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...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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21.06.10

Ordenações Sacerdotais - Diocese de Lamego

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       A Diocese desde ontem conta com 4 novos sacerdotes: André Pereira, António Giroto, Bernardo Magalhães e José Filipe. A Celebração, presidida pelo Sr. Bispo D. Jacinto Botelho, contou com a presença de mais dois Bispos, D. António José Rafael, Bispo emérito de Bragança-Miranda, e D. Manuel António dos Santos, Bispo de S. Tomé e Príncipe, tio de André Pereira, e cerca de 100 sacedotes das dioceses de Lamego, Viseu, Bragança, Porto.
       Neste vídeo, do Gabinete de Impressa da Diocese de Lamego, podem visualizar-se algumas imagens da celebração de ordenação. Outros vídeos podem ser consultados no Canal da Diocese de Lamego no Youtube, ou no Blogue da Diocese.

19.06.10

Diocese de Lamego: 4 novos sacerdotes

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       O Ano Sacerdotal, para o qual o Santo Padre Bento XVI convocou toda a Igreja, terá a sua conclusão assinalada, na Diocese de Lamego, com a ordenação de quatro novos sacerdotes e com a reunião do Conselho de Presbíteros, a realizar na próxima Sexta-feira, 25 de Junho.
       Mas como corolário deste ano as ordenações sacerdotais que serão no próximo Domingo, 20 de Junho, com início pelas 16h na Sé de Lamego, e serão presididas pelo Bispo da Diocese, D. Jacinto Botelho que, nos 10 anos que leva à frente dos destinos da Diocese, ordenou, até agora, 20 sacerdotes.
(António Giroto; José Filipe; Bernardo Maria; André Pereira)

       Os novos 4 sacerdotes da Diocese de Lamego serão: André Filipe Mendes Pereira, da paróquia de S. Joaninho, concelho de Castro Daire; António Jorge Gomes Giroto, de Mós, Paróquia de Parada de Ester, concelho de Castro Daire; Bernardo Maria Furtado de Mendonça Gago de Magalhães, da Paróquia de Carvalhido, concelho do Porto; José Filipe Mendes Pereira, da Paróquia de Nespereira, concelho de Cinfães.

       Todos eles esceveram um breve testemunho, que pode ser lido no blogue da Diocese.

26.03.10

Boletim Paroquial Voz Jovem - Março de 2010

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       Pontualmente, aí esta o Boletim Paroquial de Março. Distribuído, como habitualmente, em papel e disponibilizado, de igual forma, para os internautas. Neste mês, destacamos a figura do Santo Padre Cruz, mais uma estrela do ano sacerdotal;a celebração de São José, a reflexão sobre a Bíblia, ou Livro da Verdade; o Olhar de Um Jovem; A programação da Semana Santa, e os itinerários da Semana Santa e outras informações específicas para a comunidade paroquial.

       Pode aceder ao boletim através da página oneline da Paróquia de Tabuaço, ou fazendo o download nos formatos respectivos:

FORMATO PDF

FORMATO XPS

05.03.10

Eucaristia, fonte e cume da vida cristã (2)

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A santa Ceia:

       Jesus, como bom judeu, celebrava todos os anos a Páscoa. A celebração consistia numa ceia muito festiva na qual, com cânticos, orações e sinais, recordavam a última ceia no Egipto antes da partida e, sobretudo, recordavam o amor que Deus demonstrou pelo seu povo, conduzindo-o até à sua terra.

       Também para Jesus chegou a sua última ceia, a Santa Ceia. Reuniu-se com os seus Apóstolos para celebrar a Páscoa. Jesus disse-lhes, em primeiro lugar, que se queriam ser seus discípulos, tinham que se amar e ajudarem-se uns aos outros em tudo e, para o demonstrar, Jesus lavou-lhes os pés. Este ato, naquela época, só era feito pelos criados. A seguir, quando já estavam à mesa, Jesus tomou o pão, deu graças a Deus, Seu Pai, partiu-o e disse-lhes: “Tomai e comei, isto é o meu Corpo”. Ficaram todos muito surpreendidos, sem saber o que se passava. De seguida, Jesus tomou um cálice cheio de vinho misturado com um pouco de água e disse-lhes: “Este é o meu sangue derramado por vós. Fazei isto em memória de mim”.

