...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...
07
Ago 13
publicado por mpgpadre, às 10:00link do post | comentar |  O que é?


23
Jul 13
publicado por mpgpadre, às 14:50link do post | comentar |  O que é?

      "Não tenho ouro nem prata, mas trago o que de mais precioso me foi dado: Jesus Cristo. Venho em Seu nome par alimentar a chama de amor fraterno que arde em cada coração... Cristo abre espaço para eles porque sabe que energia alguma pode ser mais potente que aquela que se desprende do coração dos jovens quando conquistados pela experiência da Sua amizade. Cristo bota fé nos jovens e confia-lhes o futuro da sua própria causa, ide e fazei discípulos, ide para além das fronteiras do que é humanamente possível e criem um mundo de irmãos... também os jovens botam fé em Cristo... a juventude é a janela pela qual o futuro entra no mundo... os braços do Papa se alargam para abraçar a inteira nação brasileira..."


08
Jan 13
publicado por mpgpadre, às 15:44link do post | comentar |  O que é?

       Estivemos lá.

       14 de maio de 2010, Eucaristia presidida pelo Papa Bento XVI, no Porto, no âmbito da Viagem Pastoral a Portugal. Magnífica interpretação do Salmo 112, na Festa de São Matias. Apesar do som menos conseguido, derivado à captação, vale a pena escutar...


24
Nov 11
publicado por mpgpadre, às 12:00link do post | comentar |  O que é?

Ainda que o português não seja uma língua oficial da ONU (...), Bento XVI deu em África um contributo inquestionável para a sua divulgação e afirmação internacional

         Bento XVI foi ao Benim levar uma mensagem de esperança num continente que ainda não aprendeu a confiar nas suas próprias capacidades e no potencial que tem para participar ativamente na construção de um novo mundo – embora esse estado de coisas seja mantido, também, por pressões externas, de quem lucra com o subdesenvolvimento e o amesquinhamento dos africanos.

       Relativamente ignorada pelos media nacionais, a visita confirmou o português como uma língua da Igreja, particularmente em África, onde o testemunho de milhares de missionários foi homenageado pelo Papa.

 

       O Benim conserva ainda uma fortaleza portuguesa, precisamente numa das duas cidades que foram visitadas, na ‘costa dos escravos’, memória histórica daquilo que, de pior, a humanidade é capaz, mas, acima de tudo, um alerta para as novas escravaturas e formas de colonialismo (incluindo o dos mercados) a que o novo documento papal – um verdadeiro mapa para o futuro da Igreja africana – aludiu.

       Ainda que o português não seja uma língua oficial da ONU, por enquanto, Bento XVI deu em África um contributo inquestionável para a sua divulgação e afirmação internacional. O Benim - berço do vudu, como foi por várias vezes designado -, recebeu o Papa com o respeito devido aos mais velhos, nas culturas africanas, como um sábio que trouxe palavras de paz e apelos à reconciliação, essenciais para que o futuro possa ser diferente das guerras e crises que marcaram a África pós-independências.

       O clima foi, em vários momentos, muito semelhante ao célebre mundial de futebol da África do Sul (o das vuvuzelas), com cantos e manifestações constantes de quem esperava para ver Bento XVI, nem que fosse de passagem.

       A resposta do Papa, que valorizou por diversas vezes a “tradição” africana, esteve à altura das circunstâncias e pode servir como ponto de referência para um diálogo nem sempre bem conseguido com a modernidade, que saiba promover a interculturalidade e a coexistência pacífica entre os povos de África, com as suas várias religiões.

 


29
Set 11
publicado por mpgpadre, às 10:39link do post | comentar |  O que é?

     Num mundo de imagens, de hiperligações, de comunicação vertiginosa, o discurso do Papa germânico aparece como um contraponto tremendo, pensado, feito apenas de palavra, sem adornos, deixando um desafio que só na aparência é simples: ouvir.

       Durante quatro dias, Bento XVI cumpriu na Alemanha um percurso carregado de simbolismo e pleno de intencionalidade, visível na maneira como olhou para o passado do país, para os desafios superados e as conquistas alcançadas, projetando depois, no futuro, a realização plena das aspirações de todos os que lutaram, às vezes à custa da própria vida, pela liberdade.

       Falando na sua terra e na sua língua, o Papa apostou tudo no discurso e abordou vários temas queridos, mormente no que diz respeito ao papel da religião e das comunidades crentes numa sociedade secularizada, que cede ao relativismo e ao individualismo, podendo, por isso, marginalizar essa dimensão espiritual.

       Ao lembrar os dramas provocados pelo nazismo, em toda a Alemanha, e do comunismo, na antiga RDA, o Papa falou de uma “chuva ácida” que se abateu sobre a Igreja e os seus fiéis, deixando marcas que permanecem até hoje. O que ficou claro dos discursos de Bento XVI é que a libertação desses regimes não pode, no entanto, desmobilizar os fiéis, levá-los a acomodarem-se, esquecendo adversidades menos visíveis, mas igualmente poderosas, nas sociedades ocidentais.

       Ainda que nem sempre sob o olhar atento da imprensa, Joseph Ratzinger deixou no seu país uma espécie de testamento para os católicos e, diria mesmo, para o seu sucessor, em matérias como o diálogo com as Igrejas protestantes, a reconstrução de um projeto europeu com a marca do património cristão e, sobretudo, a «desmundanização» da própria Igreja Católica, colocada à margem de guerras políticas e preocupações materiais, despida de uma excessiva institucionalização que a leva a preocupar-se, antes de mais, consigo mesma.

        O próprio Papa apresentou-se como um líder espiritual, sem objetivos políticos ou económicos, como faria outro qualquer chefe de Estado. Palavras que fazem jus ao tema escolhido para a viagem destes dias: «Onde há Deus, há futuro».

 

Octávio Carmo, Editorial da Agência Ecclesia


27
Set 11
publicado por mpgpadre, às 11:43link do post | comentar |  O que é?


11
Ago 11
publicado por mpgpadre, às 19:00link do post | comentar |  O que é?

Jovens cristãos devem evitar euforias e perceber que a sua missão é cada vez mais complicada

       A próxima visita de Bento XVI a Madrid vai ser antecedida por anunciadas (e previsíveis) manifestações de protesto, um gesto que se vai repetindo e gastando em contradições que, muitas vezes, retiram os fundamentos que legitimam as discordâncias, numa sociedade plural e democrática.

       De facto, custa a entender que, em nome dessa democracia e da liberdade, se queira impedir a entrada do Papa em qualquer país ou se queira evitar a manifestação pública de milhares ou mesmo milhões de pessoas que, unidas numa mesma convicção – do foro individual, mas com necessárias consequências públicas -, se unem ao seu líder espiritual.

       Os muito aclamados «indignados» de Madrid, que no início do Movimento 15 de Maio (15M) se declaravam abertos a qualquer ideologia e crença, acabaram por ceder a uma clara corrente anticatólica que, sustentada numa presunção de superioridade intelectual (para dizer o mínimo), cai num erro muitas vezes visto: a tolerância é só para os que pensam como eles. Os “ignorantes” que se professam religiosos são cidadãos de segunda.

       A lição destes dias preparatórios para a Jornada Mundial da Juventude passa por perceber algo que mesmo a presença de mais de um milhão de jovens num evento deste género não pode esconder: eles, os da geração JMJ, são uma minoria.

