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Escolhas & Percursos

...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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20.07.11

Editorial Voz Jovem - Julho 2011

mpgpadre

       1 – Jesus apresenta-Se-nos com o poder de curar, que, por sua vez, comunica aos discípulos (Mt 10, 1-7: Jesus chamou a Si os seus Doze discípulos e deu-lhes poder de expulsar os espíritos impuros e de curar todas as doenças e enfermidades. São estes os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; Simão, o Cananeu, e Judas Iscariotes, que foi quem O entregou. Jesus enviou estes Doze, dando-lhes as seguintes instruções: «Não sigais o caminho dos gentios, nem entreis em cidade de samaritanos. Ide primeiramente às ovelhas perdidas da casa de Israel. Pelo caminho, proclamai que está perto o reino dos Céus»).

       Como seus discípulos para este tempo, também nós recebemos o poder de expulsar espíritos demoníacos e de curar doenças e enfermidades, nossas e dos outros.

 

       2 – O poder curativo é próprio do ser humano.

       O nosso corpo tem organismos de defesa contra doenças, vírus, bactérias… Avisa-nos quando não está a funcionar bem. Por vezes adiamos o problema à espera que se restabeleça por si. Em muitas situações precisa de ser ajudado, ou pela nossa mente, ou por mecanismos externos, medicamentos...

       Por exemplo, uma ferida exposta cura-se através das propriedades do sangue. Quando se tapa, não é para que cure, mas para evitar a infecção. As aplicações terapêuticas visam potenciar os nossos poderes curativos.

       O auxílio médico visa preparar o organismo para que este possa ganhar a batalha da cura. Por vezes, o estado gravoso pode levar a uma intervenção mais profunda, substituindo elementos naturais por mecanismos artificiais. As drogas ingeridas ou introduzidas, em forma de medicamentos, procuram interferir, escondendo, enganando, adulterando o organismo. De contrário, este rejeitaria tudo o que lhe é estranho. Por vezes, mesmo com medidas drásticas, o organismo rejeita enxertos, ou órgãos alheios e/ou artificiais. A cura está dentro de nós. O médico e o medicamento potenciam o organismo para que este cure. Às vezes leva muito tempo, dias, semanas, meses, anos, até à cura, até que o organismo assimile e faça seu o que é ou era alheio.

 

       3 – Psicologicamente, o mecanismo é semelhante. Mesmo em estados de grande ansiedade e depressão, a cura é interior. Por vezes é necessário forçar o organismo, para que este descanse, retempere forças. Os medicamentos utilizados em psiquiatria visam anestesiar a pessoa, ou prepará-la para que descubra e assuma as ferramentas da sua própria cura ou para que o processo autodestrutivo não seja completo, impedindo o retorno e a cura.

       4 – Os milagres, do mesmo modo, são uma potenciação das nossas capacidades curativas. Jesus exige sempre a fé. A cura não é um passe de mágica que se obtenha espectacularmente. As palavras como os gestos, quando acontecem, visam que a pessoa desperte e se deixe tocar pela graça.

       O grande milagre de Jesus, que é pedido à humanidade, é a conversão interior, a mudança de mentalidades, agindo para curar, para salvar, para dar vida. As palavras de Jesus são sintomáticas, a cura exige a fé: "a tua fé te salvou", "vai e não tornes a pecar", "os teus pecados estão perdoados", "levanta-te e anda". As expressões são claramente um desafio à cura interior, à mudança de vida. Jesus provoca a cura, provocando a fé ou, provocando fé, provoca também a cura.

 

       5 – Os médicos e a medicina são essenciais à humanidade e à qualidade de vida. Há doenças que exigem a intervenção de clínicos especialistas no corpo e na mente. É meritório o trabalho realizado. São louváveis os esforços técnicos e científicos. Mas a lógica continua a ser a de potenciar o organismo para reagir. Quantas doenças físicas não são curadas porque a força de vontade e o instinto de sobrevivência estão também em desequilíbrio. Os médicos sabem como a força interior e a ajuda das pessoas queridas são essenciais para a cura! Pode curar-se uma pessoa contra a sua própria vontade? Muito dificilmente.

 

       6 – Jesus envia-nos para curar.

       Quantas pessoas ficam melhor com uma palavra de conforto? Quantas vezes uma criança fica bem só porque foi acarinhada pela mãe? Quantas situações desastrosas foram evitadas com uma palavra de simpatia?

       Fica a pergunta: como é que podemos ser agentes curativos?

 

in Boletim Voz Jovem, Julho 2011

Editorial elaborado a partir da nossa reflexão:

A NOSSA CURA ESTÁ DENTRO DE NÓS.

