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Escolhas & Percursos

...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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20.02.11

Se te baterem na face direita, oferece também a esquerda...

mpgpadre

       1 – O Sermão da Montanha coloca-nos mais uma vez no alto da montanha, ao redor de Jesus, como discípulos deste tempo, para escutar os Seus ensinamentos, para nos deixarmos tocar pelo Seu olhar, para nos deixarmos envolver pelo Seu entusiasmo, pela Sua presença luminosa. As Bem-aventuranças remetem-nos para a radicalidade do seguimento de Jesus, até mesmo no sofrimento; depois Jesus disse-nos claramente que somos no mundo o que o sal é para o alimento e a luz para o nosso andar. No domingo passado, ouvimo-l'O a contrapor a caridade à letra da Lei; Ele não vem para revogar a Lei mas para a levar à plenitude. A plenitude é a vivência da caridade, em todas as situações, em todos os momentos.

       Hoje, Jesus volta a acentuar a dinâmica da caridade, expressa na tolerância e sobretudo no perdão sem condições: "Ouvistes que foi dito aos antigos: ‘Olho por olho e dente por dente’. Eu, porém, digo-vos: Não resistais ao homem mau. Mas se alguém te bater na face direita, oferece-lhe também a esquerda... Amai os vossos inimigos e orai por aqueles que vos perseguem, para serdes filhos do vosso Pai que está nos Céus; pois Ele faz nascer o sol sobre bons e maus e chover sobre justos e injustos".

       Não existem reservas nem desculpas, a caridade e o perdão são a única opção do cristão, daquele e daquela que quer imitar Jesus Cristo, o Mestre dos Mestres.

 

       2 – A mesma orientação é dada por Deus a Moisés, como podemos escutar na primeira leitura, "O Senhor dirigiu-Se a Moisés nestes termos: «Fala a toda a comunidade dos filhos de Israel e diz-lhes: ‘Sede santos, porque Eu, o Senhor, vosso Deus, sou santo’. Não odiarás do íntimo do coração os teus irmãos, mas corrigirás o teu próximo, para não incorreres em falta por causa dele. Não te vingarás, nem guardarás rancor contra os filhos do teu povo. Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor».

       Com efeito, o respeito, a generosidade e a caridade para com o próximo há-de tornar-se uma prática constante dos membros do povo de Israel e assim também do novo povo eleito, a Igreja e os cristãos. Por um lado, não guardar rancor, não ter sentimentos e/ou gestos de ódio e de vingança para com os irmãos. Por outro lado, corrigir os erros dos irmãos, ajudá-los a regressar ao bom caminho, para que todos possamos ser santos como o Senhor nosso Deus é santo.

       O mandamento do amor ao próximo como a nós mesmos tornar-se manifesto como exigência permanente do crente.

 

       3 – A prática da caridade, da tolerância, do bem, integra este nosso projecto de santidade. Todos somos chamados à santificação no lugar em que nos encontramos e nas actividades/profissões/ocupações que realizamos.

       Diz-nos o Apóstolo, na segunda leitura, "Não sabeis que sois templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destrói o templo de Deus, Deus o destruirá. Porque o templo de Deus é santo, e vós sois esse templo".

       Lembremo-nos das palavras de Deus a Moisés, "sede santos, porque Eu, o Senhor, sou santo". Não é um acessório da vida crente ou um projecto dos religiosos e religiosas, das pessoas consagradas, é uma vocação universal de todos os baptizados.

       A santidade começa no nosso íntimo, na identificação com a santidade de Deus, na imitação de Jesus Cristo. Como Ele foi templo, habitação, morada de Deus, assim cada um de nós, seus seguidores, havemos de nos tornar verdadeiras moradas de Deus, para que depois a nossa relação com o próximo se faça para louvor e glória de Deus, na comunhão, na partilha, no perdão, na caridade sem fim, exactamente ao jeito de Jesus Cristo.

_________________________

Textos para a Eucaristia (ano A): Lv 19, 1-2.17-18; 1 Cor 3, 16-23; Mt 5, 38-48.

