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Escolhas & Percursos

...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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30.04.10

O monge e a prostituta

mpgpadre

Vivia um monge nas proximidades do templo de Shiva. Na casa em frente, morava uma prostituta. Observando a quantidade de homens que a visitavam, o monge resolveu chamá-la.

 

– Você é uma grande pecadora – repreendeu-a. – Desrespeita Deus todos os dias e todas as noites. Será que não consegue parar e reflectir sobre a vida depois da morte?

A pobre mulher ficou muito abalada com as palavras do monge; com sincero arrependimento, orou a Deus, implorando perdão. Pediu também que o todo-poderoso a fizesse encontrar uma nova maneira de ganhar o seu sustento. Mas não encontrou nenhum trabalho diferente. E, após uma semana a passar fome, voltou a prostituir-se. Mas cada vez que entregava o corpo a um estranho, rezava ao Senhor e pedia perdão.

O monge irritado porque o seu conselho não produzira nenhum efeito, pensou consigo mesmo: – a partir de agora vou contar quantos homens entram naquela casa, até ao dia da morte daquela pecadora.

Desde esse dia, ele não fazia outra coisa a não ser vigiar a rotina da prostituta: a cada homem que entrava, colocava uma pedra num monte.

Passado algum tempo, o monge tornou a chamar a prostituta e disse-lhe:

– Vê este monte? Cada pedra destas representa um dos pecados mortais que você cometeu, mesmo depois das minhas advertências. Agora, torno a dizer: cuidado com as más acções!

A mulher começou a tremer, percebendo como se avolumavam: ir os seus pecados. Ao voltar para casa, derramou lágrimas de sincero arrependimento, orando:

– Ó Senhor, quando é que a Vossa misericórdia irá livrar-me desta miserável vida que levo?

A sua prece foi ouvida. Naquele mesmo dia, o anjo da morte passou por sua casa e levou-a. Por vontade de Deus, o anjo atravessou a rua e também carregou o monge consigo.

A alma da prostituta subiu imediatamente aos Céus, enquanto os demónios levaram o monge ao Inferno. Ao cruzarem-se no meio do caminho, o monge viu o que estava a acontecer, e clamou:

– Senhor, esta é, a Tua justiça? Eu, que passei a minha vida em devoção e pobreza, agora sou levado ao Inferno, enquanto esta prostituta, que viveu em constante pecado, está a subir ao Céu!

Ouvindo isto, um dos anjos respondeu:

– São sempre justos os desígnios de Deus. Você achava que o amor de Deus se resumia a julgar o comportamento do próximo.

Enquanto você enchia o seu coração com a impureza do pecado alheio, esta mulher orava fervorosamente dia e noite. A alma dela ficou tão leve depois de chorar, que podemos levá-la até ao Paraíso. A sua alma ficou tão carregada de pedras, que não conseguimos fazê-la subir ao alto.

 

Paulo Coelho, in Lux, 15 de Novembro de 2004

29.04.10

As razões de Bento XVI...

mpgpadre

       Quem é o Papa que visita Portugal em Maio? Como chegou a Papa e que marca pode deixar na Igreja Católica? A jornalista Aura Miguel tenta dar resposta a estas questões no novo livro “As razões de Bento XVI".
     

       Aura Miguel, jornalista da Rádio Renascença e vaticanista (tem acreditação permanente na sala de imprensa da Santa Sé, no Vaticano) quer dar a conhecer uma figura que, passados cinco anos da sua eleição como Papa, ainda é pouco compreendida.
       Da eleição como chefe da Igreja Católica, à mensagem que quer deixar a uma Europa descrente, Aura Miguel revela o perfil e pensamento de Joseph Ratzinger, um homem que sonhava em reformar-se e passar os dias a estudar teologia . Até aos 78 anos ter sido eleito papa.
       O livro é lançado hoje com apresentação marcada para as 18.30, na Feira do Livro de Lisboa, por Marcelo Rebelo de Sousa. Amanhã o livro será apresentado no Porto pelo bispo D. Manuel Clemente.

