...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...
28
Abr 14
publicado por mpgpadre, às 10:00link do post | comentar |  O que é?

FREI JOSÉ FILIPE RODRIGUES (2014). Retalhos da vida de um padre. Lisboa: Verso de Capa e Frei José Filipe Rodrigues. 175 páginas.

       Desde que soube da sua publicação que este livro se tornou leitura obrigatória. Retalhos da vida de um padre é também um blogue que sigo com muito interesse, e a presença no YOUTUBE. Frade e Padre dominicano, da Ordem dos Pregadores, de São Domingos de Gusmão, deixa-nos publicações diversificadas sobre a vida da Igreja, os Dominicanos, a vida em colégios ou no Convento de São Domingos de Lisboa, a presença assídua no Hospital de que é capelão.

       Nascido em Lisboa, o Frei Filipe tem as suas raízes em Feirão, no concelho de Resende (terra natal da Mãe), e Cotelo, no concelho de Castro Daire (terra natal do Pai), lugares onde regressa amiúde, nomeadamente nas férias grandes, no Verão, e que integram a nossa Diocese de Lamego. Mas há mais. Mosteiro de Clausura, de irmãs dominicanas, um pouco acima do Santuário dos Remédios e de que é Visitador, "obrigando-o" a deslocar-se a Lamego.

       O contexto das férias é-me muito familiar bem assim como as terras e os santuários, Ouvida, festas populares, São Cristóvão e Douro, as vacas, as sementeiras, as avessadas, os tamancos. Por falar em tamancos, num dos seus textos fala da minha povoação: MATANCINHA onde haveria um famoso tamanqueiro. Na falta deste, Magueijinha, onde ainda existe o Senhor Isidoro, mas como lhe falta a matéria-prima, lá tem que o frei Filipe procurar tamancos na Rua da Olaria na cidade de Lamego.

       Se afinidade das terras e dos contextos desta região, muitos outros temas tornam esta leitura apetecível e agradável: amor, morte, amizade, sofrimento, cruz, Espanha, Vaticano, Liturgia, Santos, Férias, Livros, Encontros, Oração, Deus, Filosofia, Dia do Pai, Família, através de muitas histórias que se cruzam na vida de Frei Filipe e deixam marcas. Momentos importantes com que o Padre Filipe cruza a vida das pessoas, a preparar festas da catequese e a celebrá-las, em batizados, em funerais, no hospital, no convento, nos Maristas, ajudando outros sacerdotes.

       Como o próprio vai referindo, é uma espécie de diário pelo qual se partilha a vida, se comunicam ideias, sonhos, esperança. Acreditamos que será uma leitura envolvente, com muitas confidências, desafios, propostas, desabafos, textos diversificados.

 

ENTREVISTA com o Frei FILIPE RODRIGUES:


14
Set 12
publicado por mpgpadre, às 10:00link do post | comentar |  O que é?

Joaquim Sarmento, O Deus da Ausência. MinervaCoimbra, Coimbra 2012.

       De novo nos surpreende o Dr. Joaquim Sarmento, com este belíssimo exercício literário. Já nos habituou a escrever bem, de forma escorreita, ao correr da pena, enformado por uma profunda cultura, numa linguagem acessível, em diálogo com a história, com a religião e a fé, com a vida do campo e da cidade, com o país e a Europa, com a psicologia e a política, com os costumes e tradições do povo, com a evolução dos tempos, com este nosso Douro, onde se passa grande parte da história e do enredo do Romance, diálogo com a filosofia e com o quotidiano.

       Já o dissemos oportunamente, os romances de Joaquim Sarmento ombreiam facilmente com nomes da nossa literatura portuguesa e se tivesse a mesma divulgação/projeção mediática por certo se tornariam sucesso de vendas. Os romances de Joaquim Sarmento, para lá da originalidade dos enredos, entram na nossa identidade bem portuguesa, de brandos costumes, mas com grandes paixões. Lamego (Balsemão) e o Douro projetam-se na sua candura, na sua beleza, no trabalho árduo e comprometido, na vinha e no sol, na pobreza e em paisagens deslumbrantes. E nas influências que se trocam, e se vendem, em interesses e no suor daqueles e daquelas que construíram/constroem o Douro, os socalcos do sacrifício e do pão de cada dia. Outros beberam e bebem refastelados à sombra o néctar que esta região, património da humanidade, ajuda a produzir, com as suas encostas e encantos e com as costas e as mãos e os pés de muita gente.