 

19.02.11

Pe. Marcos Alvim :: Quero seguir-Te :: :: Semana Bíblica

mpgpadre

       Com base numa canção do Pe. Marcos Alvim, do CD/Livro "Bom Mestre", edição do SDPJ de Lamego e das Edições Salesianas, um diaporama para rezar, cantar, reflectir, utilizado na Semana de Formação Bíblica, realizada na paróquia de Tabuaço, entre 13 e 18 de Fevereiro de 2011. As imagens belíssimas são deste universo que é a internet...

       A Semana de Formação Bíblica termina, precisamente, com o concerto de oração do Pe. Marcos Alvim.

18.02.11

Morrer é só não ser visto...

mpgpadre

       O verso certeiro de Fernando Pessoa que diz «Morrer é só não ser visto» ganhou, nos últimos dias, significados que nos deveriam desassossegar. As notícias que dão conta dos idosos que vivem e morrem em total solidão mostram-nos como a frase de Pessoa não é apenas uma alusão simbólica à invisibilidade dos mortos, mas se tornou uma descrição literal do que, entre nós, acontece aos vivos. Num número que ninguém ainda consegue bem quantificar, mas que os poucos indicadores dão como preocupante e crescente, multiplicam-se as situações de isolamento humano, sobretudo na terceira idade, precisamente quando o cuidado e o acompanhamento deveriam ser redobrados.

       Por vezes, no cruzamento apressado das horas, deparamos com um rosto idoso que nos olha por detrás de uma janela, na nesga quase oculta de uma cortina, e fazemos por não pensar muito nisso. Mas que nos dizem esses olhos Que nos dizem esses olhos que nos olham em silêncio, sedentos de proximidade e de palavra; esses olhos para quem tudo é adiado; esses olhos que se sabem deixados para o fim ou nem isso; esses olhos impotentes e, ainda assim, tão doces; esses olhos que tacteiam as coisas e já não estão certos de as reconhecer ou de as poder activar; esses olhos que desistem um milhão de vezes por dia e nenhuma delas sem dor; esses olhos que se deixaram sequestrar pela televisão a tempo inteiro; esses olhos vazios do que não viram, mas que não desistem de esperar; esses olhos atrapalhados na geografia que alteramos sem aviso; esses olhos que não conseguem perceber a literatura incluída de um mundo que, sem o merecerem, lhes é hostil? Sim, que nos dizem os olhos que encontramos regularmente por anos a fio, ou mesmo só por uns meses, que nos habituamos a reconhecer na nossa paisagem anónima e distraída e, de repente, deixamos de ver? «Morrer é só não ser visto». Deveríamos escrever o verso de Pessoa na Constituição da República e no nosso coração.

 

Pe. José Tolentino Mendonça, Editorial da Agência Ecclesia.

17.02.11

Sublinhados - Dei Verbum, de Bento XVI

mpgpadre

       Em Outubro de 2008, realizou-se, no Vaticano, o Sínodo dos Bispos, para reflectir sobre a Palavra de Deus. Esta exoratação apostólica, de Bento XVI, apresenta os frutos dessa reflexão para toda a Igreja. Aqui apresentamos os nossos sublinhados sobre esta Exortação, em forma de diaporama, proposto na Semana de Formação Bíblica.

Bento XVI, Verbum Domini. Exortação Apostólica sobre a Palavra de Deus. Paulus Editora. Setembro 2010.

16.02.11

Papa João XXIII: Os dez Mandamentos da Serenidade

mpgpadre
  1. Só por hoje tratarei de viver exclusivamente este meu dia, sem querer resolver o problema da minha vida, todo de uma vez;

  2. Só por hoje terei o máximo cuidado com o meu modo de tratar os outros: delicado nas minhas maneiras; não criticar ninguém, não pretenderei melhorar ou disciplinar ninguém senão a mim;

  3. Só por hoje me sentirei feliz com a certeza de ter sido criado para ser feliz não só no outro mundo, mas também neste;

  4. Só por hoje me adaptarei às circunstâncias, sem pretender que as circunstâncias se adaptem todas aos meus desejos;

  5. Só por hoje dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, lembrando-me que assim como é preciso comer para sustentar meu corpo, assim também a leitura é necessária para alimentar a vida da minha alma;

  6. Só por hoje praticarei uma boa ação sem contá-la a ninguém;

  7. Só por hoje farei uma coisa de que não gosto e se for ofendido nos meus sentimentos procurarei que ninguém o saiba;

  8. Só por hoje farei um programa bem completo do meu dia. Talvez não o execute perfeitamente, mas em todo o caso, vou fazê-lo. E me guardarei bem de duas calamidades: a pressa e a indecisão;

  9. Só por hoje ficarei bem firme na fé de que a Divina Providência se ocupa de mim, mesmo se existisse só eu no mundo – ainda que as circunstâncias manifestem o contrário;

  10. Só por hoje não terei medo de nada. Em particular, não terei medo de gozar do que é belo e não terei medo de crer na bondade.

