou um príncipe da Líbia. O príncipe foi levado ao rei vencedor juntamente com sua esposa e filhos.

       Ciro perguntou-lhes:

       - Que me dás se te conceder a liberdade?

       - A metade do meu reino – foi a resposta.

       - E se der a liberdade, também, a teus filhos?

       - Entrego-te, nesse caso, a outra metade do meu reino.

       - Que me darás, então, pela liberdade de tua esposa? – tornou o rei persa.

       O príncipe percebeu que tinha agido precipitadamente ao oferecer tudo o que tinha, esquecido de sua companheira; depois de meditar um momento declarou com firmeza:

       - Entrego-me a mim mesmo pela liberdade de minha esposa.

       O grande rei ficou tão surpreso ao ouvir esta resposta que concedeu liberdade a toda a família sem exigir resgate nem fiança.

       Ao regressar a casa, perguntou o príncipe à sua esposa se não havia reparado na fisionomia serena e altiva do soberano persa.

       A delicada esposa respondeu:

       - Não olhei absolutamente para nada, porque tinha os meus olhos fixos naquele que estava disposto a dar-se a si mesmo pela minha liberdade.

Felizes seríamos se esta resposta pudesse ser a confissão dos nossos corações ao nos referirmos a Cristo! Esforcemo-nos para que os nossos olhos estejam sempre fixos naquele que, não somente estava disposto a entregar-se por nós, mas que realmente sacrificou sua vida para salvar-nos. Que nossa atenção se fixe em Cristo de tal modo que não tenhamos ocasião de olhar para o mundo, nem para as faltas e defeitos de nossos irmãos. Certo é que se assim o fizermos seremos transformados, como diz São Paulo, à imagem de Sua glória.

 Lendas do Céu e da Terra – autor D., in Almas Castelos.

04.06.11

Na bicicleta com Deus: Ele guia...

mpgpadre

       Esta é uma epquena estória que fala da confiança em Deus e como Deus pode guiar-nos. Quando nos confiamos nas Suas mãos, Ele guia-nos por caminhos novos, às vezes desconhecidos, mas sempre em direcção à verdade e ao bem, à justiça e à felicidade. Vale a pela ler, meditar e escutar também a suave música da Irmã Glenda:

27.05.11

Bem-aventuranças: Jesus vem de novo à terra!

mpgpadre

       Uma vez, Cristo saiu de junto da glória do Pai e foi passear pelo mundo dos homens. Como sempre teve tendência de preferir os pequenos e os pobres, passeou por bairros populares, entrou em barracas, passou por prisões, observou de perto a vida das pessoas. Como outrora, encheu-se de compaixão, e decidiu fazer algo.

        Por isso dirigiu-se a alguns cristãos que foi encontrando na cidade.

 

Ao primeiro disse:

       - Preciso de ti, dos teus ouvidos para escutar as histórias da senhora Ana, a velhinha que necessita de alguém que não se canse de a ouvir.

 

A outro disse:

       - Preciso de ti, dos teus braços para pegar naquela criança deficiente, pois a sua mãe está cansada e não pode mais.

 

A outro disse:

       - Preciso de ti, das tuas palavras porque quero saudar e chamar o senhor José, que é invisual e que é invisível para as pessoas que correm a olhar para o relógio.

 

A outro disse:

       - Preciso de ti, das tuas mãos para dar uma palmada de ânimo a David que, apesar das suas recaídas, já conseguiu passar 15 dias sem consumir droga.

 

A outro disse:

       - Preciso de ti, do teu trabalho para dar uma ajuda à senhora Maria, pois o marido está desempregado e ela tem três filhos para educar.

 

A outro disse:

       - Preciso de ti, do teu coração, porque quero explicar a Marta e a João que, apesar de não poderem comprar um andar, tenho uma mensagem de amor e liberdade para eles.

 

       E foi assim que Cristo foi interpelando os seus seguidores, pois desejava ver a todas as pessoas felizes.

 

in PEDROSA FERREIRA, As Bem-aventuranças, Hoje.

14.04.11

A "outra" poluição... bem mais destrutiva!

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       O professor mandou redigir um texto acerca da poluição. De facto, é um assunto muito actual, sobretudo nas cidades. As pessoas continuam a poluir a atmosfera com o anidrido de carbono, a poluir a terra com os pesticidas, a poluir as águas com as descargas poluentes das fábricas.

       Os alunos foram à internet e apresentaram trabalhos sem originalidade. Apenas um deles viu a poluição de outra maneira. Escreveu ele:

       "Polui o egoísta que só pensa em si mesmo. Polui o preguiçoso que é um parasita. Polui o marido que trata a esposa como escrava. Polui quem faz mal em vez de fazer o bem. Polui quem anda na vida sempre envinagrado em vez de irradiar alegria. Polui o corrupto que enriquece à custa do povo. Polui o jornalista que divulga mentiras e difama as pessoas".

       O professor gostou deste texto, que serviu de motivação para toda a turma dialogar.

 

In Revista Juvenil, n.º 545, abril de 2011.

23.02.11

Uma chávena de chá

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       Um sábio japonês, conhecido pela profundidade e justeza das suas doutrinas, recebeu a visita de um professor universitário que tinha ido inquirir acerca dos seus pensamentos.

       O professor universitário tinha fama de ser orgulhoso, nunca prestando atenção às sugestões dos outros, julgando-se sempre na posse de toda a verdade.

       O sábio quis dar-lhe uma lição. Para tal quis servir-lhe uma chávena de chá.

       Começou por deitar o chá pouco a pouco. E a chávena encheu-se.