       A família Quitiliano tem segredos, tem vida, tem sonho, tem paixão. Joaquim Sarmento envolve-nos numa trama, em que o narrador se situa bem perto dos personagens, conhecedor de sentimentos divulgados ou escondidos. E se a trama romanceada é por demais bem conseguida, também a contextualização temporal, passagem do século XIX para o século XX, num Portugal em ebulição, no fim de um regime (monárquico) e no início de outro (republicano) e nas experiências que custam muito sofrimento a muitas pessoas

       Quem tiver oportunidade, quem gostar de ler, este é um livro que se devora com muito agrado, lê-se e compreende-se sem necessidade de estar sempre a reler o que se acabou de ler.

 

Veja blogue da MinervaCoimbra.


13
Set 12
publicado por mpgpadre, às 16:01link do post | comentar |  O que é?

      Este é o segundo romance da autoria do Dr. Joaquim Sarmento, ilustre conterrâneo de Lamego, ex-deputado à Assembleia da República, ex-Presidente da Assembleia Municipal de Lamego, formado em Direito, Advogado aposentado, tem-se dedicado nos últimos anos à escrita. O primeiro romance - O crime de cerejeiro- consagrou-o como romancista, com a idiossincrasia do Douro e da cidade de Lamego, com um enredo envolvente.

       Neste novo romance - A revolução de António e Oriana, Campo da Comunicação, Lisboa 2009 - o contexto é o da revolução dos cravos com toda a envolvência dos anos imediatamente antes e depois de 1974. O fundo é a revolução de Abril, mas com a revolução micro-cósmica, partindo para o Douro das quintas, das fortunas, dos patrões e dos "escravos" da vinha, para Lamego (cidade de Balsemão), cidade onde a Igreja tem forte implementação e onde o comunismo não se afirma...

       É uma leitura envolvente do principio ao fim. O autor mostra uma enorme maturidade intelectual, dialogando com a arte, com a fé, com a política, com o direito, com os usos e costumes, com as características do Douro e, especificamente com a cidade de Lamego e arrabaldes, em tempo delicados para a nação, mas também para este cantinho do Douro....


22
Ago 12
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13
Ago 12
publicado por mpgpadre, às 10:10link do post | comentar |  O que é?

SOLENIDADE DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS
Nota Pastoral

 

1. No próximo dia 8 de Setembro, dia em que a Igreja celebra a Festa da Natividade da Virgem Santa Maria, a Igreja que vive na Cidade de Lamego celebra a Solenidade de Nossa Senhora dos Remédios, sua Padroeira principal.


2. Nossa Senhora dos Remédios é, com certeza, nas suas coordenadas culturais e religiosas, o ponto mais alto (falo de outras alturas) da cidade de Lamego, mas também de toda a nossa Diocese de Lamego, e ainda de muita gente humilde e devota do inteiro Portugal e até do estrangeiro, que acorre a este lugar alto (a Bíblia chama «lugar alto» [maqôm], mais alto do que eu, aos santuários de Deus) para, juntamente connosco, bater a esta porta aberta desta Casa da Mãe de Deus e nossa Mãe, à procura de algum consolo para as suas dores e de um bocadinho de esperança para a sua vida.

3. A nós, Igreja de Deus que vive nesta Cidade e nesta Diocese de Lamego, compete-nos, portanto, pôr a mesa e acender a lareira, para que esta Casa da nossa Mãe seja um lar belo e acolhedor, onde todos aprendamos outra vez a sentir-nos verdadeiramente filhos e irmãos.

4. Ouso, por isso e para isso, apelar a todos os Movimentos e a todas as Comunidades Paroquiais espalhadas pelo espaço da nossa Diocese de Lamego, com os seus párocos e fiéis, acólitos e porta-estandartes, a marcarem presença activa, peregrinante e orante, de modo a enchermos de Fé, de Amor e de Esperança todos os caminhos que vão dar ao Santuário de Nossa Senhora dos Remédios.

5. O Dia Grande é o Dia 8 de Setembro. Nesse Dia haverá no Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, às 10 horas, a Solene Celebração da Eucaristia. E às 16 horas terá lugar a Solene Procissão que, saindo da Igreja das Chagas e atravessando as ruas da cidade, se dirigirá para o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios.

