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Escolhas & Percursos

...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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14.08.13

Paróquia de Pinheiros - 3.º Festa do Emigrante

mpgpadre

       A pouco mais de uma mês da festa da Padroeira, com novena, pregação e romaria, a 16 e 17 de setembro, esta festa do emigrante, no segundo fim de semana de agosto, é a oportunidade para aqueles que estarão impossibilitados de participar em setembro, de viverem um momento de convívio, partilha, festa e fé, saboreando este chão que nos aproxima. Ficam imagens da Eucaristia, presidida pelo reverendo Pe. Diamantino Duarte, da Procissão com a imagem de Santa Eufémia e a visita ao Cemitério, rezando por familiares e amigos que já partiram mas continuam a fazer parte da comunidade crente...

Para outras fotografias visitar o perfil da Paróquia de Pinheiros no facebook

ou no nosso GOOGLE +

14.08.13

Festa de Távora 2013 - Santa Bárbara

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       A figura de Santa Bárbara está muito vincadas nas comunidades católicas portuguesas, concretizando-se de forma muito clara nesta região do Douro. Em algumas paróquias da zona pastoral de Tabuaço, a festa de verão, popular, envolve Santa Bárbara. Em algumas paróquias, a festa religiosa tem dois dias, um para o padroeiro e outro para santa Bárbara. Em Távora, o padroeiro é São João Batista, assinalando-se o seu nascimento, a 24 de junho e o seu martírio, a 29 de agosto, com a celebração da Santa Missa. A festa popular, que congrega a comunidade, é em honra de Santa Bárbara, no segundo domingo de agosto, que este ano calhou a 11, com a celebração da santa Missa na Capela de Santa Bárbara.

       Algumas imagens da festa religiosa:

Para visualizar outras fotos: AQUI.

14.08.13

Paróquia de Távora - festa da catequese 2013

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       No primeiro domingo de agosto, aproveitando a presença dos emigrantes, e a proximidade da festa popular que se realiza no segundo domingo, a festa da catequese, envolvendo 22 crianças, distribuídas por vários anos, com as respetivas acentuações: acolhimento, Pai-nosso, Primeira Comunhão, palavra de Deus, Credo, Profissão de fé, Vida, Compromisso, Bem-aventuranças.

       Num clima de festa, e com grande participação dos familiares e amigos, a Eucaristia sublinhou a dinâmica da catequese como resposta ao compromisso assumido pelos pais e padrinhos no dia do Batismo, dos seus filhos e/ou afilhados.

       Algumas fotografias do momento.

 

Para visualizar as restantes visitar o perfil da Paróquia de Távora no facebook

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13.08.13

LEITURAS: Francisco - Pastor para uma nova época

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Michel COOL e António MARUJO. Francisco, Pastor para uma nova época. Paulinas Editora. Prior Velho 2013, 192 páginas.

       Da surpresa inicial à descoberta de uma postura coerente de vida, na proximidade de Jesus Cristo, na humildade mas também na frontalidade, na proximidade com as pessoas, independentemente do seu bilhete de identidade.

       Gestos e palavras do novo Papa, têm suscitado críticas muito positivas. Já aqui recomendámos livros sobre o Papa Francisco, e já recomendámos escritos, intervenções, homilias, mensagens, do então Cardeal de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio.

       Hoje sugerimos a leitura deste livro, que é uma espécie de 2 em 1. Sob o mesmo título, dois textos sobre Francisco, Papa eleito a 13 de março de 2013 e que logo suscitou grande curiosidade por ser pouco conhecido para a maioria das pessoas, pelo menos nesta região do globo.

       A primeira parte do livro é da autoria de Michel Cool, francês, repórter especializado em temas religiosos. Sob o título - Francisco, Papa do novo mundo -, trata-se de uma biografia que acompanha o Papa desde as origens, a família, a vocação, o episcopado, e os primeiros dias do Pontificado, como Francisco, procurando um estilo que o identifica como humildes, simples, autêntico. O trabalho aponta 10 prioridades para o Papa e para a Igreja, os dossiers urgentes, revisitando alguns dos textos do então Cardeal, bem como o testemunho de algumas personalidades aquando da Sua eleição surpresa - ou não tanto assim.

