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Escolhas & Percursos

...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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09.09.13

Gonçalves da Costa: 20 anos depois, peregrino de mim

mpgpadre

       Fazia precisamente vinte anos que eu tinha deixado a minha aldeia, naquele dia de sim de verão em que voltava a percorrer, peregrino de mim, os caminhos de infância. O passado vinha ao meu encontro em cada esquina, mas a criança ingénua, tímida, crédula, e um tanto presunçosa na sua ignorância, essa por lá ficara irremediavelmente perdida aos bocados, não sei como nem onde. Lembro-me, por exemplo, da vizinha, a Maria Rosa, que da porta da sua casa me disse adeus há 20 anos, quando ela tinha outros tantos.

       E afinal lá estava ela, entretida com as agulhas da meia, ao pé da horta, entre os cravos e as couves-galegas, a mesma juventude, o mesmo ar sadio, a mesma garridice provinciana. Parece incrível como os anos a deixaram intacta! Vou fazer-lhe uma surpresa:

       - Olá, Maria Rosa!

       Ela moveu a cabeça a fitar-me numa interrogação.

       - Então já não me conheces?

       - Desculpe. Eu não sou a Maria Rosa. Chamo-me Emília. Maria Rosa é a minha mãe. Olhe-a ali.

       Nesse momento vi emoldurada nas ombreias da porta uma cabeça grisalha, um rosto enrugado, uns olhos mortiços, uma boca meio desdentada que se abriu a perguntar:

       - Que é?

       - Não é nada. Desculpe. Foi uma confusão.

       Vinte anos! Uma eternidade! Só as árvores mantinham a sua perene mocidade verde. Só o sol, agora a fechar os olhos dormentes no repoiso do ocaso, irradiava o mesmo sorriso rechonchudo, menineiro. E afastei-e, peregrino de mim, a caminho de um santuário profanado pela morte.

 

in GONÇALVES DA COSTA, Paróquia beiraltinas. Penude e Magueija. AQUI.

08.09.13

Quem não preferir à própria vida não pode ser Meu discípulo

mpgpadre

       1 – Chamamento. Seguimento. Cruz. Despojamento. Humildade. Coragem. Persistência. Amor. Esperança. Sem promessas. Com as certezas que advêm da fé, do serviço e da verdade. O Mestre e os discípulos. Sempre discípulos, seguidores, aprendizes, alunos. Sempre apóstolos, enviados, em caminho, testemunhas do Evangelho, transparência, rosto e presença de Jesus em cada tempo, em todos os ambientes. A prioridade: amar. O essencial: serviço. O conteúdo: Jesus Cristo. A Mensagem: conciliar, reunir, paz, justiça, bem-dizer e bem-fazer, partilha, comunhão, gratuitidade, verdade, amar servindo, servir amando. A meta: Deus. Em Deus há lugar para todos.

       A multidão seguia Jesus, ia atrás da Sua Palavra, dos Seus gestos e de milagres. Todos com as mesmas intenções? Certamente que não. Hoje continua a ser assim. Multidões que seguem Jesus, vão à Igreja, têm fé, vivem a religião, têm fé e não vão à Igreja, e quase deixaram de ser Igreja, mas de vez enquanto ainda se sentem, se afirmam como cristãos, como Igreja, ou a combatem dizendo que também fazem parte dela. Como diria um santo teólogo, a Igreja é como a nossa Mãe, velhinha e com a pele enrugada, mas não vamos andar por aí a dizer mal da nossa Mãe. Não. Pelo contrário, vamos dar-lhe mais atenção, dedicar-lhe mais tempo. Cuidar. Para que a Igreja seja sobretudo Mãe, e como Mãe também guia e mestra.

       A Igreja muitos rostos e muitos caminhos, tantos quantos as pessoas, assim o afirmava o Cardeal Ratzinger. Jesus é o CAMINHO, a Verdade e a Vida. É o nosso CENTRO, a referência fundamental, o AMOR maior. Mas cada um de nós tem a sua história, os seus dramas, os seus sonhos, cada um de nós sente à sua maneira. Mas se houver um FAROL que nos congregue será mais fácil carregar a nossa cruz.

       2 – «Se alguém vem ter comigo, e não Me preferir ao pai, à mãe, à esposa, aos filhos, aos irmãos, às irmãs e até à própria vida, não pode ser meu discípulo. Quem não toma a sua cruz para Me seguir, não pode ser meu discípulo. Quem de entre vós não renunciar a todos os seus bens, não pode ser meu discípulo».

       Jesus não está pelos ajustes, tudo ou nada. Ele ama-nos definitiva e totalmente. A intimidade com Deus Pai mais O compromete.

