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Escolhas & Percursos

...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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22.05.10

Perdão

mpgpadre

 

«O perdão,

o acto de amar o inimigo,

assim como perdoar a si mesmo

não é um evento repentino,

uma mudança rápida de ânimo.

 

A maior parte do tempo é um processo longo,

que se inicia com o desejo de sermos livres,

de nos aceitarmos como somos

e de crescermos no amor por aqueles que são diferentes

e por aqueles que nos magoaram

ou aparecem como nossos rivais.

 

É o processo de sairmos da prisão das nossas simpatias e antipatias,

dos nossos ódios e medos,

e caminharmos para a liberdade e para a solidariedade.

No processo de libertação pode ainda haver inibições,

ressentimentos e raiva,

mas há também este desejo crescendo de ser livre.»

 

Jean Vanier, postado de "Abrigo dos Sábios".

22.05.10

Um idoso, um jovem e uma estrela do mar

mpgpadre

       De madrugada, enquanto andava a passear à beira mar, um idoso viu à frente dele um jovem que apanhava estrelas de mar e restituía-as ao seu habitat.

       O idoso acabou por ir ter com o jovem e perguntou-lhe: "Porque estás a devolver as estrelas do mar?"

       O jovem respondeu: "Elas vão morrer se as deixo até o sol nascer."

       "Mas a praia tem quilómetros e há milhões de estrelas de mar", diz o idoso. "Que diferença vai fazer?"

       O jovem olhou para a estrela de mar que tinha na mão e atirou-a.

       Depois respondeu: "Para esta vai haver uma diferença."

