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...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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26.09.12

Testemunho: Viver a FÉ em Angola

mpgpadre

       O emigrante também pode rezar e participar nas Eucaristias no país de acolhimento.

       É possível estar com Deus no trabalho.

       Estar com Deus e rezar em Sua casa quando estamos distantes das nossas origens ou da nossa terra… Parece que é difícil arranjar um tempo para podermos estar junto de Deus, mas da mesma maneira que temos tempo para trabalhar e para nos divertirmos devemos arranjar tempo para ir à casa do Pai agradecer pela semana de trabalho e pelos benefícios da semana.

       Eu (Tony) estou por terras de África, em Angola, e vou praticamente todos os Domingos à Missa, onde quer que eu me encontre, no Golungo Alto, em N’Dalatando, ou no Dondo Caxito. Tenho de me levantar às 6h00 da manhã, mas mesmo com sacrifício vou e na Igreja sinto que estou mais perto de casa, sinto que estou mais leve e ajuda-me a passar melhor a semana. Vou sempre sozinho. Somos cerca de 30 portugueses e ninguém me acompanha. E na Igreja também é difícil ver outros portugueses. Acho que os emigrantes só são católicos quando estão de regresso à sua terra. Quando estamos emigrados esquecemos!

       As celebrações aqui são muito bonitas e também muito demoradas, uma missa normal demora cerca de 2 horas, pois os angolanos são muito participativos.

       Já participei em celebrações muito bonitas, tais como a Páscoa, os votos perpétuos de uma Irmã, a chegada de um novo Padre, o Encontro Nacional dos Jovens, no Dondo, que teve a presença das Relíquias de Dom Bosco, Pai, Mestre e Amigo dos Jovens.

       Nas Eucaristias, gosto principalmente dos cânticos e das danças, eles dançam e cantam bastante e animam muito a celebração. Depois, o ofertório solene também é muito participado. As pessoas dão aquilo que às vezes lhes faz falta mas partilham com os outros a contar sempre com a graça de Deus. Partilhar o pouco que têm com quem tem menos isso é lindo. Essas ofertas servem para alimentar o Seminário, os mais pobres, a cadeia, alguns doentes do hospital, etc.

       No encontro nacional dos jovens achei que podiam ter feito mais, achei que foram pouco participativos e acabou por ser quase uma celebração normal, embora com muita dedicação.

       É assim a vida de um emigrante que queira estar com Deus… E que Deus vá cuidando de nós.

 

Angola, setembro 2012, TONY SILVA, in Boletim Paroquial Santa Eufémia, n. 2

22.11.10

Bento XVI: preservativo e a humanização da sexualidade

mpgpadre

       Quando o Papa Bento XVI foi em Visita Apostólica a África, ainda no avião, deixou claro que a solução para muitos problemas passava pela educação, pela formação, pela dignificação do ser humano. Também o tratamento da SIDA deveria ter em conta a pessoa na sua dignidade. Disse a propósito que o uso do preservativo não resolvia o problema, mas a humanização das relações entre pessoas e povos.

       A opinião mantém-se. Contudo, e como muitos cristãos sublinharam na altura, a questão do preservativo era de outra ordem. Para a Igreja o valor maior é a VIDA; se esta é colocada em causa devem utilizar-se os meios necessários para a preservar e dignificar. Nesse contexto, a utilização do preservativo não está em causa. Primeiro a vida. Se a não utilização do preservativo, numa relação esporádica, ou até numa relação duradoura, fizer perigar a vida, puser em causa a saúde da outra pessoa ou da própria, moralmente não há dúvidas que se torna mesmo uma exigência moral a sua utilização. Claro, isto foi explicado à exaustão, mas quando as pessoas têm uma opinião preconceituosa leva tempo a superá-la. Hoje as dúvidas foram uma vez mais esclarecidas.

        Mas vejamos a pergunta e sobretudo a resposta do Papa Bento XVI, no mais recente Livro/Entrevista, Luz do Mundo.


       «[…] Em África, Vossa Santidade afirmou que a doutrina tradicional da Igreja tinha revelado ser o caminho mais seguro para conter a propagação da sida. Os críticos, provenientes também da Igreja, dizem, pelo contrário, que é uma loucura proibir a utilização de preservativos a uma população ameaçada pela sida.

