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Escolhas & Percursos

...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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10.02.18

«Se quiseres, podes curar-me»... «Quero: fica limpo».

mpgpadre

1 – Seguir Jesus é a primeira missão do cristão. Melhor, a missão de Jesus em cada um de nós. Seguir, amar, viver e testemunhar Jesus, transparecendo-O nas palavras e nos gestos! Ele age em nós e através de nós, na vitalidade do Espírito Santo, desde que deixemos!

Este é o contexto temático do ano pastoral da nossa diocese, a partir da Parábola do Bom Samaritano e de toda a vida de Jesus. Os discípulos, e porque são discípulos, hão de procurar imitar o Mestre da Bondade. Conhecer, seguir e amar Jesus implica que procuremos proceder do mesmo modo com que Ele vive a Sua relação com cada pessoa. Na Parábola do Bom Samaritano, Jesus alarga as fronteiras para nos mostrar claramente que há um caminho que nos conduz a Deus e que passa pela disponibilidade em olhar, ajudar, cuidar, curar o outro, levantando-o do chão e de todas as situações de escravidão em que se encontra mergulhado. Somos responsáveis uns pelos outros. Já não somos Caim; pelo batismo, tornámo-nos outros Cristo's!

Ao longo da vida de Jesus, é prática corrente a Sua delicadeza, atenção e disponibilidade para parar, para estar, para cuidar, para escutar, para abraçar! Quando se aproximam, Ele não olha para o relógio. Naquele momento o tempo para! É como se não houvesse futuro ou outras pessoas a ajudar. O tempo para. É preciso parar também. Quando viajamos sabemos bem que para apreciarmos uma paisagem é necessário parar, quanto mais para conhecer uma pessoa!

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2 – Eis que se aproxima de Jesus um leproso. Mesmo a esta distância temporal nos provoca medo e náuseas! É visível o aspeto e as marcas da lepra: é preferível manter-nos afastados! Hoje estas e outras doenças já não têm a mesma carga de falência! O leproso é um excluído por excelência. Não basta a doença quanto mais a exclusão. Estava prescrito na Lei que as pessoas que tivessem sinais de lepra se afastassem da civilização, vestissem de forma andrajosa, para serem reconhecidas, com o cabelo em desalinho, com o rosto coberto até ao bigode e avisando aqueles que se aproximassem: impuro, impuro!

Este homem, apesar de tudo, aproxima-se de Jesus. Ainda bem que é de Jesus que se aproxima, pois também Jesus Se faz próximo dele, imediatamente! Entre este homem e Jesus não há barreiras humanas, sociais, culturais ou religiosas. É uma pessoa que precisa de ajuda, filho amado de Deus,um irmão para cuidar. «Se quiseres, podes curar-me». Afinal a fama de Jesus já se espalhara! «Quero: fica limpo». É a resposta de Jesus, fazendo o que Lhe é possível.

 

3 – O que fizer a tua mão direita não saiba a tua esquerda. Isso não impede a "divulgação" do bem! Aliás, o mundo seria bem melhor se se anunciasse sobretudo o bem e não tanto o mal, ainda que se justifique para evitar situações semelhantes, para repor a justiça e a verdade, ou para sensibilizar para os problemas escondidos.

Divulgar o bem pode suscitar o desafio de imitarmos o bem que vimos fazer ou de que ouvimos dizer, na certeza de que é possível contribuir para uma sociedade mais justa e fraterna.

Jesus recomenda àquele homem que não faça grande alarde da cura, ficando com a missão de se mostrar ao sacerdote, fazendo a oferta ao Templo daquilo que Moisés tinha prescrito. Este mandato evoca a gratidão para com Deus e o testemunho (ainda que limitado). O encontro com Jesus cura da lepra e provoca a alegria do testemunho acerca dos benefícios que Deus opera por Seu intermédio.

Jesus deixa de poder andar abertamente pelas cidades, pois vêm pessoas de toda a parte ao Seu encontro. Percebe-se então a reserva de Jesus acerca da divulgação das curas, levando alguns a dispensar o trabalho, o esforço, o compromisso por cooperarem com a transformação do mundo à espera que tudo se resolva a partir da eternidade! Jesus não vem para nos substituir, mas para nos ensinar a sermos mais humanos, com tudo o que isso significa!


