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...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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30.06.18

Se eu, ao menos, tocar nas suas vestes, ficarei curada

mpgpadre

1 – A vida de Jesus transparece o amor de Deus e a Sua ternura! Toda a vida de Jesus é um hino de louvor ao Pai e identificação com a humanidade, nos seus sonhos e nos seus sofrimentos.

Jesus passa à outra margem. O Filho do Homem está em movimento! Vem ao nosso encontro. Sai de uma para a outra margem, onde se junta uma grande multidão.

O Papa Francisco, em mais de uma ocasião, tem desafiado os pastores a terem o cheiro das ovelhas. Jesus está no meio de nós como quem serve! A Sua fama espalhara-se! As pessoas reconhecem-n'O. Prevalece a certeza da Sua bondade e delicadeza, da Sua atenção aos mais pobres, aos mais frágeis, aos excluídos da sociedade.

No evangelho, dois encontros inesperados, duas pessoas com estatuto social diverso, um homem e uma mulher. Jairo, bem conhecido de todos, pois é um dos chefes da Sinagoga, e procura uma resposta para a sua filha enferma. E uma mulher, desconhecida, que engrossa a multidão e (quase) não se distingue dos demais. Como outras mulheres naquela época, o seu lugar é o anonimato!

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2 – A multidão absorve e pode fazer esquecer a pessoa como pessoa. Vejam-se os ajuntamentos, os grupos, as manifestações! Para o bem e para o mal, a multidão sanciona comportamentos, reforça atitudes, desculpa e/ou disfarça o que corre mal.

Jairo destaca-se da multidão, porque chega, não estava na multidão, aproxima-se de Jesus, cai aos seus pés e suplica-Lhe:  «A minha filha está a morrer. Vem impor-lhe as mãos, para que se salve e viva». Jesus segue Jairo para se inteirar do que se passa e poder agir em conformidade.

Entretanto vêm avisar Jairo que a filha tinha morrido. O que este pai temia aconteceu! A reação da multidão é espontaneamente fria: «A tua filha morreu. Porque estás ainda a importunar o Mestre?». Contudo, Jesus não se esconde atrás da multidão e diz-lhe que basta ter fé. Pedro, Tiago e João acompanham-n'O a casa de Jairo. Chegados aí encontram grande alvoroço com pessoas a gritar e a chorar. Jesus serena os presentes dizendo-lhes que a menina está apenas a dormir. Jesus usa as palavras da ressurreição: «Talita Kum – Menina, Eu te ordeno: Levanta-te».

E a menina ergueu-se, ressuscitada. Jesus é homem como nós, mas é também verdadeiro Deus. Mais uma vez mostra ao que vem: salvar, redimir, ressuscitar, dar-nos nova vida.

 

3 – De partida para casa de Jairo, uma mulher aproxima-se de Jesus, por entre os apertos da multidão, toca-Lhe o manto e sente-se curada de um fluxo de sangue que a atormentava há vários anos. Não nos é revelado o nome, mas esta mulher tem rosto e tem uma história de sofrimento que carrega há muito. Gastou os seus bens à procura de cura. Quantas pessoas passam pelo mesmo? Recorrem a tudo e mais alguma coisa, ora com esperança ora cansadas de lutar. Gastam balúrdios e gastam-se e, em muitas situações, inutilmente. A fé pode ser essa força que nos anima, nos fortalece e não nos deixa desistir.

Para lá da doença física, a impureza cultual e o afastamento do contacto humano e social. A lei era explícita: «Quando uma mulher tiver o fluxo de sangue que corre do seu corpo, permanecerá durante sete dias na sua impureza… Quem tocar nalguma coisa que estiver sobre a cama ou sobre o móvel em que ela se sentou, ficará impuro até à tarde… Quando uma mulher tiver um fluxo de sangue durante vários dias, fora do tempo normal de impureza, isto é, se o fluxo se prolongar para além do tempo da sua impureza, ficará impura durante todo o tempo desse fluxo…» (Lv 15, 19-25).

Entenda-se, é uma impureza cultual e não uma impureza moral. No caso presente, é um fluxo de sangue que perdura há muito. É um estigma religioso e social. Jesus poderá ser a última oportunidade: «Se eu, ao menos, tocar nas suas vestes, ficarei curada». Aproxima-se discretamente, não quer ser denunciada. Basta o que tem sofrido. De Jesus emana uma força que salva, que acolhe, que cura, que inclui, que devolve a dignidade. «Minha filha, a tua fé te salvou». A força da cura sai de Jesus, mas advém também da fé desta mulher.