19.05.10

Com Maria somos todos peregrinos

mpgpadre
       “A peregrinação a Portugal foi para mim uma experiência tocante e rica de muitos dons espirituais”, afirmou Bento XVI na audiência geral desta Quarta-feira, no Vaticano.
       “Agradeço a Deus que me deu a possibilidade de prestar homenagem àquele povo, à sua longa e gloriosa história de fé e de testemunho cristão”, disse o Papa.
       “Enquanto permanecem vincadas na minha mente e no meu coração as imagens desta inesquecível viagem, o acolhimento caloroso e espontâneo e o entusiasmo das pessoas, dou graças ao Senhor porque Maria, aparecendo aos três Pastorinhos, abriu no mundo um espaço privilegiado para encontrar a misericórdia divina que cura e salva”, referiu Bento XVI.
       Depois de recordar que a viagem ocorreu “por ocasião do décimo aniversário da beatificação dos pastorinhos Jacinta e Francisco”, Bento XVI afirmou sentir-se “espiritualmente sustentado” pelo seu “amado predecessor, o venerável João Paulo II”, que por três vezes se deslocou a Fátima, “agradecento àquela ‘mão invisível’ que o salvou da morte no atentado de treze de Maio [de 1981], aqui, nesta Praça de São Pedro”.
       Bento XVI afirmou que confia a Deus os frutos que a viagem “trouxe e vai trazer à comunidade eclesial portuguesa e a toda a população”.
       O Papa passou em revista os vários momentos da visita, nas três cidades por onde passou, começando por Lisboa, onde, "no encantador cenário do Terreiro do Paço”, presidiu a uma missa que contou com “uma assembleia litúrgica de festa e de esperança, animada pela participação jubilosa de numerosos fiéis”.
       Depois de recordar que de Lisboa partiram ao longo dos séculos muitos missionários para levar o Evangelho a outros continentes, o Papa recordou que encorajou a “Igreja local a uma vigorosa acção evangelizadora nos diversos ambientes da sociedade, para serem semeadores de esperança num mundo muito marcado pela desconfiança”.
       No encontro com o mundo da cultura, que ocorreu no Centro Cultural de Belém, a 12 de Maio, Bento XVI assinalou que sublinhou “o património dos valores com os quais o cristianismo enriquecer a cultura, a arte e a tradição do povo português”.
       “Nesta nobre terra, como em outros países profundamente marcados pelo cristianismo, é possível construir um futuro de fraterna compreensão e de colaboração com as outras instâncias culturais”, realçou.
       Na sua catequese, em italiano, Bento XVI disse ter ido a Fátima “movido especialmente por um sentimento de reconhecimento para com a Virgem Maria”.
       No Santuário, assinalou, Nossa Senhora “transmitiu aos seus videntes e aos peregrinos um intenso amor pelo sucessor de Pedro”.
       Em Fátima, onde é perceptível “de maneira quase palpável” a presença de Maria, Bento XVI disse ter-se feito “peregrino com os peregrinos”, no Santuário que é “o coração espiritual de Portugal e meta de uma multidão de pessoas provenientes dos lugares mais diversos da terra”.
       Neste Ano Sacerdotal prestes a terminar, Bento XVI afirmou ter encorajado os padres a dar prioridade à escuta da Palavra de Deus, ao conhecimento “íntimo” de Cristo e à “intensa” celebração da missa, tendo ainda consagrado ao “Coração Imaculado de Maria, verdadeiro modelo de discípula do Senhor, os sacerdotes de todo o mundo”.
       À noite, “com milhares de pessoas”, Bento XVI participou na oração do Rosário, que “encontrou em Fátima um centro propulsor para toda a Igreja e para o mundo”; “Podemos dizer que Fátima e o Rosário são quase um sinónimo”, realçou.
       Para o Papa, o ponto mais alto da visita a Fátima foi a missa a que presidiu a 13 de Maio, “aniversário da primeira aparição de Maria a Francisco, Jacinta e Lúcia”, ocorrida em 1917.
       No entender de Bento XVI, a mensagem de Fátima está centrada “na oração, na penitência e na conversão, que se projecta para além das ameaças, dos perigos e dos horrores da história”, convidando “o homem a confiar na acção de Deus, a cultivar a grande Esperança, a fazer a experiência da graça do Senhor”, fonte “do amor e da paz”.
       Durante a tarde de 13 de Maio, aquando do encontro com representantes da Pastoral Social e de organiszações de apoio aos mais carenciados, o Papa salientou que “muitos jovens aprendem a importância da gratuidade” em Fátima, que é “uma escola de fé e de esperança”, bem como “de caridade e de serviço aos irmãos”.
       A reunião com os bispos de Portugal, que se seguiu, “foi classificada por Bento XVI como “um momento de intensa comunhão espiritual”, durante o qual se agradeceu a Deus pela “fidelidade” da Igreja portuguesa e se “confiou à Virgem” as expectativas e preocupações pastorais.
       No Porto, a 14 de Maio, perante uma “grande multidão de fiéis” congregada na Avenida dos Aliados, “recordei o compromisso de testemunhar o Evangelho em todos os ambientes, oferecendo ao mundo Cristo ressuscitado, a fim de que todas as situações de dificuldade, de sofrimento, de medo sejam transformadas, através do Espírito Santo, em ocasiões de crescimento e de vida”, assinalou Bento XVI.
       O Papa voltou a agradecer ao presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e às autoridades do Estado pela “cortesia” com que o acolheram.
       Agradecimento extensivo aos Bispos de Portugal, pela “preparação espiritual e organizativa” da visita, em particular ao Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, ao Bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, e ao Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, bem como aos “vários organismos da Conferência Episcopal”, presidida por D. Jorge Ortiga.