19.07.11

Boletim Paroquial Voz Jovem - Julho 2011

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       Aí está mais uma edição do Boletim Paroquial VOZ JOVEM. Em formato de papel, distribuído gratuitamente no final das Eucaristias de fim de semana, e aqui em formato virtual, à disposição de todos os que acharem por bem acederem-lhe.

       Neste mês de Julho, destacamos alguns dos acontecimentos que marcaram o ritmo pastoral do mês de Junho, mormente a celebração da Primeira Comunhão, na solenidade de Corpo de Deus, no dia 23 de junho, e o Sacramento da Confirmação, no dia 19 de Junho. Há depois os temas habituais, do editorial - o poder curativo que há em nós - e o Olhar de um Jovem, sobre a Esposa de Isaac, bem como outras informações respeitantes à comunidade paroquial.

       O Boletim poderá ser lido a partir da página da paróquia de Tabuaço, ou fazendo o download:

19.07.11

Ressurreição: lugar do culto cristão

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       "O dia da ressurreição é o lugar exterior e interior do culto cristão, e a acção de graças como antecipação criadora da ressurreição por parte de Jesus é a maneira como o Senhor faz de nós pessoas que dão graças com Ele, a maneira como Ele, no dom, nos abençoa e envolve na transformação que, a partir dos dons, deve alcançar-nos e expandir-se no mundo, «até que Ele venha»".

 

Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré,  p 122.

18.07.11

Deixai crescer o trigo e o joio... até ao fim!

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1 – No Evangelho deste Domingo, Jesus fala-nos de novo em parábolas:

  • "O reino dos Céuspode comparar-se a um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio o inimigo, semeou joio no meio do trigo e foi-se embora. Quando o trigo cresceu e deu fruto, apareceu também o joio. Os servos do dono da casa foram dizer-lhe: ‘Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem então o joio? Ele respondeu-lhes: ‘Foi um inimigo que fez isso’. Disseram-lhe os servos: ‘Queres que vamos arrancar o joio?’ ‘Não! – disse ele – não suceda que, ao arrancardes o joio, arranqueis também o trigo. Deixai-os crescer ambos até à ceifa e, na altura da ceifa, direi aos ceifeiros: Apanhai primeiro o joio e atai-o em molhos para queimar; e ao trigo, recolhei-o no meu celeiro’".
  • "O reino dos Céus pode comparar-se a um grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo. Sendo a menor de todas as sementes, depois de crescer, é a maior de todas as hortaliças e torna-se árvore, de modo que as aves do céu vêm abrigar-se nos seus ramos".
  • "O reino dos Céus pode comparar-se ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado".

       2 – Num primeiro momento, tal como na parábola do Semeador que saiu a semear, do passado domingo, nota-se como a Palavra de Deus, qual semente, pequenina, às vezes quase imperceptível, como o grão de mostarda, ou como fermento invisível ao olhar e até ao paladar (quando muito pode notar-se a sua ausência), germina com eficácia, ainda que por vezes sobrevenha conjuntamente o mal, o joio, que pode abafar o trigo, a boa semente, tal como na vida em que muitas vezes o mal esconde todo o bem de uma pessoa, de um grupo, de uma instituição.

        Veja-se o caso das notícias que passam nos meios de comunicação social: quase na totalidade, negativas. Se aparece uma positiva ou é relativizado, colocada no boletim informativo quase como um apêndice, ou já não provoca entusiasmo. No dia seguinte (se não for no mesmo dia), quando nos encontramos no café, na rua, nos nossos passeios e nos nossos encontros, de que é que falamos, daquela boa notícia? Talvez. Mas o mais certo e habitual é falarmos de mais um episódio negativo, da crise, da corrupção...

       3 – Mas vejamos o significado que Jesus dá à parábola do trigo e do joio. Também agora Ele no-la explica: “Aquele que semeia a boa semente é o Filho do homem e o campo é o mundo. A boa semente são os filhos do reino, o joio são os filhos do Maligno e o inimigo que o semeou é o Demónio. A ceifa é o fim do mundo e os ceifeiros são os Anjos. Como o joio é apanhado e queimado no fogo, assim será no fim do mundo: o Filho do homem enviará os seus Anjos, que tirarão do seu reino todos os escandalosos e todos os que praticam a iniquidade, e hão-de lançá-los na fornalha ardente; aí haverá choro e ranger de dentes. Então, os justos brilharão como o sol no reino do seu Pai".