       Na parte final apresenta um pequeno abecedário com pronunciamentos do Papa Francisco/Bergoglio: aborto, bispo, Buenos Aires, Economi, Futebol, Humildade, Migrantes, Tango, Verdade, e outros temas.

       A segunda parte é da responsabilidade de António Marujo, jornalista português, e que se dedica sobretudo a temas religiosos. O seu livro, mencionado pela Editora, Deus vem a Público, apresenta diversas entrevistas, feitas ao longo de 10 anos, às mais importantes personalidades do universo religioso.

       Sete desafios à Igreja do Papa Francisco, é o título da reflexão de António Marujo. Partindo da originalidade/especificidade do Papa Francisco, o autor reflete sobre os grandes desafios que se levantam para a Igreja, dentro e fora, na relação com o mundo, no diálogo ecuménico e inter-regioso, seguindo a via do diálogo, da humildade, da verdade, da simplicidade, vivendo na dinâmica do evangelho, com a herança do Vaticano II, em atitude de conversão a Jesus e ao Seu evangelho de amor, e de fidelidade à vontade de Deus, no serviço dos mais frágeis, Igreja dos pobres e a caminho das periferias. Um dos aspetos a ter em conta: a Igreja, nas suas diversas estruturas deverá estar orientada para o serviço das pessoas, transparecendo o Evangelho e evitando burocracias que afastem e dividam.

       Se o título nos leva de imediato para o papado de Francisco, nas suas linhas gerais, os dois autores prestam uma enorme homenagem ao Papa Bento XVI. A comunicação, como a generalidade das pessoas, têm acentuado a postura de Francisco em relação a Bento XVI, e indiretamente a João Paulo II ou outros Papa, comparando-o sobretudo com o Bom Papa João XXIII. Curiosamente, quando os autores destes dois trabalhos abordam os desafios para a Igreja, no compromisso com o mundo atual, em atitude de serviço e de verdade, mostram como Bento XVI desencadeou processos, aprofundou vivências, atuou com firmeza em situações que mereciam atenção, com humildade na relação com as pessoas, convidando à autenticidade, denunciando o carreirismo dentro da Igreja, desafiando à vivência da fé traduzida em caridade.

       Lendo os textos do próprio Papa, enquanto Cardeal, ou já como Papa, cada um poderá tirar ilações da sua maneira de falar, de ver a Igreja e do mundo, da sua forma de se mover. Os gestos têm ajudado muito. Os livros sobre o Papa podem ajudar-nos a melhor interpretar as mensagens e os gestos papais.

11.08.13

Onde estiver o vosso tesouro, aí estará o vosso coração

mpgpadre

       1 – “Onde estiver o vosso tesouro, aí estará o vosso coração”.

       Bem pode ser uma divisa que nos acompanha na reflexão da palavra de Deus e em toda a nossa vida, como cristãos, comprometidos com Deus e com os irmãos.

       Em continuação lógica do domingo precedente, Jesus clarifica a opção dos discípulos:

“Fazei bolsas que não envelheçam, um tesouro inesgotável nos Céus, onde o ladrão não chega nem a traça rói. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará o vosso coração. Tende os rins cingidos e as lâmpadas acesas. Sede como homens que esperam o seu senhor ao voltar do casamento, para lhe abrirem logo a porta, quando chegar e bater”.

       Podemos ter o mundo inteiro dentro da nossa carteira, mas esta não nos garante a felicidade, não nos permite comprar a paz, a amizade, não nos livra de sofrimento, de angústia, não nos resguarda da escuridão, não nos protege da solidão nem da morte. Obviamente que viver dignamente implica bens materiais, mas sem extremismos. A ganância faz-nos mal, obscurece o essencial. Em função de números, de novo, sacrificamos a dignidade humana ao capital, acumulação desmedida, além das necessidades básicas, centrados na riqueza como um fim em si mesmo e não como meio facilitador.