Jesus vê, sente, percebe esta mulher por entre uma multidão aos encontrões, para surpresa dos Seus discípulos: «Vês a multidão que Te aperta e perguntas: ‘Quem Me tocou?’».

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Textos para a Eucaristia (ano B):

Sab 1, 13-15; 2, 23-24; Sl 29 (30): 2 Cor 8, 7. 9.13-15; Mc 5, 21-43.

 

REFLEXÃO DOMINICAL COMPLETA na página da Paróquia de Tabuaço

16.06.18

O reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra. Dorme e levanta-se e a semente germina e cresce...

mpgpadre

1 – Bento XVI, no início do seu ministério petrino (24/04/2005), falava nos desertos exteriores que se multiplicavam (guerra, violência, fome…) e nos desertos interiores que se acentuavam, com a perda de sentido, havendo cada vez mais pessoas a não saber qual o seu lugar no mundo. Por outro lado, Deus já nem é questionado ou é secundarizado! Um risco que corremos também na Igreja: viver como se Deus não existisse, ou como se não fosse importante, ou só importasse no fim da vida ou nos apertos da vida!

Os santos experimentaram o que se apelida de noite de fé. Santa Teresa de Calcutá é a mais recente de um número de santos que se questionaram e questionaram Deus no confronto com uma realidade avassaladora de miséria, de exclusão, de sofrimento "inocente"! Santa Teresinha do Menino Jesus deparou-se com a doença "mortal", protestando com Deus, tal como Job: que mal tinha feito para que Deus permitisse tão grande sofrimento?! As respostas nem sempre são clarividentes e muitas vezes levam a novas perguntas. Para Santa Teresinha, a esperança pode falhar, a fé em Deus também, mas o caminho seguro para Deus será o amor. Assim Santa Teresa de Calcutá prossegue com a sua "noite da fé", sujeita a muitas interrogações, mas não vacilando na hora de amar Jesus em cada pessoa a cuidar.

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2 – Jesus desafia à confiança em Deus: «O reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra. Dorme e levanta-se, noite e dia, enquanto a semente germina e cresce, sem ele saber como. A terra produz por si, primeiro a planta, depois a espiga, por fim o trigo maduro na espiga. E quando o trigo o permite, logo se mete a foice, porque já chegou o tempo da colheita».

Numa leitura apressada dá a ideia que o trabalho humano (e braçal) é dispensável. O homem lança a semente à terra!

Antes disso é preciso cavar, ajeitar a terra e eliminar as ervas ruins, cavando mais fundo. No caso do trigo e do centeio é semear e deixar crescer… até chegar o tempo de cortar! Pelo meio, outros cuidados! Logo nos primeiros dias é necessário estar atento afastando as aves para que não comam as sementes visíveis ou esgravatem na terra à procura das que estão mais fundas! Por isso se colocam espantalhos! É preciso vigiar ratazanas e cava-terras que luram a terra e danificam a sementeira. Se antes há cuidados, depois é preciso "malhar" ou debulhar, separando o trigo da palha, aproveitando um e outro. O trigo será moído, obtém-se a farinha, e coze-se o pão! A palha ser, por exemplo, para alimento dos animais…

 

3 – Na segunda parábola, Jesus clarifica e acentua a confiança em Deus. O Reino de Deus «é como um grão de mostarda, que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes que há sobre a terra; mas, depois de semeado, começa a crescer e torna-se a maior de todas as plantas da horta, estendendo de tal forma os seus ramos que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra».

A oração inicial provoca-nos à mesma confiança: «Deus misericordioso, fortaleza dos que esperam em Vós, atendei propício as nossas súplicas; e, como sem Vós nada pode a fraqueza humana, concedei-nos sempre o auxílio da vossa graça, para que as nossas vontades e ações Vos sejam agradáveis no cumprimento fiel dos vossos mandamentos».

A benevolência de Deus chama-nos à vida e sustenta-nos neste mundo que Ele nos dá como chão e como casa, atendendo às nossas súplicas mas implicando-nos na transformação de todas as realidades que estejam longe ou desfasados do reino de Deus que não é apenas uma realidade futura, mas está aí, está aqui, na história e no tempo. Jesus veio, em Pessoa, viver connosco. Não veio viver por nós, mas viver como um de nós. Assumindo-nos, para que com Ele possamos aprender, crescer, e O assumamos na nossa vida, criando as condições para que a semente em nós semeada possa germinar.

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Textos para a Eucaristia (ano B): Ez 17, 22-24; Sl 91 (92); 2 Cor 5, 6-10; Mc 4, 26-34.

