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Escolhas & Percursos

...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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30.09.12

Quem não é contra nós é por nós!

mpgpadre

       1 – Todos, por certo, em alguma ocasião, ouvimos alguém a falar com satisfação do mal alheio, do que aconteceu a este ou aquele. Por um lado, é verdade, com o mal dos outros podemos nós bem. Por outro, mais cedo ou mais tarde, o que de mal acontece aos outros também nos pode bater à porta, ou de algum modo nos afetar, como na atual e persistente crise económico-financeira. Todo o cuidado é pouco. Arremessamos pedras e não nos damos conta que o nosso telhado também é frágil e talvez de vidro simples.

       Dizer mal só por dizer, ou para distrair, pode ser muito mais do que isso, pode ser revelador de inveja, de ciúme, ou ser uma forma de esconder os nossos medos e também as nossas insuficiências. Com efeito, se desviarmos a atenção para terceiros, ficamos nós com as costas em repouso. Há quem refira mesmo que o que criticamos nos outros é aquilo que não gostamos em nós. Também aqui vale a máxima, nos outros nos revemos a nós .

       A sabedoria e a humildade ensinar-nos-ão que os outros têm muitas qualidades que não nos fazem afronta, e que a “sorte” que os invade em nada nos prejudica ou diminui. O bem que vemos espelhado nos outros, pode ser um sinal de esperança para nós, ou o desafio para ultrapassarmos o que agora nos paralisa, ou, ao menos, a certeza que nem tudo vai mal neste reino.

       2 – No evangelho hoje proposto, deparamo-nos com a facilidade com que os apóstolos, com João à cabeça, ficam empertigados e enciumados porque viram alguém, que não andava com eles, a realizar coisas grandiosas: «Mestre, nós vimos um homem a expulsar os demónios em teu nome e procurámos impedir-lho, porque ele não anda connosco».

       Bem diferente é a visão de Jesus: «Não o proibais; porque ninguém pode fazer um milagre em meu nome e depois dizer mal de Mim. Quem não é contra nós é por nós. Quem vos der a beber um copo de água, por serdes de Cristo, em verdade vos digo que não perderá a sua recompensa».

       Na primeira leitura encontramo-nos com uma situação em tudo semelhante. Deus fala a Moisés e faz repousar sobre setenta anciãos parte do seu Espírito. Pelo meio, dois outros anciãos, também inscritos mas que não tinham comparecido na tenda, são beneficiados com o mesmo Espírito. Logo “um jovem correu a dizê-lo a Moisés: «Eldad e Medad estão a profetizar no acampamento». Então Josué, filho de Nun, que estava ao serviço de Moisés desde a juventude, tomou a palavra e disse: «Moisés, meu senhor, proíbe-os»”.

       Bem diferente é a posição de Moisés: «Estás com ciúmes por causa de mim? Quem dera que todo o povo do Senhor fosse profeta e que o Senhor infundisse o seu Espírito sobre eles!».

 

       3 – Essencial não é saber quem faz melhor, mas que todos façamos o bem, o melhor de nós, o que estiver ao nosso alcance. Não adiemos. Não fiquemos empertigados pelos dons que os outros possuem, ou pela beleza, pela alegria, pela riqueza de outros, pelo sucesso ou admiração que suscitam. O dia de amanhã constrói-se hoje.

       As palavras do apóstolo São Tiago, uma vez mais, são clarividentes e levadas a sério por muito boa gente poderão ajudar a ultrapassar a(s) crise(s). Sem paninhos quentes:

“As vossas riquezas estão apodrecidas e as vossas vestes estão comidas pela traça. O vosso ouro e a vossa prata enferrujaram-se, e a sua ferrugem vai dar testemunho contra vós e devorar a vossa carne como fogo. Acumulastes tesouros no fim dos tempos. Privastes do salário os trabalhadores que ceifaram as vossas terras. O seu salário clama; e os brados dos ceifeiros chegaram aos ouvidos do Senhor do Universo. Levastes na terra uma vida regalada e libertina, cevastes os vossos corações para o dia da matança. Condenastes e matastes o justo e ele não vos resiste”.

