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Escolhas & Percursos

...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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22.05.11

Não se perturbe o vosso coração, acreditai em Mim

mpgpadre

       1 «Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por Mim. Se Me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai. Mas desde agora já O conheceis e já O vistes». A resposta de Jesus a Tomé e a Filipe deixa clarividente que Jesus é o ROSTO de DEUS. Já não vivemos nas trevas, ou à media luz, vivemos no dia, na luz, no tempo em que Jesus nos dá a conhecer o próprio Deus. Disse-Lhe Filipe: «Senhor, mostra-nos o Pai e isto nos basta». Respondeu-lhe Jesus: «Há tanto tempo que estou convosco e não Me conheces, Filipe? Quem Me vê, vê o Pai...».

        Sublinhe-se, uma vez mais, que o cristianismo não é uma Religião do Livro (a Bíblia), ou um conjunto de verdades, de leis, de decretos, mas é antes de mais e sobretudo, uma PESSOA e um acontecimento, Jesus Cristo com o mistério da Sua morte e Ressurreição, momento pelo qual nos oferece a Deus, redimindo-nos de todo o mal, e (re)colocando-nos em Deus.

       E nem a Sua ascensão ao Céus O afastará do mundo e sobretudo das pessoas: «Não se perturbe o vosso coração. Se acreditais em Deus, acreditai também em Mim. Em casa de meu Pai há muitas moradas...". Vai para junto do Pai, preparar a nosso morada, mas ainda mais próximo de cada um. Daí a nossa alegria, por sabermos que - tal como Deus Seu e nosso Pai - Ele ficará agora mais disponível, sem as limitações espácio-temporais.

       Ele é o CAMINHO, a VERDADE e a VIDA. N'Ele a garantia que o nosso presente e futuro estão assegurados. E se é certo que há tantos caminhos quantas as pessoas, como há alguns anos o referiu o então Cardeal Ratzinger. Cada um acolhe a fé à sua maneira, encaminhando-nos todos para Ele, o nosso caminho, caminho da Igreja, caminho da humanidade.

 

       2 Com efeito, isto é tanto assim, que depois da ressurreição/ascensão de Jesus, os Apóstolos não ficam paralisados pelo medo anterior mas sentem-se animados pelo Espírito de Jesus Cristo e, destemidamente, testemunham a presença de Cristo vivo em cada um, nas comunidades crentes, nos sacramentos, no bem a promover.

       E cedo começam a ver que as limitações pessoais são superadas pela força do Espírito Santo. Os frutos aparecem. Novas necessidades, novas dificuldades, novas potencialidades.

       "Aumentando o número dos discípulos, os helenistas começaram a murmurar contra os hebreus, porque no serviço diário não se fazia caso das suas viúvas. Então os Doze convocaram a assembleia dos discípulos e disseram: «Não convém que deixemos de pregar a palavra de Deus, para servirmos às mesas. Escolhei entre vós, irmãos, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, para lhes confiarmos esse cargo. Quanto a nós, vamos dedicar-nos totalmente à oração e ao ministério da palavra»".

       O importante, em cada nova situação, é confiar em Deus e deixar que Ele seja protagonista. Quando assim acontece, as dificuldades tornam-se novo ponto de partida para o anúncio do Reino e para a solidificação do Evangelho.

       Mais pessoas a quem atender, sem secundarizar o anúncio da Palavra de Deus.

       São escolhidos 7 homens, honrados, justos, de entre a comunidade. Surgem os diáconos (= aquele que serve... serviço das mesas = caridade). A dimensão caritativa não é dispensável, não é acessória, não é engavetável, é o rosto da Igreja, porque é também o rosto de Jesus Cristo. Ele não vem para ser servido mas para servir. Diante dos discípulos para lhes lavar os pés, a reafirmação: assim como Eu vos fiz, fazei-o também vós uns aos outros. Ele é o caminho a percorrer. Mas cada pessoa, como rosto de Cristo para este tempo, é caminho para a salvação.