       Por isso mesmo, apesar de estes encontros de massa poderem provocar a ilusão de um “mundo católico”, os jovens cristãos devem evitar euforias e perceber que a sua missão é cada vez mais complicada: mais e mais pessoas são completamente alheias/hostis à religião, ignoram as orientações da Igreja e pedem-lhe apenas gestos grandiosos, deslumbrantes, mediatizados, longe da simplicidade diária e comprometida a que o Evangelho chama.

       A festa de Madrid, que vai durar seis dias, não pode ser um mero fogo de artifício, vazio e efémero. Há muito trabalho a fazer…

 

Octávio Carmo, Editorial Agência Ecclesia.


12
Mai 11
publicado por mpgpadre, às 13:56link do post | comentar |  O que é?

       Sobre a Viagem Apostólica de Bento XVI não deixe de visitar a página oficial, com a retrospectiva aí realizada:

 

        «Um ano depois da visita de Bento XVI a Portugal, os responsáveis pela Igreja Católica têm tomado “a sério” as palavras do Papa, considera Fernando Micael Pereira, professor da Universidade Católica Portuguesa e especialista em Ciências Sociais.

       Em texto hoje publicado na mais recente edição do semanário Agência ECCLESIA, Micael Pereira destaca “o testemunho público da Conferência Episcopal e de Bispos empenhados cada vez mais na cultura, analisando em público a atualidade portuguesa, tomando posições sobre problemas sociais e fazendo-o com variedade de perspetivas, organizando cursos de Doutrina Social da Igreja que se procuram adaptar à realidade diversa das populações, é cada vez mais frequente”.

       Este conjunto de iniciativas, segundo o especialista, “mostra como as palavras do Papa foram tomadas a sério”.

       “Há Bispos que têm sido capazes de ser inovadores nas propostas de organização de ações de solidariedade, que têm insistido ao longo desta crise na urgência da atenção aos mais fracos, que têm proclamado a importância de se desenvolver a liberdade de ensino, que têm valorizado a importância da verdade, do combate à corrupção, da contenção no luxo, na avidez e na ostentação, dando cada vez maior visibilidade às suas intervenções e estimulando a Igreja a ter uma presença cada vez mais desassombrada”,elenca.

       Um ano depois da visita de Bento XVI, Micael Pereira diz que o primeiro fruto desta viagem foi “instaurar a confiança dos portugueses”, “descobrir a simplicidade e a cordialidade do Papa”.

       “Das provocações sobre a pedofilia à apoteose do Porto, foi uma caminhada de progressiva aceitação e empatia em que o Santo Padre e o povo português se encontraram bem acima das especulações de tantos comentadores, numa aproximação e entendimento que venceu as distâncias anteriormente por tantos cultivadas”, refere.

       Em conclusão, o professor universitário lembra o convite feito por Bento XVI no encontro com o mundo da cultura, no CCB, em Belém: “Fazei coisas belas, mas sobretudo tornai as vossas vidas lugares de beleza. Sede navegantes do Bem, da Verdade e da Beleza”.

       Entre 11 e 14 de maio do ano passado, o Papa alemão esteve em Lisboa, Fátima e Porto, celebrando três missas e pronunciando sete discursos, além das três homilias, uma saudação ao Santuário de Cristo Rei e duas mensagens aos jovens.»

 

Notícia: Agência Ecclesia.


12
Nov 10
publicado por mpgpadre, às 09:57link do post | comentar |  O que é?
       O dia 7 de Novembro foi um grande dia para os cristãos de Barcelona, em particular, e para a Igreja do mundo inteiro que alí colocou o seu olhar, com o Sucessor de Pedro, Bento XVI, que se deslocou a Santiago de Compostela, no encerramto do Ano de Jubileu (Xacobeo), e a Barcelona para a dedicação da Basílica da Sagrada Família, cujo autor principal foi António Gaudí. Neste vídeo, vêem-se alguns dos gestos da "sagração" da Basílica: o óleo do crisma, derramado sobre o altar, o incenso, a luz. Antes tinha também benzido e aspergido com água toda a assembleia.
       Os gestos são acompanhados por uma magnífica melodia que glorifica do Senhor Deus.


01
Out 10
publicado por mpgpadre, às 10:14link do post | comentar |  O que é?

1 – Bento XVI no Reino Unido.

       Entre os dias 16 e 19 de Setembro, Sua Santidade o Papa Bento XVI fez mais uma das suas Viagens Apostólicas, desta feita ao Reino Unido, como Chefe de Estado do Vaticano e como Papa.

       A cobertura dos media deixava antever enormes dificuldades. A Viagem só poderia correr mal, com muita oposição e com manifestações anti-papais, num país de maioria protestante, onde impera a Igreja Anglicana, cujo chefe máximo é a Rainha Isabel II.

       Tal como em Portugal tinha acontecido, também no Reino Unido, os súbditos de Sua Majestade, se renderam à presença de Bento XVI, com o seu sorriso natural e com a firmeza das suas palavras, procurando pontes entre as duas igrejas cristãs.

 

2 – Beatificação do Cardeal Newman.

       Muitos foram os momentos vividos na Viagem Apostólica de Bento XVI: encontro com a Rainha, com as autoridades governamentais, com os luteranos, com as vítimas de pedofilia, encontro com os jovens e com as escolas católicas. Um dos pontos altos, contudo, foi a beatificação do Cardeal Newman, um anglicano que se converteu ao catolicismo.

       Ainda que num ambiente adverso, Bento XVI não deixou de afirmar os valores fundamentais da fé, não fazendo cedências de simpatia. O autêntico diálogo faz-se com dois lados que se mantêm fiéis às suas convicções profundas, procurando realçar o que une. A fé cristã é património comum.

 

3 – Bem-aventurado John Henry Newman.

       Nasceu em Londres a 21 de Fevereiro de 1801 e faleceu a 11 de Agosto de 1890, em Birmingham. Converteu-se do anglicanismo ao catolicismo aos 44 anos. Foi ordenado padre católico, em Roma, no ano de 1847, regressando a Inglaterra. Já era clérigo antes da sua conversão.

       Como teólogo reconhecido, Newman reflectiu sobre diversos temas, tais como a relação entre fé e razão, a natureza da consciência e o desenvolvimento da doutrina cristã.

       Em 1879, foi criado Cardeal por Leão XIII, tinha então 78 anos de idade.

 

4 – Repensar juntos a Igreja em Portugal.

       Depois da Viagem Apostólica de Bento XVI a Portugal, o Bispos portugueses acentuaram a necessidade de repensar a eficácia pastoral. Assim, entre outras iniciativas, encomendaram uma sondagem, a nível nacional, realizada pela Universidade Católica, para conhecer melhor a realidade portuguesa, as dificuldades e aspirações dos portugueses e o que esperam da Igreja. É louvável esta iniciativa, permitindo que mais pessoas dêem o seu contributo e que a resposta da Igreja e das comunidades vá de encontro à realidade...


5 – Balanço na Diocese de Lamego.