 

REFLEXÃO DOMINICAL COMPLETA na página da Paróquia de Tabuaço

09.06.18

Quem fizer a vontade de Deus esse é meu irmão, minha irmã e minha Mãe

mpgpadre

1 – É possível que ouçamos o rumor dos passos do Senhor a caminhar no nosso jardim! Por vezes os Seus passos assustam-nos porque estamos nus, temos medo do Seu olhar, e talvez pensemos que a Sua misericórdia tenha limites. Mas o problema não é estarmos despidos diante do Senhor, sem as nossas máscaras, o problema é a falta de confiança no Seu amor, a falta de cumplicidade com um Pai que nos ama com o coração de Mãe. É possível que não possamos voltar atrás, é possível que nos tenhamos desabituado do olhar de Deus e O sintamos como um intruso, um intrometido, que queremos afastar, manter longe da nossa vista. Talvez tenhamos deixado de ter aquela cumplicidade que nos fazia correr para os Seus braços, a intimidade com um olhar translúcido de amor, de carinho e de ternura! Há de chegar o tempo em que sentiremos saudades daquele olhar, daquele abraço, sem precisarmos de nos vestir, de nos disfarçarmos, de arranjarmos barreiras!

Houve um tempo em que as nossas Mães nos trouxeram ao colo, nos amamentaram, nos deram banho, nos mudaram as fraldas! Agora talvez tenhamos pudor e recato em falar desse tempo que não nos lembramos mas que sabemos que existiu! Com os anos fomos fazendo a experiência de uma privacidade que anulou aquela intimidade, pele com pele, fomos fechando o quarto, fomo-nos vestindo, deixamos de aparecer nus diante dos nossos pais. E já crescidos acharíamos estranho despir-nos diante deles, pois tal intimidade já não se expressa da mesma maneira.

«Onde estás?». Pergunta Deus a Adão. Onde estás, pergunta-nos Deus! A resposta de Adão mostra o medo e a vergonha: «Ouvi o rumor dos vossos passos no jardim e, como estava nu, tive medo e escondi-me». Como é que nós respondemos a Deus? Temos medo? Vergonha? Exigir-nos-á mais do que estamos dispostos a dar?

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2 – Jesus torna audíveis e visíveis os passos de Deus. Podemos continuar a esconder-nos. Deus não Se esconde, pelo contrário, procura-nos, vem ao nosso jardim, ao nosso mundo, chama-nos pelo nome, quer-Se perto de nós.

O nosso olhar pode ficar turvo, o nosso coração pode endurecer como pedra, a nossa memória pode adoecer, a nossa vontade pode fraquejar, mas Deus não desiste. Não desistiu de Adão nem de Caim. Não desistiu de Noé nem dos seus filhos. Apostou em Abraão, em Moisés e em Josué. Confiou em David e em Salomão, em Elias e em Amós. Não cessou de insinuar o Seu rosto e a Sua presença, não tanto na tempestade e na confusão, mas na brisa suave, respeitando-nos na nossa liberdade. Sem Se impor, mas não deixando de Se propor!

É então que, na plenitude dos tempos, Deus vem em carne e osso, encarnando, dando-nos o Seu Filho muito Amado! Não dá mais para ignorar, Deus está no meio de nós. O sim de Deus à humanidade encontra o "sim" de Maria e nasce Jesus, Deus connosco.

Jesus vem fazer a vontade do Pai! Seremos Seus discípulos e Seus parentes se O imitarmos: «Quem fizer a vontade de Deus esse é meu irmão, minha irmã e minha Mãe».

 

3 – Agora sei que o rumor no meu jardim eram os Teus passos,

agora percebi que era a Tua voz que me chamava pelo nome,

agora, Senhor, que o meu olhar encontrou o Teu olhar,

ou melhor, que Tu quiseste ver-Me...

agora sei que vieste ao meu encontro, quiseste habitar comigo,

Ilumina-me, Senhor, com o Teu Espírito, com o fogo do Teu amor...

faz com que me sinta perdoado e amado pelo Teu abraço,

Que nos momentos bons, saiba ser grato por tantas bênçãos!

Que nos momentos maus, saiba que não foste embora!

Agora que me encontraste, não me deixes afastar-me de Ti, do Teu olhar, do Teu amor

Agora sei que me assumiste como filho no Teu Filho Jesus...

Agora sei que faço parte da Tua família,

Que saiba fazer com que sejas parte da minha família...

Faz-me atento e disponível para Te escutar, Te amar e Te seguir;

faz-me dócil para acolher a Tua palavra e procurar a Tua vontade,

e como Maria saiba dizer-Te: faça-se em mim segunda a Tua palavra!

_____________________________________________________________________________________

Textos para a Eucaristia (ano B): Gen 3, 9-15; Sl 129 (130); 2 Cor 4, 13 – 5, 1; Mc 3, 20-35.

