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...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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30.10.12

Boletim Paroquial Voz Jovem - outubro 2012

mpgpadre

       Quando se aproxima o final do mês de outubro, aí está a edição deste mês do Boletim Paroquial VOZ JOVEM. Nas páginas centrais, imagens do início do ano da Fé e da catequese paroquial, bem assim como reflexão sobre o Ano da Fé, e mais 4 números da Carta Pastoral do nosso Bispo, D. António Couto.

       No editorial centramo-nos no lema pastoral paroquial para o ano da fé 2012/2013, conjugado com o lema da Diocese de Lamego:

COM MARIA VAMOS JUNTOS CONSTRUIR A CASA DA FÉ E DO EVANGELHO. Na última página informações várias da comunidade paroquial, e calendário de algumas das atividades pastorais e ainda a reflexão bíblica, no olhar de um jovem.

  O Boletim poderá ser lido a partir da página da paróquia de Tabuaço, ou fazendo o download:

30.10.12

Tabuaço: Plano Pastoral Paroquial

mpgpadre

       O Papa Bento XVI propõe a toda a Igreja a vivência do ANO DA FÉ, com início no dia 11 de outubro de 2012, 50.º aniversário do início do Concílio Vaticano II e 20.º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica, e com o seu termo no dia 24 de novembro de 2013, Solenidade de Cristo REI do Universo.

       Cada Diocese procurará responder ao desafio do Bento XVI, enquadrando o ANO da FÉ nos planos pastorais respetivos.

       A DIOCESE de LAMEGO, enquadra o Ano da Fé, a Nova Evangelização, sendo que o nosso Bispo é o respondável da Comissão Epsicopal da Nova Evangelização, partindo do projeto sinodal que a Conferência Episcopal preconiza: "Repensar juntos a Pastoral da Igreja em Portugal". Para este efeito D. António Couto publicou a Sua primeira CARTA PASTORAL, onde faz o enquadramento da proposta à Diocese: VAMOS JUNTOS CONSTRUIR A CASA DA FÉ E DO EVANGELHO.

“Convoco todos os Padres e toda a Diocese para abrirmos de par em par as portas da escuta qualificada da Palavra de Deus, da formação, da fração do pão, da comunhão e da oração. Escolas de fé, acolhimento, formação da fé, vivência e transmissão da fé constituem o grito que mais se levantou no chão eclesial aquando da auscultação das pessoas no processo sinodal «Repensar juntos a Pastoral da Igreja em Portugal» (n.º 8).

       Na paróquia Nossa Senhora da Conceição, acrescentamos uma nuance à proposa de D. António Couto, propondo a referência fundamental de Nossa Senhora, como Padroeira e guia e intercessora:

 

COM MARIA VAMOS JUNTOS CONSTRUIR A CASA DA FÉ E DO EVANGELHO

 

       Abaixo poderá fazer o download da calendarização das atividades pastorais da paróquia, na aberura para Diocese de Lamego e suas atividades.


 

Faça o donwload da calendarização pastoral paroquial: AQUI - FORMATO PDF

ou clique sobre as imagens

29.10.12

Escola da Fé - CREIO EM DEUS PAI - Pe. Ricardo Barroco

mpgpadre

       No dia 26 de outubro, sexta-feira, como previamente divulgado, a "primeira aula" da Escola da Fé, prevista para todos os meses, com acentuação formativa e/ou orante.

       Estando no ANO DA FÉ, respondendo ao desafio do nosso Bispo, D. António Couto, laçamos bases para que estes encontros sejam uma verdadeira escola de fé, aprofundando as razões da nossa fé, motivações para a alegria e para a esperança, rezando a vida, com um Deus que em Jesus nos mostra a face de um Deus meigo, amigo, companheiro, e fazendo a experiência de fé com os outros.

       Os temas, na acentuação formativa, partirão da formulação do CREDO, o que nos identifica como comunidade cristã. O primeiro tema - CREIO EM DEUS PAI.