       D. Jacinto Tomaz Botelho assumiu os destinos da Diocese há 10 anos; tomou posse no dia 19 de Março de 2000, como Bispo Titular. Tendo completado 75 anos no dia 11 de Setembro, este será o último ano do seu pontificado. Por conseguinte, será um ano de balanço pelo caminho feito, lançando propostas para o futuro. A Diocese seguirá o Documento da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), “Repensar juntos a Igreja em Portugal”, procurando, durante o ano pastoral, apresentar-se numa atitude sinodal, perscrutando as comunidades.


6 – Plano Pastoral Paroquial.

       Como em anos anteriores, o Plano Pastoral Paroquial seguirá as preocupações do documento de trabalho da CEP, as orientações da Diocese de Lamego, e as especificidades da paróquia e do Arciprestado. A presença do Sr. Bispo, em Visita Pastoral, com a celebração do Crisma, será uma oportunidade de ouro de crescimento espiritual…

       Aguardamos sugestões que possam dar-nos para melhor servir e o envolvimento de todos.

 


29
Set 10
publicado por mpgpadre, às 18:10link do post | comentar |  O que é?

       O Boletim Voz Jovem é de edição mensal. Tira férias, como os portugueses que podem, em Agosto. Regressa ao trabalho em Setembro.

       Nesta edição, que disponibilizamos em formato digital, os assuntos são variados, desde logo o Editorial, que se reporta à Viagem Apostólica de Bernto XVI ao reino Unido, com a beatificação do Cardeal Newman, o documento da Comferência Episcopal Portuguesa, "Repensar juntos a Igreja em Portugal", e o Plano Pastoral Paroquial que englobará a preocupação do referido documento, bem como o balanço do trabalho pastoral na Diocese, com os 10 anos de pintificado de D. Jacinto, que atingiu em Setembro os 75 anos, altura de solicitar ao Papa a resigniação. Outros assuntos em destaque: pelos caminhos de Santiago (Compostela), em ano de Jubileu, com um testemunho na primeira pessoa; iniciativas na comunidade de Pinheiros durante o Verão; homenagem ao Rev. Pe. Luís Ribeiro da Silva, pelos 50 anos de sacerdócio, em Barcos e com maior visibilidade na Festa de Santa Eufémia, em Pinheiros; na última página, temas bíblicos, O livro da Verdade - 7, e o Olhar de um Jovem. E outras informações pertinentes....

       O boletim VOZ JOVEM pode ser lido a partir daqui e/ou fazendo o download nos formatos respectivos:


28
Set 10
publicado por mpgpadre, às 10:33link do post | comentar |  O que é?

O discurso global de Bento XVI deu ao mundo uma imagem diferente da Igreja Católica e da figura que para muitos é tida como de divisão mas que na realidade é referência religiosa e humana no nosso mundo: o Papa.

       Cinco meses depois de vir a Portugal, Bento XVI empreende uma viagem completamente diferente ao Reino Unido. Foi Chefe de Estado, Sucessor de Pedro, Pastor, ecuménico, penitente, corajoso, cordial, amigo. Tal como aconteceu em Portugal a Comunicação Social não foi benigna antes do acontecimento. Profetizou um fracasso, um pretexto para protestos e até uma oportunidade para o Papa receber ordem de prisão. O balanço final nada teve a ver com os agoiros.

       A Inglaterra é indiscutivelmente uma referência no nosso tempo, de história, cultura, liberdade e comunicação. Mas raramente se diz que no Império de Sua Majestade ser católico é ter um estatuto menor, como que infiel a um país que há quinhentos anos escolheu o seu "Papa" e lhe presta fidelidade, onde o político e o religioso se misturam com ar benigno e natural. Noutro país seria considerado subdesenvolvimento ou terceiro-mundismo.

       Há as feridas da história e não poucas, há recentes passos de aproximação entre a Igreja Católica e Anglicana, que voltaram atrás com as conhecidas decisões "fracturantes" da Igreja Anglicana. Foi este terreno minado que Bento XVI pisou, com a agravante dos escândalos inqualificáveis na Igreja Católica em muitos pontos do mundo e com uma incidência gravíssima nos Estados Unidos da América, Irlanda e Bélgica. Juízes implacáveis, de dedo em riste, esperavam Bento XVI.

       O programa tinha alguns laivos aparentes de provocação: o Papa propôs - se beatificar um "adversário" do Anglicanismo - Newman -, saudou os que recentemente se converteram ao catolicismo pelas roturas com a Igreja nacional.

        Foi cordialmente recebido pelas autoridades civis e religiosas e com um entusiasmo e vivência profunda pelos católicos que, sendo minoria, se entregaram militantemente a esta causa que era muito mais que a visita deste Papa. Era um todo, momento único de dificuldade e diálogo entre duas Igrejas e dois Estados com todas estas feridas de permeio.

       A dignidade das celebrações, a participação viva da multidão, a ausência de qualquer triunfalismo, fizeram deste tempo um grande momento da Igreja neste início de milénio, com um Papa idoso, olhado ainda com preconceitos, mas com uma fé, uma firmeza e um porte humano de extrema delicadeza e respeito. E extrema lucidez e coragem. 

       Na histórica celebração ecuménica de Westminster soube apontar o inimigo comum dos crentes: o secularismo. Apesar das fixações de alguns media, desde a BBC à TV Al Jazeera e canais portugueses - como se nada mais houvesse que a referência à pedofilia - o discurso global de Bento XVI deu ao mundo uma imagem diferente da Igreja Católica e da figura que para muitos é tida como de divisão mas que na realidade é referência religiosa e humana no nosso mundo: o Papa. Para além da figura concreta que desempenha essa missão.

 

António Rego, in Agência Ecclesia (Editorial).


21
Set 10
publicado por mpgpadre, às 10:12link do post | comentar |  O que é?

       Bento XVI regressa a Roma após uma viagem difícil, mas cheia de sucesso.

       A Rainha recebeu-o solenemente e manifestou proximidade com os seus pontos de vista sobre a religião, os políticos aplaudiram-no de pé na sala histórica do Parlamento britânico – onde nenhum Papa tinha estado – e aplaudiram-no depois de ele ter defendido a verdade e o evangelho contra aqueles que querem remeter a religião para a esfera privada ou até mesmo cancelar expressões públicas da Fé como por exemplo a festa do Natal.

       Históricos também os momentos de encontro com a Igreja Anglicana, quer no palácio do Arcebispo de Cantuária quer na concelebração ecuménica de vésperas na Abadia de Westminster, onde também nunca tinha entrado um sucessor de Pedro.

       Bento XVI em terras britânicas condenou por três vezes os crimes perversos de pedofilia, encontrou-se com algumas das vítimas de abuso sexual e disse que estes crimes minam a credibilidade de responsáveis da Igreja.

       Mas, talvez, o mais surpreendente tenha sido a adesão das pessoas pelas ruas por onde o Papa passou e nas cerimónias que celebrou, bem como o entusiasmo com que os católicos britânicos participaram, sobretudo a alegria dos milhares de jovens sempre presentes. Várias centenas de milhares de britânicos aplaudiram o Papa nestes dias, ao contrário das previsões da esmagadora maioria de comentadores e analistas de televisão, ao ponto do primeiro-ministro Cameron – não católico – ter dito ao Papa no aeroporto: “Estes quatro dias foram incrivelmente comoventes”.

Aura Miguel, in RR.

