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Escolhas & Percursos

...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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29.06.10

A felicidade... depois de... tudo!

mpgpadre

DEPOIS...
Convencemo-nos que a vida será melhor depois...
depois de acabar os estudos,
depois de arranjar trabalho,
depois de casarmos,
depois de termos um filho,
depois de termos outro filho.
Depois...

 

Então, sentimo-nos frustrados porque os nossos filhos ainda não são suficientemente crescidos e julgamos que seremos mais felizes quando crescerem e deixarem de ser crianças.
Depois, desesperamos porque são adolescentes, insuportáveis.
Pensamos: "Seremos mais felizes quando esta fase acabar!"
Então, decidimos que a nossa vida estará completa quando o nosso companheiro
ou companheira estiver realizado...
 

Quando tivermos um carro melhor...
Quando pudermos ir de férias...
Quando conseguirmos uma promoção...
Quando nos reformarmos...

 

A verdade é que
NÃO HÁ MELHOR MOMENTO PARA SER FELIZ DO QUE AGORA !
 

Se não for agora, então quando será?

A vida está cheia de depois...
É melhor admiti-lo e decidir ser feliz agora, de todas as formas.
Não há um depois,
Não há um caminho para a felicidade,
Porque a felicidade é o caminho
e é AGORA!

 

Deixa de esperar até que acabes os estudos...
até que te apaixones...
até que encontres trabalho...
até que te cases...
até que tenhas filhos...
até que eles saiam de casa...
até que te divorcies...
até que percas esses 10 kg...
até sexta-feira à noite ou Domingo de manhã...
até à Primavera, o Verão, o Outono ou o Inverno,
ou até que morras...
para decidires então que
...não há melhor momento que justamente ESTE para seres feliz!

 

A felicidade é um trajecto, não um destino
Trabalha como se não precisasses de dinheiro...
ama como se nunca te tivessem magoado
e dança como se ninguém estivesse a ver!
Saibamos ser felizes AGORA!

 

Autor desconhecido

29.06.10

José Saramago, o último intelectual marxista

mpgpadre
       Morreu José Saramago e com ele morreu o último de muitos que, ao longo do século XX, se comprometeram com o comunismo e encontraram na ideologia marxista o sentido da sua escrita ou da sua arte. O seu nome junta-se ao de Gorki, Aragon, Picasso, Jorge Amado ou Paul Éluard, uma lista enorme de intelectuais que passaram pelas fileiras dos partidos comunistas. Saramago foi, como homem e como escritor, um empenhado militante da ideologia que abraçou e que lhe marcou sempre a vida e a escrita. A ideologia enquanto visão global do homem, da sociedade, da religião que Marx e Engels teorizaram e que Lénine, Mao, Brejnev ou Fidel, entre outros, levaram à prática.
       Olhando para a vida e a escrita de José Saramago, o que mais impressiona é o facto de ele ter vivido e visto o comunismo ruir na URSS e nos países do bloco de Leste, como a RDA, a Hungria, a Checoslováquia, a Roménia, a Albânia, entre muitos outros, e ter silenciado esse facto. Confrontar-se com o sofrimento daqueles povos, já não nos relatos de Sakharov ou de Soljenítsin, mas nas imagens dos directos das televisões e passar ao lado da alegria com que abraçaram a liberdade.
       Nem o confronto directo com o balanço dramático das vítimas dos que se libertaram do comunismo o fez alguma vez ter escrito ou dito qualquer palavra. O silêncio de quem usa a escrita é mais visível. Os seus gestos foram de quem passava ao lado: logo a seguir à queda do muro de Berlim, candidatou-se nas listas do Partido Comunista à autarquia de Lisboa. Que balanço faria dos anos de comunismo e do sofrimento das pessoas que viveram na pele um dos dois grandes horrores do século XX?
       Saramago não passou, que se leia em nenhum dos seus textos, por qualquer crise. Não lhe doeu, não se interrogou, não sofreu com o terrível juízo que a história fez, sem remissão nem perdão, do totalitarismo comunista.
       De Saramago, mesmo quando o comunismo foi julgado pela História, não se conhece nenhum sobressalto, nenhuma angústia. Muitas vezes me interroguei se seria uma total e completa insensibilidade moral?
       É certo que, ao longo do século XX, muitos dos intelectuais marxistas viveram mergulhados na ideologia totalitária e nunca olharam à sua volta. Não foram todos, claro. Uns sobressaltaram-se logo em 1917, outros com o Pacto Germano-Soviético, na invasão da Checoslováquia, ou da Hungria, ou na chacina do Camboja, ou na loucura da Revolução Cultural Chinesa.
       José Saramago não. Viveu e morreu mergulhado num mundo que ruiu à sua volta e cujo dramático balanço foi feito com muita dor. Sem uma palavra, sem uma linha, sem uma lágrima por quantos (milhões) de pessoas, de famílias, de gente, de operários, camponeses ou intelectuais que, ao longo do século XX, morreram e sofreram em nome do comunismo por todo o lado onde o marxismo passou da revolução ao Poder.
       Nem um gesto teve quando lhe pediram apoio os dissidentes cubanos presos por Fidel. Nem mesmo quando Susan Sontag o confrontou com esse facto. Uma única dúvida subsiste, porém, quando se observa que visitou Cuba diversas vezes, mas nunca foi à Rússia libertada, apesar de ter sido convidado a lançar os seus livros e a debatê-los numa universidade de Moscovo - aí o confronto com a história seria certamente impossível de ignorar e de silenciar. Um confronto que, reconheço, é muito difícil de viver.
Zita Seabra (JN2010.06.27 ), in O Povo.