6. Toda a grande Celebração requer que nos preparemos condignamente para ela. Nesse sentido, o Santuário oferece um itinerário de preparação, que decorrerá de 30 de Agosto a 7 de Setembro, com dois momentos altos em cada um dos dias desta novena: às 6 horas da manhã, haverá a Recitação do Terço, Adoração e Celebração da Eucaristia; e às 18 horas, haverá um tempo de oração mariana, orientado pelas Irmãs Franciscanas Hospitaleiras. No dia 6, no final da Oração da manhã, a imagem de Nossa Senhora dos Remédios será levada em Procissão para a Igreja das Chagas, de onde sairá no dia 8, em Solene Procissão, às 16 horas.

7. Aproveitemos este tempo de graça para renovarmos a nossa Alegria cristã e a nossa Dedicação à Mãe de Deus e Mãe nossa, que sempre nos acolhe na sua Casa e nos conforta nos seus braços maternais.

 

 

Lamego, 11 de Agosto de 2012, memória de Santa Clara de Assis
+ António Couto, Bispo de Lamego


30
Jan 12
publicado por mpgpadre, às 14:30link do post | comentar |  O que é?

 

(foto: Kymagem)

 

       «Eis que faço novas todas as coisas» (Apocalipse 21,5), diz Deus. De tal modo novas, diz Deus, que ninguém pode dizer: «Já o sabia» (Isaías 48,7).

 

       Eis então Jesus a entrar com os seus discípulos em Cafarnaum, na sinagoga deles, e ensinava e ordenava tudo de forma nova. Tão nova que inutilizava todas as comparações e catalogações. Não era membro de nenhuma confraria, academia, partido, ordem profissional ou instituição, que à partida lhe conferisse algum crédito, alguma autoridade. Nenhum crédito, nenhum currículo, nenhum diploma, o precedia. A sua autoridade começava ali, no próprio acto de dizer ou de fazer. E as pessoas de Cafarnaum foram tomadas de tanto espanto, que tiveram de constatar logo ali que saía dos seus lábios e das suas mãos um mundo novo, belo e bom, ordenado segundo as pautas da Criação. Um vendaval manso de graça e de bondade encheu Cafarnaum, e transvazava como um perfume novo de amor e de louvor por toda a região da Galileia e da missão. Saltava à vista que Cafarnaum não podia conter ou reter tamanha vaga de perfume e lume novo.

       As pessoas de Cafarnaum sabiam bem o que diziam os escribas, e como diziam os escribas. Não eram senão repetidores, talvez mesmo apenas repetentes de pesadas e cansadas doutrinas que se arrastavam na torrente de uma velha e gasta tradição. Os escribas diziam, diziam, diziam, recitavam o vazio (Salmo 2,1), compraziam-se na sua própria boca, nas suas próprias palavras (Salmo 49,14), e nada, nada, nada acontecia: nenhum calafrio na alma, nenhum rio nascia no deserto, ninguém estremecia ou renascia. Mas Jesus começou a falar, e as pessoas de Cafarnaum sentem um frémito, um estremecimento novo (Isaías 66,2 e 5), assalta-as uma comovida emoção, uma lágrima de alegria lhes acaricia o coração. Era como se acabassem de escutar aquela palavra única que há tanto tempo se procura, palavra criadora que nos vai direitinha ao coração, a ternura de quem leva uma criança pela mão!

        As pessoas de Cafarnaum sabiam bem o que eram, e como se faziam os exorcismos. Estavam muito em voga naquele tempo. Eram longos, estranhos, complicados, cheios de fórmulas mágicas e ritos esotéricos. Mas Jesus diz uma palavra criadora: «Cala-te e sai desse homem», e tudo fica de imediato resolvido!

       Abre-se um debate. O primeiro de muitos que o Evangelho de Marcos vai abrir. «O que é isto?», perguntam as pessoas de Cafarnaum, que nunca tinham visto tanto e tão novo e tão prodigioso ensinamento.