       Para nos ajudar nesta primeira reflexão/formação, contamos com a presença do Pe. Ricardo Jorge Barroco, que será também o pregador da Novena e Festa da Imaculada Conceição. A novena, como retiro aberto, é também uma verdadeira escola de fé.

       O Pe. Ricardo procurou desmontar as imagens tradicionais de Deus, como bombeiro, como juiz, Deus "General", "Génio da Lâmpada", "Estrela de cinema", Deus "sádico", "Intelectual",... para nos mostrar o Pai e sobretudo Amigo com que Deus é revelado em Jesus. Por outro lado, vincando a urgência das nossas celebrações, e a nossa vida toda, espelhar a alegria da salvação.

Abaixo algumas imagens deste encontro:

Para mais fotografias deste encontro consultar o perfil da

Paróquia de Tabuaço no Facebook.

28.10.12

Filho de David, tem piedade de mim

mpgpadre

       1 – “Quando Jesus ia a sair de Jericó com os discípulos e uma grande multidão, estava um cego, chamado Bartimeu, filho de Timeu, a pedir esmola à beira do caminho. Ao ouvir dizer que era Jesus de Nazaré que passava, começou a gritar: «Jesus, Filho de David, tem piedade de mim». Muitos repreendiam-no para que se calasse. Mas ele gritava cada vez mais: «Filho de David, tem piedade de mim». Jesus parou e disse: «Chamai-o». Chamaram então o cego e disseram-lhe: «Coragem! Levanta-te, que Ele está a chamar-te». O cego atirou fora a capa, deu um salto e foi ter com Jesus. Jesus perguntou-lhe: «Que queres que Eu te faça?». O cego respondeu-Lhe: «Mestre, que eu veja». Jesus disse-lhe: «Vai: a tua fé te salvou». Logo ele recuperou a vista e seguiu Jesus pelo caminho”.

       2 – Jesus sai de Jericó em direção a Jerusalém, encaminha-Se para o fim, para o calvário, chegará breve o termo do CAMINHO.

       No caminho de Jesus vão muitos, os discípulos e uma grande multidão. Nem todos estão seguros do caminho em que se encontram.

       À beira do caminho, fora do caminho, descaminhado, um cego, sentado, sem luz, sem orientação, descrente, desiludido. Mais um dos muitos excluídos da sociedade. Há excluídos por que assim o querem e há os excluídos obrigados a serem-no. Tendo alguma enfermidade seria sempre um excluído forçado. Não poderia pôr-se a caminho de Jerusalém. Não entraria no templo sagrado.

       Nele ainda existe uma réstia de esperança. O tumulto que vem lá desperta o seu desejo de caminhar, de se erguer, de ver o dia. O que o inquieta não é tanto o murmúrio que se vai tornando ensurdecedor, mas quem vem lá, Jesus de Nazaré. É a LUZ ao fundo do túnel, tão intensa que ele grita: Jesus, Filho de David, tem piedade. Grita e irrita. Os que rodeiam Jesus sentem-se perturbados e querem fazer com que aquela voz incomodativa desapareça rapidamente.

       Como é diferente a postura de Jesus. Para. Ajusta o Seu CAMINHO para que nele possa também prosseguir o cego e outros que estejam distraídos e/ou excluídos. Não quer que ninguém fique para trás, abre o caminho para todos.

 

       3 – A atitude daquele cego provoca-nos. Excluído, sabendo-se chamado por Jesus, cuja inquietação ardia em seu coração, entra em espiral de conversão: lança fora a capa – os preconceitos, o medo de ser exposto, a cegueira em que se encontra –, dá um salto – começa a acreditar, é uma forma de ver, não hesita, aposta em Jesus de Nazaré –, e vai ter com Jesus – abandonou a beira e coloca os pés e a vida no Caminho de Jesus.

       Jesus chama-o e agora envia-o: vai. A cura está no envio e no seguimento. E o cego que agora vê a LUZ que lhe dá Jesus, segue-O como CAMINHO, para Jerusalém.

 

       4 – Jesus é constituído Sumo-sacerdote a favor de todos e não apenas de uns poucos. Abre-nos o caminho, o Céu, ainda que tenhamos de O acompanhar até Jerusalém, até à Cruz.