       Na nossa carteira cabem notas, fotos, documentos e até memória, mas não cabem pessoas, sentimentos, o olhar de um rosto, de uma presença amiga, não cabe o toque, o sorriso, um aperto de mão, a força de um abraço, um beijo, o carinho de um afago, não cabe a gratuidade. Com a carteira recheada, como o filho mais velho da parábola, poderemos até comprar companhia, mas só disfarçará a solidão, sem preencher o coração. Só a gratuidade nos eleva.

 

       2 – “Onde estiver o vosso tesouro, aí estará o vosso coração”.

       Desengane-se, porém, quem interpreta as palavras de Jesus como renúncia aos bens materiais e como defesa da indigência das pessoas. Pelo contrário, o desafio a fazer bolsas que não envelheçam, é forte apelo à partilha solidária, a tratar o próximo com delicadeza, e sobretudo os mais pobres. Aquilo que fizerdes aos meus irmãos mais pequeninos é a Mim que o fazeis. Dai-lhes vós de comer. Como Eu fiz fazei vós também. O primeiro mandamento: amar a Deus. O segundo decorre do primeiro: amar o próximo como a si mesmo.

       Continuemos a escutar as palavras do Senhor: «Felizes esses servos, que o senhor, ao chegar, encontrar vigilantes».

       O administrador vigilante é aquele que não usurpa o lugar do seu senhor e, na sua ausência, cuida da riqueza e da casa. Assim nós também, como administradores a quem Deus confia a Sua casa, deveremos estar vigilantes, procurando que os dons que nos dá sejam valorizados, multiplicados, e não ciosamente guardados para cada um de nós. Quando Ele vier pedir-nos-á contas do nosso serviço, da nossa bondade, e o Seu património, as bolsas que não se rompem, passa pela caridade, pela partilha, pelo cuidado dos mais frágeis.

 

        3 – “Onde estiver o vosso tesouro, aí estará o vosso coração”.

       É preciso que o nosso tesouro seja Deus e que o nosso coração esteja em Deus. Esta é a garantia que a nossa vida não será em vão, que o nosso amor aos outros, no caminho com os outros, não será instrumentalizado. Só um AMOR maior, definitivo, aberto até à eternidade nos garante a salvação para lá do sofrimento e da morte.

 

       4 – “Onde estiver o vosso tesouro, aí estará o vosso coração”.

       Os nossos pais colocaram em Deus a Sua confiança e pela fé souberam caminhar, como povo, em direção à eternidade.

“A noite em que foram mortos os primogénitos do Egipto foi dada previamente a conhecer aos nossos antepassados, para que, sabendo com certeza a que juramentos tinham dado crédito, ficassem cheios de coragem. Ela foi esperada pelo vosso povo, como salvação dos justos e perdição dos ímpios... que os justos seriam solidários nos bens e nos perigos”.

       A fé nas realidades futuras, no futuro de Deus, leva o povo ao compromisso com o presente.

       Enquanto é tempo, trabalhemos pela instauração do Reino de Deus, promovendo os dons que Ele nos dá, na partilha fraterna, na proximidade com os mais frágeis dos frágeis.


Textos para a Eucaristia (ano C): 

Sab 18, 6-9; Sl 32 (33); Hebr 11, 1-2.8-19; Lc 12, 32-48.

04.08.13

Guardai-vos de toda a avareza...

mpgpadre

       1 – “Saciai-nos desde a manhã com a Vossa bondade para nos alegrarmos e exultarmos todos os dias. Desça sobre nós a graça do Senhor nosso Deus. Confirmai, Senhor, a obra das Vossas mãos”. Invocamos a bênção de Deus para que os nossos dias não sejam em vão e para que o nosso tempo tenha sentido, na abertura solidária aos outros, na busca do olhar de Deus sobre nós.

       Procuremos Jesus em toda a parte e sobretudo nos irmãos, comprometidos na transformação do mundo, com o coração impelido para as alturas. A nossa pátria é junto de Deus.

