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Escolhas & Percursos

...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...

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27.02.10

Imagem oficial da visita de Bento XVI a Portugal

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       O coordenador da Comissão Organizadora da Visita de Bento XVI a Portugal, D. Carlos Azevedo, bispo auxiliar de Lisboa, apresentou publicamente a imagem oficial criada para acompanhar o Papa Bento XVI ao nosso país, entre os dias 11 a 14 de Maio e estará em Lisboa, Fátima e Porto. 

       D. Carlos Azevedo e outros responsáveis sectoriais da comissão apresentam, além do cartaz e logótipo, o site oficial da visita (www.bentoxviportugal.pt), bem como outras informações sobre a organização da viagem de Bento XVI.

       O Vídeo da Apresentação da Imagem do Papa, pelo reverendíssimo D. Carlos Azevedo:

26.02.10

A cidade literária do Funchal

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       Um dia, que esperamos não muito distante, a imagem desta baía em ruínas, soterrada hoje em lama e pranto, há-de dar lugar, de novo, à paisagem verdadeira. Passaremos deste inverno intransigente e funesto à clemência de uma estação que devolva ao Funchal a sua luz.

       As buganvílias voltarão a estender placidamente sobre as ribeiras os seus braços brancos, rosa, cor-de-vinho; a árvore de fogo do Largo do Colégio levantará mais alto o seu deslumbre; os Jacarandás repetirão o assombro colorido; as Tipuanas desdobrarão, nos inícios de Junho, um incrível tapete amarelo frente a São Lourenço ou na subida de Santa Luzia.
        Esperamos que, num tempo não distante, se possa reconhecer, de novo, a limpidez do traçado atlântico do centro, as ruas confusamente populares, o arabesco do mercado, o mesmo desenho de cheiros, a mesma mescla de sonoridades, o brando silêncio que nas praças tem o seu quê de familiaridade tímida, quase cerimoniosa.
        Encravado na forma de uma concha há cinco séculos, burgo marítimo de referência, com construção fantasiosa, o Funchal foi a primeira cidade europeia nascida fora da Europa. O resultado é um património humano e urbanístico únicos. Evoca, é claro, o modelo de algumas cidades continentais, mas já é outra coisa, como acontece aos territórios de fronteira. É uma cidade reservada e extravagante, cosmopolita e primitiva, enérgica e indolente. Tanto como outras, mas diferente, de uma maneira que é só sua. Por exemplo, em certas horas vazias, as inúmeras varandas terrestres espalhadas pelas encostas parecem colocadas num imenso navio como os que muitas vezes ali aportam, e sente-se (isto é real) que toda a cidade flutua.
       O Funchal é, ainda que isso seja escassamente recordado, uma cidade literária, como Trieste ou Marraqueche: ali não apenas nasceram Edmundo Bettencourt, Cabral do Nascimento, Herberto Helder ou Ana Teresa Pereira, nasceram os seus universos.
       Conta-se que o poeta António Nobre gravou a canivete numa árvore do Funchal: “sede de luz como que de relâmpagos”. Um dia, que esperamos não muito distante, chegará a luz.
 
José Tolentino Mendonça (Pe.)

25.02.10

Aprendiz... da Vida

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       Há pessoas que na doença descobrem o gosto de viver e se tornam mais saudáveis na convivência com os outros e na atitude diante das dificuldades. Há pessoas que são têm saúde, e tem os meios para viverem comodamente, mas têm atitudes doentias.

       Este é o testemunho de alguém que após a descoberta que tinha cancro, mudou a atitude perante a vida. Mais uma lição de vida:

 Podem aumentar a imagem, cliando na palavra "Full".

25.02.10

Prémio de Márito Cultural - Lamego

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       A Câmara Municipal de Lamego intituiu o Prémio de Mérito Cultural, para distinguir o cidadão ou a intituição que cada ano se destaque no panorama cultural lamecense.