       Deste modo, Jesus quis ficar connosco no pão e no vinho consagrados da Missa, para que todos os seus discípulos participassem da sua Páscoa.


A morte e a ressurreição 

       Já sabemos o que aconteceu com Jesus, o Senhor, depois da Última Ceia. Prenderam-n'O e, como se se tratasse de um malfeitor, cravaram-no na cruz.

       Os apóstolos entenderam que a Última Ceia era uma lição do amor, o pão e o vinho que se converteram no Corpo e Sangue de Cristo, a sua serenidade e confiança no Amor de seu Pai do Céu, tudo era como uma chama que iluminava naqueles momentos de tristeza e desilusão. Com a Páscoa, os discípulos compreenderam o que Jesus lhes havia explicado antes: que, com a sua morte na cruz e dando a sua vida, Deus lhes mostrava o seu Amor e os salvava do pecado e da morte. Compreenderam também que a última Ceia era o anúncio da morte e ressurreição de Jesus e a Páscoa, a celebração do mesmo acontecimento.


Cristãos: o novo Povo de Deus

       Com a morte e ressurreição de Jesus, e com a Vinda do Espírito Santo, no Pentecostes, nasce o novo Povo de Deus, constituído por todos os que se unem a Jesus pela fé e pelo sacramento do Baptismo.

       Os primeiros membros do novo Povo de Deus, a Igreja, foram os Apóstolos e os demais discípulos, tendo papel preponderante Nossa Senhora, Mãe de Jesus.


 

Igreja e Eucaristia

       Ao povo de Deus, que nasce da Páscoa de Cristo, chamamos Igreja, isto é, “Assembleia”. Mas, poderíamos perguntar: porquê esta palavra? Porque os Apóstolos e os discípulos de Jesus, depois da Sua morte e ressurreição, continuaram juntos, pois sabiam que Jesus estava presente no meio deles.

       No próprio dia da ressurreição – o domingo – o Senhor tornou-se presente, quando os seus amigos e Apóstolos estavam reunidos. Ao fim de oito dias, tornou-se de novo presente. E, a partir daí, os cristãos reúnem-se para celebrar a Eucaristia, já que sabem que Jesus está presente entre eles de uma forma muito especial.


Domingo, o dia do Senhor

       Passado o dia de descanso, o sábado, as mulheres foram ao sepulcro de Jesus para ungir o seu corpo com os unguentos funerários, segundo os costumes daquela época. Era domingo, ao nascer do sol. Elas estavam tristes, por causa da grande injustiça que tinham feito ao seu Mestre, cravando-o numa cruz. Quando lá chegaram foram surpreendidas... Jesus tinha ressuscitado!

       Foram imediatamente ter com os Apóstolos e estes, depois de terem comprovado o que as mulheres lhes disseram, compreenderam que o Senhor tinha ressuscitado e recordaram-se do que Ele, noutras ocasiões, havia dito: “Ao terceiro dia ressuscitarei.” E assim foi. Naquele mesmo domingo, ao entardecer, Jesus apareceu-lhes e eles viram-no, com grande alegria. Desde então, o dia a seguir ao sábado é o dia do Senhor, e nós celebramos a Eucaristia porque é o memorial da morte e ressurreição de Jesus.


Texto retirado do Boletim Paroquial, Voz Jovem, Fevereiro 2010.

01.03.10

Boletim Paroquial Voz Jovem - Fevereiro 2010

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       Disponível em formato impresso, e distribuído no último fim de semana de Fevereiro, o Boletim Paroquial Voz Jovem, que se reporta ao ano pastoral/sacerdotal, apresentando este mês a figura do sacerdote, Maximiliano Kolbe, morto no campo de concentração de Auschewitz, a reflexão sobre a Eucaristia, nas páginas centrais, sobre a Palavra de Deus, na última página, falando-nos de Noé e da estrutura interna da Bíblia, e notícias várias, em que destacámos a Festa da Apresentação do Senhor, como festa de bênção das crianças.