       Mas é apenas o começo da jornada deste maravilhoso ANUNCIADOR do Evangelho de Deus (Marcos 1,14). Logo a abrir o seu Evangelho, Marcos ensina-nos que a jornada iniciada naquele primeiro sábado em Cafarnaum salta os clichés habituais, e vai de madrugada a madrugada, de modo a deixar já bem à vista aquela outra sempre primeira madrugada da Ressurreição! Jesus começa de manhã na sinagoga; caminha depois 30 metros para sul, e entra, pelo meio-dia, na casa de Pedro e levanta da febre para o serviço do Evangelho a sogra de Pedro; à tardinha, já sol- posto, primeiro dia da semana, toda a cidade de Cafarnaum está reunida diante da porta daquela casa, para ouvir Jesus e ver curados por Ele os seus doentes; de madrugada, muito cedo, Jesus sai sozinho para rezar, e os discípulos correm a procurá-lo para o trazer de volta a Cafarnaum, pois, dizem eles, todas as pessoas o querem ver e ter. Ninguém o quer perder.

       Desconcertante reviravolta. Jesus diz aos seus discípulos atónitos: «VAMOS a outros lugares, às aldeias vizinhas, para que TAMBÉM ali ANUNCIE (kêrýssô) o Evangelho» (Marcos 1,38). Com este grávido dizer, Jesus deixa claro que ANUNCIAR o Evangelho enche por completo o seu programa e o seu caminho. Com aquele «vamos» [«vamos a outros lugares»], Jesus desinstala e agrafa a si os seus discípulos para este trabalho de ANÚNCIO do Evangelho seja a quem for, seja onde for. Com aquele «também» inclusivo [«para que também ali anuncie o Evangelho»], Jesus classifica como ANÚNCIO do Evangelho todos os afazeres da inteira jornada de Cafarnaum: ensinar, libertar, acolher, curar, recriar: é esta a toada do ANÚNCIO do Evangelho. ANUNCIAR (kêrýssô) é então o afazer de Jesus. E qual é a primeira nota que soa quando Jesus se diz com o verbo 

       ANUNCIAR? É, sem dúvida, a sua completa vinculação ao Pai, de quem é o arauto, o mensageiro, o ANUNCIADOR. Pura transparência do Pai, de quem diz e faz o que ouviu dizer (João 7,16-17; 8,26.38.40; 14,24; 17,8) e viu fazer (João 5,19; 17,4). Recebendo todo o amor fontal do Pai, bebendo da torrente cristalina do amor fontal do Pai (Salmo 110,7; cf. 1 Reis 17,4), Jesus, o Filho, é pura transparência do Pai, e pode, com toda a verdade dizer a Filipe: Filipe, «quem me vê, vê o Pai» (João 14,9). É mesmo aqui que reside a sua verdadeira AUTORIDADE e a verdadeira NOVIDADE do seu MODO novo de dizer e de fazer, que se chama ANUNCIAR.

       A primeira nota de todo o ANUNCIADOR ou Arauto ou Mensageiro não assenta na capacidade deste, mas na sua fidelidade Àquele que lhe confia a mensagem que deve anunciar. É em Seu nome que diz o que diz, que diz como diz. No Enviado é o Rosto do Enviante que se deve ver em contra-luz ou filigrana pura. No Enviado ou Mensageiro ou Anunciador é verdadeiramente Deus que visita o seu povo.

       Pertinho de Deus, cheio de Deus, Jesus leva Deus aos seus irmãos. É esta a Autoridade de Jesus. Ele é o profeta «como Moisés», mais do que Moisés, com a boca repleta das palavras de Deus (Deuteronómio 18,18). E não só a boca, mas também as mãos e o coração. Bem diferente dos escribas e dos falsos profetas e do povo rebelde no deserto. Estes dispensam a Palavra de Deus. O que querem ter na boca é pão e carne. O que recolheu menos, no deserto, diz-nos o extraordinário relato do Livro dos Números 11,31-35, recolheu 4500 kg de carne de codorniz. E começaram a meter a carne à boca com tamanha avidez, que morreram de náusea. Foram encontrados mortos, ainda com a carne entre os dentes, por mastigar (Números 11,33). Vê-se que é urgente libertar o coração, as mãos, a boca. Vive-se da Palavra. Morre-se de náusea.

 

  (foto: Kymagem)

 

        Caríssimos irmãos mais pequeninos, jovens amigos, caríssimos pais, caríssimos idosos e doentes, caríssimos catequistas, acólitos, leitores, cooperadores na missão da evangelização e da caridade, ilustres autoridades, caríssimos seminaristas, caríssimos religiosos e religiosas, caríssimos diáconos e sacerdotes, Senhores Bispos, Senhor D. Jacinto, Senhor Núncio Apostólico, Senhor Cardeal Patriarca, e todos vós que comigo pisais hoje este chão de generoso vinho e de amendoeiras em flor.