       No dia 27 de Janeiro reuniu a comissão constituída para o efeito, e delibreou que o agraciado deste ano fosse o Dr. Joquim Sarmento, pela sua apreciável e crescente obra literária, cujo o apreço e consideração ficaram expressos neste prémio.

       O dia 23 de Fevereiro, data que assinala a inauguração do Teatro Ribeiro Conceição, renovado, será o dia de entrega do prémio.

       Foi o que aconteceu no passado dia 23 de Fevereiro: Dr. Joaquim Sarmento recebeu o Prémio de Mérito Cultural. Destacam-se as várias obras como Fragmentos (conjunto de intervenções e artigos de opinião), os recentes romances "O Crime de Cerejeiro" e "A revolução de António e Oriana", duas leituras indispensáveis, dois romances extraordinários, que recomendamos vivamente, parabenizando o premiado Dr. Joaquim Sarmento.

       Veja também, abaixo, uma reportagem aquando da apresentação do livro "O Crime de Cerejeiro", no Teatro Ribeiro Conceição:

24.02.10

Capela da Matancinha e Cisma de Penude

mpgpadre

       No nosso blogue Caritas in Veritate, acompanhamos um blogue sobre Penude, minha terra natal. Um dos post's em evidência chama a atenção para o Cisma de Penude, que se concentrou à volta da minha povoação, Matancinha. O então pároco, Pe. Manuel Gonçalves da Costa, e o seu primo, Pe. Justino, envolveram-se numa dispusta, em que envolveu outros familiares, e que viria a provocar um Cisma, que reflectiu sobretudo à volta da Capela da Matancinha, em honra de Santa Cruz, feita à época e em forma de cruz.

       A cruz é o elemento presente nas mais diversas representações, acentuando-se a vivência do cristianismo pelo sacrifício, pelo sofrimento, pela penitência, olhando para Deus sobretudo como Juiz, um pouco na perspectiva jansenista.

     Como em todos os povos, quando se dão divisões, acontecem dentro das próprias famílias. Por exemplo, o meu avô materno fazia parte da "seita", a minha avó materna não.

       O que terá oficializado o cisma, foi a visita pastoral do Bispo de Lamego à paróquia, onde celebrou o Sacramento do Crisma. O Pe. Justino terá dito que estavam todos em pecado e que o Bispo tinha dado a comunhão até a uma mulher de cabeça descoberta.

       Sobre o Cisma de Penude pode consultar os textos na página PENUDE e MONTEMURO, onde é apresentado o texto do Dr. Manuel Gonçalves da Costa, parente próximo do então pároco de Penude, com o mesmo nome, e uma análise crítica de um dos autores do blogue e da página.

       Em cima, a Capela da Mantancinha, que esteve interdita por alguns anos, os iniciais, por aí se centrar a "seita", depois do Pe. Justino ter sido excumungado, bem como os seus seguidores.

       Nestas coisas não há imparcialidade. Vale a pena ver as várias perspectivas e para quem teve familares dum e doutro lado talvez a imparcialidade seja maior. Sublinhe-se no entanto, que Penude é um terra de gente crente praticante, em toda a extensão. As pessoas da Matancinha continua fervorosa na fé e na prática religiosa.

22.02.10

Quaresma: confiar, unir, perdoar, encorajar

mpgpadre
Quaresma.
Ouvir Deus dizer: “Estou à porta e bato”.
Quaresma.
Inaugurar caminhos no conhecido e no comum. Escutar o Reino a crescer. Dividir a vida, porque só assim ela se multiplica.
Quaresma.
Confiar. Unir. 70X7. Aceitar. Cruz e Ressurreição. Olhar para longe. Ir ao encontro dos últimos. Escrever: “nenhum coração é uma ilha”.
Quaresma.
Escutar mais uma vez. Ter tempo para o outro. Apagar solidões e medos. Fixar-se no extraordinário convite para partilhar o Pão e o Vinho. Começar a conversa difícil com um sorriso.
Quaresma.
Perdoar. Repartir. Respeitar o ponto de vista do outro. Contar urna história. Enxugar uma lágrima. Encorajar.
Quaresma.
Celebrar tudo num gesto. Descobrir: a Páscoa é também um modo de ser. De viver. Recordar. Esquecer. Construir. Viver cada dia, este dia como se a vida inteira o tivéssemos esperado.
Quaresma.
E a Páscoa tão perto
 
De José Tolentino Mendonça, in Banquete da Palavra.