 

       3 "Aproximai-vos do Senhor, que é a pedra viva, rejeitada pelos homens, mas escolhida e preciosa aos olhos de Deus. E vós mesmos, como pedras vivas, entrai na construção deste templo espiritual, para constituirdes um sacerdócio santo, destinado a oferecer sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus por Jesus Cristo..."

       Cada um de nós faz o seu caminho.

       Caminhamos juntos, mas não uns em vez dos outros!

       Temos uma identidade, preocupações e anseios específicos, sonhos e projectos determinados. Como crentes, somos pedras vivas. Cada um de nós é peça importante na construção do Reino de Deus. Contudo, o nosso caminho, como cristãos, há-de levar-nos a Jesus Cristo, é Ele a Pedra Viva, preciosa aos olhos de Deus. E assim, como referido no início, o nosso caminho, na sua dinâmica pessoal, vai-se aproximando de Jesus Cristo, o Caminho, a Verdade e a Vida, inserido-nos assim na comunidade crente, na dinâmica comunitária da fé. Juntos formamos o Corpo de Cristo que é a Igreja, como pedras vivas, formamos o Templo santo do Senhor.

       Cada um de nós faz o seu caminho.

       Caminhamos juntos, mas não uns em vez dos outros!

       Olhando para o lado, não vendo ninguém, o caminho torna-se desértico, arenoso.

       Mas com os outros, e com Deus no nosso caminho, tudo se torna mais luminoso, mais seguro, ainda que as dificuldades persistam. Sabemos com Quem caminhamos e para onde vamos. O nosso caminhar torna-se mais decidido.


Textos para a Eucaristia (ano A): Act 6, 1-7; 1 Ped 2, 4-9; Jo 14, 1-12.

 

20.05.11

Não contar só com a ganância do padeiro

mpgpadre

Hoje são os próprios economistas a recordar-nos que temos de enriquecer as nossas existências por outros meios e em outras dimensões. Por exemplo, a espiritual.

       Um dos clássicos da economia moderna, Adam Smith, resumia desta maneira pragmática o funcionamento do sistema económico: devemos o nosso pão fresco diário não ao altruísmo do padeiro, mas  à sua ganância.  É graças à ambição do ganho, que os bens de que precisamos chegam às prateleiras dos supermercados. Esse dado é, de resto, comummente aceite e consensualmente aceitável.

       O facto que hoje se coloca, sempre com maior urgência, é, porém, de outra natureza. Claro que não perde validade a justa expectativa de que a atividade laboral produza o seu lucro, mas o que se coloca às nossas sociedades é a questão da sua capacidade para resolver, ainda que de modo não completamente perfeito, os desequilíbrios que elas próprias geram e que ameaçam a sua preservação. Ora, este processo de reajuste e maturação do sistema não parece que possa ficar unicamente dependente daquilo que Adam Smith chamou “a ganância do padeiro”.

       A difícil situação atual mostra-nos, sem margem para hesitações, como se tornou urgente e vital introduzir alternativas de fundo num campo que é económico e financeiro, mas também é humano e cultural. Nesse sentido, vale a pena olhar para os três pontos propostos recentemente por Tim Jackson, professor da Universidade de Surrey, que nos desafia a redefinirmos o que entendemos por prosperidade.

       O primeiro ponto prende-se com a necessidade de nos consciencializarmos todos de que o crescimento económico tem limites. O segundo passa por aceitarmos distribuir os lucros não apenas segundo critérios financeiros, mas também em função de um benefício social e ambiental. O terceiro ponto diz-nos que é preciso mudar a lógica cultural dominante, que identifica prosperidade com enriquecimento material.

       Hoje são os próprios economistas a recordar-nos que temos de enriquecer as nossas existências por outros meios e em outras dimensões. Por exemplo, a espiritual.

