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...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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19.06.12

Encerramento da Catequese Paroquial (2)

mpgpadre

       Sábado, 16 de junho de 2012: encerramento da catequese da paróquia de Nossa Senhora da Conceição, de Tabuaço, com um momento de convívio, no Centro Paroquial, e com a celebração da Eucaristia, que incluiu o batismo da Mariana e um ofertório solene englobando cada ano de catequese, com alusão a festa de catequese proposta nos diversos anos. A música de fundo é uma proposta para o 8.º ano de catequese: Deus precisa de ti, interpretada por João Pedro Neves.

 

»» Para as fotos do ENCERRAMENTO DA CATEQUESE 2012,

visite o perfil da paróquia de Tabuaço no facebooK.

12.02.12

43. F A M Í L I A

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Família.

O Domingo, para os cristãos, como o Sábado para os judeus, é o dia do Senhor, do descanso, dia da oração comunitária, da Eucaristia, da festa, é o dia do encontro e da partilha, é o dia da família.

Os judeus, ao Sábado, iam à Sinagoga, rezar, escutar a Palavra de Deus, refletir sobre a Palavra de Deus e depois reuniam-se em família para a festa da páscoa. Em cada Sábado a comemoração semanal, em que se recordavam as maravilhas realizadas por Deus e favor do seu povo, e que eram transmitidas de geração em geração, através das famílias. A família tem um papel preponderante no mundo judaico.

O cristianismo, da mesma forma, celebra de forma solene a Páscoa cada ano, mas ao Domingo, na celebração da Eucaristia faz presente a Páscoa de Jesus. Com efeito, a Eucaristia é memorial da Paixão redentora de Jesus, sobretudo memorial da Ressurreição. Também para os cristãos o Domingo se tornou o dia da Família. Seria bom que este hábito não se perdesse, pois é uma bênção que aproxima, que fortalece, que dá vida nova, que segura, que ampara, que protege, que envia. Famílias que vivem numa dinâmica de partilha, de afeto, de encontro, de festa, estarão mais preparadas para "criarem" homens e mulheres saudáveis, com segurança e com valores para hoje e para amanha.

 

F - Felicidade, Fortalecimento, Filiação, Fraternidade, Força, Firmeza.

A - Amor, Amizade, Âncora, Agradecimento, Apoio, Amparo.

M - Mesa comum, Memória/memorial, Mensagem, Mimetismo, Música do coração.

I - Inteligência, Imaginação, Ideal, Idioma, Interior, Inspiração.

L - Ligação, Laços, Liberdade/livres, Labuta/Lavor, Louvor, Lembrança.

I - Investimento, Interpessoal, Incorporação, Iniciação, Instinto (sobrevivência)

A - Acolhimento, Alimento, Abraço/Amplexo, Ajuda, Advir, Alegria.

 

Escolhemos algumas palavras para caracterizar o acróstico FAMÍLIA. Algumas são muito próximas, mas todas elas ajudam a perceber melhor o papel e a importância da família nas nossas vidas, e na sociedade do nosso tempo.

A família permite-nos a ligação ao mundo, é ponto de apoio, de descoberto, é na família que nasce e se desenvolvem os valores e se aprende a interagir com os outros; a família é um apoio, um esteio que protege, que ampara, ajuda, apoia, é uma âncora que nos mantém à tona, que não nos deixa ir ao fundo; é na família que se comunica a vida e a história; a família é a nossa melhor inspiração, o nosso descanso, o nosso calor, a família é a nossa casa, o porto de abrigo, no nosso refúgio, a nossa barca. A família é o lugar da descoberta, da aprendizagem, da mensagem de vida, de respeito, de dignidade. É com a família que aprendemos a vida, a ler o que nos rodeia e nos tornamos livres, para voar, porque temos um poiso, temos onde regressar. A família que nos acolhe, nos ama, nos lança, nos inspira. A família continua a ser o melhor investimento e a melhor herança da sociedade. Com a família aprendemos a partilhar, a amar, a confiar; em família aprendemos a partilhar as alegrias e a condividir das tristezas. Não estamos sós. E sabermos que temos alguém a nosso lado já é força suficiente para nos soerguermos e caminharmos. Temos alguém que nos dá a mão e a quem podemos estender/dar a mão. É o nosso amparo. É ajuda e advir, sossega-nos e garante o nosso amanhã, num abraço que nos estreita, coração a coração, nos alimenta e nos alegra.