      O clamor que se levantava ontem é o mesmo de hoje.


Textos para a Eucaristia (ano B): Num 11, 25-29; Tg 5, 1-6; Mc 9, 38-43.45.47-48.

 

Reflexão Dominical COMPLETA na página da Paróquia de Tabuaço

e no nosso blogue CARITAS IN VERITATE.

29.09.12

Boletim Paroquial Voz Jovem - setembro 2012

mpgpadre

       Está aí o início de mais um ano pastoral, sob a égide de ANO da FÉ, proposto pelo Papa Bento XVI e se inicia no próximo dia 11 de outubro, no 50.º aniversário da abertura do Concílio Vaticano II, e no 20.º aniversário da promulgação do Catecismo da Igreja Católica, e que terminará no dia 24 de novembro de 2013. Mais uma excelente oportunidade para aprofundar a FÉ que nos une em Jesus Cristo, testemunhando com novo ardor a nossa adesão a Jesus Cristo, pessoal, familiar e comunitariamente. As várias dioceses procuram adequar os seus planos pastorais às realidades de hoje com o pano de fundo do Ano da Fé. A Diocese de Lamego, na pessoa do nosso Bispo D. António, propôs o seguinte lema - Vamos juntos construir a Casa da Fé e do Evangelho -, na incidência do Ano da Fé e da Nova Evangelização (realiza-se no início de outubro, no Vaticano, a Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos para se debruçar sobre "A nova evangelização para a transmissão da Fé").

       Na nossa paróquia alargaremos o lema, na especificidade e no patrocínio de Nossa Senhora da Conceição - Com Maria, vamos juntos contruir a Casa da Fé e do Evangelho.

       É destes temas e outros que damos nota no boletim paroquial "VOZ JOVEM", de setembro. Vale a pena ler e meditar os primeiros 4 números da Carta Pastoral do nosso Bispo, o início da Carta Apostólica de Bento XVI, a Porta da Fé, que "justifica" o ANO da FÉ, o testemunho de Roberto Carneiro sobre este ano da fé.

       Em tempo de férias, as comunidades paroquiais continuam a viver e partilhar a fé, ainda que de maneira diferente. Fica o registo de dois momentos: a participação na Procissão de Nossa Senhora dos Remédios, em Lamego, e na Peregrinação a Taizé, de 6 jovens da nossa paróquia. Há ainda outros informações importantes: o início da catequese - 13 de outubro; leituras propostas para o Ano da Fé; informações sobre o empréstimo bancário, e a "Escola de Fé" para o dia 26 de outubro, no Centro Paroquial.

       O Boletim poderá ser lido a partir da página da paróquia de Tabuaço, ou fazendo o download:

26.09.12

Testemunho: Viver a FÉ em Angola

mpgpadre

       O emigrante também pode rezar e participar nas Eucaristias no país de acolhimento.

       É possível estar com Deus no trabalho.

       Estar com Deus e rezar em Sua casa quando estamos distantes das nossas origens ou da nossa terra… Parece que é difícil arranjar um tempo para podermos estar junto de Deus, mas da mesma maneira que temos tempo para trabalhar e para nos divertirmos devemos arranjar tempo para ir à casa do Pai agradecer pela semana de trabalho e pelos benefícios da semana.

       Eu (Tony) estou por terras de África, em Angola, e vou praticamente todos os Domingos à Missa, onde quer que eu me encontre, no Golungo Alto, em N’Dalatando, ou no Dondo Caxito. Tenho de me levantar às 6h00 da manhã, mas mesmo com sacrifício vou e na Igreja sinto que estou mais perto de casa, sinto que estou mais leve e ajuda-me a passar melhor a semana. Vou sempre sozinho. Somos cerca de 30 portugueses e ninguém me acompanha. E na Igreja também é difícil ver outros portugueses. Acho que os emigrantes só são católicos quando estão de regresso à sua terra. Quando estamos emigrados esquecemos!