“Se ressuscitastes com Cristo, aspirai às coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas do alto e não às da terra. Porque vós morrestes e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Fazei morrer o que em vós é terreno... Não mintais uns aos outros, vós que vos revestistes do homem novo, que se vai renovando à imagem do seu Criador. Aí não há grego ou judeu, escravo ou livre; o que há é Cristo, que é tudo e está em todos”.

       A Ressurreição de Jesus não é apenas a antecipação da nossa, mas um processo que nos envolve, numa relação cósmica com todo o universo.

 

       2 – “Vaidade das vaidades: tudo é vaidade. Quem trabalhou com sabedoria, ciência e êxito, tem de deixar tudo a outro que nada fez. Também isto é vaidade e grande desgraça. Mas então, que aproveita ao homem todo o seu trabalho e a ânsia com que se afadigou debaixo do sol? Na verdade, todos os seus dias são cheios de dores e os seus trabalhos cheios de cuidados e preocupações; e nem de noite o seu coração descansa. Também isto é vaidade”.

        Aparentemente Qohélet faz uma confissão de desencanto, de desilusão. Tudo é igual, todos os dias se repetem constantemente. Não há nada de novo debaixo do Céu. Trabalho e canseiras, cuidados e preocupações, tudo é em vão. Nem de noite o coração descansa. Tanta vida que depois tem que se deixar a outros. A experiência não permite grandes voos, pelo contrário, provoca ansiedade. Bons e maus têm o mesmo destino. Por vezes, parece que os que praticam o mal são abençoados, e os que praticam o bem são amaldiçoados.

       O autor, tal como Job, coloca em causa a sabedoria tradicional, onde sobrevinha uma correlação direta entre a bênção e a justiça, os bons eram recompensados e os maus castigados. Job e Qohélet concluem que há homens justos cujos padecimentos são injustificados.

       3 – Um homem aproxima-se de Jesus para que Ele resolva uma contenda de irmãos. Jesus questiona: «Amigo, quem Me fez juiz ou árbitro das vossas partilhas?» E logo alerta: «Vede bem, guardai-vos de toda a avareza: a vida de uma pessoa não depende da abundância dos seus bens». A avareza brota do coração, da inveja descontrolada, do ciúme. Trata-se de uma atitude e não tem correlação direta com os bens que se possuem. Há pobres e ricos avarentos.

       Quem trabalha merece ser compensado com justiça e equidade, ainda que o trabalho também deva gerar capital e investimento, assegurando dessa forma a criação de riqueza e de mais emprego para que muitos mais tenham acesso aos recursos da terra e a oportunidade de viverem com o fruto do trabalho, realizando-se como pessoas. Numa perspetiva cristã, mais se acentua a dignificação da pessoa e do trabalho como forma de cooperar na obra criadora de Deus.

       Importa, desde logo, não descartar a relevância da caridade, da partilha solidária, com quem não tem ou não pode ter.

 

      4 – Para uns e outros, Jesus reafirma: «Guardai-vos de toda a avareza: a vida de uma pessoa não depende da abundância dos seus bens...». Importa tornar-se rico aos olhos de Deus. O que acumula apenas para si acabará por se perder. Tarde, por vezes, nos damos conta que dependemos uns dos outros, no bem e no mal. Beneficiamos do bem alheio e somos atingidos pelo mal dos outros.

O Pão nosso de cada dia nos dai hoje, Senhor. Mas dai-nos também a alegria e a coragem da partilha solidária, valorizando o fruto do nosso trabalho e tornando-o dom. “Ensinai-nos a contar os nossos dias, para chegarmos à sabedoria do coração”. Que as preocupações do tempo presente não nos façam esquecer a nossa origem e o nosso fim comum: em Deus, para Deus, com os outros.


Textos para a Eucaristia (ano C):
Co (Ecle) 1, 2; 2, 21-23; Sl 89 (90); Col 3, 1-5.9-11; Lc 12, 13-21.

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