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23.02.15

CRISTINA SICCARDI: Descobrir HILDEGARDA DE BINGEN

mpgpadre

CRISTINA SICCARDI (2013). Descobrir Hildegarda de Bingen. Mística, artista, mulher de ciência. Prior Velho: Paulinas Editora. 232 páginas.

Hildegarda_Bingen.jpg

        Doutora da Igreja proclamada pelo Papa Bento XVI, foi o reconhecimento de uma santa cuja a fama granjeou ainda em vida, tendo-se tornado verdadeira profetisa, pregadora, catequista, instruindo reis e imperadores, Papas e Bispos, sacerdotes e religiosas, leigos, comunidades conventuais ou paroquiais.

       Em 10 de maio de 2012, por vontade do papa Bento XVI, Hildegarda foi canonizada; a 7 de outubro de 2012, domingo dedicado à Rainha do Santo Rosário, festividade instituída por São Pio V para comemorar a vitória de Lepanto, em 1571, contra a frota turca, Bento XVI propôs Santa Hildegarda como Doutora da Igreja Universal. Na mesma ocasião, declarou também São João de Ávila como Doutor da Igreja.

       A autora faz referência a algumas das intervenções do Papa Bento XVI e que poderá ler nos seguintes links:

Carta Apostólica de Proclamação de Santa Hildegarda Doutora da Igreja

Audiência Geral de 1 de setembro de 2010

Audiência Geral de 8 de setembro de 2010

       «Luz do seu povo e do seu tempo», assim a definia João Paulo II, em 1979, por ocasião do 800º aniversário da morte da Mística alemã.
       "2. Hildegarda nasceu em 1089 em Bermersheim, perto de Alzey, de pais de linhagem nobre e ricos proprietários de terras. Aos oito anos foi aceite como oblata na abadia beneditina de Disibodenberg, onde em 1115 emitiu a profissão religiosa. Com a morte de Jutta de Sponheim, por volta de 1136, Hildegarda foi chamada a suceder-lhe como magistra. De saúde física frágil, mas vigorosa no espírito, comprometeu-se profundamente por uma renovação adequada da vida religiosa. Fundamento da sua espiritualidade foi a regra beneditina, que indica o equilíbrio espiritual e a moderação ascética como caminhos para a santidade. Depois do aumento numérico das monjas, devido sobretudo à grande consideração pela sua pessoa, por volta de 1150 fundou um mosteiro na colina chamada Rupertsberg, nas proximidades de Bingen, para onde se transferiu juntamente com vinte irmãs de hábito. Em 1165 instituiu outro em Eibingen, na margem oposta do Reno. Foi abadessa de ambos" (Carta Apostólica de Bento XVI).
       A biografia apresenta-nos as diversas etapas da vida de Hildegarda, com as primeiras visões, os seus escritos, a fundação do mosteiro de Rupertsberg, os contactos com bispos, sacerdotes, com o Papa, com o imperador; as suas obras teológicas, mas também sobre as plantas medicinais, a genialidade desta santa, na música, na botânica, na oralidade.
       Viveu numa época de grande turbulência na Igreja, em que os Bispos e o Papado estava por demais vinculados a disputas de poderes e de lugares, tendo mesmo havido nesta ocasião dois Papas em simultâneo. São Bernardo de Claraval terá um papel importante na vida de Hildegarda, nomeadamente intercedendo por ela junto do Papa, para que colocasse por escrito as suas visões.
       Como profetisa, a Sibila do Reno é autorizada e convidada a pregar em público, diante de senhores e de servos. Frontal, denuncia aqueles que se servem da Igreja, os que são dúbios, os que procuram apenas os interesses pessoais. Remete sempre para a Santíssima Trindade. O desiderato é viver sob o auspício de Deus.

09.09.14

Leituras - BENTO XVI - A Oração Cristã

mpgpadre

BENTO XVI (2012). A Oração Cristã. Braga: Editorial Franciscana. 128 páginas.

       Ao longo do ano de 2011, o papa Bento XVI dedicou as catequeses das Audiências Gerais, das quartas-feiras, à oração: "Depois das catequeses sobres os Padres da Igreja, sobre os grandes teólogos da Idade Média, sobre as grandes mulheres, escolhemos um tema muito querido a todos nós: é o tema da oração, de modo específico da cristã, ou seja, a prece que Jesus nos ensinou e que a Igreja continua a ensinar-nos. Com efeito, é em Jesus que o homem se torna capaz de se aproximar de Deus com a profundidade e a intimidade da relação da paternidade e filiação... é preciso aprender a rezar, quase adquirindo esta arte sempre de novo; mesmo aqueles que são muito avançados na vida espiritual sentem a necessidade de se pôr na escola de Jesus para aprender a rezar autenticamente".

       A Sagrada Escritura exemplifica como os grandes líderes são também homens orantes: Abraão, Jacob, Moisés, David, Jesus Cristo. Sem esquecer a Mãe de Jesus. Com efeito, a oração de Jesus reassume o Fiat de Maria. Conhecer o Pai, implica identificar-Se com Ele, fazer a Sua vontade.

  • As diferentes catequeses:
  • A oração dos Antigos
  • Oração e sentido religioso
  • A intercessão de Abraão por Sodoma
  • Luta noturna e encontro com Deus (Jacob-Israel)
  • A intercessão de Moisés pelo povo
  • Profetas e orações em confronto
  • O povo de Deus que reza: os Salmos
  • A meditação
  • Arte e Oração
  • "Levanta-te, Senhor, e salva-me!" Salmo 3
  • "Meu Deus, Meu Deus, por que Me abandonaste?" Salmo 22 (21)
  • "O Senhor é meu Pastor, nada me faltará" Salmo 23
  • "Grandes coisas fez por mim o Senhor" Salmo 126
  • O "Grande Hallel" Salmo 136 (135)
  • O grande cântico da Lei. Salmo 119 (118)
  • O Rei Messias. Salmo 110 (109)
  • A oração atravessa toda a vida de Jesus
  • A jóia do Hino de Júbilo
  • A oração diante da ação benéfica e curadora de Deus.

        Em cada uma das catequeses, o papa Bento XVI faz-nos sentir próximos de Jesus, mostrando nas diversas formas de oração, como elas nos podem identificar com Jesus. Por sua vez, Jesus é o grande oração, cuja oração nunca é interrompida, aproximando-O das pessoas. A oração mostra a intimidade com o Pai e a força que n'Ele se manifesta. É uma oração curativa. Nos momentos mais importantes e significativos da vida de Jesus, a oração estende-se pela noite.

       Jesus ensina-nos a rezar, para que a vontade do Pai se realize em nós e através de nós.

       Bento XVI, de forma simples e didática convoca-nos à oração: dos salmos, leitura e meditação da Palavra de Deus, nomeadamente dos Evangelhos, meditação > ruminação. Como em outros momentos, o recurso a exemplos, no diálogo com a contemporaneidade, mas fazendo memória da cultura, da arte, da civilização.

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