 

       Visite o desenvolvimento da notícia e leia dois excertos do novo lvro de Aura Miguel, aqui: Uma questão de fé.

29.04.10

Prepara a Festa para acolher BENTO XVI

mpgpadre

       Há um encanto particular na preparação de grandes festas. A vinda de um Papa ao nosso país não foge à regra e é por isso compreensível que se multipliquem, por estes dias, notícias, comentários e explicações sobre tudo o que está a ser feito para acolher Bento XVI.

       Como é natural, todos estes momentos são vividos à flor da pele, as forças são poucas para uma tarefa que parece tão grande, tudo é feito com a intenção de impressionar positivamente um visitante tão importante para quem faz da fé católica o seu modo de vida. Afinal, estamos na presença de um líder espiritual, que tem um papel especial na vida de milhões de pessoas, entre nós, por mais discordâncias que o seu estilo próprio possa gerar.

       A forma como tudo está a ser preparado deixa adivinhar já um clima de festa, de celebração, à margem do confronto. Mesmo as habituais manobras publicitárias de quem procurar atenção à custa de uma figura maior – prática que vai alastrando, com a conivência de quem faz a informação que chega até cada um de nós – não passam de notas de rodapé numa história que se escreve para o hoje e também para o futuro. Um futuro em que o essencial resistirá à poeira dos que só sacodem os pés no chão, sem preocupação em olhar para o que nos ultrapassa, lá no alto.

       Admite-se que neste clima de festa, até pela cultura mediática em que hoje vivemos, haja uma predominância do sentimento e do que é epidérmico, a respeito da viagem do Papa. Percebe-se, também, que se haja alturas em que se esquece o facto de estarmos na presença de um pensador - comparado pelo Patriarca de Lisboa a um corredor de fundo - que não se preocupa tanto com a velocidade do momentâneo, mas com o plano que definiu para chegar à meta.

       A presença de Bento XVI, como festa e como desafio à reflexão, é uma interpelação para todos, crentes ou não, desde que se assuma um clima sério de discussão, de debate, abandonando estereótipos e preconceitos. Muito do que ele disse e escreveu está ainda por descobrir e descodificar: numa sociedade em mudança, como a nossa, vale a pena perceber o que tem a dizer a figura mais importante da Igreja Católica.

       Por tudo isto, é fundamental que se prepare a vinda do Papa em festa, serena e alegre, com lugar para os que quiserem entrar. E quanto mais honesto for o encontro, mais sentido terá receber entre nós Bento XVI.

Octávio Carmo, Editorial da Agência Ecclesia.

28.04.10

Boletim Paroquial Voz Jovem - Abril 2010

mpgpadre

Mês a mês, o Boletim Paroquial Voz Jovem chega às mãos dos paroquianos de Tabuaço e de Pinheiros. É mais um meio de comunicação entre as pessoas da comunidade, sublinhando as actividades pastorais, mas também como oportunidade de formação desenvolvendo algumas temáticas.

Neste mês de Abril, o Voz Jovem é dedicado à Semana Santa, com textos noticiosos mas também de reflexão sobre o acontecimento maior da nossa fé: Jesus Cristo, morto e crucificado.

Na última página, destaque para a Sagrada Escritura: o Olhar de um Jovem, sobre Noé, e o Livro da Verdade.

Outras informações constantes: festas da catequese e donativos.

 

 

Pode aceder ao Boletim Voz Jovem, através da página da paroquia de Tabuaço, aqui, ou fazendo o donwload nos formatos respectivos:

FORMATO PDF

FORMATO XPS

27.04.10

Oração do Pobre

mpgpadre

       Quero que saibas que cada vez que me convidas, eu venho sempre, sem falta. Venho em silêncio e de forma invisível, mas com um poder e um amor que não acabam. Não há nada na tua vida que não tenha importância para mim.

       Sei o que existe no teu coração, conheço a tua solidão e todas as tuas feridas, as tuas rejeições e humilhações. Eu suportei tudo isto por causa de ti, para que pudesses partilhar a minha força e a minha vitória.