 

       Em termos jornalísticos, a viagem a África foi totalmente ofuscada por uma única frase. Perguntaram-me porque é que, no domínio da sida, a Igreja Católica assume uma posição irrealista e sem efeito – uma pergunta que considerei realmente provocatória, porque ela faz mais do que todos os outros. E mantenho o que disse. Faz mais porque é a única instituição que está muito próxima e muito concretamente junto das pessoas, agindo preventivamente, educando, ajudando, aconselhando, acompanhando. Faz mais porque trata como mais ninguém tantos doentes com sida e, em especial, crianças doentes com sida. Pude visitar uma dessas unidades hospitalares e falar com os doentes.

 

       Essa foi a verdadeira resposta: a Igreja faz mais do que os outros porque não se limita a falar da tribuna que é o jornal, mas ajuda as irmãs e os irmãos no terreno. Não tinha, nesse contexto, dado a minha opinião em geral quanto à questão dos preservativos, mas apenas dito – e foi isso que provocou um grande escândalo – que não se pode resolver o problema com a distribuição de preservativos. É preciso fazer muito mais. Temos de estar próximos das pessoas, orientá-las, ajudá-las; e isso quer antes, quer depois de uma doença.

 

       Efectivamente, acontece que, onde quer que alguém queira obter preservativos, eles existem. Só que isso, por si só, não resolve o assunto. Tem de se fazer mais.

 

       Desenvolveu-se entretanto, precisamente no domínio secular, a chamada teoria ABC, que defende “Abstinence – Be faithful – Condom” (“Abstinência – Fidelidade – Preservativo”), sendo que o preservativo só deve ser entendido como uma alternativa quando os outros dois não resultam. Ou seja, a mera fixação no preservativo significa uma banalização da sexualidade, e é precisamente esse o motivo perigoso pelo qual tantas pessoas já não encontram na sexualidade a expressão do seu amor, mas antes e apenas uma espécie de droga que administram a si próprias. É por isso que o combate contra a banalização da sexualidade também faz parte da luta para que ela seja valorizada positivamente e o seu efeito positivo se possa desenvolver no todo do ser pessoa.

 

       Pode haver casos pontuais, justificados, como por exemplo a utilização do preservativo por um prostituto, em que a utilização do preservativo possa ser um primeiro passo para a moralização, uma primeira parcela de responsabilidade para voltar a desenvolver a consciência de que nem tudo é permitido e que não se pode fazer tudo o que se quer. Não é, contudo, a forma apropriada para controlar o mal causado pela infecção por HIV. Essa tem, realmente, de residir na humanização da sexualidade.

       Quer isso dizer que, em princípio, a Igreja Católica não é contra a utilização de preservativos?

       É evidente que ela não a considera uma solução verdadeira e moral. Num ou noutro caso, embora seja utilizado para diminuir o risco de contágio, o preservativo pode ser um primeiro passo na direcção de uma sexualidade vivida de outro modo, mais humana.»

 

       BENTO XVI, O Papa, a Igreja e os Sinais dos Tempos – Uma conversa com Peter Seewald, Lucerna: 2010.

 

»» Sobre esta questão pode revisitar as reflexões feitas em Escolhas & Percursos

25.03.09

Afinal a resposta não era bem como se pintou

mpgpadre

Viagem a África, aos Camarões e Angola. É colocada uma pergunta ao Papa:

“Santo Padre, um dos maiores flagelos de África é o problema da epidemia de S.I.D.A.. A posição da Igreja Católica na luta contra este mal tem sido frequentemente considerada irrealista e ineficaz.”

 
O Papa Bento XVI respondeu da forma que se segue:
       “Eu diria o contrário. Estou convencido de que a presença mais efectiva na frente de batalha contra o HIV/S.I.D.A. são, precisamente, a Igreja Católica e as suas instituições. Penso por exemplo na Comunidade de Santo Egídio, que tanto faz e tão visivelmente na luta contra o S.I.D.A; ou nas Camillianas, só para mencionar algumas das freiras que estão ao serviço dos doentes. 
       Penso que este problema, o S.I.D.A., não pode ser vencido com slogans de propaganda. Se falta a alma, se os Africanos não se entre ajudarem, o flagelo não pode ser resolvido com a distribuição do preservativo; pelo contrário, arriscamo-nos a piorar a situação. A solução só pode advir de um compromisso duplo: primeiro, na humanização da sexualidade, ou por outras palavras, num renovamento espiritual e humano que traga consigo uma nova forma de proceder uns para com os outros. E em segundo lugar, num amor autêntico para com os que sofrem, numa prontidão – mesmo à custa de sacrifício pessoal - para estar presente aos que padecem. São estes os factores que podem trazer o progresso, real e visível.
 