Papa João XXIII (postado a partir de 33 católico)

16.02.11

Tudo é chamado a servir a Palavra...

mpgpadre

       Durante esta Semana, em Tabuaço, estamos "realizar" a Semana de Foramação Bíblica, entre 13 e 18 de Feveiro, que culmina precisamente com um concerto de oração, com o Pe. Marcos Alvim, na sexta-feira, dia 18, na Igreja Paroquial. Ontem, dedicamos o tempo a uma releitura da Exotação Apostólica de Bento XVI. Colocaremos aqui, nos próximos dias, os nossos sublinhados:

       "...a realidade nasce da Palavra, como creatura Verbi, e tudo é chamado a servir a Palavra. A criação é lugar onde se desenvolve toda a história do amor entre Deus e a sua criatura; por conseguinte, o movente de tudo é a salvação do homem. Contemplando o universo na perspectiva da história da salvação, somos levados a descobrir a posição única e singular que ocupa o homem na criação: «Deus criou o homem à sua imagem, criou-o à imagem de Deus; Ele os criou homem e mulher» (Gn 1, 27)".

 

15.02.11

Deus não Se impõe...

mpgpadre

       "Deus não Se impõe, não da mesma maneira como determino, por exemplo, que em cima da mesa está um copo: está lá! A Sua presença é um encontro que chega ao que há de mais íntimo e profundo do homem, mas que nunca pode ser reduzido à palpabilidade de uma coisa material. Por isso, pela grandeza do acontecimento, torna-se claro que a fé é um acontecimento em liberdade. Éste facto esconde em si a certeza de que se trata de algo verdadeiro, algo real - mas também não exclui completamente a possibilidade de negação".

 

BENTO XVI, Luz do Mundo... Lucerna: 2010.

13.02.11

A Plenitude da Lei: a CARIDADE

mpgpadre

     1 – "Os antigos disseram... porém Eu digo-vos". Nesta antítese, Jesus propõe uma mudança de mentalidade, não para desfazer o que de bom a humanidade construiu, e em particular o povo da eleição, mas para levar à plenitude. Com efeito, o próprio Jesus nos diz: "Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim revogar, mas completar..."

       A plenitude da Lei é o amor. O Evangelho deste domingo di-lo claramente. Por um lado não é uma ruptura sem história nem memória, mas uma ruptura que introduz uma atitude diferente, nova, dinâmica, que não se prende a convenções exteriores, mas se abre ao amor, se abre a Deus.

       Ao lermos atentamente a Sagrada Escritura, vemos que o Povo judeu tinha leis extraordinariamente equitativas, justas, e mesmo generosas, prevendo, por exemplo, que ninguém fosse indefinidamente privado dos seus direitos, dos seus haveres ou da sua condição livre, sancionando a devolução jubilar dos bens e da condição familiar. No entanto, há muitos aspectos em que sobrevém a lei de talião, ou seja, olho por olho, dente por dente. Jesus acentua a caridade que nos vem de Deus, a conciliação, uma justiça que não seja apenas retributiva, mas seja solidária e benevolente.

       A atitude de Jesus tornar-nos-á criativos. Não podemos esperar que os outros nos façam bem, para nós lho fazermos também, antecipemo-nos no bem. Não esperemos pelas desculpas de quem nos ofendeu, tomemos a iniciativa de ir ao seu encontro: "Portanto, se fores apresentar a tua oferta sobre o altar e ali te recordares que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a tua oferta diante do altar, vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão".

 

       2 – Uma das verdades insofismáveis no cristianismo é que Deus nos criou por amor, para sermos felizes, mas tal como os pais não se substituem aos filhos nas suas escolhas e nos seus percursos de vida, mesmo que sofram pelo sofrimento dos seus filhos, também Deus não nos trata como marionetas, pois criou-nos livres e respeita a nossa liberdade, incondicionalmente. Aceita a nossa escolha, e mesmo a nossa recusa, aceita que até possamos excluí-l'O da nossa vida, ou que nos ponhamos contra Ele, ou vivamos como se Ele não existisse.