       Conheço, sobretudo, a tua necessidade de amor. Nunca duvides da minha misericórdia, do meu desejo de te perdoar, do meu desejo de te bendizer e viver a minha vida em ti, e que te aceito sem me importar com o que tenhas feito.

       Se te sentes com pouco valor aos olhos do mundo, não importa. Não há ninguém que me interesse mais no mundo do que tu. Confia em mim. Pede-me todos os dias que entre e que me encarregue da tua vida e eu o farei.

       A única coisa que te peço é que confies plenamente em mim. Eu farei o resto. Tudo o que procuraste fora de mim só te deixou ainda mais vazio. Portanto, não te prendas às coisas passageiras. Mas, sobretudo, não te afastes de mim quando caíres. Vem a mim sem demora, porque quando me dás os teus pecados, dás-me a alegria de ser o teu Salvador.

Não há nada que eu não possa perdoar.

       Não importa o quanto tenhas andado sem rumo, não importa quantas vezes te esqueceste de mim, não importa quantas cruzes levas na tua vida. Tu já experimentaste muitas coisas, no teu desejo de seres feliz. Porque é que não experimentas abrir-me o teu coração, agora mesmo, mais do que antes? 

Madre Teresa de Calcutá, postado a partir do nosso blogue Caritas in Veritate.

27.04.10

A alegria da criação...

mpgpadre

       No sétimo dia, terminada a criação, Deus declarou que era a sua festa. Todas as criaturas, novas em folha, quiseram oferecer a Deus a coisa mais bela que pudessem encontrar.

       Os esquilos trouxeram avelãs, os coelhos cenouras e raízes doces. As ovelhas, lã. As vacas, leite rico de nata. Milhares de anjos colocaram-se em círculo, cantado uma melodia celestial. 

       O homem esperava pela sua vez e estava preocupado: «Que poderei eu dar?» As flores têm o perfume, as abelhas o mel, até os elefantes podem dar um duche a Deus para o refrescar...

       O homem tinha-se colocado no fim da fila e continuava a pensar. Todas as criaturas desfilavam diante de Deus e ofereciam os seus presentes.

       Quando ficaram apenas algumas criaturas, o homem ficou em pânico.

       Chegou a sua vez. Então o homem fez o que nenhum animal ousara fazer. Correu para Deus, saltou para o seu colo, abraçou-o e disse-lhe:

       - Amo-te!

       O rosto de Deus iluminou-se. Toda a criação compreendeu que o homem tinha oferecido a Deus o dom mais belo e entoou um aleluia cósmico.

autor desconhecido

27.04.10

O cavalo-marinho

mpgpadre

       Era uma vez um Cavalo-marinho que juntou sete libras de ouro e foi à aventura pelo mundo fora.

       Pouco depois de partir encontrou uma Enguia que lhe perguntou:

       – Eh! Pá! Onde vais?

       – Vou cm busca de aventuras – respondeu orgulhosamente o Cavalo-marinho.

       – Tens sorte – disse a Enguia – dá-me quatro libras e eu dou-te uma barbatana, de modo que chegarás muito mais depressa.

       – Obrigadinho, é esplêndido – disse o Cavalo-marinho; pagou-lhe, montou na barbatana e desapareceu com o dobro da velocidade.

       Em breve encontrou uma Esponja que lhe disse:

       – Eh! Pá! Onde vais?

       – Em busca de aventuras – replicou o Cavalo-marinho.

       – Tens sorte – disse a Esponja – por pouco dinheiro dou-te esta mota a jacto e tu viajarás muito mais depressa.

       Assim o Cavalo-marinho comprou a mota com o restante dinheiro e atravessou os mares cinco vezes mais depressa.

       Em breve encontrou um Tubarão que lhe disse:

       – Eh! Pá! Onde vais?

       – Em busca de aventuras – replicou o Cavalo-marinho.

       – Tens sorte; se tomares este atalho – disse o Tubarão apontando a sua boca aberta – pouparás imenso tempo. – Obrigadinho – disse o Cavalo-marinho e enfiou rapidamente na boca do Tubarão sendo prontamente devorado.

 

       Quando não sabemos para onde queremos ir...