18.05.10

Bento XVI em Portugal - considerações

mpgpadre
       Qualquer acontecimento importante na nossa vida deve valer por si mesmo, pelo envolvimento que nos atrai e pelas sequelas que desencadeia. Assim também a Viagem Apostólica de Sua Santidade o Papa Bento XVI a Portugal, nos dias 11 a 14 de Maio, passando por Lisboa, Fátima e Porto.
       Vale por si mesmo, como festa, como celebração, como encontro com o Sucessor de Pedro, que nos confirma na fé, nos conforta na esperança e nos desafia à caridade. Aliás, o Bispo de Roma, é Bispo com os demais Bispos da Igreja, sucessores dos Apóstolos, mas, como a Igreja de Roma, o Seu Bispo preside na caridade ao colégio episcopal e, consequentemente, a toda a Igreja.
      O encontro entre os portugueses e Bento XVI vale como festa, como partilha e celebração da mesma fé, como testemunho de vivência cristã, na fidelidade a Cristo e à Igreja, como compromisso na transformação do mundo em que vivemos e no tempo que atravessamos. A festa deveria ser uma constante na vida do cristão, na certeza de que Ele está connosco, mesmo no meio da adversidade.
       Vale pelos preparativos, sobretudo espirituais. As grandes comunidades de Lisboa, de Fátima, para onde peregrinam comunidades de todo o país e de várias partes do mundo, e do Porto, que já há muito se encaminham para este encontro e para esta festa de fé e de partilha espiritual. Jovens, crianças, adultos, idosos, entidades públicas e privadas, grupos, associações, movimentos eclesiais, comunicação social, são às centenas de milhar as pessoas que desde Outubro se mobilizavam para estes dias.        Vale pela renovação que se opera (ou pode operar) em pessoas, em comunidades. Pessoas que se deixam tocar pelo testemunho. Algum "clique" que funciona como alavanca para a conversão de vida. Compromisso de grupos e comunidades que se reuniram, envidaram esforços, quiseram participar no encontro com o Sucessor de Pedro e que voltarão a juntar-se para avaliar, para conviver, para aprofundar amizades, para propor e assumir novos momentos de oração, de celebração e de festa.        É óbvio que pelo meio haverá alguns para quem estes dias foram apenas de folia, para terem uma folga, para faltarem às aulas, para estarem onde outros estavam, mas em todo o caso, mudará a vida de muitas pessoas, a maneira de verem o Papa, de viverem a fé - de uma fé/religião de normas para uma fé de alegria, de encontro, de partilha, de festa - de saborearem a pertença a uma comunidade crente...

17.05.10

Bento XVI: Tudo se define a partir de Cristo

mpgpadre

       "...pelo mesmo amor que criou o mundo, a novidade do Reino surgiu como pequena semente que germina na terra, como centelha de luz que irrompe nas trevas, como aurora de um dia sem ocaso: É Cristo ressuscitado. E apareceu aos seus amigos, mostrando-lhes a necessidade da cruz para chegar à ressurreição.

       "Meus irmãos e irmãs, é necessário que vos torneis comigo testemunhas da ressurreição de Jesus. Na realidade, se não fordes vós as suas testemunhas no próprio ambiente, quem o será em vosso lugar? O cristão é, na Igreja e com a Igreja, um missionário de Cristo enviado ao mundo. Esta é a missão inadiável de cada comunidade eclesial: receber de Deus e oferecer ao mundo Cristo ressuscitado, para que todas as situações de definhamento e morte se transformem, pelo Espírito, em ocasiões de crescimento e vida. Para isso, em cada celebração eucarística, ouviremos mais atentamente a Palavra de Cristo e saborearemos assiduamente o Pão da sua presença.

 

       "Nada impomos, mas sempre propomos, como Pedro nos recomenda...

 

       "...hoje a Igreja é chamada a enfrentar desafios novos e está pronta a dialogar com culturas e religiões diversas, procurando construir juntamente com cada pessoa de boa vontade a pacífica convivência dos povos.

 

       "Sim! Somos chamados a servir a humanidade do nosso tempo, confiando unicamente em Jesus, deixando-nos iluminar pela sua Palavra...

 

       "Tudo se define a partir de Cristo, quanto à origem e à eficácia da missão: a missão recebemo-la sempre de Cristo, que nos deu a conhecer o que ouviu a seu Pai, e somos nela investidos por meio do Espírito na Igreja. Como a própria Igreja, obra de Cristo e do seu Espírito, trata-se de renovar a face da terra a partir de Deus, sempre e só de Deus!

       Queridos irmãos e amigos do Porto, levantai os olhos para Aquela que escolhestes como padroeira da cidade, Nossa Senhora da Conceição...