       O sábio, fingindo não dar conta de que a chávena já estava cheia, continuou a deitar até que este transbordou e começou a molhar a toalha. O velho japonês mantinha a sua expressão serena e sorridente.

O professor universitário viu o chá a transbordar e ficou sem perceber como era possível uma tal distracção, tão contrária às normas das boas maneiras. Mas, a dado momento, não pôde conter-se mais e disse ao sábio:

       — Já está cheia! Não cabe mais!

       O sábio, imperturbável, disse-lhe então:

       — Tal como esta taça, também tu estás cheio da tua cultura, das tuas opiniões, de um amontoado de conjecturas eruditas e complexas. Como posso eu falar-te da sabedoria, que só é compreendida pelas pessoas simples e disponíveis, se antes não esvaziares a tua chávena?

       O professor compreendeu a lição. A partir desse dia, esforçou-se por se “esvaziar” das suas certezas e por escutar as opiniões dos outros, sem desprezar nenhuma delas.

 

autor desconhecido, postado a partir do nosso CARITAS IN VERITATE

13.01.11

A criança, o ateu e as laranjas!

mpgpadre

      Uma criança, enquanto ajudava os seus pais a cuidar do jardim, cantava canções religiosas.

       Passou por ali um ateu, isto é, alguém que não acreditava na existência de Deus. Impressionado por vê-la tão feliz, parou e perguntou-lhe:

       - Por que cantas assim com tanta alegria?

       A criança respondeu:

       - Porque acredito que Deus é meu amigo e gosta muito de mim. Estas conções falam de Deus. Gostas delas?

       O homem, que levava um saco de laranjas, disse-lhe:

       - Dou-te uma destas laranjas se me disseres onde está o teu Deus.

       A criança, com toda a simplicidade, respondeu:

       - Se eu as tivesse, dava-lhe não apenas um, mas duas ou mais, se me dissesse onde é que Deus não está.

 

Mesmo que haja quem diga que Deus não existe, não é por isso que Ele deixa de existir e de nos encvolver com o seu amor.

 

In Revista Juvenil, n.º 542, Janeiro de 2011.

07.01.11

O Corpo humano e os seus membros

mpgpadre

       O corpo humano:

       É uma harmonia perfeita, tudo trabalha às mil maravilhas, a maior parte dos dias não nos perguntamos como funciona, a não ser que estejamos doentes. A mão não pergunta por que é que leva a comida à boca. A boca não se incomoda com o que acontecerá à comida que passa por si. As pernas levam-nos ao lugar da comida...

       Porém nem sempre foi assim.

       Um dia, os diversos membros do corpo humano começaram a interrogar-se sobre o seu papel, ou a sua função, por que é que faziam isto ou aquilo e não deviam simplesmente descansar.

       As pernas e os pés disseram:

       – As mãos e a boca que trabalhem, já estamos fartos de andar à procura de comida e ninguém nos agradece.

       As mãos do mesmo modo:

       – Já é tempo de a boca se esforçar e pegar ela na comida, não somos criadas de ninguém.

       A boca ao ver que nem os pés se encaminhavam para a comida, nem as mãos se moviam para pegar em alguma coisa, também desistiu:

       – Porque é que me hei-de preocupar? Sempre fiz a minha parte! Fiz com que o alimento, através de mim, chegasse ao estômago, nunca recebi qualquer agradecimento, não me abrirei para deixar entrar a comida, não vou desperdiçar as minhas energias!

       Bom, o estômago ainda reclamou, não percebia porque é que estava há tantas horas sem receber alimento. Procurou saber o que se passava. Informaram-no que os pés, as mãos, a boca, estavam em greve e se recusavam a trabalhar. E o estômago começou a ficar cada vez mais incomodado, mas pouco a pouco foi-se conformando:

       – Têm razão, mal eles sabem da minha canseira, senão já há muito tempo tinham feito greve. Não há um minuto, um segundo em que eu não esteja em movimento, de ora em diante vou repousar. Não me chateiem. Tenho direito a descansar, nunca ouvi uma palavra de agradecimento por trabalhar o alimento para que o corpo funcione...

       Entretanto, o tempo ia passando, e cada um dos membros do corpo mantinha com firmeza a sua posição. E à medida que as horas avançavam os membros começaram a sentir uma certa sonolência, mas julgaram que era resultado do descanso e que daí não viria mal ao mundo.

       E o tempo foi passando... foi passando... foi passando... E o corpo cada vez mais mole, mais fraco, e ninguém queria dar parte fraca. As pernas já não se sentiam, estavam a ficar roxas, frias... As mãos estavam caídas sobre o corpo... A boca de quando em vez ainda fazia um ligeiro esforço para se abrir, mas acabava por desistir por achar que não valia a pena desperdiçar energias.

       E o tempo ia passando... ia passando...

 

PALAVRA de DEUS:

 

       Pois, como o corpo é um só e tem muitos membros, e todos os membros do corpo, apesar de serem muitos, constituem um só corpo, assim também Cristo. De facto, num só Espírito, fomos todos baptizados para formar um só corpo, judeus e gregos, escravos ou livres, e todos bebemos de um só Espírito.

       O corpo não é composto de um só membro, mas de muitos. Se o pé dissesse: “Uma vez que não sou mão, não faço parte do corpo”, nem por isso deixaria de pertencer ao corpo. E se o ouvido dissesse: “Uma vez que não sou olho, não faço parte do corpo”, nem por isso deixaria de pertencer ao corpo. Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido, onde estaria o olfacto?

       Deus, porém dispôs os membros no corpo, cada um conforme lhe pareceu melhor. Se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? Há, pois, muitos membros, mas um só corpo.

        (1 Cor 12, 12-31).

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