26.04.10

Uma transição que fica para a Hsitória

mpgpadre

       No dia 16 de Abril, Bento XVI completou 83 anos de idade, muitos ao serviço do Evangelho, na Igreja, no diálogo com a cultura e com a ciência, como sacerdote e como bispo, como professor e teólogo. No dia 19 de Abril, completou 5 anos de pontificado. Propomos a leitura do Editorial da Agência Ecclesia:

       A idade do Cardeal Ratzinger aquando da eleição pontifícia ditou, por esse único indicador, sentenças que se foram generalizando: será um pontificado de transição.

       Aos seus 78 anos, assinalados em período de sede vacante, juntava-se o facto de Joseph Ratzinger ser número dois de João Paulo II e a referência doutrinária de todo um pontificado marcado pelo justo protagonismo do Papa polaco.

       Passados cinco anos, impõe-se uma certeza: o pontificado de Bento XVI responde aos desafios que emergem do juízo da história lançado sobre os que decidiram seguir os passos de Cristo, corresponde ao exercício de uma liderança religiosa de acordo com as exigências sociais dos tempos em que vivemos e está em sintonia com as questões e a busca de sentido da vida pela pessoa humana, incontornável em qualquer indivíduo, em qualquer tempo.

       Na mediatização de todas as mensagens, indivíduos e grupos absorvem imagens, as primeiras imagens que se oferecem sobre pessoas ou acontecimentos. Também as do Papa.

       Nos dias que correm, na espera de Bento XVI, são essas as imagens, as que primeiro foram mediatizadas, que percorrem opiniões ditas. Nem sempre as pensadas. Mas as proclamadas, embaladas no facilitismo aparente de querer estar em sintonia com maiorias.

       No virar de muitas páginas, cresce o número dos que analisam o pontificado de Bento XVI e apontam como qualidades o que antes pareciam ser fragilidades. Seriedade intelectual, busca da verdade, operacionalização das decisões, coerência, assunção de culpas, determinação na configuração de tudo e de todos com o exemplo de Jesus Cristo. É nessa esteira que tem de se compreender o pontificado de Bento XVI. Também na capacidade demonstrada em perscrutar valores e projectos que ficam para a história, mesmo quando não motivam popularidade imediata.

       A partilha destas opiniões de imediato esbarram com questões clássicas, que pintam o estandarte de muitos debates, e que não se podem excluir da recriação da experiência cristã em cada tempo. É, no entanto, do actual Papa, pelos contributos que ofereceu à Igreja Católica como professor e como Cardeal, que se colhe uma certeza: não é por questões de moda, a favor ou contra, que todos os debates são assumidos; antes por se imporem a quem procura, sem rodeios e livre de condicionalismos, descobrir a Pessoa de Jesus Cristo e viver de acordo com a Sua Mensagem.

       Os dias em que Bento XVI está entre nós podem ser uma oportunidade para descobrir essa ousadia do actual Papa.

Paulo Rocha, in Agência Ecclesia.

26.04.10

Dois amigos. o perdão e a amizade

mpgpadre

       Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em determinado ponto da viagem, discutiram e um deu uma bofetada no outro. O outro, ofendido, sem nada poder fazer, escreveu na areia:

       - Hoje, o meu melhor amigo deu-me uma bofetada no rosto.

       Seguiram adiante e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se. O que havia sido esbofeteado e magoado começou a afogar-se, sendo salvo pelo amigo.

       Ao recuperar, pegou num canivete e escreveu numa pedra: Hoje, o meu melhor amigo salvou minha vida. O outro amigo perguntou:

       - Por que é que, depois que te magoei, escreveste na areia e agora, escreveste na pedra? 

       Sorrindo, o outro amigo respondeu: 

       - Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever onde o vento do esquecimento e o perdão se encarreguem de apagar a lembrança. Por outro lado, quando nos acontece algo grandioso, devemos gravar isso na pedra da memória do coração onde vento nenhum poderá apagá-lo.

 

        Só é necessário um minuto para que simpatize com alguém, uma hora para gostar de alguém, um dia para querer bem a alguém, mas precisa de toda uma vida para que possa esquecê-lo.

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