 

Homilia de Bento XVI, na cidade do Porto: BentoXVIemPortugal.

15.05.10

Nuvens de Palavras de Bento XVI em Portugal

mpgpadre

       A Rádio Renascença, numa magnífica cobertura da Visita de Bento XVI a Portugal, brindou-nos com desenhos das palavras de Bento XVI, salientando as mais utilizadas em cada intervenção.

 

1 - Chegada a Portugal:

2 - Na homilia da Eucaristia, no Terreiro do Paço, em Lisboa:

3 - No Centro Cultural de Belém, no encontro com a cultura:

4 - No Santuário de Fátima, na homilia da Eucaristia do dia 13 de Maio:

5 - Na Igreja da Santíssima Trindade, no encontro com a Pastoral Social:

6 - Na homilia da Eucaristia, no Porto, na Avenida dos Aliados:

13.05.10

Bento XVI: peregrino de Fátima

mpgpadre

       "Irmãs e irmãos muito amados, também eu vim como peregrino a Fátima, a esta «casa» que Maria escolheu para nos falar nos tempos modernos. Vim a Fátima para rejubilar com a presença de Maria e sua materna protecção. Vim a Fátima, porque hoje converge para aqui a Igreja peregrina, querida pelo seu Filho como instrumento de evangelização e sacramento de salvação. Vim a Fátima para rezar, com Maria e tantos peregrinos, pela nossa humanidade acabrunhada por misérias e sofrimentos.

       "Enfim, com os mesmos sentimentos dos Beatos Francisco e Jacinta e da Serva de Deus Lúcia, vim a Fátima para confiar a Nossa Senhora a confissão íntima de que «amo», de que a Igreja, de que os sacerdotes «amam» Jesus e n’Ele desejam manter fixos os olhos ao terminar este Ano Sacerdotal, e para confiar à protecção materna de Maria os sacerdotes, os consagrados e consagradas, os missionários e todos os obreiros do bem que tornam acolhedora e benfazeja a Casa de Deus.

       "A nossa grande esperança lance raízes na vida de cada um de vós, amados peregrinos aqui presentes, e de quantos estão em comunhão connosco através dos meios de comunicação social.

       Sim! O Senhor, a nossa grande esperança, está connosco; no seu amor misericordioso, oferece um futuro ao seu povo: um futuro de comunhão consigo.

       "As Escrituras convidam-nos a crer: «Felizes os que acreditam sem terem visto» (Jo 20, 29), mas Deus – mais íntimo a mim mesmo de quanto o seja eu próprio (cf. Santo Agostinho, Confissões, III, 6, 11) – tem o poder de chegar até nós nomeadamente através dos sentidos interiores, de modo que a alma recebe o toque suave de algo real que está para além do sensível, tornando-a capaz de alcançar o não-sensível, o não-visível aos sentidos.

 

       "Por isso a nossa esperança tem fundamento real, apoia-se num acontecimento que se coloca na história e ao mesmo tempo excede-a: é Jesus de Nazaré.

 

       "Mas quem tem tempo para escutar a sua palavra e deixar-se fascinar pelo seu amor? Quem vela, na noite da dúvida e da incerteza, com o coração acordado em oração? Quem espera a aurora do dia novo, tendo acesa a chama da fé? A fé em Deus abre ao homem o horizonte de uma esperança certa que não desilude; indica um sólido fundamento sobre o qual apoiar, sem medo, a própria vida; pede o abandono, cheio de confiança, nas mãos do Amor que sustenta o mundo.

       "Exemplo e estímulo são os Pastorinhos, que fizeram da sua vida uma doação a Deus e uma partilha com os outros por amor de Deus. Nossa Senhora ajudou-os a abrir o coração à universalidade do amor. De modo particular, a beata Jacinta mostrava-se incansável na partilha com os pobres e no sacrifício pela conversão dos pecadores. Só com este amor de fraternidade e partilha construiremos a civilização do Amor e da Paz..."

 

Homilia de Bento XVI, na Eucaristia, 13 de Maio, Santuário de Fátima.