       Não há cá paninhos quentes. Quem Me quiser seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz, traga a sua vida por inteiro. Nada pode ficar de reserva, ou no condicional (vamos ver o que isto dá… depois logo se vê). A vida toda. Vamos inteiros, corpo, alma, espírito. Quem não Me preferir à mãe, ao pai, ou aos filhos, à própria vida, não pode ser Meu discípulo. Sem papas na língua. É assim mesmo! Põe todas as cartas na mesa. Não fica com nenhuma cartada na manga. Ele não Se impõe. Não faz promessas. Não dá garantias de sucesso. Não faz chantagem, nem negoceia o Seguimento. Ou quereis ou não quereis.

        A minha/nossa resposta não pode ser diferente. Não podemos amar a meias, a prazo, quando nos dá na real gana, ou quando estamos bem-dispostos. Ou quando precisamos. Ou quando a vida nos corre bem e nos sobra tempo. Ou amamos ou não amamos. Ainda que cada um possa manifestar o seu amor (e a sua fé) de maneira específica. Existe um caminho de aperfeiçoamento a construir.

       3 – Será que Jesus quer que eu me isole para O seguir? Que vire as costas à família e aos amigos? Que me torne monge? Será que Ele exige uma vida vazia, sem nada nem ninguém? Quais são as condições para sermos Seus discípulos?

       Quem quiser ser Meu discípulo tem de renunciar a uma vida apagada, cómoda, instalada, de indiferença. Pegar na própria Cruz e segui-l'O. Dia após dia. Todos os dias, em todo o tempo. Até quando dormimos somos d'Ele. Até quando descansamos respiramos o Seu Espírito. Em qualquer estado de vida.

       Um padre (Pe. Manuel Gonçalves da Costa) do Seminário Maior dizia: quando precisares de ajuda pede a quem tem muito que fazer, que ande sempre ocupado, pois arranja tempo e espaço para te ajudar. Se pedires ajuda a alguém que nunca tem nada para fazer, nunca arranjará tempo para te ajudar. É assim o convite de Jesus. Quanto mais ocupados com Deus, mais disponíveis para os outros. Alguém conhece pessoas cheias de si com tempo para os outros?

       Na convocação do Ano Sacerdotal, o Papa Bento XVI evocava uma reflexão do Santo Cura d'Ars, São João Maria Vianney, sublinhando o valor e a necessidade da oração. Para quê? Para que Deus dilate o nosso coração. Somos limitados, amamos limitadamente. A oração coloca-nos no coração ENORME de Deus, a oração faz-nos amar mais, mais, muito mais, o mundo inteiro. Seguindo Deus, amando Deus, servindo Deus, nos outros.


Textos para a Eucaristia (ano C): Sab 9, 13-19; Flm 9b-10.12-17; Lc 14, 25-33.

 

06.09.13

Paróquias Beiraltinas - Penude e Magueija

mpgpadre

M. GONÇALVES DA COSTA. Paróquias Beiraltinas. Penude e Magueija. 2.º Edição. Seminário Maior de Lamego. Lamego 2013, 268 páginas.

       Este é certamente um livro de maior interesse para os naturais de Penude e de Magueija, para os que lá trabalham, para os que por ali passam, pessoas interessados em história, na evolução das comunidades nas diferentes vertentes, económica, social, cultural, religiosa.

       O Dr. Gonçalves da Costa vai até aos primórdios, ainda antes do início da nacionalidade, e faz-nos percorrer a história destas duas paróquias, até depois do 25 de abril de 1974.

       Focalizado nos dois povos vizinhos, mas na abertura para a Diocese e para o mundo, com muitas referências aos Prelados da Diocese, Cabido, Paróquias de Alamacave e da Sé, festas, tradições, usos e costumes, lendas, e ao Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, à contrução de estradas e caminhos, de cemitérios e capelas, construção e ampliação das igrejas de Penude e Magueija, as suas gentes, a economia, a religiosidade popular, as romarias a Cárquere, à Lapa, à Senhora dos Remédios.

O livro mostra-nos a generosidade das pessoas de Penude e de Magueija, que em testamento sempre se lembravam dos mais pobres, ainda que por vezes tivessem a preocupação de que estes estivessem presentes no funeral e nos diversos ofícios. Os párocos das duas freguesias e os sacerdotes naturais deste espaço.

 

       No prefácio da reedição deste, o Reitor do Seminário Maior refere a ajuda prestada ao autor, dizendo que de muitos ficaram poucos ou apenas o próprio. Do seu curso, porque do meu curso continuamos a ajudar. Nos últimos anos de vida, o autor tinha as faculdade de visão muito diminuidas. Lembro-me perfeitamente desses tempos. Por vezes dizia-me (e aos outros), eu é que estou cego e vós não vedes nada. Tínhamos que ler os textos, rascunhos, emendas, rasurados. Por vezes letra a letra, para que ele pudesse tirar o sentido e tentar entender qual era efetivamente a palavra em causa. Outras vezes usava uma lupa bastante graduada. Nós éramos os "pixotes" que não percebíamos nada de nada.

