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Escolhas & Percursos

...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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25.03.10

Alta costura

mpgpadre

       Rica ou pobre, a mãe autêntica, noite e dia, vela pelo seu filho (a). Tudo faz por ele ou por ela, silenciosamente, e, por vezes, na ingratidão filial, continua a tecer amor e carinho para que a vida saída do seu ventre conquiste a felicidade.

19.02.10

A minha Mãe é um Anjo de Deus

mpgpadre

      

       O menino voltou-se para a mãe e perguntou:

       - Os anjos existem mesmo? Eu nunca vi nenhum.

       Como ela lhe afirmasse a existência deles, o pequeno disse que iria andar pelas estradas, até encontrar um anjo.

       - É uma boa ideia, falou a mãe. Irei com contigo!

       - Mas você anda muito devagar, - argumentou o garoto - tem um pé aleijado.

       A mãe insistiu que o acompanharia. Afinal, ela podia andar muito mais depressa do que ele pensava. Lá se foram. O menino saltitando e correndo e a mãe mancando, seguindo atrás.

       De repente, uma carruagem apareceu na estrada. Majestosa, puxada por lindos cavalos brancos. Dentro dela, uma dama linda, envolta em veludos e sedas, com plumas brancas nos cabelos escuros. As jóias eram tão brilhantes que pareciam pequenos sóis.

       Ele correu ao lado da carruagem e perguntou à senhora:

       - Você é um anjo?
       Ela nem respondeu. Resmungou alguma coisa ao cocheiro, que chicoteou os cavalos e a carruagem sumiu na poeira da estrada.

       Os olhos e a boca do menino ficaram cheios de poeira. Ele esfregou os olhos e tossiu bastante. Então, chegou sua mãe que limpou toda a poeira, com seu avental de algodão azul.

       -Ela não era um anjo, não é, mamãe?

       - Com certeza, não. Mas um dia poderá se tornar um, respondeu a mãe.

       Mais adiante, uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou o menino. Seus olhos eram estrelas azuis e ele lhe perguntou:

       - Você é um anjo?

       Ela ergueu o pequeno em seus braços e falou feliz:

       - Uma pessoa me disse ontem à noite que eu era um anjo.

       Enquanto acariciava o menino e o beijava, ela viu seu namorado chegando. Mais do que depressa, colocou o garoto no chão. Tudo foi tão rápido que ele não conseguiu se firmar bem nos pés e caiu.

       - Olhe como você sujou meu vestido branco, seu monstrinho!” Disse ela, enquanto corria ao encontro do seu amado.

       O menino ficou no chão, chorando, até que chegou sua mãe e lhe enxugou as lágrimas com seu avental de algodão azul.

       - Aquela moça, certamente, não era um anjo!

       O garoto abraçou o pescoço da mãe e disse estar cansado.

       - Você me carrega?
- É claro, - disse a mãe - foi para isso que eu vim.
       Com o precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a música que ele mais gostava. Então o menino a abraçou com força e lhe perguntou:
       - Mãe, você não é um anjo?
       A mãe sorriu e falou mansinho:

       - Imagine, nenhum anjo usaria um avental de algodão azul como o meu.”


William J. Bennett. Postado a partir do nosso blogue Caritas in Veritate.

07.01.10

Um Pai cuida de 10 Filhos...

mpgpadre

       "Filho és, pai serás, como fizeres assim acharás". É um ditado popular que bem conhecemos, ilustrado por algumas lendas/histórias que nos sensibilizam para o cuidado a ter com as pessoas mais idososas. Veja agora uma destas histórias em formato de canção.

              No nosso blogue Caritas in Veritate, pode ver duas versões, a portuguesa e a chinesa.

30.11.09

Percursos: amor para lá das aparências

mpgpadre

       Esta história é sobre um soldado que finalmente voltava para casa, após a terrível guerra do Vietname.

       Ele ligou para seus pais, em São Francisco, e disse-lhes:

       - Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, eu tenho um favor a vos pedir.

       - Claro meu filho (emocionados), pede o que quiseres!

       - Eu tenho um amigo que eu gostaria de trazer comigo.

       - Claro meu filho, nos adoraríamos conhecê-lo!!!!

       - Entretanto, há algo que vocês precisam saber, ele foi terrivelmente ferido na última batalha, ele pisou uma mina e perdeu um braço e uma perna. O pior é que ele não tem nenhum lugar para onde ir e, por isso, eu quero que ele venha morar connosco.

       - Eu sinto muito em ouvir isso filho, nós talvez possamos ajudá-lo a encontrar um lugar onde ele possa morar e viver tranquilamente! (assustados).

       - Não, eu quero que ele venha morar connosco! (emocionado e muito nervoso).

       - Filho, disse o pai, tu não sabes o que nos estás a pedir. Alguém com tanta dificuldade, seria um grande fardo para nós. Nós temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira em nosso modo de viver. Acho que tu deverias voltar para casa e esquecer esse rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo (constrangidos) Neste momento, o filho desligou o telefone. Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele.

        Alguns dias depois, eles receberam um telefonema da polícia de São Francisco. O filho deles havia morrido depois de ter caído de um prédio. A polícia acreditava em suicídio. Os pais angustiados voaram para São Francisco e foram levados para o necrotério a fim de identificar o corpo do filho. Eles o reconheceram, mas, para o seu horror, descobriram algo que desconheciam: O filho deles tinha apenas um braço e uma perna.