 

Não somos ilhas. O ser humano é o animal mais dependente. Se calhar por isso... Deus coloca-nos uns com os outros, para nos protegermos mutuamente... Uma pessoa sem família, sem casa, sem este lugar de conforto, é como semente e cai e cresce em terra pedregosa, entre espinhos, como diz Jesus no Evangelho, que floresce em beleza, mas sem raízes que a segurem e que a alimentem pelo tempo fora. Quando chegarem as primeiras chuvas e ventanias logo é arrancada e perde-se... ou quando chegar o sol do meio-dia e o calor, porque não tem raízes que a alimentem logo morre, seca, desaparece...

Uma pessoa sem família, sem referência, sem raízes, sem substrato, sem alimento, logo que chegam as adversidades, quebra e dificilmente se levantará, a não ser que encontrem família, apoio, um lugar de refúgio e conforto. É na família que primeiramente se equilibram os sentimentos e a própria vida.

Por outro lado, também nos momentos de bonança, a pessoa precisa da família (ou de quem a substitua). Não se faz festa sozinho, não tem sabor nem sentido. Pode haver contentamento (passageiro) mas não alegria que acalenta. Precisamos de alguém com quem apreciar as coisas boas que a vida nos proporciona, alguém com quem partilhar e em quem sabemos poder confiar os nossos medos, inseguranças, os nossos defeitos e as nossas qualidades. Na família, estamos despidos (de todo o preconceito, de todas as imagens que por vezes elaboramos para nos protegermos dos outros ou para dos outros obtermos o reconhecimento).

Precisamos uns dos outros, muito mais da família, para saborear, para mastigar os momentos belos da nossa existência, e para que nos momentos de dor de desilusão termos alguém que nos deita a mão e não nos deixa naufragar. Precisamos de alguém que seja casa para nós, que nos protege, nos ampara e nos conforta, dando-nos força para levantar. Do mesmo modo, em sentido contrário, como família nos tornamos apoio, conforto, segurança, almofada, força para os nossos irmãos, pais... A família é a nossa casa mais luxuosa. Não existe casa mais nobre do que a casa do amor, do afeto, da família.

Como cristãos, e por maioria de razão, podemos e devemos fazer da comunidade a nossa família e a nossa casa, sem descurar a família primeira, que também é a primeira igreja, a igreja doméstica. A comunidade eclesial há de ser família enquanto ajuda a crescer, protege, ampara, ensina, guia, comunica a vida, permite-nos partilhar e festejar as nossas alegrias, e amaciar, tornando oração, a nossa dor e o nosso sofrimento.

 

Nem  todos têm família, e nem todos a têm para sempre, e nem todos a têm como lugar de conforto, de beleza, de amor... mas se a temos, valorizemos cada momento. Se é nosso hábito encontrar-nos, continuemos a fazê-lo não por obrigação ou pressão, mas com alegria, em festa. Aproveitemos, é o tempo favorável. Se não temos hábitos que nos façam sentar no mesmo espaço, à volta da mesma mesa, e a partilhar, façamo-lo, quanto antes...

01.01.12

Santa Maria Mãe de Deus - Dia mundial da Paz

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       1 - Hoje, neste domingo, ao começar um novo ano, reunimo-nos para celebrar o Filho de Deus feito homem. Fazemo-lo, contemplando-O nos braços de Maria, que no-l’O oferece, que nos convida a aproximar-nos d’Ele como fizeram os pastores em Belém.

       Com fé e com esperança, peçamos a Jesus, Príncipe da Paz, que o seu amor e a sua paz alcancem o mundo neste ano que hoje começamos.

       Desde há 45 anos que, por iniciativa do Papa Paulo VI, o primeiro dia do ano, dia da Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, é celebrado como Dia Mundial da Paz. E como admirar-se desta escolha, se no fim da Ladainha de Nossa Senhora nós a invocamos como Rainha da Paz, coroando com esta invocação um dos bens maiores pelo qual anseia a humanidade!

        2 - O tema da mensagem de Bento XVI para este Dia Mundial da Paz é: Educar os Jovens para a Justiça e a Paz. O Santo Padre está convencido de que os jovens podem, com o seu entusiasmo e idealismo, oferecer uma nova esperança ao mundo. E é com esperança que o Papa afirma: “Com qual atitude devemos olhar para o novo ano? No Salmo 130, encontramos uma imagem muito bela. O salmista diz que o homem de fé aguarda pelo Senhor ‘mais do que as sentinelas pela aurora’ (v.6), aguarda por Ele com firme esperança, porque sabe que trará luz, misericórdia, salvação. Esta expectativa nasce da experiência do povo eleito, que reconhece ter sido educado por Deus a olhar o mundo na sua verdade sem se deixar abater pelas tribulações. Convido-vos a olhar o ano de 2012 com esta atitude confiante.”