Outros Textos:


19
Jun 10
publicado por mpgpadre, às 10:43link do post | comentar |  O que é?
       A Viagem Apostólica de Bento XVI a Portugal suscitou um elevado interesse e adesão dos portugueses. Os gestos, o sorriso e as palavras tornaram-se uma lento, uma chamada à esperança pela fé do bom Deus. As várias intervenções do Papa estão disponíveis, através da página oficial, em formato PDF, e também numa ou outra publicação impressa. As Paulinas editaram os textos de Bento XVI e os textos de outros intervenientes nos diversos encontros com o Papa.
       A Paulus Editora deu à estampa o livro, que agora recomendámos, com as intervenções do Papa, duas conferências de preparação da vinda de Bento XVI, de D. João Lavrador e de Pe. Luciano Cristino, o prefácio é da jornalista da RTP Fátima campos Ferreira; inclui um DVD com algumas imagens da viagem; com o Hino Pontifício; com o Hino da Viagem Pastoral a Portugal; com testemunhos de várias personalidades, de jovens, de pessoas anónimas, e com a recitação do Rosário por Bento XVI, em Fátima.
       No interior deste livro fotos várias dos quatro dias de Bento XVI em Portugal.
Bento XVI e Portugal. Contigo caminhamos na Esperança. 
Paulus Editora: Lisboa 2010.


27
Mai 10
publicado por mpgpadre, às 10:04link do post | comentar |  O que é?

       Foi no final dos anos 70 que participei em Munique num encontro sobre Comunicação Social. Recordo ainda um jantar que nos foi oferecido pelo Arcebispo da Diocese, Cardeal Ratzinger. Na ementa, a "entrada" era salmão (mal) fumado e que tive, com relutância, de engolir de olhos fechados como acontece em jantares de cerimónia. Só mais tarde vim a apreciar esse peixe e a vê-lo como toque de requinte e gosto nalgumas refeições.

       Não sei se andava por aqui alguma parábola sobre o que é preciso aprender a apreciar. Recordava isso quando por vezes via em Roma o Cardeal Ratzinger atravessar a Praça de S. Pedro em direcção ao seu trabalho - uma Congregação que não era das preferidas da minha geração. Mas sabia que ele tinha feito parte do grupo de teólogos que marcaram o Concílio que, por sua vez, marcou decisivamente a minha vida.

       Acompanhei, como repórter, a sua eleição e cumprimentei-o, com outros jornalistas, no dia seguinte à tomada de posse. Tudo isto é razoavelmente ridículo, semelhante a pretensão de me fazer próximo duma pessoa tão importante como o Papa. Mas queria chegar a outro ponto. Acompanhei a viagem de Bento XVI a Portugal (como havia acompanhado a de Angola) passo a passo, hora a hora, minuto a minuto. Posso dizer que não perdi uma única palavra (com acesso antecipado aos textos) e penso que muito poucos gestos me terão escapado na reportagem exaustiva da televisão em que estive envolvido.

       E aqui chego para dizer o que todos viram e sabem: a amplitude da sua presença no meio de nós, depois de todos os alarmes de fracasso que havia - fora (e dentro) da Igreja. E como revelou capacidade de viver intensamente cada ritual que cumpria: litúrgico, pastoral, teológico, social, político, familiar. Nas palavras ditas à cultura, aos consagrados, aos agentes sociais, ao mar de luz, povo de mão firmes, que em Fátima sustentava e erguia a Luz como em Vigília Pascal. E do aconchego que ofereceu a milhões de peregrinos que pela televisão o viram longe e perto - sei de ressonâncias chegadas do Portugal global que anda pelo mundo fora. Pela beleza da Praça e do Tejo de Lisboa, numa aliança de céu, terra e rio, festa e silêncio como multidão jubilosa de jovens e anciãos na Avenida dos Aliados no Porto. Como os peregrinos mediáticos, os pobres e doentes repassados de angústias que se sentiram em Igreja reunida com Pedro num exercício profundo de comunhão e confirmação na fé. E, seja lícito referir, na solidez humilde da sua palavra densa, lógica, bela, crente, próxima, teológica, encarnada, clara, luminosa. E afectiva.

       O que no início parecia uma "entrada" amarga foi uma refeição saborosa, em família, sabendo que ali - como diria Pessoa - éramos mais que nós - éramos um povo. Nada seria possível sem essa maravilha que é o nosso povo que soube estar em júbilo e silêncio nos momentos certos e compreendeu por inteiro que quem nos visitou foi mesmo o sucessor de Pedro. O resto foi acidental.

 

António Rego, Editorial Agência Ecclesia.


19
Mai 10
publicado por mpgpadre, às 19:02link do post | comentar |  O que é?
       “A peregrinação a Portugal foi para mim uma experiência tocante e rica de muitos dons espirituais”, afirmou Bento XVI na audiência geral desta Quarta-feira, no Vaticano.
       “Agradeço a Deus que me deu a possibilidade de prestar homenagem àquele povo, à sua longa e gloriosa história de fé e de testemunho cristão”, disse o Papa.
       “Enquanto permanecem vincadas na minha mente e no meu coração as imagens desta inesquecível viagem, o acolhimento caloroso e espontâneo e o entusiasmo das pessoas, dou graças ao Senhor porque Maria, aparecendo aos três Pastorinhos, abriu no mundo um espaço privilegiado para encontrar a misericórdia divina que cura e salva”, referiu Bento XVI.
       Depois de recordar que a viagem ocorreu “por ocasião do décimo aniversário da beatificação dos pastorinhos Jacinta e Francisco”, Bento XVI afirmou sentir-se “espiritualmente sustentado” pelo seu “amado predecessor, o venerável João Paulo II”, que por três vezes se deslocou a Fátima, “agradecento àquela ‘mão invisível’ que o salvou da morte no atentado de treze de Maio [de 1981], aqui, nesta Praça de São Pedro”.
       Bento XVI afirmou que confia a Deus os frutos que a viagem “trouxe e vai trazer à comunidade eclesial portuguesa e a toda a população”.
       O Papa passou em revista os vários momentos da visita, nas três cidades por onde passou, começando por Lisboa, onde, "no encantador cenário do Terreiro do Paço”, presidiu a uma missa que contou com “uma assembleia litúrgica de festa e de esperança, animada pela participação jubilosa de numerosos fiéis”.
       Depois de recordar que de Lisboa partiram ao longo dos séculos muitos missionários para levar o Evangelho a outros continentes, o Papa recordou que encorajou a “Igreja local a uma vigorosa acção evangelizadora nos diversos ambientes da sociedade, para serem semeadores de esperança num mundo muito marcado pela desconfiança”.
       No encontro com o mundo da cultura, que ocorreu no Centro Cultural de Belém, a 12 de Maio, Bento XVI assinalou que sublinhou “o património dos valores com os quais o cristianismo enriquecer a cultura, a arte e a tradição do povo português”.
       “Nesta nobre terra, como em outros países profundamente marcados pelo cristianismo, é possível construir um futuro de fraterna compreensão e de colaboração com as outras instâncias culturais”, realçou.
       Na sua catequese, em italiano, Bento XVI disse ter ido a Fátima “movido especialmente por um sentimento de reconhecimento para com a Virgem Maria”.
       No Santuário, assinalou, Nossa Senhora “transmitiu aos seus videntes e aos peregrinos um intenso amor pelo sucessor de Pedro”.
       Em Fátima, onde é perceptível “de maneira quase palpável” a presença de Maria, Bento XVI disse ter-se feito “peregrino com os peregrinos”, no Santuário que é “o coração espiritual de Portugal e meta de uma multidão de pessoas provenientes dos lugares mais diversos da terra”.
       Neste Ano Sacerdotal prestes a terminar, Bento XVI afirmou ter encorajado os padres a dar prioridade à escuta da Palavra de Deus, ao conhecimento “íntimo” de Cristo e à “intensa” celebração da missa, tendo ainda consagrado ao “Coração Imaculado de Maria, verdadeiro modelo de discípula do Senhor, os sacerdotes de todo o mundo”.
       À noite, “com milhares de pessoas”, Bento XVI participou na oração do Rosário, que “encontrou em Fátima um centro propulsor para toda a Igreja e para o mundo”; “Podemos dizer que Fátima e o Rosário são quase um sinónimo”, realçou.
       Para o Papa, o ponto mais alto da visita a Fátima foi a missa a que presidiu a 13 de Maio, “aniversário da primeira aparição de Maria a Francisco, Jacinta e Lúcia”, ocorrida em 1917.
       No entender de Bento XVI, a mensagem de Fátima está centrada “na oração, na penitência e na conversão, que se projecta para além das ameaças, dos perigos e dos horrores da história”, convidando “o homem a confiar na acção de Deus, a cultivar a grande Esperança, a fazer a experiência da graça do Senhor”, fonte “do amor e da paz”.
       Durante a tarde de 13 de Maio, aquando do encontro com representantes da Pastoral Social e de organiszações de apoio aos mais carenciados, o Papa salientou que “muitos jovens aprendem a importância da gratuidade” em Fátima, que é “uma escola de fé e de esperança”, bem como “de caridade e de serviço aos irmãos”.
       A reunião com os bispos de Portugal, que se seguiu, “foi classificada por Bento XVI como “um momento de intensa comunhão espiritual”, durante o qual se agradeceu a Deus pela “fidelidade” da Igreja portuguesa e se “confiou à Virgem” as expectativas e preocupações pastorais.
       No Porto, a 14 de Maio, perante uma “grande multidão de fiéis” congregada na Avenida dos Aliados, “recordei o compromisso de testemunhar o Evangelho em todos os ambientes, oferecendo ao mundo Cristo ressuscitado, a fim de que todas as situações de dificuldade, de sofrimento, de medo sejam transformadas, através do Espírito Santo, em ocasiões de crescimento e de vida”, assinalou Bento XVI.
       O Papa voltou a agradecer ao presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e às autoridades do Estado pela “cortesia” com que o acolheram.
       Agradecimento extensivo aos Bispos de Portugal, pela “preparação espiritual e organizativa” da visita, em particular ao Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, ao Bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, e ao Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, bem como aos “vários organismos da Conferência Episcopal”, presidida por D. Jorge Ortiga.