28.06.10

Senhor, porção da minha herança

mpgpadre

       1 – O seguimento de Jesus pode e deverá realizar-se em diferentes estados de vida e em opções diversas, mas a radicalidade desse seguimento há-de fazer-nos voltar toda a nossa vida para Cristo e para o Seu Evangelho de caridade.

       Não podemos contemporizar com as injustiças, com as guerras, com a corrupção, com a exploração dos mais pobres, com a indiferença diante do atropelo dos direitos humanos.

       Recorda o Apóstolo, "pela caridade, colocai-vos ao serviço uns dos outros, porque toda a Lei se resume nesta palavra: Amarás o teu próximo como a ti mesmo». Se vós, porém, vos mordeis e devorais mutuamente, tende cuidado, que acabareis por destruir-vos uns aos outros".

 

       2 – Se o Senhor Deus é a porção da nossa herança, então acertaremos o nosso passo pela palavra de Deus. O salmo que nos é proposto para hoje é extremamente significativo. Refere-se à vocação sacerdotal da tribo de Levi, que não tinha terras nem bens materiais, mas dependia inteiramente do templo e das ofertas feitas pelas outras tribos de Israel.

       Mas se é a realidade da tribo sacerdotal é também um desafio a cada um de nós, para que Deus ocupe o primeiro lugar da nossa vida. Não O coloquemos em estantes do esquecimento até que precisemos d'Ele, mas seja a primeira opção, a principal escolha e veremos que ao entregarmo-nos de coração ao Senhor nada perdemos, pelo contrário aprenderemos a saborear a vida de uma forma mais positiva.

 

26.06.10

Mistura de Idiomas ou a Torre de Babel

mpgpadre

       Um dia, Deus veio ver o que se passava. Deus olhou a torre de cima para baixo. Não havia dúvidas de que era alta. Mas Deus reparou noutra coisa: “Estas pessoas tornaram-se demasiado espertas” – disse Deus. “O seu êxito tornou-as destemidas. Em breve serão capazes de fazer tudo aquilo que quiserem. É altura de lhes mostrar que não são deuses”.

       Na vez seguinte em que todos se reuniram para trabalhar na torre, algo bastante estranho aconteceu. Um grupo de trabalhadores escutou outro grupo a utilizar palavras novas e estranhas quando falavam entre si.
       “De que falam aqueles homens?” – quiseram saber. “Têm algum segredo? Estarão a conspirar algo contra nós?”.
       Os membros de um terceiro grupo abanaram as cabeças e murmuraram entre si. Não conseguiram perceber nenhum dos dois grupos. “Não é justo!” – disseram. “Passa-se alguma coisa e não sabemos do que se trata! Como podemos confiar em pessoas que não falam francamente connosco? Já não nos sentimos seguros a trabalhar ao lado deles”.
       Lá em cima no céu, Deus sorriu. “Uma coisa tão simples” – disse Deus, “misturar os seus idiomas. Como falam sem parar! Agora, toda a sua gabarolice para construir a torre mais alta do mundo não irá dar em nada”.
       E assim foi. Os grupos de pessoas começaram gritar uns com os outros e, não havendo entendimento entre eles, começaram a lutar. “Basta!” – exclamaram eles. “Já chega de palavras secretas e de planos secretos. Vamos viver cada um para seu lado”.
      Passado pouco tempo, iniciou-se um grande movimento de pessoas. Diferentes grupos viajaram para diferentes locais e acarinharam a sua própria língua e identidade mais do que qualquer outra. Em pouco tempo, o mundo era constituído por uma diversidade de nações. E foi por isso que a construção da Torre de Babel ficou interrompida a meio.
Mónica Aleixo, in Voz Jovem, Junho 2010.