 

José Tolentino Mendonça, in Editorial da Agência Ecclesia.

19.05.11

Uma DEMOCRACIA participativa e não apenas representativa

mpgpadre

       O Bispo da Diocese da Guarda, D. Manuel Felício, que tivemos como professor em Teologia fundamental, nesta entrevista no programa da RTP 2, Ecclesia, acentua a necessidade do país virtual - o das decisões políticas e administrativas - se aproxime do país real, o dos problemas. Para isso, era importante que os políticos visitassem o país e as comunidades em dias normais para sentirem o peso às dificuldades reais para depois decidirem com mais proximidade aos problemas e anseios das pessoas, não bastando uma democracia representativa mas que se torne participativa.

19.05.11

Oração de João Paulo II sobre a Paz

mpgpadre

Deus dos nossos pais, grande e misericordioso,

Senhor da paz e da vida, pai de todos,

Tu tens projectos de paz e não de aflição,

condenas as guerras e abates o orgulho dos violentos.

Enviaste o teu Filho Jesus

para anunciar a paz aos que estavam perto e longe,

para reunir os homens numa única família.

Escuta o grito unânime dos teus filhos,

a súplica cheia de tristeza de toda a humanidade:

Jamais a guerra, aventura sem regresso.

Jamais a guerra, espiral de morte e de violência;

não a esta guerra que é uma ameaça

para todas as criaturas, na terra e no mar.

Em comunhão com Maria, Mãe de Jesus, suplicamos ainda:

Fala ao coração dos responsáveis dos destinos dos povos,

pára a lógica das represálias e da vingança,

sugere pelo teu Espírito novas soluções, gestos generosos,

possibilidades de diálogo e de paciência.

Dá ao nosso tempo dias de paz. Jamais a guerra.

Ámen.

in PEDROSA FERREIRA, As Bem-aventuranças, Hoje.

18.05.11

Leituras: D. Joaquim Gonçalves - "O outro JONAS"

mpgpadre

JOAQUIM GONÇALVES (Bispo de Vila Real, substituído na Diocese, hoje, por D. Amândio Tomás, até agora Coadjutor), O Outro Jonas. Nas Bodas de Ouro Sacerdotais. Gráfica de Coimbra 2: Vila Real 2010.

 

       Este é o pequeno livro, que se lê no intervalo de qualquer coisa, mas grande para reflectir, rezar, para louvar a Deus, para agradecer o dom da vida e da técnica, da pessoa humana, da humildade, da bondade e da generosidade.

       Nas Bodas de Ouro Sacerdotais, D. Joaquim Gonçalves deu à estampa um texto poético: O outro JONAS. Partindo desta figura bíblica, dois anos depois de lhe ser feito um transplante ao coração, nos Hospitais da Universidade de Coimbra, pelo cirurgião, Dr. Manuel Antunes, comparando o transplante ao percurso feito por Jonas, que é engolido por uma baleia, durante três dias. Também D. Joaquim desceu da Montanha de Vila Real, ao coma em Gaia, e ao transplante em Coimbra.

       O texto divide-se em 4 partes:

  1. Missão

  2. Naufrágio

  3. O Sermão de Jonas

  4. A conversão de Jonas

        Entrelaça-se no texto os anos de sacerdócio, de Bispo Auxiliar em Braga, de Bispo em Vila Real, e os momentos de doente coronário. É também uma proposta de vida. Um desafio à pastoral do coração a coração, das pessoas, dos grupos.

       O livro inclui ainda a belíssima reflexão de D. Joaquim, explorando o texto poético, acrescentando dados, aprofundando, dando mais explicações, fundamentando, agradecendo, louvando a Deus pela técnica e sobretudo pelas pessoas que a utilizam positivamente, ao serviço da criação.

        Para enriquecer esta pequena reflexão, uma entrevista concedida pelo Próprio ao "Correio de Coimbra", Como vive um Bispo um transplante cardíaco, quando ainda estava em convalescença.

