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25.11.17

Solenidade de Cristo Rei do Universo - ano A - 2017

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1 – Um Rei que vem para servir. Um reino cuja marca registada é o amor, o serviço, a caridade, a atenção e o cuidado aos mais pequeninos. Um Reino frágil que assenta os seus pilares na bondade, na misericórdia e na ternura. Não tem armas nem exércitos treinados. Não tem mestres nem comandantes. Um reino forte porque não está dependente de negociatas ou de equilíbrios de poder, não vive para agradar mas para cuidar, sempre, em todas as circunstâncias.

A Sua coroa é tecida de espinhos, de amor, de compaixão e de delicadeza. O Seu trono é uma "abençoada" Cruz. Melhor, é a vontade do Pai. É um Rei obediente, até à morte e morte de Cruz. Governa transparecendo as palavras e as obras do Pai. A sua fragilidade é o amor. A Sua grandeza é o amor que ama e que se gasta a favor de todos, a começar pelos últimos.

Este é o nosso Rei, é Jesus, o Filho Bem-amado do Pai que nos resgata do egoísmo, das trevas e da morte e nos assume como irmãos. Agora temos Pai, não somos órfãos. Nunca mais seremos órfãos. Temos Pai, sabendo que no final de tudo seremos julgamos, não por um Juiz distante, imparcial e frio, mas pela misericórdia do Pai, através do Filho, no Espírito Santo.

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2 – Esse dia, tremendo e sobretudo glorioso, chegará para todos, como um ladrão noturno, como temos vindo a ouvir no Evangelho mateano. Assusta-nos? Sim, todo o fim nos assusta. Vamos andando, mas e depois, o que virá depois? Como será o nosso encontro com o Rei? Será Juiz ou será Pai?

 

3 – A última chamada acontece todos os dias para 175 mil pessoas. Qualquer dia será a nossa vez. Como lidamos com esta certeza? E se fosse hoje o nosso dia? Como estamos a preparar-nos?

Jesus alerta-nos que o Filho do homem virá em glória, com todos os Seus Anjos e todas as nações serão levadas à Sua presença. Será a hora de separar as ovelhas dos cabritos.

É a fé que nos salva, que nos predispõe para amar, servir e perdoar, dilata o nosso coração para acolher Deus e nos acolhermos ao Coração de Deus. Mas, chegados aqui, o caminho não termina! Está só no começo, em Deus, temos o mundo todo para cuidar. Não é tarefa de um dia. Não é tarefa para uma só pessoa. É para todos os dias, é missão de todos. A mim e a ti cabe começar, semeando migalhas de esperança e de alegria, levando Deus a toda a parte, a todas as pessoas que encontrarmos, a todas as horas do dia.

«Vinde, benditos de meu Pai; recebei como herança o reino que vos está preparado desde a criação do mundo. Porque tive fome e destes-Me de comer; tive sede e destes-Me de beber; era peregrino e Me recolhestes; não tinha roupa e Me vestistes; estive doente e viestes visitar-Me; estava na prisão e fostes ver-Me». Mas quando é que isso aconteceu? «Quantas vezes o fizestes a um dos meus irmãos mais pequeninos, a Mim o fizestes». Não vivemos às escuras, a luz da fé, a luz de Jesus ilumina o nosso peregrinar.

Em contraponto, se recusarmos a luz que vem de Deus e nos esquecermos da nossa origem e da nossa meta, da nossa missão no mundo e do sentido da nossa vida, então as contas a ajustar serão diferentes: «Afastai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e os seus anjos. Porque tive fome e não Me destes de comer; tive sede e não Me destes de beber; era peregrino e não Me recolhestes; estava sem roupa e não Me vestistes; estive doente e na prisão e não Me fostes visitar». Quando é que isso aconteceu? Quando nos esquecemos de Deus nos irmãos mais necessitados: «Quantas vezes o deixastes de fazer a um dos meus irmãos mais pequeninos, também a Mim o deixastes de fazer».

Antes do fim, que não sabemos quando, existe o tempo que Deus nos dá, confiando-nos os outros e este mundo grande e belo. Não podemos simplesmente ignorar! Estas palavras são para nós, para mim e para ti. Não assobiemos para o lado! Só temos uma vida e não sete como os gatos!


Textos para a Eucaristia (ano A): Ez 34, 11-12. 15-17; Sl 22 (23); 1 Cor 15, 20-26.28; Mt 25, 31-46.

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