25.06.10

Boletim Paroquial Voz Jovem - Junho 2010

mpgpadre

O número de Junho, do Boletim Voz Jovem, apresenta como figura do mês Santo António, o mais popular dos santos portugueses, venerado em todo o mundo. Mais uma estrela para o Ano Sacerdotal que terminou no dia 11 de Junho, solenidade do Sagrado Coração de Jesus.

Nas páginas centrais, destaque para a Primeira Comunhão, para a Profissão de Fé e para a visita da Catequese ao Seminário Menor de Resende. Na última página, alem de informações específicas, também textos de reflexão bíblica.

 

O boletim Voz Jovem pode ser lido em formato PDF

e em formato XPS

25.06.10

A árvore e a santidade

mpgpadre

O bispo foi visitar um mosteiro. Olhando pela janela, fitou o olhar numa árvore frondosa e secular. Nisto viram passar diante da árvore um homem que se lhe dirigiu dizendo-lhe algo. E a árvore floresceu.

O bispo admirado, disse ao monge:
- Viu o que sucedeu?
- Sim, senhor bispo. Às vezes acontece. É coisa de santos.
E passou depois um outro homem que também saudou a árvore, e esta imediatamente se encheu de frutos. Diz o bispo:
- Este homem também deve ser um santo!
O prelado estava cada vez mais admirado. Passado algum tempo, passou um mendigo. Disse algo à árvore. E nesse instante os frutos da árvore caíram a seus pés. O mendigo recolheu-os e seguiu o seu caminho. O bispo disse ao monge:
- Este também deve ser um santo!
Passou outra pessoa que também saudou a árvore e esta, para surpresa de todos, ficou com uma cor encarnada. O bispo comentou:
- Este, pelo contrário deve ser um grande pecador.
O monge respondeu: Não, irmão. Esse pobre homem louvou a Deus pela beleza da árvore e esta, que desconhecia ser tão bela, corou.
Autor desconhecido

23.06.10

Ama-me como és

mpgpadre

«Eu, teu Deus,

conheço a tua miséria, os combates e as tribulações da tua alma,

a fraqueza e as enfermidades do teu corpo;

conheço a tua frouxidão, os teus pecados, as tuas falhas;

mesmo assim, eu te digo:

"Dá-me o teu coração, ama-me como és".

Se esperas ser um anjo para te entregares ao amor, nunca me amarás.

Embora tornes a cair muitas vezes nessas faltas que desejarias nunca conhecer,

embora sejas indolente na prática da virtude,

não te permito que não ames.

Ama-me como és.

Em cada instante e em qualquer situação em que te encontrares,

no fervor ou na aridez, na fidelidade ou na infidelidade,

ama-me tal como és.

Quero o amor do teu coração indigente.

Se, para me amares, esperas ser perfeito, nunca me amarás.

Meu filho, deixa-me amar-te, eu quero o teu coração.»

 

Luís Rocha e Melo S.J. , em "Se tu soubesses o dom de Deus", in Conhecer e Seguir Jesus

21.06.10

Ordenações Sacerdotais - Diocese de Lamego

mpgpadre
       A Diocese desde ontem conta com 4 novos sacerdotes: André Pereira, António Giroto, Bernardo Magalhães e José Filipe. A Celebração, presidida pelo Sr. Bispo D. Jacinto Botelho, contou com a presença de mais dois Bispos, D. António José Rafael, Bispo emérito de Bragança-Miranda, e D. Manuel António dos Santos, Bispo de S. Tomé e Príncipe, tio de André Pereira, e cerca de 100 sacedotes das dioceses de Lamego, Viseu, Bragança, Porto.
       Neste vídeo, do Gabinete de Impressa da Diocese de Lamego, podem visualizar-se algumas imagens da celebração de ordenação. Outros vídeos podem ser consultados no Canal da Diocese de Lamego no Youtube, ou no Blogue da Diocese.