Textos para a Eucaristia (ano B): Lev 13, 1-2. 44-46; Sl 31 (32); 1 Cor 10, 31 – 11, 1; Mc 1, 40-45.

08.10.16

Levanta-te e segue o teu caminho; a tua fé te salvou

mpgpadre

1 – O discípulo de Jesus sabe agradecer tudo quanto de bom lhe é dado da parte do Senhor. A gratidão, com efeito, é o caminho da humildade de quem se reconhece mendigo, pronto para aprender, para acolher o bem que vem dos outros, disponível para mudar o que é necessário para se tornar transparência e testemunha de Jesus Cristo.

Só a humildade nos faz santos. A santidade constrói-se no serviço humilde e dedicado ao seu semelhante, sob a bênção de Deus.

O Evangelho faz-nos ver o caminho de Jesus, que não segue alheado de quem O rodeia, de quem Se aproxima, de quem pede ajuda, de quem nem sequer pede ajuda porque não tem forças ou porque tem vergonha. Desvia-se do caminho para a periferia, para das margens para os recuperar para a vida, para o centro.

Gebhard_Fugel_Christus_und_die_Aussätzigen_c1920.

2 – No Evangelho, 10 leprosos aproximam-se o suficiente para se fazerem ver e ouvir por Jesus. Daqui se infere que a fama de Jesus se espalhara. Os leprosos não se aproximam de um ídolo, de uma estrela, mas de Alguém cuja docilidade, delicadeza, proximidade atrai.

A lepra é um estigma social. Os leprosos são mantidos à distância, isolados, deixados de fora… pelo sim pelo não, há que afastar as pessoas "contagiadas" para não contagiarem os outros.

Jesus não só não Se afasta como Se aproxima. Os leprosos disseram em alta voz – «Jesus, Mestre, tem compaixão de nós». Jesus simplesmente lhes diz: «Ide mostrar-vos aos sacerdotes». Jesus não precisa de levantar voz, está perto. Levantamos a voz quando estamos distantes, fisicamente, ou quando os nossos corações estão afastados.

A ordem de Jesus implica os próprios. O milagre acontece quando se colocam a caminhar. Ensimesmados adoecemos. Basta quem tem mobilidade reduzida. Mexamo-nos pela nossa saúde. Prefiro uma Igreja acidentada por sair, que uma Igreja doente, com mofo, estagnada por não sair. Palavras bem conhecidas do Papa Francisco.

 

3 – Quando se põem a caminho, os 10 leprosos ficam curados. Como reagem? "Um deles, ao ver-se curado, voltou atrás, glorificando a Deus em alta voz, e prostrou-se de rosto em terra aos pés de Jesus, para Lhe agradecer. Era um samaritano".

É um samaritano, um estrangeiro que regressa, louva a Deus e agradece a Jesus. Talvez não considere que Jesus seja Deus, mas reconhece que Deus Se manifestou através de Jesus. O dom que recebeu leva-o à precedência, à origem da dádiva.

A reação de Jesus é espontânea: «Não foram dez os que ficaram curados? Onde estão os outros nove? Não se encontrou quem voltasse para dar glória a Deus senão este estrangeiro?». E disse ao homem: «Levanta-te e segue o teu caminho; a tua fé te salvou».


Textos para a Eucaristia (C): 2 Reis 5, 14-17; Sl 97 (98); 2 Tim 2, 8-13; Lc 17, 11-19.

 

REFLEXÃO DOMINICAL COMPLETA na página da Paróquia de Tabuaço

e no nosso outro blogue CARITAS IN VERITATE

14.02.15

Se quiseres, podes curar-me! Quero, fica limpo!

mpgpadre

1 – «Se quiseres, podes curar-me». O primeiro passo para a cura é o desejo de ser curado. A doença é, certamente, uma experiência de fragilidade, de impotência e, muitas vezes, de desencanto. Na presença de pessoas doentes, vem ao de cima, muitas vezes, o protesto contra a vida e contra Deus. Nunca é fácil lidar com a doença dos nossos familiares e amigos e sobretudo quando é prolongada e já não existem possibilidades de cura. Havendo esperança de melhoras, de estabilização ou de cura, então é possível aceitar as dores, os incómodos, os tratamentos. Não havendo, tudo se torna mais difícil, para o próprio e para quem está à volta.

Outra das consequências da doença, crónica ou prolongada, além do desgaste físico e emocional, é o isolamento e a solidão. Os amigos vão desaparecendo progressivamente.