18
Mai 10
publicado por mpgpadre, às 11:14link do post | comentar |  O que é?
       Qualquer acontecimento importante na nossa vida deve valer por si mesmo, pelo envolvimento que nos atrai e pelas sequelas que desencadeia. Assim também a Viagem Apostólica de Sua Santidade o Papa Bento XVI a Portugal, nos dias 11 a 14 de Maio, passando por Lisboa, Fátima e Porto.
       Vale por si mesmo, como festa, como celebração, como encontro com o Sucessor de Pedro, que nos confirma na fé, nos conforta na esperança e nos desafia à caridade. Aliás, o Bispo de Roma, é Bispo com os demais Bispos da Igreja, sucessores dos Apóstolos, mas, como a Igreja de Roma, o Seu Bispo preside na caridade ao colégio episcopal e, consequentemente, a toda a Igreja.
      O encontro entre os portugueses e Bento XVI vale como festa, como partilha e celebração da mesma fé, como testemunho de vivência cristã, na fidelidade a Cristo e à Igreja, como compromisso na transformação do mundo em que vivemos e no tempo que atravessamos. A festa deveria ser uma constante na vida do cristão, na certeza de que Ele está connosco, mesmo no meio da adversidade.
       Vale pelos preparativos, sobretudo espirituais. As grandes comunidades de Lisboa, de Fátima, para onde peregrinam comunidades de todo o país e de várias partes do mundo, e do Porto, que já há muito se encaminham para este encontro e para esta festa de fé e de partilha espiritual. Jovens, crianças, adultos, idosos, entidades públicas e privadas, grupos, associações, movimentos eclesiais, comunicação social, são às centenas de milhar as pessoas que desde Outubro se mobilizavam para estes dias.        Vale pela renovação que se opera (ou pode operar) em pessoas, em comunidades. Pessoas que se deixam tocar pelo testemunho. Algum "clique" que funciona como alavanca para a conversão de vida. Compromisso de grupos e comunidades que se reuniram, envidaram esforços, quiseram participar no encontro com o Sucessor de Pedro e que voltarão a juntar-se para avaliar, para conviver, para aprofundar amizades, para propor e assumir novos momentos de oração, de celebração e de festa.        É óbvio que pelo meio haverá alguns para quem estes dias foram apenas de folia, para terem uma folga, para faltarem às aulas, para estarem onde outros estavam, mas em todo o caso, mudará a vida de muitas pessoas, a maneira de verem o Papa, de viverem a fé - de uma fé/religião de normas para uma fé de alegria, de encontro, de partilha, de festa - de saborearem a pertença a uma comunidade crente...


17
Mai 10
publicado por mpgpadre, às 12:30link do post | comentar | ver comentários (2) |  O que é?

       "...pelo mesmo amor que criou o mundo, a novidade do Reino surgiu como pequena semente que germina na terra, como centelha de luz que irrompe nas trevas, como aurora de um dia sem ocaso: É Cristo ressuscitado. E apareceu aos seus amigos, mostrando-lhes a necessidade da cruz para chegar à ressurreição.

       "Meus irmãos e irmãs, é necessário que vos torneis comigo testemunhas da ressurreição de Jesus. Na realidade, se não fordes vós as suas testemunhas no próprio ambiente, quem o será em vosso lugar? O cristão é, na Igreja e com a Igreja, um missionário de Cristo enviado ao mundo. Esta é a missão inadiável de cada comunidade eclesial: receber de Deus e oferecer ao mundo Cristo ressuscitado, para que todas as situações de definhamento e morte se transformem, pelo Espírito, em ocasiões de crescimento e vida. Para isso, em cada celebração eucarística, ouviremos mais atentamente a Palavra de Cristo e saborearemos assiduamente o Pão da sua presença.

 

       "Nada impomos, mas sempre propomos, como Pedro nos recomenda...

 

       "...hoje a Igreja é chamada a enfrentar desafios novos e está pronta a dialogar com culturas e religiões diversas, procurando construir juntamente com cada pessoa de boa vontade a pacífica convivência dos povos.

 

       "Sim! Somos chamados a servir a humanidade do nosso tempo, confiando unicamente em Jesus, deixando-nos iluminar pela sua Palavra...

 

       "Tudo se define a partir de Cristo, quanto à origem e à eficácia da missão: a missão recebemo-la sempre de Cristo, que nos deu a conhecer o que ouviu a seu Pai, e somos nela investidos por meio do Espírito na Igreja. Como a própria Igreja, obra de Cristo e do seu Espírito, trata-se de renovar a face da terra a partir de Deus, sempre e só de Deus!