       Tal como na parábola da semana passada, também acerca desta não é descabido pensar que o trigo e o joio crescem juntos nas mesmas pessoas. Imediatamente, os bons são o trigo e os maus o joio. Mas, reflectindo um pouco mais, vemos como em cada um de nós cresce simultaneamente o trigo e o joio, ainda que por vezes se destaque um dos elementos. Há pessoas que produzem trigo em abundância. Há pessoas que deixam que o joio abafe e destrua a boa semente que trazem em si.

 

       4 – Olhando ainda para esta parábola, podemos aferir como a paciência de Deus é infinita. Ele não julga no início ou quando surgem as primeiras dificuldades ou os primeiros erros, espera, cuida, ama, perdoa, respeita a nossa liberdade e as nossas escolhas, deixam-nos tentar, deixa-nos errar, mas impele-los para Si, sempre, pacientemente, até ao fim, até que o bem possa abafar o mal.

 

       Também nas palavras da Sabedoria e do Salmo encontramos esta certeza:

  • "Vós, o Senhor da força, julgais com bondade e governais-nos com muita indulgência, porque sempre podeis usar da força quando quiserdes. Agindo deste modo, ensinastes ao vosso povo que o justo deve ser humano e aos vossos filhos destes a esperança feliz de que, após o pecado, dais lugar ao arrependimento".
  • "Senhor, sois um Deus bondoso e compassivo, paciente e cheio de misericórdia e fidelidade. Voltai para mim os vossos olhos e tende piedade de mim".

       5 – Neste entretanto, enquanto cresce o trigo e o joio, conjuntamente, nós temos a ajuda do Senhor, da Sua Palavra, dos Seus Sacramentos, do Espírito Santo. Como o Apóstolo também nós estamos cientes que "o Espírito Santo vem em auxilio da nossa fraqueza, porque não sabemos que pedir nas nossas orações; mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis. E Aquele que vê no íntimo dos corações conhece as aspirações do Espírito, sabe que Ele intercede pelos santos em conformidade com Deus".

       Se o Espírito Santo nos habita, tudo se torna mais fácil, basta-nos acreditar, basta-nos deixar que a nossa vontade se transfigure e se vá identificar com a vontade de Deus, para que o joio que possa haver em nós perca força diante da boa semente que cresce, amadurece e dá fruto.


Textos para a Eucaristia (ano A):

Sab 12,13.16-19; Sl 85 (86); Rom 8,26-27; Mt 13,24-43.

 

16.07.11

O amor não pode cessar de amar nem de desejar ser amado!

mpgpadre
     «Talvez aí resida o segredo da sua essência: o amor ama e deseja ser amado, o amor não pode senão amar e desejar ser amado, o amor não pode cessar de amar nem de desejar ser amado! (...)
        A oferta divina de um amor incondicional não implica que esse amor não espere nada em troca, porque o duplo fundamento da sua gratuidade não tornaria a ser posto em causa pela expectativa de ser amado, presente no próprio Deus. (...)
        Se uma resposta positiva da parte do ser humano pode ser tão ardentemente desejada, não é por ser uma condição a satisfazer para ser amado por Deus, mas, antes, por este continuar a ser o único meio de estabelecer, um dia, uma comunhão de amor vivida a dois, visto que não pode deixar de passar por uma escolha livre e mútua, sem a qual nenhuma relação se pode desenvolver nem desabrochar verdadeiramente.»

 

Irmão Emmanuel, de Taizé, em "Um Amor a descobrir",

16.07.11

Jesus parte abençoando. Abençoando, parte!

mpgpadre

       "... Peçamos-Le que acompanhe as pessoas que amamos ou com quem estamos preocupados. Peçamos-Lhe que Se torne eficazmente presente na sua Igreja.

       E porque não pedir-Lhe que nos conceda também hoje testemunhas novas da sua presença, nas quais Ele mesmo Se aproxime de nós?...


       Jesus parte abençoando. Abençoando, parte; e, na bênção, permanece. As suas mãos continuam estendidas sobre este mundo. As mãos de Cristo que abençoam são como um tecto que nos protege; mas, ao mesmo tempo, são um gesto de abertura que fende o mundo para que o Céu penetre nele e nele possa afirmar a sua presença.

       No gesto das mãos que abençoam, exprime-se a relação duradoura de Jesus com os seus discípulos, com o mundo. Ao partir, Ele eleva-nos acima de nós mesmos e abre o mundo a Deus. Por isso os discípulos puderam transbordar de alegria quando voltaram de Betânia para casa.

       Na fé, sabemos que Jesus, abençoando, tem as suas mãos estendidas sobre nós. Tal é a razão permanente da alegria cristã".

 

Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré,  pp 236.