21.06.10

CRUZ: lugar de encontro, desafio, e salvação

mpgpadre
       1 – A CRUZ é um lugar de encontro, de partilha, de desafio, é um lugar de salvação.
Paira sobre o cristão não como "machado" de sacrifício, sofrimento e morte, mas como ceptro de alegria, de paz, de esperança e de amor. Jesus Cristo salva-nos a partir da Cruz que é, sempre e antes de mais, expressão do amor de Deus. Ao primeiro olhar a dúvida e a incerteza: quererá Deus que os seguidores de Cristo sofram como Ele?
       Ao deixarmo-nos olhar por Ele, vemos claramente que se trata de amor, de paixão pela humanidade. O seu suplício é voluntarioso, vicarial, substitui-nos. É Ele que decide dar a vida. Tendo poder para Se livrar de todo o sofrimento, assume por amor, elevando à radicalidade a Sua entrega. Poderia ser de outra maneira, mas foi assim. Podia fugir. Optou por viver na verdade, na caridade e na oblação, realizando a vontade de Deus Pai. Diga-se que a vontade de Deus não é a morte de Jesus, mas a entrega, o amor, a vida.
       A crucifixão é o epílogo na vida de Jesus: amando, fazendo o bem, pregando a verdade, acolhendo os mais débeis, escolhendo o perdão e a partilha solidária. Ele não vira as costas nem às pessoas, nem à verdade. Procura sempre viver do amor de Deus para nos conduzir ao amor de Deus.
       2 – Quando contemplamos a CRUZ, na verdade de nossas vidas, envolvemo-nos com Jesus, comprometemo-nos com o seu projecto de salvação. Acolhemos o Seu amor, para vivermos na Sua paz, para progredirmos na Sua santidade, para amarmos sem medida, caminhando para a eternidade.
       É certo que na Cruz também estão as nossas lágrimas. Também nós O levamos, com o nosso pecado e com a nossa treva, até ao lenho da cruz. "Ao olhar para Mim, a quem trespassaram, lamentar-se-ão como se lamenta um filho único, chorarão como se chora o primogénito". No entanto, Deus dá-nos novas oportunidades: "Sobre a casa de David e os habitantes de Jerusalém derramarei um espírito de piedade e de súplica. Naquele dia, jorrará uma nascente para a casa de David e para os habitantes de Jerusalém, a fim de lavar o pecado e a impureza" (1.ª leitura).
       A identidade do cristão passa pela CRUZ. Primeiro Ele, nós como seguidores. Não para sofrer, mas para nos perdermos no Seu AMOR: "Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz todos os dias e siga-Me. Pois quem quiser salvar a sua vida, há-de perdê-la; mas quem perder a sua vida por minha causa, salvá-la-á" (Evangelho).
       3 – A morte e a ressurreição de Jesus é o conteúdo central e essencial da fé cristã. Em cada Eucaristia, na qual o pão e o vinho, por acção do Espírito Santo, se convertem em Corpo e Sangue de Jesus, anunciamos, actualizamos, tornamos presente este grande mistério da nossa fé. Mas também em cada celebração cristã, na palavra proclamada, nos gestos, nas orações, em tudo anunciamos e vivemos na morte e ressurreição de Jesus.
       Com efeito, "Todos vós sois filhos de Deus pela fé em Jesus Cristo, porque todos vós, que fostes baptizados em Cristo, fostes revestidos de Cristo" (2.ª leitura). Fomos/somos baptizados na morte e ressurreição de Jesus. E se todos somos baptizados em Cristo, todos somos filhos. É n'Ele que nos comprometemos com os outros, com o mundo, com a história.
       Não basta saber o que é o cristianismo, ou quem é Jesus Cristo. É inevitável, como discípulos seus, respondermos por nós, deixarmo-nos interpelar por Ele: "E vós, quem dizeis que Eu sou?" (Evangelho). Cabe-nos responder com a vida.

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