       A mesma toada confiante nos é transmitida por D. António Couto, o nosso novo bispo, que iniciará o seu ministério episcopal na diocese no próximo dia 29: ”Com alegria e confiança de criança, levanto os meus olhos para os montes, para Aquele que guarda a minha vida, de noite e de dia, quando saio e quando entro, desde agora e para sempre! É com esta luminosa melodia do Salmo 121, que canto, neste dia, ao bom Deus, que sei bem que «tem sido o meu pastor desde que existo até hoje» (Génesis 48,15). D’Ele quero ser transparência pura, sempre, como Ele, pastor que visita, com um olhar repleto de bondade, beleza e maravilha, os seus filhos e filhas que Ele agora me confia. Enche sempre, Senhor, o meu olhar, mãos e coração com a tua presença bela e boa. Que, em mim, sejas sempre Tu a visitar o teu povo. É esta divina maneira de ver bem, belo e bom (episképtomai), que diz o bispo (epískopos) e a visita ou visitação pastoral (episkopê) (Lucas 1,78; 7,16; 19,44).” 

       Unamo-nos nos mesmos sentimentos aos nossos Pastores e enfrentemos o novo ano na confiança, na esperança e na paz.

 

       3 – A paz é dom de Deus, mas é também trabalho do homem. Deus não nos dispensa do nosso trabalho e a tarefa que Bento XVI que aponta é a aposta na educação. O Santo Padre lembra que educar – na sua etimologia latina “educere” - significa conduzir para fora de si mesmo ao encontro da realidade, rumo a uma felicidade que faz crescer a pessoa. E aponta lugares concretos para uma verdadeira educação para a paz e a justiça:

  • A família, já que os pais são os primeiros educadores e a família é a célula originária da humanidade;
  • Os responsáveis das instituições com tarefas educativas, que devem velar para que, em todas as circunstâncias, seja valorizada e respeitada a dignidade de cada pessoa;
  • Os responsáveis políticos, que devem ajudar as famílias e as instituições educativas a exercerem o seu direito - dever de educar;
  • O mundo dos media, para que não se limitem a informar mas também a formar na medida em que existe uma ligação estreitíssima entre educação e comunicação;
  • Também os jovens são convidados a fazer um uso bom e consciente da liberdade para serem responsáveis pela sua própria educação e formação para a justiça e a paz. 

        Aceitemos a missão que o sucessor de Pedro nos confia, com a mesma confiança e generosidade com que Nossa Senhora aceitou a interpelação do Anjo, que lhe permitiu ser a Mãe de Deus.

 

Pe. João Carlos,

21.12.11

Abrir-se ao DOM

mpgpadre

Recuperar a verdade do Natal é abrir-se ao dom, deixar que Cristo se forme em nós

        Acende-se, neste tempo, a nostalgia nos nossos corações. E quando escrevo "nossos", estou a pensar em quantos ainda viveram um Natal religioso, familiar e feliz; afinal os que conheceram outra realidade diferente desta pressa anónima, irrefletida e comercial que hoje nos afoga.

       Nostálgicos, exclamamos que "já não é como dantes". Estranhamente, porém, resignamo-nos, qual pedaço de esferovite perdido na corrente: apesar de flutuar, está decididamente rendido a uma força estranha!

       Foi já há mais de uma dezena e meia de anos que me confrontei com um grito de alarme numa revista espanhola: "Roubaram-nos o Natal". Mas aonde nos levou esta constatação? Que reação provocou, para além do estranho sentimento de perda? Às indefinições que vivemos…

       Sempre tive grande dificuldade em lidar com a resignação, mesmo quando ma apresentavam vestida de suposta virtude. Realmente, tenho medo de cobardias dóceis ou cómodas abdicações.

       É por isso mesmo que defendo uma urgência: recuperar a verdade do Natal - lavando-a de todas contaminações e "distrações", para usar a ideia expressa pelo Papa Bento XVI no Angelus do passado domingo.

       Se o fizermos, torna-se natural o anúncio e a partilha da impensável notícia: "Deus amou tanto o mundo, que lhe deu o seu Filho unigénito".

       Reconheça-se que muitos cristãos assim procedem, trabalhando para que os sinais do Amor não desapareçam das casas, das ruas e, sobretudo, dos gestos. Deparamo-nos, por isso, com exposições, presépios, estandartes às janelas e campanhas que levam ao encontro do outro - que é sempre o lugar de encontro com Deus. Mas são demasiados os embrulhados numa mera generosidade de coisas; ou em atitudes simplesmente protocolares, vividas com o desencanto de quem eterniza indiferenças, ainda que escritas sob o manto de "cordiais saudações"!..