       As celebrações aqui são muito bonitas e também muito demoradas, uma missa normal demora cerca de 2 horas, pois os angolanos são muito participativos.

       Já participei em celebrações muito bonitas, tais como a Páscoa, os votos perpétuos de uma Irmã, a chegada de um novo Padre, o Encontro Nacional dos Jovens, no Dondo, que teve a presença das Relíquias de Dom Bosco, Pai, Mestre e Amigo dos Jovens.

       Nas Eucaristias, gosto principalmente dos cânticos e das danças, eles dançam e cantam bastante e animam muito a celebração. Depois, o ofertório solene também é muito participado. As pessoas dão aquilo que às vezes lhes faz falta mas partilham com os outros a contar sempre com a graça de Deus. Partilhar o pouco que têm com quem tem menos isso é lindo. Essas ofertas servem para alimentar o Seminário, os mais pobres, a cadeia, alguns doentes do hospital, etc.

       No encontro nacional dos jovens achei que podiam ter feito mais, achei que foram pouco participativos e acabou por ser quase uma celebração normal, embora com muita dedicação.

       É assim a vida de um emigrante que queira estar com Deus… E que Deus vá cuidando de nós.

 

Angola, setembro 2012, TONY SILVA, in Boletim Paroquial Santa Eufémia, n. 2

24.09.12

LEITURAS: A Fúria do Venezuelano

mpgpadre

GEROGI BATISTA, A Fúria do Venezuelano. Papiro Editora. Porto 2012.

       Mais uma leitura extraordinária. O professor Gorgi é nosso colega, pelo que lhe daríamos sempre o benefício da dúvida, pela proximidade, pela amizade, pela seriedade com que se apresenta, e pelo empenho na escola, na relação com os professores, com os alunos, com a comunidade educativa. Se outra motivação não houvesse pelo menos a curiosidade pelo trabalho do colega.

       Mas mal iniciámos a viagem, pelo livro adentro, logo formos enormemente surpreendidos. Uma escrita fácil e com um enredo muito imaginativo. Para quem leu José Saramago, a contextualização da trama, uma aldeia no cimo de uma montanha, faz lembrar a Jangada de Pedra, com a Península Ibéria a desprender-se da Europa. Aqui a situação é outra, mas a originalidade e a criatividade é semelhante. Uma povoação que vive no sobressalto de ver o chão que pisa a deslizar pela montanha. Se saem todos da aldeia, a aldeia oscila e cairá, é preciso colocar pedras para equilibrar o peso. Só pode sair um autocarro de cada vez. Se saíssem todas as pessoas, ou mais que um autocarro, por certo que a oscilação (sem contrapeso) destruiria a aldeia, como se pode verificar nas descrições.

       Obviamente, o trama, a estória principal, é muito bem conseguida, amor, ciúme, traição, despeito, vingança, o falatório. O enredo coloca-nos na nossa idiossincrasia bem portuguesa, bem no interior rural, com um pároco que é também presidente da junta de freguesia, onde contrabalança a seriedade da vida e a leveza, a festa, a viagem. Todo o povo se encanta com uma viagem histórica. Não tanto pela história, mas mais pelo convívio.

       E enquanto o povo vai na viagem para apreciar umas gravuras muito antigas, na aldeia meia dúzia de pessoas vive uma história que nos prende a atenção do primeiro ao último minuto, da primeira à última página. A maioria das pessoas passam por momentos de exaltação, mas também hilariantes. Na aldeia, os vultos, as pessoas, sorrateiras, na sombra, espreitam, espiam, amam, odeiam... será que a freguesia se sustentará em tãonfrágil equilíbrio?