       Queridos irmãos e amigos do Porto, levantai os olhos para Aquela que escolhestes como padroeira da cidade, Nossa Senhora da Conceição...

 

Homilia de Bento XVI, na cidade do Porto: BentoXVIemPortugal.


15
Mai 10
publicado por mpgpadre, às 10:50link do post | comentar |  O que é?

       A Rádio Renascença, numa magnífica cobertura da Visita de Bento XVI a Portugal, brindou-nos com desenhos das palavras de Bento XVI, salientando as mais utilizadas em cada intervenção.

 

1 - Chegada a Portugal:

2 - Na homilia da Eucaristia, no Terreiro do Paço, em Lisboa:

3 - No Centro Cultural de Belém, no encontro com a cultura:

4 - No Santuário de Fátima, na homilia da Eucaristia do dia 13 de Maio:

5 - Na Igreja da Santíssima Trindade, no encontro com a Pastoral Social:

6 - Na homilia da Eucaristia, no Porto, na Avenida dos Aliados:


13
Mai 10
publicado por mpgpadre, às 16:36link do post | comentar |  O que é?

       "Irmãs e irmãos muito amados, também eu vim como peregrino a Fátima, a esta «casa» que Maria escolheu para nos falar nos tempos modernos. Vim a Fátima para rejubilar com a presença de Maria e sua materna protecção. Vim a Fátima, porque hoje converge para aqui a Igreja peregrina, querida pelo seu Filho como instrumento de evangelização e sacramento de salvação. Vim a Fátima para rezar, com Maria e tantos peregrinos, pela nossa humanidade acabrunhada por misérias e sofrimentos.

       "Enfim, com os mesmos sentimentos dos Beatos Francisco e Jacinta e da Serva de Deus Lúcia, vim a Fátima para confiar a Nossa Senhora a confissão íntima de que «amo», de que a Igreja, de que os sacerdotes «amam» Jesus e n’Ele desejam manter fixos os olhos ao terminar este Ano Sacerdotal, e para confiar à protecção materna de Maria os sacerdotes, os consagrados e consagradas, os missionários e todos os obreiros do bem que tornam acolhedora e benfazeja a Casa de Deus.

       "A nossa grande esperança lance raízes na vida de cada um de vós, amados peregrinos aqui presentes, e de quantos estão em comunhão connosco através dos meios de comunicação social.

       Sim! O Senhor, a nossa grande esperança, está connosco; no seu amor misericordioso, oferece um futuro ao seu povo: um futuro de comunhão consigo.

       "As Escrituras convidam-nos a crer: «Felizes os que acreditam sem terem visto» (Jo 20, 29), mas Deus – mais íntimo a mim mesmo de quanto o seja eu próprio (cf. Santo Agostinho, Confissões, III, 6, 11) – tem o poder de chegar até nós nomeadamente através dos sentidos interiores, de modo que a alma recebe o toque suave de algo real que está para além do sensível, tornando-a capaz de alcançar o não-sensível, o não-visível aos sentidos.

 

       "Por isso a nossa esperança tem fundamento real, apoia-se num acontecimento que se coloca na história e ao mesmo tempo excede-a: é Jesus de Nazaré.

 

       "Mas quem tem tempo para escutar a sua palavra e deixar-se fascinar pelo seu amor? Quem vela, na noite da dúvida e da incerteza, com o coração acordado em oração? Quem espera a aurora do dia novo, tendo acesa a chama da fé? A fé em Deus abre ao homem o horizonte de uma esperança certa que não desilude; indica um sólido fundamento sobre o qual apoiar, sem medo, a própria vida; pede o abandono, cheio de confiança, nas mãos do Amor que sustenta o mundo.

       "Exemplo e estímulo são os Pastorinhos, que fizeram da sua vida uma doação a Deus e uma partilha com os outros por amor de Deus. Nossa Senhora ajudou-os a abrir o coração à universalidade do amor. De modo particular, a beata Jacinta mostrava-se incansável na partilha com os pobres e no sacrifício pela conversão dos pecadores. Só com este amor de fraternidade e partilha construiremos a civilização do Amor e da Paz..."

 

Homilia de Bento XVI, na Eucaristia, 13 de Maio, Santuário de Fátima.


12
Mai 10
publicado por mpgpadre, às 09:02link do post | comentar |  O que é?
       € 10,00 (dz euros). Quando se falou que o Papa iria falar com um micro dourado, a primeira reacção de muitos: é uma excentrecidade desnecessária, uma elevada despesa para alguns minutos. Afinal é uma oferta, da empresa Signinum, com a qual trabalhamos, mas cujo preço não é exuberante.

Veja a reportagem desta notícia.


10
Mai 10
publicado por mpgpadre, às 18:16link do post | comentar |  O que é?

        Há alguns anos, um ministro, que era e é católico praticante, sugeriu que os feriados (ou mesmo alguns dos dias santos), se encostassem ao fim de semana para evitar pontes, ou a paragem de trabalho durante a semana. E assim, e em proximidade cronológica, os feriados seriam à Sexta-feira ou à Segunda-feira. Dizia-se então que era uma forma de apostar na produtividade.

       Sabem qual a reação de sindicatos e de alguns partidos políticos? Obviamente que não, não era solução para a produtividade, até porque os trabalhadores tinham de estar satisfeitos. Nessa altura, a Igreja serviu para apoiar o respeito pelos dias santos e consequentemente pelos feriados existentes, mantendo-os nas respectivas datas.

       Quando o Governo da Nação, decretou a ponte para o dia 13 de Maio, uma das datas mais celebradas por mais portugueses, se calhar mesmo mais que o 25 de Abril e agora, por maioria de razão, pela Visita de Sua Santidade a Porugal, logo as mesmos vozes, que antes de apoiaram na Igreja, vieram criticar a ponte porque era uma forma de tirar a produtividade...

       Ou então, quando um primeiro-ministro tentou obrigar os funcionários públicos a trabalhar no dia de Carnaval, quase caía o carmo e a trindade. A preocupação, afinal, era a mesma: produtividade! Alguém ouvi sindicatos a favor dessa medida? Alguém ouviu patrões? Alguém ouviu a oposição a apoiar a medida?

       Mas, dizem alguns, porque é que um não crente, ou um não cristão, ou um não católico, ou um não praticante, não quiser associar-se à Viagem Apostólica de Bento XVI a Portugal? Pela mesma razão que os monárquicos fazem feriado a 5 de Outubro, os facistas o 25 Abril, ou os trabalhadores descansam no dia 1 de Maio... Quando as pessoas querem ser radicais fundamentalistas caem facilmente na contradição.

       Sou dos que acredita que uma celebração festiva, um feriado que nos dá direito a ponte, ou uma ponte criada por um motivo extraordinário nada retira à produtividade e, embora possa criar algumas dificuldades a algumas famílias, pode ser também uma oportunidade para outras famílias se reunirem com tempo, em descanso, oportunidade para os pais encontrarem os filhos em casa, ou dos avós serem chamados a colaborar (e nem se importam muito!)...


publicado por mpgpadre, às 18:08link do post | comentar |  O que é?

       Em vésperas da chegada de Bento XVI a Portugal, damos-lhe a conhecer algumas curiosidades sobre esta visita de quatro dias.

