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21.04.18

Eu sou o Bom Pastor, que dá a vida pelas suas ovelhas

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1 – Jesus regressa ao MEIO para seguir à frente, precedendo-nos e impelindo-nos, com a paciência e a argúcia do pastor, com o olhar atento, com a agilidade para recuar atrás, avançar, saltar uma vedação, um muro, pegar na ovelha que se tresmalha. E como alguém diz por aqui, Ele é o Bom Pastor e nós somos (as ovelhas mas também) os cães-pastores que cuidamos de incentivar as ovelhas a regressarem ao rebanho e de seguirem o Mestre.

Bento XVI, o Papa Emérito, no Seu brasão episcopal e papal tem um urso. Segundo o próprio, o primeiro Bispo de Frisinga, São Corbiniano, viajava em cavalo para Roma. Ao atravessar uma floresta foi atacado por um urso, que lhe devorou o cavalo. O santo homem fez com que o URSO o acompanhasse e levasse a carga até Roma. Bento XVI ter-se-á sentido como um urso que carrega a responsabilidade como Pastor, e como Urso torna-se obediente, disponível para transportar a Palavra de Deus e testemunhar Jesus Cristo.

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2 – «Eu sou o Bom Pastor. O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas». Jesus vem para congregar, alargando a Sua família a todos os que assim o entenderem: minha Mãe, minhas irmãs e meus irmãos são aqueles que escutam a Palavra de Deus e a põem em prática. Mais felizes são aqueles que fazem a vontade de Meu Pai que está nos Céus. Quem Me vê, vê o Pai. Se guardardes os Meus mandamentos permaneceis no Meu amor, Meu Pai vos amará, e nós viremos habitar em todos vós que guardardes os Meus mandamentos.

No Antigo Testamento, a referência ao pastoreio traz a promessa que o próprio Deus virá como Pastor apascentar o Seu povo. David torna-se o grande Rei de Israel. É um jovem pastor que governará, em nome de Deus, aquele Povo. Os salmos fazem eco das promessas de Deus: se o Senhor Deus é o meu pastor nada me faltará.

 

3 – Os pastores foram os primeiros a adorar Jesus aquando do Seu nascimento, em Belém da Judeia. Na vida simples de Nazaré, Jesus contactou com a vida também simples e árdua do campo. Conhecia bem a dedicação e a preocupação dos pastores. É possível que também ele tenha assumido essa tarefa de juntar num só rebanho as ovelhas e cabras de cada família, procurando as melhores pastagens. Os cordeiros e os cabritos eram parte da sobrevivência, fornecendo a carne, o leite, para beber e para fazer queijo, e a lã para os agasalhos de inverno. Haveria dias de luta em que tinham que andar à procura de alguma ovelha. Deixar alguma para trás trazia mais dificuldades à sobrevivência das famílias. Além da responsabilização.

A realidade experimentada na juventude é visível nas palavras de Jesus: «O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas. Eu sou o Bom Pastor: conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem-Me, do mesmo modo que o Pai Me conhece e Eu conheço o Pai; Eu dou a vida pelas minhas ovelhas». É um pré-anúncio da Sua morte, para que n'Ele tenhamos vida e vida em abundância.

O contraponto é o mercenário, «como não é pastor, nem são suas as ovelhas, logo que vê vir o lobo, deixa as ovelhas e foge, enquanto o lobo as arrebata e dispersa. O mercenário não se preocupa com as ovelhas».

 

4 – O global tem visibilidade na particularidade, no concreto. Amar o mundo inteiro é igual a amar mundo nenhum, se não se amam pessoas (de carne e osso) que estão à nossa beira.

Jesus vem para a humanidade inteira, mas começa naquele tempo, naquela região, com aqueles Doze. A multidão nunca impede Jesus de encontrar e encontrar-Se com rostos, com pessoas, com as suas histórias e os seus dramas, com as suas lágrimas e sorrisos, com os seus sonhos e esperanças.

O pastoreio de Jesus expande-se, geográfica e temporalmente: «Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil e preciso de as reunir; elas ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só Pastor. Por isso o Pai Me ama: porque dou a minha vida».


Textos para a Eucaristia (B): Atos 3, 13-15. 17-19; Sl 4; 1 Jo 2, 1-5a; Lc 24, 35-48.

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