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05.05.18

«Como o Pai Me amou, também Eu vos amei»

mpgpadre

1 – «Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos». Não há maior amor que o amor de Mãe. Duas afirmações lapidares que que facilmente se conjugam. O verdadeiro amigo é capaz de renunciar a muito para salvaguardar a amizade ou para ver o amigo feliz. Dar a vida por alguém faz-nos situar num nível superior. Assim é também o amor de Mãe, que, ao longo da vida e em todos os momentos, está predisposta a lutar pelos filhos, a gastar-se por inteiro, a fazer tudo para que os filhos não sofram e tenham direito a usufruir de todas as bênçãos, de todos os direitos e garantias! Quantos de nós já presenciaram Mães a fazer-se ouvir, alto e bom som, em defesa dos filhos, sem olhar para quem está a observar ou a murmurar ou a quem se dirigem?

A cumplicidade começa no ventre materno. Nove meses (ou perto disso), em que duas vidas interagem; dois corações que batem perto um do outro; dois mundos, um por dentro do outro; o medo e a esperança; a pressa e a paciência; os sonhos e as angústias! A Mãe é-o muito antes de o ser, de o ser visivelmente para o mundo! E, depois, é a vida toda: o nascimento, os primeiros gestos, sorrisos, a primeira palavra, o gatinhar e o começar a andar, o crescimento, a adolescência, a juventude, a autonomia, o sair de casa... E, por outro lado, as dificuldades, as noites por dormir, a angústia de fazer alguma coisa errada, não saber cuidar, ou não estar à altura das exigências do filho e do tempo; as alternativas para a educação, o contacto com outros mundos; as primeiras lágrimas, a primeira queda ou a primeira ferida; as birras, a incompreensão, a autonomia crescente, as diferenças que se sublinham; o isolamento do filho ou os caminhos tortuosos por onde está a enveredar ou por onde pode ir...

É um amor para a vida toda. É uma vida toda em que facilmente a Mãe (e o Pai) se esquece de viver a própria vida para viver em função do/s filho/s, das suas necessidades e dos seus anseios, dos seus projetos. Eles crescem! Saem de casa! O ninho fica vazio! Mas a ligação permanece! E hoje, com os telemóveis e com as tecnologias de informação e com as redes sociais, a ligação é ainda mais permanente. E filhos criados, tantas vezes, trabalhos dobrados!

jesus-christ-at-the-last-supper.jpg

2 – O ambiente familiar é essencial na conceção que temos da vida e da saúde nas relações com os outros. Visualiza-se assim o amor vivido na Sagrada Família de Nazaré, mesmo com as dificuldades inerentes naquela época, nomeadamente quanto à sobrevivência, com uma elevada exigência de trabalho e de sacrifício, e de entreajuda dentro da família e com os vizinhos!

«Como o Pai Me amou, também Eu vos amei»! Jesus tem uma relação privilegiada com o Pai, uma intimidade que transparece para os discípulos e para as multidões. Retira-Se e refugia-Se para orar. Eu e o Pai somos Um! Quem Me vê, vê o Pai! Ninguém vai ao Pai senão por Mim! O Meu Pai trabalha em todo o tempo e Eu também trabalho! Sem secundarizar esta relação espiritual-sobrenatural, entrevê-se a relação com São José e com Nossa Senhora.

«Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como Eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor». Por certo já o ouvimos ao nosso Pai ou à nossa Mãe: és lindo se fizeres o que te estou a pedir! Traduzindo, verás mais facilmente o meu amor por ti, a minha alegria, se guardares o que te digo! Guardar é cumprir, viver, concretizar no dia-a-dia! Pois dessa forma, irás por um caminho que te fará bem e te fará feliz. E se tu estás bem, o teu Pai e a tua Mãe vão estar felizes.


Textos para a Eucaristia (B): Atos 10, 25-26. 34-35. 44-48; Sl 97 (98); 1 Jo 4, 7-10; Jo 15, 9-17.

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