Uma pessoa surpreendida por uma doença incurável poderá sentir-se revoltada e transparecer azedume para com aqueles que estão mais próximos. À doença acrescenta-se a solidão. A pessoa doente não faz vida social, deixa de conviver, pela (in)disposição, ou porque a própria doença desaconselha os ajuntamentos. E a falta de vontade; não quer ouvir ninguém; não quer ouvir as mesmas perguntas…

Healing of the Lepers at Capernaum (Guérison des

2 – Imaginemos agora uma doença infectocontagiosa!

A Bíblia preserva o medo de contágio e as prescrições para evitar qualquer tipo de contacto com um leproso, dando à lei um carácter divino. «Quando um homem tiver na sua pele algum tumor, impigem ou mancha esbranquiçada, que possa transformar-se em chaga de lepra, devem levá-lo ao sacerdote Aarão… O leproso com a doença declarada usará vestuário andrajoso e o cabelo em desalinho, cobrirá o rosto até ao bigode e gritará: ‘Impuro, impuro!’. Todo o tempo que lhe durar a lepra, deve considerar-se impuro e, sendo impuro, deverá morar à parte, fora do acampamento».

A lei defende os sãos, mas condena à exclusão os leprosos.

Há pouco mais de 50 anos, existiam leprosarias e aldeias isoladas e situações em que os animais tinham um melhor tratamento. Lembremos a parábola de Lázaro, contada por Jesus.

A propósito seria interessante ler a biografia do Padre Damião, o Santo de Molokai, ou o filme Ben-Hur, que mostra o tratamento dado aos leprosos, votados ao completo esquecimento.

 

3 – Se um leproso vem ter com Jesus é porque já ouviu falar d'Ele, já alguém lhe anunciou Jesus. Novamente a dinâmica da evangelização e da intercessão. Sorrateiramente, este homem aproxima-se. Confia no que lhe disseram, mas também no que o seu íntimo lhe diz. Arrisca muito, sujeita-se a ser escorraçado, apedrejado e morto.

«Se quiseres, podes curar-me». O leproso faz a sua profissão de fé de forma simples, humilde e direta. São Marcos deixa-nos ver de perto a postura de Jesus. Há oito dias, víamos que Ele pega na mão da sogra de Simão Pedro e levanta-a. Esta semana, a mesma delicadeza, proximidade, sem meias nem peias, simplesmente, compadecido, Jesus estende a mão, toca-lhe e diz: «Quero: fica limpo». E como no momento da criação, também aqui a palavra de Deus tem efeito: aquele homem fica limpo da lepra.

Quantas pessoas precisam apenas de um toque, um aperto de mão, um abraço, uma afaço, um beijo, um sorriso, para se sentirem humanas e se sentirem salvas! 


Textos para a Eucaristia (ano B): Lev 13, 1-2. 44-46; Sl 31 (32); 1 Cor 10, 31– 11, 1; Mc 1, 40-45.

 

Reflexão dominical COMPLETA na página da Paróquia de Tabuaço

e no nosso blogue CARITAS IN VERITATE

03.07.13

Augusto Cury - O Vendedor de Sonhos

mpgpadre

        Para os leitores habituais de Augusto Cury - psiquiatra, psicoterapeuta, investigador na área da psicologia, escrito - recomendar uma leitura é muito fácil.

        São muitos os conceitos que o autor apresenta, diversas as teorias, os pensamentos, as convicções, de um homem que descobriu a fé como último estágio dos seus estudos, dúvidas e hesitações. Estudioso e como muitos outros, pensou que a ciência resolveria as suas dúvidas. Mas quanto mais estudou mais claro se tornou que só a abertura a Deus, ao espiritual, ao Infinito, seria possível dar sentido à vida atual, sem correr o risco de se fixar entre o nascimento e o drama da morte.

        Ler um livro de ciência, ainda que no campo da psiquiatria e/ou da psicologia, precisa de muita motivação. Por conseguinte, Augusto Cury facilita-nos a compreensão dos princípios que norteiam os seus estudos, e também a sua atividade como psicoterapeuta, ao romancear, com simplicidade e muito engenho, as suas "teorias"...