 

 

 (foto: Kymagem)

 

       Numa página sublime do Livro dos Números (17,17-26), Deus ordena a Moisés que recolha as varas de comando dos chefes das doze tribos de Israel, para, de entre eles, escolher um que exerça o sacerdócio em Israel. Em cada vara foi escrito o nome da respectiva tribo. Por ordem de Deus, o nome de Levi foi substituído pelo de Aarão. As doze varas foram colocadas, ao entardecer, na presença de Deus, na Tenda do Encontro. Na manhã seguinte, todos puderam ver que da vara de Aarão tinham desabrochado folhas verdes, flores em botão, flores abertas e frutos maduros (Números 17,23). Dos frutos é dito o nome: amêndoas! Vara de amendoeira em flor e fruto, que, por ordem de Deus, ficará para sempre na sua presença, diante do Propiciatório (cf. Hebreus 9,4), entre Deus e o povo, para impedir que o pecado do povo chegue a Deus, e para facilitar que o perdão de Deus chegue ao povo. Já ninguém estranhará agora que o candelabro (menôrah) que, noite e dia,/ ardia/ na presença de Deus, estivesse ornamentado com flores de amendoeira (Êxodo 25,31-35; 37,20-22). E também já ninguém estranhará que a tradição judaica tardia refira que a vara do Messias havia de ser de madeira… de amendoeira.

       Aí estão as coordenadas exactas do lugar do sacerdote e do bispo: entre Deus e o povo. Mais concretamente: pertinho de Deus, mas de um Deus que faz carícias ao seu povo, um Deus que ama e que perdoa; pertinho do povo, o suficiente para lhe entregar esta carícia de Deus.

       Queridos filhos e irmãos, pais e mães que Deus me deu nesta dorida e querida Diocese de Lamego. Quero muito ver o vosso rosto. Já sabeis que trago notícias de Deus. E que conto muito com cada um de vós, para levar a todos os lugares e a todas as pessoas desta bela Diocese este vendaval de graça e de bondade que um dia Jesus desencadeou em Cafarnaum.

 

       Seja Louvado Nosso Senhor Jesus Cristo!

 

+ António Couto, Bispo de Lamego


22
Jan 11
publicado por mpgpadre, às 10:32link do post | comentar |  O que é?

       Magueija é uma das 24 freguesias/paróquias do Concelho/Arciprestado de Lamego.

       Vivi por lá alguns anos, frequentei lá a escola primária. Faz fronteira com a minha terra natal, Penude, com uma divisão curiosa: os dois povos vizinhos são Matança e Matancinha. O primeiro pertence a Magueija e o segundo a Penude.

        Recebemos esta informação da Diocese de Lamego, acompanhada com o texto que se segue, dando a conhecer este sacerdote missionário.

       O Pe. José Fernandes nasceu em Magueija, concelho de Lamego, em 15 de Agosto de 1931. Era filho de Boaventura Fernandes e de Augusta da Silva.

       Frequentou os seminários da Congregação do Espírito Santo de Godim-Régua e Fraião, fazendo o Noviciado no da Silva, em Barcelos. Aí emitiu os votos religiosos em 9 de Setembro de 1951. E em 1954 fez os votos perpétuos no Seminário de Viana do Castelo. Dois anos mais tarde, em 16 de Setembro de 1956, foi ordenado de presbítero no Seminário da Torre d’Aguilha, em S. Domingos de Rana, Cascais, donde partiu para as Missões de Angola, na diocese do Bié (então chamada de Silva Porto).

       Seis anos mais tarde, em 1963, veio para a animação missionária em Portugal sendo encarregado da administração da LIAM, Liga Intensificadora da Acção Missionária.

       Mas em Janeiro de 1969 regressou às Missões de Angola. Em 1971 foi nomeado Superior do Distrito do Lubango, antiga Sá da Bandeira.

       Terminado o mandato de Superior do Distrito, em 1977, foi para o norte de Angola, trabalhando na Missão de Santo António do Zaire.

       Deixou Angola em 1979 e foi como missionário para o Brasil, diocese de Nova Iguaçú, no Rio de Janeiro.