       Na parte final, duas intervenções dos dois últimos papas: João Paulo II e Bento XVI, sobre o transplante e a doação de órgãos.

       Deixamos três excertos da reflexão de D. Joaquim sobre o seu texto poético, O outro Jonas:

       "Moldado pela técnica, o homem urbano é prisioneiro das mãos e da eficácia da produção, mãos que não se cruzam para rezar, e o homem torna-se uma ovelha sem rebanho e sem pastor, sem Igreja e sem Deus. A tecnociência substitui a Providência e embotou o espírito do homem em relação a tudo o que vá para além da eficácia..."

       "Religiosamente, o homem moderno tende a ser agnóstico inquieto. Vive uma filosofia do cansaço: não sabe como ser crente, mas não tem força para ser herege. Sensível às dores do homem, sonha ajudá-lo sem cultivar o amor de Deus, um filantropia sem calor. Em muitos casos, essa sensibilidade aos outros abre uma janela para Deus".

      "Deus acompanha sempre com amor a nossa vida, mesmo na doença e na morte. A isso chamamos Providência, mas essa Providência não pode ser controlada pelos nossos meios. Acredita-se. Por isso, quando nos encontramos gravemente doentes, é vontade de Deus que recorramos ao saber científico como se tudo dependesse dos homens, que lutemos sempre pelo dia seguinte e, ao mesmo tempo, nos confiemos à Providência, como se tudo dependesse de Deus..."

18.05.11

Leituras: as Bem-aventuranças, hoje

mpgpadre

PEDROSA FERREIRA, As Bem-aventuranças hoje. A bússola que orienta para a felicidade. Edições Salesianas: Porto 2011.

     Mais uma leitura leve, agradável e profunda que recomendámos.

      Partindo das Bem-aventuranças, do Sermão da Monstanha, Pedrosa Ferreira apresenta-nos este consjunto de catequeses para adolescentes, jovens e adultos.

     Em cada catequese é-nos apresentada a vivência de Jesus na respectiva Bem-aventurança, é proposta para os nossos dias, com orientações simples e práticas, com o convite ao empenho/compromisso, rezando a bem-aventuanças. Em cada uma das bem-aventuranças é também apresentado um exemplo de vida como Jesus de Nazaré, Madre Teresa de Calcutá, João Paulo II, Maximiliano Kolbe, Clara de Assis, Bakhita, François Van Thun, Domingos Sávio, João XXIII.

       Para utilizar como catequese, mas também como leitura pessoal e/ou comunitária.

17.05.11

Festa da Palavra 2011 - Tabuaço

mpgpadre
       Maio e Junho são meses de grande intensidade catequética, onde se concentram as diversas festas da catequese. Ontem, 14 de maio, foi a vez dos meninos do 4.º ano de catequese. Aqui ficam alguns momentos da celebração, com uma música muito apropriada da Comunidade de Jovens Shalom.
       Vejam-se a palavras destacadas durante o Ofertório:
Silêncio
Acolher
Ó Jesus queremos escutar a tua Palavra. Mas sem fazer silêncio é difícil, pois só no silêncio e acolhendo a tua Palavra Te podemos escutar de verdade.
Transformar
É com os braços abertos que queremos receber o Teu amor, que nos transforma. Assim com a nossa bondade seremos transformados constantemente.
Saborear
Como é bom ser transformado, ser diferente, ser melhor. Mas para isso é necessário sabedoria. O nosso desejo é poder saborear tudo quanto és capaz de realizar em cada um de nós.
Anunciar
Jesus, Tu pediste para seres anunciado. Estamos aqui, para crescer na fé, e ser testemunhas da tua Ressurreição.