       Pelo meio muitas histórias. O pagamento eram os seus livros. Ainda me lembro de textos do Peregrino de Mim ou Viagens em Terra alheia. Curiosa por exemplo a interpretação das parábolas de Jesus, do Filho Pródigo, em que defendia com unhas e dentes o filho mais velho em detrimento do filho mais novo; a parábolas do fariseu e do samaritano que subiram ao templo para rezar, colocando no lugar do fariseu uma freira (deveria ter algumas discussões acesas com algumas freias, para uma opinião tão negativa...).

       Por outro lado, a conclusão que ainda éramos da família, ainda que afastados, afinal o pai do Dr. Gonçalves da Costa era originário da Matancinha, minha terra natal.

       Pelo meio outras curiosidades: Matancinha e Bairral civilmente pertenceram ao município de Magueija, religiosamente sempre a Penude. Matancinha, por proposta da Junta de Penude, seria a capital da união de freguesias de Magueija, Bigorne e Penude. Mas não foi aceite pela junta de Magueija, que queria a capital em Magueijinha.

       Um outro momento curioso. Uma tarde, depois de terminarmos o trabalho de "interpretação" dos seus gatafunhos, à saída disse-lhe "obrigado". Coisa que eu lhe dissesse. Obrigou-se a retirar o obrigado, dizendo que ele é que agradecia. Penso que o não tinha feito, mas tinha-me chateado de tal maneira, quase a berrar, dizendo que não tinha vista e que eu não percebia/via nada, que no final me saiu esta expressão: "obrigado". Claro que em outros dias lá voltei para ajudar, e com ele diversas estórias acrescentadas às dos livros.

       Um dos conselhos do Pe. Gonçalves da Costa, quando nos pedia colaboração: quando precisares de ajuda pede a quem tem muito que fazer, que ande sempre ocupado, pois arranja tempo e espaço para te ajudar. Se pedires ajuda a alguém que nunca tem nada para fazer, nunca arranjará tempo para te ajudar.

       Outra curiosidade pessoal: em minha posse tenho uma espécie de autobiografia do Pe. Manuel Rodrigues Borges, o sacerdote que me batizou, e que em parte confirma as conclusões do Pe. Gonçalves da Costa sobre Penude e as suas gentes, mas também sobre Magueija, as disputas, a construção da residência paroquial, e as consequências/frutos do cisma do Pe. Justino, sendo que a parte de cima, segundo o autor e o Pe. Borges, era mais religiosa e mais assídua às coisas da Igreja, dando mais sacerdotes à Igreja, fruto do rigorismo do Pe. Justino. Ver CISMA de PENUDE: AQUI.

       Refira-se também que vivi muitos anos nas duas freguesias: na Matancinha e depois Matança, Pereiro, Forcas e de novo Matancinha. Sempre de Penude, mas com muitas ligações a Magueija, onde frequentei a escola primária, e onde participávamos nas celebrações, na Missa, em São Tiago, ou mesmo em Magueijinha.

03.09.13

Papa João XXIII - Hoje, somente hoje...

mpgpadre

       Belíssima reflexão do bom Papa João XXIII, o Papa que convocou o Concílio Vaticano II. Vale a pena soltal a estas palavras. É no HOJE de Jesus que havemos de sintonizar a nossa vida. É HOJE que somos cristãos.

1. Somente hoje, procurarei viver o presente (em sentido positivo), sem querer resolver o problema da minha vida inteiramente de uma só vez.

2. Somente hoje, terei o máximo cuidado pelo meu aspecto: vestirei com sobriedade; não levantarei a voz; serei gentil nos modos; ninguém criticarei; não pretenderei melhorar ou disciplinar alguém, a não ser eu mesmo.

3. Somente hoje, serei feliz na certeza de que fui criado para ser feliz não só no outro mundo, mas também neste.

4. Somente hoje, adaptar-me-ei às circunstâncias, sem pretender que as circunstâncias se adaptem aos meus desejos.

5. Somente hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, lembrando que como o alimento é necessário para a vida do corpo, do mesmo modo a boa leitura é necessária para a vida da alma.

6. Somente hoje, realizarei uma boa acção e não o direi a ninguém.

7. Somente hoje, farei algo que não gosto de fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, farei de modo que ninguém perceba.

8. Somente hoje, organizarei um programa: talvez não o siga exactamente, mas o organizarei. E tomarei cuidado com dois defeitos: a pressa e a indecisão.

9. Somente hoje, acreditarei firmemente, não obstante as aparências, que a boa providência de Deus se ocupa de mim como de ninguém no mundo.