 

       O Voz Jovem poderá ser lido a partir da página da Paróquia de Tabuaço, em fazendo o donwload abaixo, segundo o formato desejado:

06.02.10

Eucaristia: partida e chegada do cristão

mpgpadre

Instituição: Última Ceia

       Quando chegou a hora, Jesus pôs-se à mesa e os Apóstolos com Ele. Disse-lhes: “Tenho ardentemente desejado comer esta Páscoa convosco, antes de padecer, pois digo-vos que já não a voltarei a comer até ela ter pleno cumprimento no Reino de Deus”.

 

Tomando uma taça, deu graças e disse: “Tomai e reparti entre vós, pois digo-vos que não tornarei a beber do fruto da videira, até chegar o Reino de Deus”. Tomou, então, o pão e, depois de dar graças, partiu-o e distribuiu-o por eles, dizendo: “Isto é o meu corpo, que vai ser entregue por vós; fazei isto em minha memória”. Depois da ceia, fez o mesmo com o cálice, dizendo: “Este cálice é a nova Aliança no meu sangue, que vai ser derramado por vós” (Lc 22, 7-20; cf. Mt 26,26-29; 1 Cor 11,23-27).

       A instituição da Eucaristia, acontece no decorrer da Última Ceia, de Jesus com os Apóstolos. São João (13,1-17,26), no mesmo ambiente, mostra um gesto que ficou para sempre interligado com a Eucaristia, o Lava-pés. Jesus dobra-Se diante dos seus discípulos, levando a encarnação às últimas consequências, e lava-lhes os pés, dizendo-lhes: como Eu fiz, fazei vós também. A expressão da instituição da Eucaristia – “Fazei isto em memória de mim” – adquire um sentido pleno: celebração da Morte e Ressurreição de Jesus, que Ele antecipa na Ceia Pascal, mas igualmente compromisso no serviço, na caridade para com o nosso semelhante.

 

Nomes da Eucaristia

       A celebração da Páscoa do Senhor teve e tem distintos nomes. Cada palavra exprime um aspecto e, a partir dele, se designa toda a realidade. Vejamos:

- Fracção do pão. Faz referência ao momento em que se parte o pão, antes de comungar. Significa, entre outras coisas, que, ao comermos todos um pedaço do mesmo pão, somos uma só coisa, como o pão é um só. Assim, expressamos que somos irmãos em Jesus Cristo.

- Eucaristia. Vem do grego e significa “ação de graças”. Toda a celebração é uma grande oração de bênção ou ação de graças a Deus Pai, por Jesus Cristo, morto e ressuscitado, no Espírito Santo. 

- Missa. Quando a celebração era em latim, ao terminar, o sacerdote dizia: Ite, missa est; Ide, é a despedida. E então, toda a gente saía.

Assembleia Celebrante

       Quando nos reunimos para celebrar a Eucaristia, formamos uma assembleia. Somos uma imagem do que é a Igreja. E, nesta celebração, nem todos fazemos as mesmas coisas. Há distintos ministérios.

       Em primeiro lugar, o bispo ou o sacerdote. Às vezes também, junto a ele, um ou dois diáconos. Os bispos, os sacerdotes e os diáconos, são ministros que receberam o sacramento da Ordem; o bispo e o sacerdote para presidirem e consagrarem o pão e o vinho; o diácono, como servidor do Evangelho e do altar.

       Leitores, acólitos, ministros da comunhão, grupo coral, salmistas, organistas, animadores litúrgicos, zeladoras, todos e cada um, procurando solenizar o mistério da Morte e Ressurreição do Senhor, para que todos, sendo Assembleia, façam a experiência de ressuscitados em Cristo Jesus.

Texto retirado do Boletim Paroquial, Voz Jovem, Janeiro 2010.

02.02.10

A vida do Santo Cura d'Ars

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        Estamos a viver o ano sacerdotal. convocado pelo papa Bento XVI, por ocasião dos 150 anos da morte de João Maria Vianney, apresentando-o como exemplo para todos os sacerdotes, mas também para cada cristão, na sua dedicação permanente à vivência do Evangelho, à intimidade com Jesus Cristo, na proximidade com os mais pobres e os mais pecadores, para a todos levar ao bom Deus.

       De entre outros trabalhos, fica aqui esta breve biografia do Santo Cuira d'Ars, em formato de Banda Desenhada...

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