       Assim, eu diria que o nosso esforço deve ser o de renovar a pessoa humana por dentro, o de dar-lhe força espiritual e humana para uma forma de comportamento justa para com o seu corpo e o corpo do outro; e ainda o de ajudá-la a ser capaz de sofrer com os que sofrem e de estar presente nas situações difíceis.
        Acredito que é esta a primeira resposta ao problema do S.I.D.A., que é esta a resposta da Igreja e que, deste modo, a sua contribuição é uma grande contribuição. E estamos gratos a todos os que assim
contribuem.”

24.03.09

Usa e deita fora

mpgpadre

       A cultura ocidental poder-se-á dizer que assume como ideal de vida o "usa e deita fora". É mais barato, não exige compromisso. A imagem pode ser a do preservativo.

       Mais uma vez se diga que, em absoluto, a Igreja não é contra o uso do preservativo quando este é um instrumento para defender a vida. Mas a insistência da mensagem do cristianismo é sempre, e não pode ser de outra maneira, a defesa da vida e pela cultura da dignificação do outro, da consideração que o outro é pessoa, fim, e não objecto ou meio da minha satisfação.

       O preservativo usa-se uma vez e deita-se fora. Não serve mais.

       A pessoa, muitas vezes e de muitas formas, usa-se e dispensa-se. Hoje serve os meus interesses e a minha satisfação. Amanhã já não serve, aparece outra pessoa e exclui-se rapidamente a anterior...

       Quando perguntaram ao Papa se o uso do preservativo era o meio para combater a SIDA, Bento XVI respondeu que em muitas circunstâncias poderia ser mais um convite à irresponsabilização e intrumentalização das pessoas. Alguém está contra isso?! No seu perfeito juízo?!

       Claro que na defesa da vida, o preservátivo é também um instrumento. Mas dê um preservativo a uma pessoa que não tem pão, não tem acesso à água potável, não tem que vestir, não tem abrigo, não tem liberdade... ou a uma pessoa que não o sabe usar... ensina-se primeiro. Bom, então a educação se calhar vem em primeiro lugar...

24.03.09

Papa contra a corrupção e contra a fome

mpgpadre

 

       Bento XVI fez-se peregrino até África, o continente da esperança, levando uma mensagem de paz, de compromisso e de defesa da vida humana e dos direitos fundamentais das pessoas e dos povos. A favor da vida, da saúde, da educação, contra a corrupção, contra a violência, contra o tráfico de pessoas.

       Em África, a Igreja continua a ser uma das instituições mais comprometidas no combate à probreza e à corrupção.

24.03.09

Das armas a saúde... e ao preservativo

mpgpadre

       A polémica estalou. A Igreja é contra o uso do preservativo.

       Bem vistas as coisas, não será tanto assim.

       O uso do preservativo como única forma de combater a SIDA é que não. E aí, queiramos ou não, todos estamos de acordo.

       Se houvesse um verdadeiro compromisso dos países ocidentais contra os flagelos da SIDA, da fome, da violência, da malária, nos países africanos, certamente que não haveria tantos mártires...

       Se os líderes dos países que se revoltaram contra as declarações do Papa investissem uma pequena percentagem do que gastam em armamento e em investimento das respectivas forças armadas no combate contra a SIDA, contra a fome...

       Milhões e milhões de crianças que morrem à fome, por doenças facilmente curáveis no mundo ocidental. A maior causa de morte em África ainda é a fome e tudo o que daí advém: guerra, epidemias, malária...

24.03.09

O preservativo...

mpgpadre

       A visita pastoral do Papa Bento XVI a África suscitou uma viva discussão à volta do uso do preservativo.

       Todos concordamos, dentro e fora da Igreja, que a utilização do preservativo, em muitas circunstâncias é defensável e deveria ser obrigatório. Na luta contra a SIDA, e no campo médico e preventivo, o preservativo é um instrumento.

       A questão: o uso do preservativo é o único meio de combater a SIDA?

       A resposta: obviamente que não.

       Quem pensa que com o preservativo pode resolver os problemas da SIDA está completamente fora da realidade.

       A Igreja, nesta como em muitas outras cruzadas contra todas as manifestações do mal, está no terreno na luta contra a SIDA, na sua prevenção, na educação, na aposta na saúde, no saneamento básico, no acesso a água potável para todos.

       Em África não faltará a distribuição do preservativo. Tudo bem. Todos de acordo. E a água será para todos? A saúde será para todos? A educação será para todos?