       Em 1983 regressa a Portugal e dedica-se à animação missionária no Fundão, donde segue, no ano seguinte, para ecónomo do Seminário da Torre d’Aguilha.

       Passou, então a dedicar-se ao ensino, licenciando-se em Literatura Moderna na Universidade Clássica de Lisboa.

       Com graves problemas de saúde, sobretudo no coração, tinha o Seminário da Torre d’Aguilha como residência, colaborando com frequência no serviço paroquial de S. Domingos de Rana e, nos últimos anos, nas paróquias de Tires e da Abóboda, confiadas aos cuidados pastorais dos espiritanos

       Foi no dia 20 de Janeiro de 2011 que o Senhor da Messe o chamou para tomar parte na alegria do seu Senhor. Rezamos confiantes de que a Misericórdia infinita de Deus o terá já recebido em seus braços.

       Ó Maria, Rainha das Missões! Dai-nos muitos e santos Missionários!


06
Set 10
publicado por mpgpadre, às 15:40link do post | comentar |  O que é?

       Uma imagem que vale por muitas palavras. O quadro interactivo mostra o Professor Cavaco Silva, Presidende da República, a assinar, no Centro Escolar de Lamego - Sul, em Penude, minha terra natal. (A imagem foi retirada da página do SAPO):


publicado por mpgpadre, às 10:45link do post | comentar |  O que é?

       Imagens que recolhemos do Centro Escolar de Lamego - Sul, em Penude. A inauguração cabe a Sua Excelência, o Presidente da República, Professor Aníbal Cavaco Silva. É sempre uma honra receber na nossa freguesia a principal figura da República.

       Aqui ficam as imagens, com a antiga escola integrada, e atrás a Igreja Paroquial, a Residência Paroquial, o Centro Paroquial, a Serra...

       Sobre o encerramento das escolas em Lamego veja/ouça a reacção do nosso Bispo, D. Jacinto Botelho, em entrevista concedida à RTP, no blogue da Diocese.


05
Set 10
publicado por mpgpadre, às 18:12link do post | comentar |  O que é?

       O Professor Doutor Aníbal Cavaco Silva está em Lamego e amanhã, dia 6 de Setembro, vai estar em Penude, minha terra natal.

       Durante a manhã de Domingo esteve em Armamar e durante a tarde, em Tarouca, recebendo a Chave de Ouro da Cidade, visitando a Capela da Santa Casa e o Centro Escolar de Tarouca. Veja o desenvolvimento da passagem por Tarouca em ASAS da MONTANHA.

       Encontra-se em Lamego. Amanhã pelas 9h45 inaugurará o Centro Escolar de Lamego - Sudeste, em Ferreirim, e pelas 10h30, o Centro Escolar de Lamego - Sul, em Penude. Para mais tarde ficará o Centro Escolar de Lamego, em Lamego. Veja a notícia na página da Câmara Municipal de Lamego.

       O Centro Escolar de Penude nasceu junto à antiga Escola do 1.º Ciclo (que foi enquadrada no novo complexo), bem perto da Igreja Paroquial de Penude e do Centro Paroquial (que está a crescer para centro social, com valências de Lar, de Centro de Dia e de Creche).


29
Jul 10
publicado por mpgpadre, às 10:51link do post | comentar |  O que é?
       Francisco Gouveia é naural de Pinheiros. Na Páscoa de 2006 fez-nos chegar duas obras da sua autoria: "Pietá" e "As escadas do Céu". É este último romance (Edição do Notícias da Beira, 1999) que agora recomendamos como leitura. Tem todos os ingredientes: hsitória portuguesa e duriense, intriga, tradições, usos e costumes, ódio e amor, trabalho e vingança.
       O grande cenário é o Douro, onde as montanhas foram esculpidas com a dedicação, com o suor, com o esforço, com o sangue, com a vida de muitos homens e de mulheres. Trabalho duro, para levar alguns tostões para casa e para o sustento da família. Quando a colheita era boa, todos ganhavam, quando era má, quem mais sofria eram os contratados, que passariam miséria com as suas famílias.
       Alfred Spencer e Mafalda, casados por interesses económicos, mas onde o amor venceu e germinou num fruto chamado Alice. Julião, o feitor que sucede ao pai, e Ana que se torna "aia" da patroa. II Guerra Mundial e Spencer a aventurar-se, quase no fim da guerra, a ir a Inglaterra, visitar a sua terra e as suas raízes, não voltará o mesmo. A desgraça que se abate sobre a quinta e sobre a casa. O sócio que só vê dinheiro e que quer casar o filho, pródigo de vícios, com a filha de Spencer, que entretanto fora dado como morto. Os amores de Alice com o filho do feitor, o Daniel. O casamento de Vítor com Alice, forçado, redunda em desgraça... A guerra no Ultramar e a mobilização dos jovens. de novo a desgraça se abate sobre a quinta... Virá depois a debandada dos que ainda têm força e esperança para França onde ganharão um futuro melhor.
       Em pano de fundo sempre o Douro, com descrições magníficas, que encantam quem nos visita.
       A pergunta de sempre: como foi possível construir com mãos humanas o que tinha sido moldado por Deus e como o homem acentuou a beleza plantada por Deus...