16.05.11

Jesus, o nosso Bom Pastor

mpgpadre

        1 - Neste quarto Domingo da Páscoa, Jesus é-nos apresentado como o BOM PASTOR. Esta imagem belíssima, presente no Antigo Testamento - onde se refere claramente que Deus virá até ao Povo eleito como o Pastor, para apascentar o seu rebanho, cuidando das ovelhas feridas, provendo que nenhuma se perca - é assumida por Jesus Cristo e pelos Seus discípulos que O têm por Guia, Mestre e Senhor.

       Jesus é o Bom Pastor, conhece cada um pelo nome, cuida de todos, em especial dos que precisam de mais atenção. O verdadeiro pastor conhece as suas ovelhas, as que têm dificuldade em caminhar, as que facilmente dispersam, as que precisam de mais atenção para sobreviver, as que estão feridas. Conhece também os melhores pastos. Assim Jesus para a humanidade.

        D'Ele podemos dizer com o salmista: "O Senhor é meu pastor: nada me falta. Leva-me a descansar em verdes prados, conduz-me às águas refrescantes e reconforta a minha alma... Ele me guia por sendas direitas por amor do seu nome. Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos, não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo..."

       Usando esta imagem, Jesus sublinha acerca do pastor: "... Ele chama cada uma delas pelo seu nome e leva-as para fora. Depois de ter feito sair todas as que lhe pertencem, caminha à sua frente e as ovelhas seguem-no, porque conhecem a sua voz. Se for um estranho, não o seguem, mas fogem dele, porque não conhecem a voz dos estranhos".

       É Ele, Jesus o Bom Pastor, que nos conduz, que vai à nossa frente, que dá a vida por nós, que testemunha o amor de Deus por cada um, que nos leva à abundância da vida, saciando a nossa fome e a nossa sede, mesmo e apesar das provações do tempo presente.

 

       2 - Vale a pena ler com atenção todo o texto da Epístola de São Pedro, onde o Apóstolo parte da iniciativa de Jesus, vindo da parte de Deus, e que sofre por nós, dá a vida pela humanidade, desafiando-nos a viver do jeito que vivia Jesus, imitando os seus gestos, as suas atitudes:

       "Se vós, fazendo o bem, suportais o sofrimento com paciência, isto é uma graça aos olhos de Deus. Para isto é que fostes chamados, porque Cristo sofreu também por vós, deixando vos o exemplo, para que sigais os seus passos. Ele não cometeu pecado algum e na sua boca não se encontrou mentira. Insultado, não pagava com injúrias; maltratado, não respondia com ameaças; mas entregava Se Àquele que julga com justiça. Ele suportou os nossos pecados no seu Corpo, no madeiro da cruz, a fim de que, mortos para o pecado, vivamos para a justiça: pelas suas chagas fomos curados. Vós éreis como ovelhas desgarradas, mas agora voltastes para o pastor e guarda das vossas almas".

       O discípulo não é superior ao Mestre. Se o Mestre dá a outra face, também nós. Se o Mestre responde ao mal com o bem, também nós. Se Ele vem para servir, também nós, na certeza que Ele nos acompanha como Bom Pastor, n'Ele fomos salvos e n'Ele temos a vida eterna.

 

       3 - O desafio que São Pedro renova na Epístola é o mesmo que vem dos primeiros tempos da pregação, com a certeza de que Deus age em nós e através de nós. A iniciativa é de Deus, que quer a nossa salvação, que em Jesus Cristo nos devolve a alegria e a confiança, e que nos insere nesta vida nova.

       O que é necessário então para vivermos em Jesus Cristo?

       Responde-nos Pedro: "Convertei-vos e peça cada um de vós o Baptismo em nome de Jesus Cristo, para vos serem perdoados os pecados. Recebereis então o dom do Espírito Santo, porque a promessa desse dom é para vós, para os vossos filhos e para quantos, de longe, ouvirem o apelo do Senhor nosso Deus".

 


Textos para a Eucaristia (ano A): Act 2,14a.36-41; Sl 22 (23); 1 Ped 2,20b-25; Jo 10,1-10.

 

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