“Todo o sumo-sacerdote, escolhido de entre os homens, é constituído em favor dos homens, nas suas relações com Deus, para oferecer dons e sacrifícios pelos pecados. Ele pode ser compreensivo para com os ignorantes e os transviados, porque também ele está revestido de fraqueza…” (segunda leitura).

       Ele faz-nos entrar no CAMINHO, chama-nos, abre-nos os olhos e o coração, incendeia a nossa vontade de apreciar cada momento que nos dá, com os outros.

       O profeta Jeremias, na primeira leitura, antecipa a alegria da vinda do Messias, e também como a Sua vida mudará a história:

“Eis o que diz o Senhor: «Soltai brados de alegria por causa de Jacob, enaltecei a primeira das nações. Fazei ouvir os vossos louvores e proclamai: ‘O Senhor salvou o seu povo, o resto de Israel’. Vou trazê-los das terras do Norte e reuni-los dos confins do mundo. Entre eles vêm o cego e o coxo, a mulher que vai ser mãe e a que já deu à luz. É uma grande multidão que regressa…».


Textos para a Eucaristia (ano B): Jer 31, 7-9; Hebr 5, 1-6; Mc 10, 46-52.

 

Reflexão dominical COMPLETA na página da Paróquia de Tabuaço

e no nosso blogue CARITAS IN VERITATE

23.10.12

Início do Ano da Fé - em imagens

mpgpadre

       No fim de semana de 13/14 de outubro, a Paróquia iniciou o Ano da Fé, na comunhão com toda a Igreja, dando início ao ano pastoral e à catequese paroquial. Pelas 15h00, como habitualmente, os ensaios do Grupo Coral da Catequese; pelas 16h00, no Centro Paroquial, a Catequese. No primeiro encontro de sábado, todas as crianças e adolescentes se juntaram no espaço exterior, para um momento mais descontraído, com a animação juvenil. Pelas 17h00, a celebração da Eucaristia, utilizando elementos simbólicos para o lema pastoral - Com Maria, vamos juntos construir a Casa da Fé e do Evangelho.

       No Domingo, a celebração da Eucaristia contou com simbologia idêncitca, ainda que em momentos diferentes da celebração, para que todos fossem sensibilizados para o Ano da Fé e para a orientação diocesana e paroquial.

       Abaixo poderá ver um conjunto de imagens, em formato do vídeo/diaporama, com o Hino Oficial do Ano da Fé como música de fundo.

 

 

Para ver as fotos poderá também visitar-nos no facebook: paróquia de Tabuaço.

22.10.12

D. António Couto - Sínodo dos Bispos - Fidelidade renovada

mpgpadre

FIDELIDADE RENOVADA (n.º 158)


Igreja sinodal, próxima, fraterna e afectuosa

       1. Viver «em sínodo» é a vocação e a missão da Igreja peregrina e paroquial, casa de família fraterna e acolhedora no meio das casas dos filhos e filhas de Deus, no belo dizer do Beato Papa João Paulo II, Catechesi tradendae [1979], n.º 67; Christifideles Laici [1988], n.º 26.

 

        2. É também o retrato da Igreja-mãe de Jerusalém, saído da paleta de tintas do Autor do Livro dos Actos dos Apóstolos (2,42-47; 4,32-35; 5,12-15), que nos mostra uma comunidade cristã bem assente em quatro colunas: o ensino dos Apóstolos (1), a comunhão fraterna (2), a fracção do pão (3) e a oração (4), e com ramificações em todas as casas e em todos os corações. Trata-se de uma comunidade bela que, dia após dia, crescia, crescia, crescia. Não admira. Era uma comunidade jovem, leve e bela, tão jovem, leve e bela, que as pessoas lutavam por entrar nela!