 

O VENDEDOR DE SONHOS - o chamamento, editado por Livros d'Hoje, Alfragide, 2008, 

 

é um romance repleto de dramas, histórias, descobertas, encontros, revoluções. Em jeito de romance, o autor mostra o caminho da libertação interior, provocando as pérolas que há em nós, criticando os pensamentos negativos, promovendo as ideias positivas. Todos somos capazes. Só quem se intitula como Deus não pode mudar, por é imutável. Uma pessoa doente é antes de mais uma pessoa que está doente. É passageiro. Há que eliminar da nossa mente, do nosso coração, todo o lixo que armazenamos nos afetos e emoções que nos fizeram prisioneiros da desgraça.

 

Na contracapa faz-se a seguinte apresentação:

        "Um homem desconhecido tenta salvar da morte um suicida. De seguida, espalha a mensagem que a sociedade moderna se tornou um manicómio global. O seu discurso fresco e irreverente conquista as pessoas, habituadas a frases feitas e ao «politicamente correto», ao mesmo tempo que as assusta. O que pensar de um estranho com ar de pedinte que fala da importância de vender sonhos ao ser humano? Uma ideia maravilhosa, mas invulgar... Numa época em que nos habituamos ao ritmo e às exigências desmesuradas de um relógio que não pára, libertarmo-nos das grilhetas da rotina e recuperarmos a consciência do que é, de facto, importante nesta vida pode ser assustador. Mas é fundamental"

02.07.13

Augusto Cury - A saga de um pensador

mpgpadre

       Mais uma leitura de Augusto Cury, mais um romance cheio de vida, montra de muitas estórias e de muitos dramas, de convulsões e de curas, revolucionando a mente, criticando os sentimentos e as ideias killer, que nos destroem constantemente, para recomeçar cada dia uma vida nova, com confiança, anulando a ditadura do pessimismo, da desconfiança, das incapcidades.

 

SAGA DE UM PENSADOR. O Futuro da Humanidade, Editora Pergaminho, Lisboa 2011.

 

       Marco Polo herda o nome do célebre descobridor/aventureiro italiano, que partiu pelo mundo, de Veneza, com 17 anos, numa viagem que duraria 24 anos. Admirável e ousado aventureiro, destemido, enfrenta tormentas, incertezas, dificuldades, navegou mares e rios, caminhou pelos desertos e por montanha, descobrindo um mundo fascinante.

       Rodolfo, admirador confesso de Marco Polo, coloca o mesmo nome ao seu filho, para que também este se torne aventureiro e corajoso. E Marco Polo, o atual, faz jus ao nome. Torna-se um grande revolucionário, desbravando mundos nunca antes conhecidos, o mundo das ideias, da mente, dos afetos e dos sentimentos, ousando devolver às pessoas a história das suas vidas.

       O primeiro incidente que nos é relatado deixa antever os dramas futuros. Numa sala de anatomia, Marco Polo interroga o professor e os colegas dizendo que aqueles corpos não são anónimos, devem ter uma história para contar. Seria bom saber o nome e a história de cada um.

       Não satisfeito com o saber feito, Marco Polo vai investigar a vida do corpo que lhe coube em sorte. Nas ruas encontra Falcão, um célebre professor que não consegui ultrapassar o preconceito social, a maior das doenças, do sogro e com diversos episódios psicóticos, é internado sucessivamente, forçado a abandonar a universidade, onde era um filósofo de gabarito. Decide deixar tudo e ir para a rua. Perderam-lhe o rasto. Com o poeta, Marco Polo vai viver uma aventura intensa, descobrindo que o Poeta, cujo corpo há de ser dissecado pelos universitários, era afinal um dos mais notáveis estudiosos, naquela mesma universidade, a quem doara a corpo para investigações. Com a morte da mulher e do filho num acidente não sobrevive a tamanha dor. Abandona tudo e torna-se mendigo.

       A descoberta feita por Marco Polo há de operar uma reviravolta na universidade...

       No grande Hospital Atlântico, em estágio, na área da Psiquiatria, Marco Polo volta a fazer história, envolvendo e envolvendo-se com os pacientes, que afinal são pessoas que estão doentes e que é preciso ouvir, respeitar, devolver as rédeas da sua vida.

       Marco Polo tudo fará por resgatar da miséria afetiva e sentimental alunos, pacientes, professores, ricos e pobres, a partir da beleza e do amor...

       Mais um romance encantador. Pode mudar a sua/tua vida.

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