       A bem de uma boa leitura não podemos adiantar mais. Recomendamos vivamente que leiam o romance. Da nossa parte, ficamos surpreendidos, sabendo da seridade do autor, descobrimos uma enorme criatividade. Deve-lhe ter dado gosto escrever desta forma escorreita, com arte e com alma. A nós deu-nos um imenso gozo ler e situar-nos dentro daquela aldeia, no emaranhado dos momentos e da paixão e do amor, e da beleza, e da grandeza e da pequenez do ser humano.

 

Perfil do professor Gorgi Batista no Facebook

23.09.12

Quem quiser ser o primeiro será o servo de todos...

mpgpadre

       1 – O anúncio da Cruz é uma evidência na vida de Jesus. Para os cristãos, é um projeto de vida, a sua maneira de ser.

       Depois da confissão de fé de Pedro – “Tu és o Messias” –, o anúncio progressivo, mas sem recuos, dos sofrimentos que o Mestre vai enfrentar. O caminho do sucesso e da fama, que se vinha a espalhar e a consolidar, dá lugar rapidamente à desilusão.

       É neste sentido que vemos Pedro a repreender Jesus por Ele anunciar o fracasso: «O Filho do homem vai ser entregue às mãos dos homens, que vão matá-l’O; mas Ele, três dias depois de morto, ressuscitará».

       A visão de Pedro, e dos demais apóstolos, corresponde à tentação de Satanás: o reino de Deus será do poder, de domínio e de violência sobre os outros. Para Jesus o caminho é outro: a CRUZ.

       2 – A Cruz é símbolo da entrega total de Jesus a favor de todo o povo. É necessário que UM morra por todos. É consequência lógica da Sua vida.

       Jesus coloca-Se do lado do pedinte, do órfão e da viúva, do estrangeiro e do perseguido, do pobre e do doente, coloca-Se do lado dos mais frágeis. Quem assume a defesa dos mais pobres, cedo sofrerá o desprezo e a perseguição dos mais fortes, dos que vivem pela violência. Jesus sabe isto. Não o esconde. Não faz campanha. Não diplomatiza para ter mais seguidores.

       Para Jesus, dar a outra face, deixar-se machucar, é mais humano do que agredir, morrer é muito mais humano do que matar. Ao egoísmo contrapõe o serviço, o amor e o perdão. Ao poder contrapõe a humildade: «Quem quiser ser o primeiro será o último de todos e o servo de todos».

 

       3 – As palavras da Sabedoria são clarificadoras:

       “Disseram os ímpios: «Armemos ciladas ao justo, porque nos incomoda e se opõe às nossas obras; censura-nos as transgressões à lei e repreende-nos as faltas de educação…».

       O justo não procura aniquilar-se, não parte em busca de problemas, ou provocando os outros para a guerra. No entanto, a sua existência é já um atentado a quem pratica o mal. Ora o justo é provocador pelas palavras, denunciando, e muito pela vida de retidão, de justiça e de verdade.

 

       4 – “Como Eu vos fiz, fazei-o vós também”. Jesus consagra o serviço como única forma de chegar perto de Deus. Ele que era Mestre e Senhor não Se valeu da Sua igualdade com Deus, mas aniquilou-Se, tornou-Se servo, humilhou-Se em obediência até à morte, até à cruz, como se reza e poetisa na Epístola aos Filipenses. Ele não vem para ser servido, mas para servir e dar a vida pela vida de muitos.

       Pode até doer, levar-nos à Cruz, mas não há outro caminho que nos leve a Deus que não seja o da caridade, do serviço, da verdade, do perdão. Não nos salvamos sozinhos. Não seguimos pela estrada de ninguém. A nossa estrada é aberta para que possamos seguir juntos.

       A Cruz guia-nos pela caridade, pela paz, pela justiça.

       Pelo contrário, como insiste São Tiago, “onde há inveja e rivalidade, também há desordem e toda a espécie de más ações. Mas a sabedoria que vem do alto é pura, pacífica, compreensiva e generosa, cheia de misericórdia e de boas obras, imparcial e sem hipocrisia. O fruto da justiça semeia-se na paz para aqueles que praticam a paz”.