 

Igreja da anunciação

       3. A vocação e missão da Igreja não é coisa própria sua, mas radica, como exemplarmente deixou escrito o Concílio Vaticano II, no seu Decreto Ad Gentes, no amor fontal do Pai, que enviou em missão o Filho e o Espírito Santo (n.º 2). É nesta missão que se enxerta a missão da Igreja, pelo que não compete à Igreja inventar a missão ou decidir em que consista a missão. Na verdade, o rosto da missão tem os traços do rosto de Jesus Cristo e já foi nele luminosamente manifestado. Temos, pois, uma memória viva a fazer, viver e guardar todos os dias.

       Abrindo o Evangelho de Marcos, reparamos logo que o primeiro afazer de Jesus não é pregar ou ensinar, mas ANUNCIAR, que traduz o verbo grego kêrýssô: anunciar o Evangelho (Mc 1,14). E qual é a primeira nota que soa quando Jesus se diz com o verbo ANUNCIAR? É, sem dúvida, a sua completa vinculação ao Pai, de quem é o Arauto, o Mensageiro, o ANUNCIADOR (kêryx). Pura transparência do Pai, de quem diz o que ouviu dizer (Jo 7,16-17; 8,26.38.40; 14,24; 17,8) e faz o que viu fazer (Jo 5,19; 17,4). Recebendo todo o amor fontal do Pai, bebendo da torrente cristalina do amor fontal do Pai (Sl 110,7), Jesus, o Filho, é pura transparência do Pai, e pode, com toda a verdade dizer a Filipe: «Filipe […], quem me vê, vê o Pai» (Jo 14,9).

 

       4. Tudo, no arauto, na mensagem que transmite (kêrygma) e no estilo com que o faz, remete para o seu Senhor. A primeira nota de todo o ANUNCIADOR ou arauto ou mensageiro consiste na sua FIDELIDADE Àquele que lhe confia a mensagem que deve anunciar. É em Seu Nome que diz o que diz; é em Seu Nome que diz como diz.

 

       5. O missionário só tem autoridade na medida em que é fiel a Cristo e como Ele obediente, nada dizendo ou fazendo por sua conta e risco. Só pode dizer e fazer aquilo que, por graça, lhe foi dado ouvir, aquilo que, por graça, lhe foi dado ver fazer. O missionário não pode deixar de estar vinculado a Cristo, nele configurado e transfigurado. O Papa Bento XVI disse-o assim: «Tudo se define a partir de Cristo, quanto à origem e à eficácia da missão». E acrescentou este singular desabafo: «Quanto tempo perdido, quanto trabalho adiado, por inadvertência deste ponto» (Homilia da Santa Missa, Grande Praça da Avenida dos Aliados, Porto [Portugal], 14 de Maio de 2010).

 

Igreja da fidelidade

        6. Impõe-se ainda dizer, é mesmo necessário ainda dizer, em jeito de conclusão ou de introdução, que aquilo que me parece ser mais importante na expressão «nova evangelização» não é tanto a novidade de métodos, expressões ou estratégias, mas a FIDELIDADE da Igreja ao Senhor Jesus (Paulo VI, Evangelii Nuntiandi [1975], n.º 41), ao seu estilo, ao seu modo de viver, de fazer e de dizer: Dom total de si mesmo num estilo de vida pobre, humilde, despojado, feliz, apaixonado, ousado, próximo e dedicado. Passa por aqui sempre o caminho e o rosto da Igreja, que tem de fazer a memória do seu Senhor, configurando-se com o seu Senhor e transfigurando-se no seu Senhor. Impõe-se, portanto, uma verdadeira conversão do coração, e não apenas uma mudança de verniz. Sim, temos necessidade de anunciadores do Evangelho sem ouro, nem prata, nem cobre, nem bolsas, nem duas túnicas (Mt 19,9-10; Mc 6,6-8; Lc 9,3-4)… Sim, é de conversão que falo, e pergunto: por que será que os Santos se esforçaram tanto, e com tanta alegria, por ser pobres e humildes, e nós nos esforçamos tanto, e com tristeza (Mt 19,22; Mc 10,22; Lc 18,23), por ser ricos e importantes?