15.07.11

Oração para o tempo de férias

mpgpadre

Senhor, seja este o tempo

de nos relançarmos em aliança mais pura com o real

convictos daquilo que a hospitalidade

paciente e fraterna do mundo em nós revela

 

Que saibamos apreciar a imediatez flagrante em que a vida se dá,

mas também as suas camadas profundas, escondidas, quase geológicas.

Que no instante e na duração saibamos escutar,

hoje e sempre,

o vivo, o desperto, o fremente

e o seu esperançoso trabalho.

 

Recebe, de nós,

a aurora e o verde azulado dos bosques.

Recebe o silêncio intacto dos espaços.

Recebe a música oceânica do vento.

 

Mas recebe igualmente a marcha desencontrada da história,

o desenho inacabado da nossa conversa terrena,

esta espécie de parto que,

entre dor e alegria, nos une.

 

Sejam os nossos quotidianos gestos

mergulhados na vivacidade da troca,

abertos ao que de todos os pontos

da humanidade e do mundo converge,

impelido pelo teu Espírito.

 

Que a frágil chama de amor hoje acesa

Ilumine tudo por dentro:

desde o coração da menor partícula

à vastidão das leis mais universais.

E tão naturalmente invada

cada elemento, cada mola, cada liame,

florescendo e amadurecendo

toda a vida que em nós vai germinar.

 

José Tolentino Mendonça, Editorial Agência Ecclesia.

14.07.11

O Senhor ama a cidade

mpgpadre

Deus ama a cidade, apesar dos sinais proibidos, dos sentidos obrigatórios e dos jardins fechados

 (Adaptação do) SALMO 87

O Senhor ama a cidade,

e todos os que nela vivem.

 

O Senhor está na cidade

E vai à loja do cidadão

Para fazer o registo dos povos.

 

O Senhor conduz a cidade

ao ritmo da sua eternidade

e não dos nossos relógios.

 

O Senhor alimenta a cidade

Com as fontes da Sua palavra

e o pão do nosso suor.

 

O Senhor constrói a cidade,

a partir da sua sabedoria infinita

e dos nossos precários projectos.

 

O Senhor ilumina a cidade;

também as favelas, bidonvilles e musseques.

 

O Senhor caminha na cidade,

indiferente aos radares

e sinais vermelhos

dos que não O deixam passar.

 

O Senhor faz parar a cidade

para levar pão e água,

pelas passagens dos peões,

ao outro lado da rua da humanidade.

 

Grandes coisas se dizem de ti,

ó cidade de Deus e dos homens!

 

Frei Manuel Rito Dias, in Revista Bíblica, n. 335, Julho-Agosto 2011

13.07.11

Olhando só para Ele, o Mestre dos Mestres

mpgpadre

      

       Conta-se que Ciro, rei da Pérsia, durante uma de suas campanhas venceu e aprisionou um príncipe da Líbia. O príncipe foi levado ao rei vencedor juntamente com sua esposa e filhos.

       Ciro perguntou-lhes:

       - Que me dás se te conceder a liberdade?

       - A metade do meu reino – foi a resposta.

       - E se der a liberdade, também, a teus filhos?

       - Entrego-te, nesse caso, a outra metade do meu reino.

       - Que me darás, então, pela liberdade de tua esposa? – tornou o rei persa.

       O príncipe percebeu que tinha agido precipitadamente ao oferecer tudo o que tinha, esquecido de sua companheira; depois de meditar um momento declarou com firmeza:

       - Entrego-me a mim mesmo pela liberdade de minha esposa.

       O grande rei ficou tão surpreso ao ouvir esta resposta que concedeu liberdade a toda a família sem exigir resgate nem fiança.

       Ao regressar a casa, perguntou o príncipe à sua esposa se não havia reparado na fisionomia serena e altiva do soberano persa.

       A delicada esposa respondeu:

       - Não olhei absolutamente para nada, porque tinha os meus olhos fixos naquele que estava disposto a dar-se a si mesmo pela minha liberdade.

Felizes seríamos se esta resposta pudesse ser a confissão dos nossos corações ao nos referirmos a Cristo! Esforcemo-nos para que os nossos olhos estejam sempre fixos naquele que, não somente estava disposto a entregar-se por nós, mas que realmente sacrificou sua vida para salvar-nos. Que nossa atenção se fixe em Cristo de tal modo que não tenhamos ocasião de olhar para o mundo, nem para as faltas e defeitos de nossos irmãos. Certo é que se assim o fizermos seremos transformados, como diz São Paulo, à imagem de Sua glória.

 Lendas do Céu e da Terra – autor D., in Almas Castelos.

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