 

 

       Os pais, nesta história são como muitos de nós. Achamos fácil amar aqueles que são bonitos ou divertidos, mas, não gostamos das pessoas que nos incomodam ou nos fazem sentir desconfortáveis.

       De preferência, ficamos longe destas e de outras que não são saudáveis, bonitas ou "espertas" como nós acreditamos que somos. Graças a DEUS, há alguém que não nos trata desta maneira. Alguém que nos ama com um amor incondicional, que nos acolhe dentro de uma só família. Em cada dia façamos uma pequena prece para que DEUS nos dê a força que precisamos para aceitar as pessoas como elas são, e ajudar a todos, a compreender aqueles que são diferentes de nós. Há um milagre chamado AMIZADE, que mora em nosso coração. Nós não sabemos como ele acontece ou quando surge. Mas, nós sabemos que este sentimento especial aflora e percebemos que a AMIZADE é o presente mais precioso de Deus.

       Amigos são como jóias raras. Eles fazem-nos sorrir e nos encorajam para o sucesso. Eles nos emprestam um ouvido, compartilham uma palavra de incentivo e estão sempre com o coração aberto para nós. Mostre aos seus amigos o quanto você se importa e é grato a eles.

(Autor desconhecido) postado no blogue: Caritas in Veritate.

20.11.09

A Princesa que escolheu morrer... por amor!

mpgpadre

        "Mack e os filhos pararam nas cataratas Multnomah… Missy implorou ao pai para que ele conte a lenda da jovem índia, filha de um chefe da tribo Multanomah…

 

       A história falava de uma Princesa, única filha de um pai idoso. O chefe adorava a filha e escolheu com cuidado um marido para ela: um jovem guerreiro, da tribo Clatsop, que a amava. As duas tribos juntaram-se para celebrarem as bodas; porém, antes do início da festa, uma doença terrível começou a espalhar-se entre os homens, matando muitos deles.

       Os anciãos e os chefes reuniram-se para discutir o que poderiam fazer contra a doença devastadora que dizimava rapidamente os seus guerreiros. O feiticeiro mais velho contou que o seu pai, já bem idoso e pouco antes de morrer, previra uma doença terrível que mataria os seus homens, uma doença que só poderia ser vencida se a filha de um chefe, pura e inocente, oferecesse de boa vontade a vida pelo seu povo. Para realizar a profecia, ela deveria subir voluntariamente a um penhasco sobre o Grande Rio e saltar para a morte sobre as rochas mais abaixo.

       Uma dúzia de jovens, todas filhas dos vários chefes, foram levadas à presença do Conselho. Depois de demorados debates, os anciãos decidiram que não poderiam pedir um sacrifício tão grande, sobretudo porque não sabiam se a lenda era verdadeira.

       Mas a doença continuou a espalhar-se implacavelmente entre os homens, até que, finalmente, o jovem guerreiro, o futuro esposo, caiu doente. A princesa, que o amava muito, sentiu no fundo, do coração que algo precisava de ser feito e, depois de lhe dar um breve beijo na testa, afastou-se.

       Demorou toda a noite e todo o dia seguinte para chegar ao local indicado na lenda, um penhasco altíssimo acima do Grande Rio e das terras que se estendiam a perder de vista. Depois de rezar e de se entregar ao Grande Espírito, ela cumpriu a profecia sem hesitar, saltando para a morte nas rochas mais abaixo.

       Nas aldeias, na manhã seguinte, os doentes levantaram-se saudáveis e fortes. Houve grande júbilo e comemoração, até que o jovem guerreiro descobriu que a sua noiva tinha desaparecido. À medida que a percepção do q eu acontecera se espalhava rapidamente ente entre o povo, muito empreenderam a viagem até ao lugar onde sabiam que iriam encontrá-la. Enquanto se reuniam em silêncio à volta do corpo destroçado na base do penhasco, o seu pai, tomado pelo sofrimento, gritou ao Grande Espírito, pedindo que o sacrifício dela fosse lembrado para sempre. Nesse momento, do lugar onde ela saltara começou a jorrar água, transformando-se numa névoa fina que caía aos pés deles, formando lentamente um lago maravilhoso…


       A narrativa possuía todos os elementos de um verdadeiro conto de redenção, não muito diferente da história de Jesus, que ela conhecia tão bem. Falava de um pai que amava a filha única e de um sacrifício anunciado por um profeta. Por causa do amor, a jovem decidiu dar a sua vida para salvar o noivo as tribos da morte certa.

       … Quando chegou a vez de Missy rezar, ela quis conversar com o pai:

       - Papá, por que teve ela de morrer?

       - Querida, ela não teve de morrer. Ela escolheu morrer para salvar seu povo…

       As questões sucedem-se. O Grande Espírito é Deus? Deus quis que o Seu filho morresse? Se Deus quis que a Princesa morresse, se Deus quis que Jesus Cristo morresse, então Deus é mau?

       Jesus escolheu morrer, por amor à humanidade, assim como a Princesa da lenda... Mas os mistérios do homem e de Deus continuam a ser insondáveis, mas pelo menos conhecemos um rosto que nos mostra Deus: JESUS CRISTO.

 

In A Cabana, de Paul Young.

Postado no blogue: Caritas in Veritate.

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