 

+ António José DA ROCHA COUTO

21.10.12

Sentar-se à minha direita ou à minha esquerda...

mpgpadre

       1 – Jesus é, por excelência, o Vendedor de Sonhos. É uma vida por inteiro a consumir-Se pela humanidade. A Sua missão é revolucionar a nossa história a partir de dentro, do coração, reensinando-nos a viver humanamente. É uma reconstrução completa.

       É fácil visualizar uma casa antiga quase a cair, que bem pintada no exterior passará por uma casa imponente. Entra-se (dentro) e cada passo cada susto. Vão-se fazendo reformas, mas a casa continua a ameaçar ruir. Muitas vezes a única solução é deitar abaixo e da raiz estruturar toda a casa. Ela será nova, bela, segura e acolhedora. É isso que Cristo quer fazer connosco.

 

       2 – O sonho que nos vende entranha-Se até à medula, ao mais íntimo de nós. A revolução de Jesus reconstrói-nos a partir do coração.

       As revoluções, ao longo da história da humanidade, que resultam de convulsões sociais, políticas, económicas e religiosas, operam-se em horas, dias, ou meses. Muito rapidamente se passa de uma a outra situação. Mudam-se os protagonistas. No entanto nem sempre muda o sistema. Há a clara noção que implantar ideias novas, formas de pensar inovadoras e criativas, leva mais tempo.

       Em três anos de vida pública Jesus arrastou multidões. Como atualmente nas manifestações populares, são diversas as motivações que arrastam: umas para serem curadas, outras porque sim, outras por mera curiosidade, outras querendo dar um sentido novo à sua vida, outras procurando benefícios na mudança de vento, outros sem saber porquê, outros arrastados pelos ajuntamentos.

 

       3 – Depois do puxão de orelhas a Pedro – afasta-te de Mim Satanás –, surgem novas situações em que os discípulos deixam vir ao de cima outros sonhos:

“Tiago e João, filhos de Zebedeu, disseram a Jesus: «Concede-nos que, na tua glória, nos sentemos um à tua direita e outro à tua esquerda». Disse-lhes Jesus: «Não sabeis o que pedis… Sentar-se à minha direita ou à minha esquerda não Me pertence a Mim concedê-lo; é para aqueles a quem está reservado».

       Este episódio mostra de forma crua como os discípulos estão muito longe do sonhado por Jesus para a humanidade. Por exemplo, São Mateus, para desculpar os discípulos, refere que foi a mãe de Tiago e de João que fez semelhante pedido e não os próprios.

       Verificamos de seguida como todos eles querem o primeiro lugar:

“Os outros dez, ouvindo isto, começaram a indignar-se contra Tiago e João. Jesus chamou-os e disse-lhes: «… quem entre vós quiser tornar-se grande, será vosso servo, e quem quiser entre vós ser o primeiro, será escravo de todos; porque o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida pela redenção de todos».

       4 – D. António Couto, Bispo de Lamego, na Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que decorre no Vaticano por estes dias, lançou uma inquietante pergunta que vale a pena meditar: “por que será que os Santos se esforçaram tanto, e com tanta alegria, por ser pobres e humildes, e nós nos esforçamos tanto, e com tristeza (Mt 19,22; Mc 10,22; Lc 18,23), por ser ricos e importantes?”

 

       5 – A história de Jesus é uma história de abaixamento para que a nossa seja uma história de ascensão em humanidade para Deus.

       Na primeira e na segunda leitura, é expressiva a certeza do ministério (serviço) do Enviado de Deus, que atravessa a história humana, a história do sofrimento, para nos guiar ao caminho da luz, da verdade e do bem.

       “Aprouve ao Senhor esmagar o seu servo pelo sofrimento… Terminados os sofrimentos, verá a luz e ficará saciado na sua sabedoria. O justo, meu servo, justificará a muitos e tomará sobre si as suas iniquidades” (primeira leitura).

       “Ele mesmo foi provado em tudo, à nossa semelhança, exceto no pecado” (segunda leitura).


 Textos para a Eucaristia (ano B): Is 53, 10-11; Hebr 4, 14-16; Mc 10, 35-45.

 

Reflexão Dominical COMPLETA na página da Paróquia de Tabuaço

e no nosso blogue CARITAS IN VERITATE

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