19.02.10

A minha Mãe é um Anjo de Deus

mpgpadre

      

       O menino voltou-se para a mãe e perguntou:

       - Os anjos existem mesmo? Eu nunca vi nenhum.

       Como ela lhe afirmasse a existência deles, o pequeno disse que iria andar pelas estradas, até encontrar um anjo.

       - É uma boa ideia, falou a mãe. Irei com contigo!

       - Mas você anda muito devagar, - argumentou o garoto - tem um pé aleijado.

       A mãe insistiu que o acompanharia. Afinal, ela podia andar muito mais depressa do que ele pensava. Lá se foram. O menino saltitando e correndo e a mãe mancando, seguindo atrás.

       De repente, uma carruagem apareceu na estrada. Majestosa, puxada por lindos cavalos brancos. Dentro dela, uma dama linda, envolta em veludos e sedas, com plumas brancas nos cabelos escuros. As jóias eram tão brilhantes que pareciam pequenos sóis.

       Ele correu ao lado da carruagem e perguntou à senhora:

       - Você é um anjo?
       Ela nem respondeu. Resmungou alguma coisa ao cocheiro, que chicoteou os cavalos e a carruagem sumiu na poeira da estrada.

       Os olhos e a boca do menino ficaram cheios de poeira. Ele esfregou os olhos e tossiu bastante. Então, chegou sua mãe que limpou toda a poeira, com seu avental de algodão azul.

       -Ela não era um anjo, não é, mamãe?

       - Com certeza, não. Mas um dia poderá se tornar um, respondeu a mãe.

       Mais adiante, uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou o menino. Seus olhos eram estrelas azuis e ele lhe perguntou:

       - Você é um anjo?

       Ela ergueu o pequeno em seus braços e falou feliz:

       - Uma pessoa me disse ontem à noite que eu era um anjo.

       Enquanto acariciava o menino e o beijava, ela viu seu namorado chegando. Mais do que depressa, colocou o garoto no chão. Tudo foi tão rápido que ele não conseguiu se firmar bem nos pés e caiu.

       - Olhe como você sujou meu vestido branco, seu monstrinho!” Disse ela, enquanto corria ao encontro do seu amado.

       O menino ficou no chão, chorando, até que chegou sua mãe e lhe enxugou as lágrimas com seu avental de algodão azul.

       - Aquela moça, certamente, não era um anjo!

       O garoto abraçou o pescoço da mãe e disse estar cansado.

       - Você me carrega?
- É claro, - disse a mãe - foi para isso que eu vim.
       Com o precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a música que ele mais gostava. Então o menino a abraçou com força e lhe perguntou:
       - Mãe, você não é um anjo?
       A mãe sorriu e falou mansinho:

       - Imagine, nenhum anjo usaria um avental de algodão azul como o meu.”


William J. Bennett. Postado a partir do nosso blogue Caritas in Veritate.

18.02.10

Quaresma: tempo de Jejum

mpgpadre

       A Quaresma constitui um tempo favorável, um tempo de salvação, em que os cristãos se preparam para celebrar a Páscoa de Jesus, no mistério da Sua morte e Ressurreição. É tempo de purificação e de graça, é tempo de penitência, de jejum, de oração, de conversão interior. É tempo para eliminar o que está a mais, o que nos afasta dos outros, o egoísmo, a inveja, o ressentimento. É tempo para nos enriquecermos de Deus, do Seu amor, da Sua presença na nossa vida. Em Jesus Cristo, Deus manifesta-nos o Seu imenso amor por nós. Deixemos que a Luz que irradia do Seu rosto contemple a nossa vida, transfigurando-a.

       Neste diaporama podemos reflectir sobre o que significa jejuar:

 

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