       "Deus pôs diante de ti o fogo e a água: estenderás a mão para o que desejares. Diante do homem estão a vida e a morte: o que ele escolher, isso lhe será dado... Não mandou a ninguém fazer o mal, nem deu licença a ninguém de cometer o pecado" (Primeira Leitura).

       A escolha é nossa. Mas a certeza de que Ele Se coloca do nosso lado é reconfortante e é uma garantia que a opção pela vida nos conduzirá a Ele, à felicidade, neste mundo e para a eternidade.

       A escolha do bem envolve-nos a luminosidade de Deus, na descoberta da Sua presença e do Seu amor na nossa existência terrena e quotidiana: "Felizes os que seguem o caminho perfeito e andam na lei do Senhor. Felizes os que observam as suas ordens e O procuram de todo o coração" (Salmo).

 

       3 – A opção por Jesus Cristo e pelo Evangelho da caridade e do perdão é convite à simplicidade, à transparência, à alegria nas pequenas coisas.

       São Paulo, depois da conversão e da Sua adesão a Jesus Cristo, tornou-se o Apóstolo por excelência, procurando que a Palavra de Deus passasse através das suas palavras muito humanas e muitos simples e através dos seus gestos. "Falamos da sabedoria de Deus, misteriosa e oculta, que já antes dos séculos Deus tinha destinado para a nossa glória". Para nos tornarmos servidores da verdade, servidores da Palavra de Deus, a nossa linguagem tem de assomar a sabedoria de Deus, ou como nos diz Jesus a nossa "linguagem deve ser: ‘Sim, sim; não, não’". E assim também a nossa relação com os outros.

___________________________

Textos para a Eucaristia (ano A): Sir 15, 16-21 (15-20); Sl 118 (119); 1 Cor 2, 6-10; Mt 5,17-37

 

11.02.11

Discutimos? ou nem por isso?

mpgpadre

       Há uma tendência para fugir ao debate e à discussão séria das mais diversas matérias, na sociedade portuguesa, que se pode transformar numa real ameaça à convivência democrática e tolerante.

       Os tempos em que vivemos, mais dados à histeria mediática, limitam os debates, infantilizam-nos, transformam o que deveriam ser legítimos intercâmbios de pontos de vista num jogo de palavras vazias, um karaoke da coisa pública, que foge, necessariamente, do essencial.

       Podemos dizer que isso beneficia, de facto, os que melhor sabem montar a sua máquina e vender a imagem, promovendo uma lavagem cerebral aos que não querem, não podem ou não sabem encontrar um contraponto para os factos e opiniões que lhes são apresentados como palavra final, definitiva e verdadeira.

       Existem, obviamente, diversos graus de responsabilidade em toda esta situação: em primeiro lugar, a dos que mentem ou iludem para obter vantagens pessoais, dos mais diversos pontos de vista. Depois, se quisermos, a responsabilidade de quem reproduz e faz passar como boas, sem qualquer consciência crítica ou honestidade intelectual, afirmações e supostos factos sem qualquer ligação com a realidade ou verificabilidade possível.

       Tudo isto exige mais atenção e maior capacidade de confronto a quem se encontra no meio de batalhas políticas, históricas, económicas ou legais, amplificadas pela globalização galopante da informação.

       Num momento de crise económica e social, com um potencial latente de violência, é fundamental que exista, por parte de quem tem algum tipo de poder, a noção de que essa sua posição de influência e superioridade requer total honestidade e transparência, em vez de retórica vazia, calculismo, cinismo ou mesmo indiferença em relação ao sofrimento dos outros.

       A delicada situação do país não pode justificar a imposição de ideologias contrárias ao sentir geral da comunidade, por muito que os problemas económicos e financeiros assumam uma dimensão esmagadora, gerando preocupação constante. Valores inegociáveis e irrenunciáveis estarão sempre acima destes jogos e serão o fundamento do futuro a construir, com o contributo das actuais e novas gerações. É sobre esses valores que vale a pena discutir.

 

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