       - Cerca de 2.150 profissionais de cerca de 140 órgãos de comunicação social de 24 países, incluindo Portugal, estão acreditados para a cobertura noticiosa da visita de Bento XVI ao nosso país.bento-xvi

       - Os CTT vão lançar a 10 de Maio uma emissão de selos alusivos à visita de Bento XVI a Portugal.

       - Os três canais de televisão portugueses vão transmitir a visita de Bento XVI a Portugal. A RTP será responsável pela passagem por Lisboa, nos dias 11 e 12, a TVI vai transmitir a emissão em Fátima, nos dias 12 e 13, enquanto a SIC se responsabiliza pela transmissão da visita no Porto, no dia 14.

       - Para além de site oficial a visita de Bento XVI a Portugal possui uma página no Facebook (http://www.facebook.com/home.php?#!/event.php?eid=111487195535141&ref=ts ), bem como no Twitter.

       - O Benfica e o Sporting vão oferecer camisolas com as assinaturas dos jogadores dos clubes a Bento XVI no Terreiro do Paço, dia 11 de Maio, pelas 18h15.

       - Os sinos das igrejas de Lisboa vão tocar às 11h00 do dia 11 de Maio para assinalar a chegada do Papa Bento XVI ao aeroporto da Portela.

 

Postado a partir do nosso Caritas in Veritate.


08
Mai 10
publicado por mpgpadre, às 10:38link do post | comentar |  O que é?

       Se Deus quiser, no próximo dia 14 de Maio, encontrar-nos-emos como Sua Santidade o Papa Bento XVI, na cidade do Porto. De Tabuaço, haverá pessoas em Fátima, os Guias e Escuteiros da Europa, pessoas a título individual, os que já partiram de Pinheiros a pé. Ao Porto, estamos a organizarmo-nos para irmos de Comboio para participar na última celebração de Bento XVI em terras portuguesas.

       Obviamente, nestes dias há muita, demasiada confusão. Ficar em casa e ver o Papa pela televisão é uma opção mais confortável e as celebrações podem apreciar-se de outra forma, mas não é a mesma coisa que estar no mesmo espaço.

       Veja-se a este propósito, a ida dos adeptos ao Estádio para ver o seu clube jogar, quando se vê melhor na televisão, até porque há repetições. Mas a emoção do estádio não se compara, mesmo quando não se gosta de confusões/multidões.

       Ou um concerto de música, correndo o risco de não ficar nas primeiras filas ou em lugar próximo do palco e ver o seu artista tão longe que mal dê para o distinguir a não ser por ecrãs gigantes.

       Ou então a visita dos lugares santos. Para fazer a experiência de Deus não precisamos de sair de casa, ou das nossas comunidades... e ainda assim há um mundo que vai a Fátima, um mundo que vai aos lugares ligados à vida e morte de Jesus...

       Ter a oportunidade de estar no mesmo espaço que o Papa, acolhendo-O como sucessor de Pedro, é algo de extraordinário. Pode até acontecer que só se veja a algumas dezenas de metros, ou através dos plasmas gigantes, mas a emoção está lá: sentir que a fé move corações e o que nos leva ali, a Lisboa, a Fátima, ao Porto, nos liga a muitos outros cristãos, que fazem, como nós, experiência de fé comunitária.

       Em 1997, tive a oportunidade de participar nas Jornadas Mundiais da Juventude. Inesquecível, para lá da fé partilhada, do acolhimento das famílias franceses, o avistar do Papa João Paulo II, junto à Torre Eiffel, na recepção, passou a escassos cinco/sete metros, e depois em Longchamps, no Hipódromo, na Vigília e a Missa de encerramento. Víamos o Papa lá bem ao fundo, viamo-lo melhor nos ecrãs, ouvíamos a sua voz pelas colunas.

       Era então seminarista. Da Diocese de Lamego, estavámos jovens de Tabuaço, da Sé e de Almacave, de Castro Daire e de Penude, minha terra natal. Foi uma alegria imensa estar no mesmo espaço, ao mesmo tempo, que o grande Papa João Paulo II. Só por essa razão teria valido a pena ir a Paris, à JMJ 1997. Mesmo que seja apenas por essa razão será uma alegria enorme ir ao Porto, em 2010, mesmo que na televisão se possa ver melhor a figura do grande Papa Bento XVI.

       Não é a mesma coisa! Acompanhar o Papa pela televisão, ou estar no mesmo espaço e ao mesmo tempo... Quem tiver condições, verá que é uma experiência memorável, de fé, de partilha, de comunidade...


07
Mai 10
publicado por mpgpadre, às 09:03link do post | comentar |  O que é?

       D. Clemente, bispo do Porto, convida à participação dos cristãos, na Avenida dos Aliados, no Porto, no dia 14 de Maio, na Missa presidida por Bento XVI.

       Nesta mesma linha o Cardeal Patriarca, D. José Policarpo, convida os cristãos a sair de casa para participar desta festa de recepção ao Sucessor de Pedro, Bento XVI.


publicado por mpgpadre, às 09:02link do post | comentar |  O que é?

       Mergulhada num vale embebido de verde, a aldeia das Furnas, nos Açores, é certamente uma das mais belas do mundo. Com o vulcão acordado dia e noite, anos a fio, águas quentes, frias e mornas, fontes abundantes e humildes, um lago sereníssimo a espelhar os cambiantes do céu, a embriaguês das flores na sua variedade estonteante, tudo num singular enquadramento de montanhas, outros tantos miradouros geradores de silêncio respeitoso e prolongado com olhares pasmados. O vale das Furnas tantas vezes descrito por tantos escritores portugueses e estrangeiros.

       Todos os anos, a seguir à Páscoa, acontece uma procissão peculiar. A procissão dos enfermos. O Santíssimo percorre as ruas e visita as casas dos doentes que O não puderam receber. Mas nessa viagem há uma particularidade: um longo tapete das melhores flores e ramagens das Furnas, artisticamente colocadas em “formas” numa harmonia esplendorosa de cores. As pessoas dizem apenas: “É O Senhor que vai passar aqui. Ele merece o melhor”. De todas as festas da terra é a que tem menos ruído e dispersão. E o que se percebe é que aquele monumento de beleza não é um gesto de vaidade mas de amor pelo Senhor que passa.

       Pedro, na pessoa do Papa, vem visitar-nos.

       A notícia anda por aí entre polémicas e afirmações de fé: há quem pense que há flores a mais, excesso de tempo, perda de rentabilidade, gastos excessivos em decorações, peregrinações e encontros que podem ser mais exibição que devoção.

       Será para muitos, um alemão, um antigo prefeito, um líder, um chefe de Estado. Mas sabemos quem nos visita. Habituámo-nos, ao longo de milénios, a olhá-lo para além da humanidade, para o que ele significa, transporta e projecta nas nossas comunidades: continuidade apostólica, unidade da fé, elemento congregador da ecclesia, comunidade cristã. E assim como o povo das Furnas diz que por mais ninguém era capaz de estender um tapete de flores, também os católicos em Portugal de 2010 sabem que por mais ninguém fariam uma festa tão solene. É Pedro que nos visita.

 

Pe. António Rego, Editorial da Agência Ecclesia.