10.05.10

Feriados e pontes e a Visita do Papa

mpgpadre

        Há alguns anos, um ministro, que era e é católico praticante, sugeriu que os feriados (ou mesmo alguns dos dias santos), se encostassem ao fim de semana para evitar pontes, ou a paragem de trabalho durante a semana. E assim, e em proximidade cronológica, os feriados seriam à Sexta-feira ou à Segunda-feira. Dizia-se então que era uma forma de apostar na produtividade.

       Sabem qual a reação de sindicatos e de alguns partidos políticos? Obviamente que não, não era solução para a produtividade, até porque os trabalhadores tinham de estar satisfeitos. Nessa altura, a Igreja serviu para apoiar o respeito pelos dias santos e consequentemente pelos feriados existentes, mantendo-os nas respectivas datas.

       Quando o Governo da Nação, decretou a ponte para o dia 13 de Maio, uma das datas mais celebradas por mais portugueses, se calhar mesmo mais que o 25 de Abril e agora, por maioria de razão, pela Visita de Sua Santidade a Porugal, logo as mesmos vozes, que antes de apoiaram na Igreja, vieram criticar a ponte porque era uma forma de tirar a produtividade...

       Ou então, quando um primeiro-ministro tentou obrigar os funcionários públicos a trabalhar no dia de Carnaval, quase caía o carmo e a trindade. A preocupação, afinal, era a mesma: produtividade! Alguém ouvi sindicatos a favor dessa medida? Alguém ouviu patrões? Alguém ouviu a oposição a apoiar a medida?

       Mas, dizem alguns, porque é que um não crente, ou um não cristão, ou um não católico, ou um não praticante, não quiser associar-se à Viagem Apostólica de Bento XVI a Portugal? Pela mesma razão que os monárquicos fazem feriado a 5 de Outubro, os facistas o 25 Abril, ou os trabalhadores descansam no dia 1 de Maio... Quando as pessoas querem ser radicais fundamentalistas caem facilmente na contradição.

       Sou dos que acredita que uma celebração festiva, um feriado que nos dá direito a ponte, ou uma ponte criada por um motivo extraordinário nada retira à produtividade e, embora possa criar algumas dificuldades a algumas famílias, pode ser também uma oportunidade para outras famílias se reunirem com tempo, em descanso, oportunidade para os pais encontrarem os filhos em casa, ou dos avós serem chamados a colaborar (e nem se importam muito!)...

10.05.10

Algumas curiosidades na Visita Papal

mpgpadre

       Em vésperas da chegada de Bento XVI a Portugal, damos-lhe a conhecer algumas curiosidades sobre esta visita de quatro dias.

       - Cerca de 2.150 profissionais de cerca de 140 órgãos de comunicação social de 24 países, incluindo Portugal, estão acreditados para a cobertura noticiosa da visita de Bento XVI ao nosso país.bento-xvi

       - Os CTT vão lançar a 10 de Maio uma emissão de selos alusivos à visita de Bento XVI a Portugal.

       - Os três canais de televisão portugueses vão transmitir a visita de Bento XVI a Portugal. A RTP será responsável pela passagem por Lisboa, nos dias 11 e 12, a TVI vai transmitir a emissão em Fátima, nos dias 12 e 13, enquanto a SIC se responsabiliza pela transmissão da visita no Porto, no dia 14.

       - Para além de site oficial a visita de Bento XVI a Portugal possui uma página no Facebook (http://www.facebook.com/home.php?#!/event.php?eid=111487195535141&ref=ts ), bem como no Twitter.

       - O Benfica e o Sporting vão oferecer camisolas com as assinaturas dos jogadores dos clubes a Bento XVI no Terreiro do Paço, dia 11 de Maio, pelas 18h15.

       - Os sinos das igrejas de Lisboa vão tocar às 11h00 do dia 11 de Maio para assinalar a chegada do Papa Bento XVI ao aeroporto da Portela.

 

Postado a partir do nosso Caritas in Veritate.

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