23.03.09

O uso ou não do preservativo...

mpgpadre

       Hoje é dia de regresso. O papa Bento XVI regressa ao Vaticano. Pelo meio, a polémica à volta do uso ou não do preservativo foi oportunidade para reflectir e clarificar as posições da Igreja. Sobrevém sempre a defesa da vida e da dignidade das pessoas. No concreto do quotidiano, a opção primeira é pela vida. Entre o ideal e o possível  no qua às relações sexuais diz respeito colocar-se-á sempre o uso do preservativo. O ideal é que cada pessoa só tivesse um(a) parceiro(a) sexual e que a saúde dos dois permitisse uma sexualidade efectiva, afectiva, consciente e saudável.

       Para uma pessoa que tem vários parceiros sexuais, um de manhã, outro ao almoço, outro ao lanche, outro ao jantar, outro à ceia, ou então um para cada dia da semana, ou um diferente a cada semana, ou a cada mês, ou que troca sempre que há oportunidade... neste caso não apenas é recomendável e defensável o uso do preservativo como deveria ser obrigatório. É uma defesa para o próprio, mas sobretudo uma defesa para os parceiros (as).

       É quase como o uso de seringas, nos toxicodependentes. O ideal é que não fosse nmecessário esse recurso, era bom sinal., sinal que não havia toxicodependentes. Mas como existem muitos toxicodependentes, é preferível que haja troca de seringas... mas a solução da toxicodependência não é, em primeiro lugar, distribuir seringas, ou distribuir a droga, a solução passa por tentar ajudar cada pessoa em concreto a libertar-se dessa dependência. O uso de seringas, nesse caso, como o uso do preservativo, é um instrumento, mas o essencial será a lateração de comportamentos.

23.03.09

Viagem Apostólica a África

mpgpadre

        O Papa Bento XVI que levar a África uma mensagem de esperança e de paz. A preocupação do Papa, obviamente, não é aderir ao que dá mais popularidade, mas sobretudo procurar, em todos os momentos, anunciar Jesus Cristo e o Seu evangelho de amor, de perdão e de justiça.

       Logo no início da viagem aos Camarões e Angola, instaurou-se a polémica nos meios de comunicação social, quanto à posição da Igreja sobre o uso ou não do preservativo.

       A resposta do Papa à pergunta colocada, apontou, como sempre e como não poderia deixar de ser, para a dignificação das relações entre as pessoas. E obviamente que a SIDA, em concreto, não se trata com a disttibuição de preservativos, quando muito é um "remédio" preventivo. Não passa só por aí. Em África, passa muito pela educação, pela cultura, pela melhoria no atendimento médico, pelo acesso generalizado aos cuidados de saúde, pela gratuidade dos serviços médicos para as pessoas carenciadas.

       Por vezes dá a ideia, que a distribuição do preservativo é a solução para todos os problemas. Muitos dos países ocidentais escondem a corrupção, o desvio de dinheiro, de ajudas internacionais, o comércio de armamento, o tráfico de diamamtes, o tráfico de crianças, a violação de mulheres, silenciamento das vozes críticas, o tráfico de petróleo.

       A questão de África é muito mais profunda: faltam escolas, faltam hospitais, falta água, falta saneamento, faltam medicamentos, faltam médicos, faltam professores, falta a participação das pessoas no seu destino, falta liberdade, nomeadamente para as oposições, falta distribuição de riquezas, falta quase tudo.

       O uso do preservativo no combate à SIDA é uma questão particular e concreta. A resposta o Papa é doutrinal, é uma proposta de vida, é um ideal cristão. Obvimente, que as relações sexuais entre pessoas deveria contemplar o respeito pelo outro, o ter apenas um(a) parceiro(a) sexual e quanto possível por muito tempo ou sempre... Obviamente que o ser humano é frágil. Obviamente também, que mais importante que o uso ou não do preservativo é a vida humana. Quando está em causa a vida humana... o uso do preservativo é uma questão menor. Claro que se é o meio de protecção e de defesa da Vida, ninguém negará que primeiro está a vida. A Igreja é uma acérrima defensora da VIDA e da dignidade da pessoa.

       Por outro lado, em África como em outros continentes, o papel da Igreja em defesa dos mais pobres, dos doentes de SIDA, dos turberculosos, dos toxicodependentes. Quantos hospitais promovidos pela Igreja, quantas escolas?

       Não basta falar, é preciso ver o compromisso concreto. E a Igreja tem feito mais, muito mais, no combate à SIDA e a outros flagelos que muitos dos que nestes dias levantaram as vozes com a posição de sempre da Igreja, ao serviço da humanidade.

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