       Recuperar a verdade do Natal é abrir-se ao dom, deixar que Cristo se forme em nós. Sem medo, pois que quanto mais fugirmos de Deus, mais nos desumanizamos.

 

João Aguiar Campos, Editorial da Agência Ecclesia.

23.02.11

Torradas queimadas

mpgpadre

       Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer torradas.

        Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai.

       Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato.

       Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.

       Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geleia e engolindo cada bocado.

       Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada.

       E eu nunca esquecerei o que ele disse:

       – Amor, eu adoro torrada queimada…

       Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada.

       Ele me envolveu em seus braços e me disse:

       – Sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada… Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém.

A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou o melhor marido, empregado ou cozinheiro!

       O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo não relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.

       Essa é a minha oração para você, hoje.

       De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com amigos.

       Não ponha a chave de sua felicidade no bolso de outra pessoa, mas no seu próprio.

       Veja pelos olhos de Deus e sinta pelo coração dele;

       você apreciará o calor de cada alma, incluindo a sua.

       As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse, mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez se sentir.

 

autor desconhecido, postado a partir do nosso CARITAS IN VERITATE.

18.08.10

A parte principal do tesouro!

mpgpadre

       Conta a lenda que certa mulher pobre com uma criança no colo, passou diante de uma caverna e escutou uma voz misteriosa que lá dentro dizia:
       - Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas não se esqueça do principal. Lembre-se, porém, de uma coisa: Depois que você sair, a porta se fechará para sempre. Portanto, aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do principal...
       A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no seu avental. A voz misteriosa falou novamente:
       - Você agora, só tem oito minutos.
       Esgotados os oito minutos, a mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou. Lembrou-se, então, que a criança lá ficara e a porta estava fechada para sempre!
       A riqueza durou pouco e o desespero, sempre. O mesmo acontece, por vezes, connosco. Temos uns oitenta anos para viver, neste mundo, e uma voz sempre nos adverte:

       - Não se esqueça do principal!
       E o principal são os valores espirituais, a oração, a vigilância, a vida.
       Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais nos fascinam tanto que o principal vai ficando sempre de lado. Assim esgotamos o nosso tempo, aqui, e deixamos de lado o essencial: "OS TESOUROS DA ALMA!"
       Que jamais nos esqueçamos que a vida, neste mundo, passa rápido e que a morte chega de inesperado, e quando a porta desta vida se fechar para nós, de nada valerão as lamentações.

"NÃO ESQUEÇAMOS DO PRINCIPAL!"
       Dê importância à sua família, seus amigos, seu companheiro, esses sim, são tesouros preciosos e valiosos demais para deixarmos partir sem apreciar os momentos com eles.

 

Autor desconhecido, postado a partir do nosso Caritas in Veritate.

09.07.10

A mais bela flor do mundo

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       Havia uma jovem muito bonita que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que pagava muitíssimo bem, uma família unida. O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo e a sua vida estava deficitária em algumas áreas. Se o trabalho consumia muito tempo, ela tirava dos filhos, se surgiam problemas, ela deixava de lado o marido...

 
       E assim, as pessoas que ela amava eram sempre deixadas para depois. Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu um presente: uma flor muito cara e raríssima, da qual havia um exemplar apenas em todo o mundo.
       E disse a ela: "Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina! Você terá apenas que regá-la e podá-la de vez em quando, às vezes conversar um pouquinho com ela, e ela te dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores."
       A jovem ficou emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual. Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o trabalho consumia todo o seu tempo, e a vida, que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor.
       Ela chegava em casa, olhava a flor e as folhas ainda estavam lá, não mostravam nenhum sinal de fraqueza ou morte, apenas estavam lá, lindas, perfumadas. Então ela passava direto. Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu.
       Ela chegou em casa e levou um susto! Estava completamente morta, suas raízes estavam ressecadas, suas flores caídas e suas folhas amarelas. A Jovem chorou muito e contou ao seu pai o que havia acontecido. Seu pai então respondeu: "Eu já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te dar outra flor, porque não existe outra igual a essa, ela era única assim como seus filhos, seu marido e sua família.
       Todos são bênçãos que o Senhor te deu você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar atenção a elas, pois assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor lá, sempre florida, sempre perfumada e se esqueceu de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama!"
       E nós? Temos cuidado das bênçãos que Deus tem nos dado?
 
Patriciana Gomes, in 33catolico a serviço da Igreja.

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