       À inveja e ao egoísmo, à injustiça e à guerra, opõe-se como purificação e cura o serviço, o amor, o diálogo, o perdão, e a oração, para que a corrente de Deus nos mantenha vigilantes e atentos e prontos para nos ajudarmos, quem quiser ser o primeiro de todos seja o servo de todos.


Textos para a Eucaristia (ano B): Sab 2, 12.17-20; Tg 3, 16 – 4, 3; Mc 9, 30-37.

 

Reflexão DominicaL COMPLETA na página da Paróquia de Tabuaço

e no nosso blogue CARISTAS IN VERITATE.

22.09.12

Heitor e as 23 lições da felicidade...

mpgpadre

Lições sobre a felicidade, sugeridas por Heitor, em "Heitor e a procura da felicidade":

Lição n.º 1: Uma boa maneira de estragar a felicidade é fazer comparações.

Lição n.º 2: A felicidade surge muitas vezes de surpresa.

Lição n.º 3: Muita gente só perpetiva a sua felicidade no futuro.

Lição n.º 4: Muita gente pensa que a felicidade é ser mais rico ou mais importante.

Lição n.º 5: Às vezes a felicidade é não compreender.

Lição n.º 6: A felicidade é uma boa caminhada no meio de belas montanhas desconhecidas.

Lição n.º 7: O erro é acreditar que o objetivo final é a felicidade (explicar melhor).

Lição n.º 8: A felicidade é estar com as pessoas que amamos.

Lição n.º 8 bis: A infelicidade é estar separado daqueles que amamos.

Lição n.º 9: A felicidade é não faltar nada à família.

Lição n.º 10: A felicidade é ter uma ocupação de que se gosta.

Lição n.º 11:A felicidade é ter uma casa e um jardim.

Lição n.º 12: A felicidade é mais difícil feliz num país governado por pessoas más.

Lição n.º 13: A felicidade é sentir-se útil aos outros.

Lição n.º 14: A felicidade é ser-se amado por aquilo que se é.

          Nota: as pessoas são mais simpáticas com uma criança que sorri (muito importante).

Lição n.º 15: A felicidade é sentir-se completamente vivo.

Lição n.º 16: A felicidade é festejar.

          Pergunta: Será a felicidade apenas uma reação química do cérebro?

Lição n.º 17: A felicidade é pensar na felicidade daqueles que amamos.

          Lição n.º 18: A felicidade seria poder amar várias mulheres ao mesmo tempo. (Riscado, as mulheres não estariam pelos ajustes. Para substituir a

Lição n.º 18: A felicidade é não dar demasiada importância à opinião dos outros.

Lição n.º 19: O sol e o mar são a felicidade para todas as pessoas.

Lição n.º 20: A felicidade é uma maneira de ver as coisas.

Lição n.º 21:A rivalidade é um poderoso veneno da felicidade.

Lição n.º 22: As mulheres são mais atentas que os homens à felicidade dos outros.

Lição n.º 23: A felicidade é ocuparmo-nos da felicidade dos outros?

As três lições que o monge lhe sugere:

Lição n.º 20: A felicidade é uma maneira de ver as coisas.

Lição n.º 13: A felicidade é sentir-se útil aos outros.

Lição n.º10: A felicidade é ter uma ocupação de que se gosta.

 in François LELORD, As viagens de Heitor. Heitor e a procura da felicidade. Lua de Papel (Leya), Alfragide 2011.

21.09.12

LELORD - Heitor e a procura da felicidade

mpgpadre

François LELORD, As viagens de Heitor. Heitor e a procura da felicidade. Lua de Papel (Leya), Alfragide 2011.

       François Lelord ganhou crédito como professor e psiquiatra, abrindo o seu próprio consultório em Paris. Entre França e Estados Unidos, o autor desta pérola fez carreira também como consultor de grandes empresas. Sempre insatisfeito, procurou respostas para responder ao facto de muitas pessoas que tendo tudo não eram felizes. Imaginou então Heitor, numa viagem em procura de um significado para a vida.