06
Mai 10
publicado por mpgpadre, às 11:15link do post | comentar |  O que é?

       Os principais clubes de Lisboa – Benfica e Sporting – oferecem camisolas com as assinaturas dos jogadores a Bento XVI na celebração do Terreiro do Paço, dia 11 de Maio, às 18h15.

       Em encontro esta Quarta-feira com o Núncio Apostólico, elementos da direcção destes clubes sublinharam a importância do desporto para a juventude.

       “O desporto é um bom veículo de valores” – disse José Eduardo Bettencourt, presidente do Sporting Clube de Portugal.

       Para além de José Eduardo Bettencourt, o clube leonino estava representado pelo capitão da equipa de futebol, João Moutinho, e pelo judoca João Pina.

       Por parte do Benfica esteve presente Ricardinho, jogador de Futsal, a judoca Telma Monteiro e o vice-presidente da direcção Rui Gomes da Silva, que, apelando a uma “prática desportiva com valores”, referiu também que será oferecido “um troféu de prestígio com a águia” ao Papa alemão.

       Na celebração em Lisboa, dia 11 de Maio, o vice-presidente do Benfica disse que o clube estaria representado pelo presidente, Luis Filipe Vieira, pelo capitão Nuno Gomes e pelo director desportivo, Rui Costa.

       Inicialmente estava prevista igualmente a presença de responsáveis do Belenenses.

       As ofertas foram dadas a conhecer num encontro com o Núncio Apostólico em Portugal, D. Rino Passigato, que sublinhou, depois de agradecer as prendas, que “a Igreja tem um grande apreço pelo desporto”.

       Em declarações à Agência ECCLESIA, D. Rino Passigato recordou os seus tempos de seminarista e de futebolista: “Sempre joguei com o camisola número 1, a do guarda-redes”.

       O Núncio Apostólico confessou que gosta de futebol e é adepto do Inter de Milão, clube treinado pelo português José Mourinho.

       O Porta-Voz da Conferência Episcopal Portuguesa, Pe. Manuel Morujão, realça que esta manifestação dos clubes de Lisboa é “uma declaração de fraternidade com um ilustre hóspede que defende também os valores do desporto”.

       E finaliza: “o desporto é uma escola de virtudes e valores”.

       O Papa visita Portugal de 11 a 14 de Maio, com passagens por Lisboa, Fátima e Porto.

Notícia: Agência Ecclesia.


publicado por mpgpadre, às 11:11link do post | comentar |  O que é?

D. Carlos Azevedo, Bispo Auxiliar de Lisboa e Coordenador Geral da Visita do Papa Bento XVI a Portugal, em entrevista à Rádio Renascença:

       D. Carlos Azevedo diz que a visita do Papa pode ser um incentivo para que os portugueses adoptem uma nova atitude perante a crise. O bispo auxiliar de Lisboa defende também que a Igreja deve "martelar nas consciências" e que instituições como a Universidade Católica devem reforçar a marca cristã na sua formação. Em entrevista ao Terça à Noite, D. Carlos Azevedo classifica ainda os prémios dos gestores como "obscenos" e confessa que tem esperança que Cavaco vete a lei dos casamentos homossexuais.


05
Mai 10
publicado por mpgpadre, às 18:22link do post | comentar |  O que é?

       O Papa Paulo VI visitou Portugal no ano de 1967, como peregrino em Fátima, para presidir às celebrações dfo dia 13 de Maio.

       João Paulo I: como Cardeal e Patriarca de Veneza, Albino Luciani, visitou o Santuário de Fátima em 1977.

       João Paulo II fez três viagens apostólicas a Portugal. A primeira em 1982. Além de Fátima visitou Lisboa, Vila Viçosa, Coimbra, Braga e Porto, ao longo de 4 dias. A segunda viagem, nove anos depois, coloca o Papa em Lisboa, a 10 Maio de 1991, onde celebrou missa no Estádio do Restelo, partindo depois para os Açores e Madeira, terminando a visita no Santuário de Fátima. No ano 2000, João Paulo II regressa para a beatificação dos pastorinhos, Jacinta e Francisco Marto.

      Bento XVI, então Cardeal Joseph Ratzinger, presidiu às celebrações do dia 13 de Outubro de 1996, no Santuário de Fátima. Voltará alguns anos depois ao Porto, em Março de 2001, para um Conferência na Universidade Católica a convite do então Vice-reitor da Faculdade de Teologia e actual Bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto. Como Papa, a Sua primeira Viagem Apostólica a Portugal acontecerá de 11 a 14 de Maio de 2010, Lisboa, Fátima e Porto.

 

Informações mais detalhadas na página oficial da Visita Pastoral a Portugal, Bento XVI em Portugal.


publicado por mpgpadre, às 18:20link do post | comentar |  O que é?

       Bento XVI enviou hoje desde o Vaticano uma saudação ao “querido povo de Portugal”, confessando-se "muito feliz" por poder visitar o nosso país, de 11 a 14 de Maio.

       “A todos, sem excluir ninguém, saúdo cordialmente. Até breve, em Lisboa, Fátima e Porto”, disse o Papa, em português, durante a audiência semanal das Quartas-feiras.

       Bento XVI será o terceiro Papa a visitar o nosso país, depois de Paulo VI em 1967 e João Paulo II, em 1982, 1991 e 2000, para além de uma escala técnica no Aeroporto de Lisboa (2 de Março de 1983), a caminho da América Central.

       "Sinto-me muito feliz por poder visitar as «Terras de Santa Maria», no décimo aniversário da beatificação dos Pastorinhos de Fátima, Francisco e Jacinta Marto”, afirmou.

       Segundo Bento XVI, Portugal é um “país com uma história muito ligada ao Papa, bispo de Roma”.

       “Para lá partirei na próxima Terça-feira, aceitando o convite que me foi feito pelo senhor Presidente da República e pela Conferência Episcopal Portuguesa”, anunciou aos fiéis reunidos na Praça de São Pedro.

 


mais sobre mim
Relógio
Dezembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
13
14
15
16

17
18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30

31


Visitantes
comentários recentes
O mundo atual precisa do testemunho cristão. Livro...
Saudações fraternas. Claro que sim. Ao longo da Su...
Caríssimo, no texto que comento, anuncia a experiê...
Sofres do síndrome de última bolacha do pacote
Quero agradecer por essa linda história e texto po...
Gostei da trilogia.http://numadeletra.com/1q84-liv...
Olá!Caí neste comentário acerca deste último livro...
http://numadeletra.com/41791.html
também gostaria de o conhecer pessoalmente acho in...
Bom dia. Alguns elementos para o ofertório estão v...
Bom dia. Sou catequista na minha paróquia e estamo...
Mais uma vez, muitos parabéns por nos dar este bel...
Eu já sabia que não devemos menosprezar nunca o po...
Bom dia. Eu é que agradeço, pela presença, pelo in...
Bom dia Padre Manuel! É sempre com muito agrado qu...
arquivos
Pinheiros - Semana Santa
- 29 março / 1 de abril de 2013 -
Tabuaço - Semana Santa
- 24 a 31 de abril de 2013 -
Estrada de Jericó
pesquisar neste blog
 
Velho - Mafalda Veiga
Festa de Santa Eufémia
Pinheiros, 16/17 de setembro de 2012
Primeira Comunhão 2013
Tabuaço, 2 de junho
Papa Bento XVI
Profissão de Fé 2013
Tabuaço, 19 de maio
blogs SAPO