 

REFLEXÃO DOMINICAL COMPLETA na página da Paróquia de Tabuaço

02.06.18

Será permitido ao sábado fazer bem ou fazer mal, salvar a vida ou tirá-la?

mpgpadre

1 –  O Evangelho traz-nos mais um debate entre Jesus e os fariseus. Os discípulos, enquanto caminham, apanham algumas espigas. Popularmente dizemos que "roubar para comer não é pecado".

Nas nossas terras é conhecido o costume do "rebusco". Quando se arrancavam as batatas e depois de serem apanhadas, as pessoas podiam passar a apanhar as que ficavam perdidas. Assim o trigo, o milho… Depois de varejar os castanheiros ou as nogueiras, ou depois de vindimar, as pessoas podiam entrar nas propriedades e apanharem castanhas, nozes, maças, uvas, o que encontrassem. Alguns proprietários, que não eram unhas de carne, deixavam propositadamente mais frutos na terra e nas árvores para que os pobres pudessem recolher alimentos.

Os fariseus também não colocam isso em causa. Quem não fosse proprietário ou quem andasse em viagem comia frugalmente, pela escassez dos alimentos disponíveis mas também pelas dificuldades em transacionar pela troca direita ou por dinheiro. O que os fariseus questionam é por ser ao sábado, supondo que ao sábado seria preferível passar fome ou até morrer!

los discípulos iban arrancando espigas.jpg

2 – Os fariseus usam a lei do descanso sabático para questionar Jesus acerca dos seus discípulos. Tudo serve para O questionarem e pôr em causa a Sua postura!

Jesus serve-se da Sagrada Escritura relembrando uma personagem importantíssima para os judeus, o Rei David, e como ele e os companheiros entraram no templo e comeram as oferendas que era oferecidas a Deus para sustento dos sacerdotes! A conclusão de Jesus é lapidar: «O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado. Por isso, o Filho do homem é também Senhor do sábado». A lei, o sábado hão de estar ao serviço da pessoa, da sua dignidade, da promoção da vida!

Jesus prossegue. Entra na sinagoga onde encontra um homem com uma mão atrofiada. Os fariseus fixam-se em Jesus a ver se ele tem o atrevimento de em dia de sábado o curar. É a vez de Jesus questionar: «Será permitido ao sábado fazer bem ou fazer mal, salvar a vida ou tirá-la?». E logo Jesus trata de fazer o que está ao Seu alcance, curando-o.

Jesus sente indignação e tristeza pela dureza dos seus corações. Os fariseus vão reunir-se com os partidários de Herodes e decidem acabar com a vida de Jesus. De que lado nos posicionamos? Claro, simpaticamente ao lado de Jesus, embora talvez também sejamos fariseus em muitas circunstâncias. Deixemos que Jesus nos cure do nosso egoísmo e da indiferença perante o sofrimento dos outros.

3 – A primeira leitura enquadra e justifica o sábado como dia santo. «Trabalharás durante seis dias e neles farás todas as tuas obras. O sétimo, porém, é o sábado do Senhor, teu Deus. Não farás nele qualquer trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu escravo, nem a tua escrava, nem o teu boi, nem o teu jumento, nem nenhum dos teus animais, nem o estrangeiro que mora contigo. Assim, o teu escravo e a tua escrava poderão descansar como tu».

É de sublinhar a sabedoria da lei, sob a inspiração divina, numa época tão distante da nossa. O sábado é dia santificado para louvar o Senhor, mas também para o descanso de todos. O sábado não é apenas para alguns, mas para todos, até para os animais. As leis laborais, como a psicologia moderna, consagram a necessidade do descanso para retemperar forças, para equilibrar a saúde física e psicológica, mas por forma a potenciar o convívio entre as pessoas. O descanso valoriza o trabalho e, em contraponto, o trabalho valoriza o descanso.

Sendo o texto elaborado por alguém académica e socialmente com um estatuto elevado, a abrangência da lei é divinal, pois não se fixa apenas nos judeus ou nos homens livres, mas abarca os escravos e os estrangeiros, evocando a condição em que os judeus viveram no Egipto como estrangeiros e como escravos. Se Deus os libertou, se Deus está na origem do sábado, então o sábado é para todos, em ordem à libertação integral!

__________________________________________________________________________________

Textos para a Eucaristia (ano B): Deut 5, 12-15; Sl 80 (81); 2 Cor 4, 6-11; Mc 2, 23 – 3, 6.

 

REFLEXÃO DOMINICAL COMPLETA na página da Paróquia de Tabuaço

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