       A história de Heitor entrelaça-se na história do próprio autor e remete-nos de imediato, como se sublinha na contracapa, para dois autores bem conhecidos: Antoine de Saint-Exupéry,  em "O Principezinho", em que este busca a felicidade através do espaço, mas volta a casa e ao seu planeta onde está a razão da sua vida, e Paulo Coelho, em o Alquimista, em que o personagem principal vai em busca do tesouro, até que descobre que se encontra no lugar de partida, em sua casa.

       Heitor, insatisfeito com a vida de psiquiatra, cansado de ouvir e dar conselho, faz umas férias e parte em buscas de respostas. Vai perguntando às pessoas se elas são felizes e o que as torna felizes. Diversos encontros e experiências, ele voltará a dar consultas, mais decidido, mais assertivo.

       É uma viagem que vale a pena fazer. É uma história cativante. Lê-se com muito agrado. Acessível a qualquer leitor. Linguagem clara e perceptível. Para quem gosta de ler é um encanto. Para quem não gosta muito de ler, esta é uma leitura que envolve e não cansa, de modo nenhum.

       "Heitor e a procura da felicidade" está a ser adaptado para o cinema. Com grande sucesso a Viagem de Heitor continua em "Heitor e os segredos do Amor" e "Heitor e a Passagem do Tempo".

 

Na internet encontram-se muito comentários sobre este livrinho, por exemplo, AQUI:

Em A Viagem de Heitor, o escritor francês François Lelord cria uma delicada alegoria sobre nossa própria sede de felicidade e a procura que empreendemos durante toda a nossa vida para encontrá-la. Heitor, um jovem psiquiatra, decide embarcar numa longa viagem ao redor do mundo. Seu objetivo é conhecer pessoas de diferentes culturas e situações sociais para realizar uma pesquisa de campo sobre a felicidade. A partir das respostas que recebe para perguntas aparentemente simples, como “Você é feliz?” ou ainda “O que é a felicidade para você?”, ele elabora hipóteses que são cuidadosamente anotadas e transformadas em lições compartilhadas com os leitores.

“Lá fora, o dia continuava magnífico, mas Heitor estava um pouco tristonho. Parou para arrumar a louça chinesa em sua sacola. Não queria correr o risco de quebrá-la. Entre os dois pratos, encontrou uma pequena tira de papel. Estava escrito: 20-13-10. Heitor puxou rápido seu bloco e leu:
Lição número 20: A felicidade depende do modo de ver as coisas.
Lição número 13: A felicidade é sentir-se útil aos outros.
Lição número 10: A felicidade é trabalhar no que a gente gosta.
Heitor pensou que essas eram ótimas lições. Pelo menos para ele.”

e AQUI.

18.09.12

Festa/Romaria de Santa Eufémia - Paróquia de Pinheiros 2012

mpgpadre

       A Festa e Romaria de Santa Eufémia envolve a paróquia de Pinheiros, mas,por certo, é uma festa e romaria para todo o Arciprestado/Concelho de Tabuaço, bem como paróquias vizinhas de Moimenta da Beira, como Castelo e Beira valente, ou de Armamar, Goujoim ou Arícera, entre muitas outras pessoas, vindas de outros lugares.

       O facto desde ano ter calhado ao fim de semana, facilitou a presença de muitas mais pessoas devotas de Santa Eufémia, que acorreram a Pinheiros para agradecer graças solicitadas, concedidas, para cumprir promessas, para fazer pedidos.

Em tempo de turbulência, a fé e a religião são um porto de abrigo. Não apenas um refúgio, mas uma âncora para enfrentar os desafios do tempo presente, para sentir terra, chão firme.

       Ficam algumas imagens da Festa de Santa Eufémia, 1.º e dia principal, a 16 de setembro, e imagens do segundo dia da festa, em honra de Santa Bárbara.

Album de fotos em Paróquia de Pinheiros no Facebook.

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