10. Somente hoje, não temerei. De modo particular, não terei medo de desfrutar do que é bonito e de acreditar na bondade. Posso fazer, por doze horas, o que me espantaria se pensasse em ter que o fazer por toda a vida.

 

Conclusão: um propósito totalitário: "Quero ser bom, hoje, sempre, com todos".

01.09.13

Quem se exalta será humilhado...

mpgpadre

       1 – “Quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado”. Alguns ditados populares: “gaba-te cesto que amanhã vais para a vindima”, “presunção e água benta cada um toma a que quer”, “já que ninguém te gaba, gabas-te tu”, “ninguém é bom juiz em causa própria”. A sabedoria popular, como a intervenção de Jesus, diz-nos algo evidente: o bem que fazemos não precisa de ser badalado, por si só produz fruto. Quando uma pessoa tem valor, não precisa de apregoar as suas qualidades aos quatro ventos, a não ser em questões de defesa de honra.

       A pessoa deve estimar-se, sentir-se digna de ser amada pelo que é. Em contexto cristão, a certeza de sermos filhos amados de Deus. Para Ele valemos tudo.

       É benéfica uma dose suficiente de otimismo e autoconfiança. A humildade pressupõe a autoestima. Quem se valoriza como pessoa, facilmente aceita as suas limitações e insuficiências, não como defeitos de fabrico, mas como contingência inevitável da respetiva humanidade. No plano da fé, a humildade faz-nos reconhecer que não somos deuses, impecáveis, não somos melhores que os outros, somos o que somos, precisamos de amar e de nos sentir amados, de reconhecer os outros como pessoas e de sermos reconhecidos pelo que somos (e pelo que fazemos de bem).

       2 – “Quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado”. Fazer depender a nossa vida daquilo que os outros dizem pode ser muito confrangedor. Os outros sempre nos hão de desiludir, ou por que não nos dão a atenção devida, ou por que não valorizaram o suficiente o nosso esforço, o nosso talento. Não é culpa deles. As nossas elevadas expectativas podem não encontrar o acolhimento devido. Diversamente por que não fizemos mais do que aquilo que outros esperavam de nós, ou simplesmente os outros não sabem como mostrar-se agradecidos da forma como merecemos.

       Jesus desafia-nos a sermos pró-ativos, agindo, lutando, caminhando, sem nos julgarmos mais que os outros e valorizando a nossa atenção sobre os mais necessitados. O que é mais importante, a imagem que os outros fazem de mim ou o que faço para tornar mais fácil e agradável a vida dos que me rodeiam?

       A lógica de Jesus Cristo: para Deus os últimos são os primeiros. Ser-nos-á mais fácil valorizar aqueles com quem nos identificamos mais, as pessoas com mais elevado estatuto social. Para Jesus e, consequentemente, para os cristãos, o maior cuidado deverá ser dado aos que valem menos aos olhos deste mundo, precisamente para incluir, para valorizar, para “igualar”. Trata-se de uma descriminação positiva. Não excluímos os primeiros, promovemos os segundos: “Quando ofereceres um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos; e serás feliz por eles não terem com que retribuir-te: ser-te-á retribuído na ressurreição dos justos”.

       3 – “Quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado”. Tenho para mim que a grandeza de uma pessoa se mede pela postura humilde no momento da vitória. Quando estamos por cima, expressão muito popular, é que mostramos verdadeiramente o que somos. Custa-me muito ver quando alguém ganha uma disputa política, desportiva, cultural, e que na proclamação da vitória tenha necessidade de espezinhar, de acentuar “os podres” dos derrotados, denegrindo mais os adversários para se engrandecer perante os seus ouvintes. A vitória já diz o suficiente e não garante que as ideias do vencedor sejam as mais nobres. As palavras serão desnecessárias a não ser para agradecer, para chamar todos à participação, pondo de lado as disputas, procurando valorizar o que possa ser benéfico para todos. Assumindo, inclusive, propostas dos adversários.

       Para quem perde, não será diferente. Ou a mensagem não passou. Ou não era ainda o tempo oportuno. Ou os outros têm opiniões divergentes. Mas logo é tempo de trabalhar, na reflexão e nas atitudes, para o maior bem de todos. Não é fácil. Mas não adianta passar o tempo a protestar contra os outros. Será o tempo de ajuntar esforços.

       Eis o conselho sábio de Ben-Sirá: “Filho, em todas as tuas obras procede com humildade e serás mais estimado do que o homem generoso. Quanto mais importante fores, mais deves humilhar-te e encontrarás graça diante do Senhor”.

       Um conselho, lido algures: lembra-te de respeitar aqueles que encontrares quando fores a subir, pois serão os mesmos que encontrarás quando vieres a descer…


Textos para a Eucaristia (ano C): Sir 3,19-21.30-31; Heb 12,18-19.22-24a; Lc 14,1.7-14.

 

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