14
Jul 10
publicado por mpgpadre, às 15:42link do post | comentar |  O que é?
       Aproximadamente meia centena de sacerdotes da Diocese de Lamego, incluído meia dúzia de seminaristas maiores, encontraram-se em convívio sacerdotal no RIO DOURO, na passada segunda-feira, 12 de Julho, apreciando o que Miguel Torga classificou com "Excesso de Beleza". A organização esteve a cargo do Seminário Maior de Lamego. O primeiro ajuntamento, no Seminário Maior, para depois todos se encontrarem no Pinhão. Daqui partimos em Barco até ao Pocinho, e do Pocinho ao Pinhão regressámos de comboio. Ficam algumas imagens e pequenos vídeos, deste convívio sacerdotal, que contou também com a presença do Sr. Bispo, D. Jacinto, do Sr. Vigário Geral.
       Imagens dos sacerdotes e da paisagem deslumbrante das margens do Rio Douro:
       Pequenos vídeos:


03
Jul 10
publicado por mpgpadre, às 11:43link do post | comentar |  O que é?
       Uma sala cheia, auditório do Centro Paroquial de Almacave, para ouvir e delciar-se com as músicas, as melodias, as letras, inspiradas no Evangelho, e a boa disposição do Pe. Marcos. Uma colectânia dos Hinos das Jornadas Diocesanas da Juventude, de 2000 a 2010.
       O livro, além das letras, dos acordes e das pautas, traz ainda uma proposta de reflexão e oração para cada uma das canções.
        Um dos momentos da noite: 

Poderá também ouvir/ver:


27
Jun 10
publicado por mpgpadre, às 14:47link do post | comentar |  O que é?

       No passado Domingo, dia 4 de Julho, a Diocese de Lamego, ordenou quatro novos sacerdotes, para o serviço da Igreja. Ficam aqui algumas imagens da celebração, bem como pequenas entrevistas:


21
Jun 10
publicado por mpgpadre, às 15:15link do post | comentar |  O que é?
       A Diocese desde ontem conta com 4 novos sacerdotes: André Pereira, António Giroto, Bernardo Magalhães e José Filipe. A Celebração, presidida pelo Sr. Bispo D. Jacinto Botelho, contou com a presença de mais dois Bispos, D. António José Rafael, Bispo emérito de Bragança-Miranda, e D. Manuel António dos Santos, Bispo de S. Tomé e Príncipe, tio de André Pereira, e cerca de 100 sacedotes das dioceses de Lamego, Viseu, Bragança, Porto.
       Neste vídeo, do Gabinete de Impressa da Diocese de Lamego, podem visualizar-se algumas imagens da celebração de ordenação. Outros vídeos podem ser consultados no Canal da Diocese de Lamego no Youtube, ou no Blogue da Diocese.


19
Jun 10
publicado por mpgpadre, às 18:09link do post | comentar |  O que é?
       O Ano Sacerdotal, para o qual o Santo Padre Bento XVI convocou toda a Igreja, terá a sua conclusão assinalada, na Diocese de Lamego, com a ordenação de quatro novos sacerdotes e com a reunião do Conselho de Presbíteros, a realizar na próxima Sexta-feira, 25 de Junho.
       Mas como corolário deste ano as ordenações sacerdotais que serão no próximo Domingo, 20 de Junho, com início pelas 16h na Sé de Lamego, e serão presididas pelo Bispo da Diocese, D. Jacinto Botelho que, nos 10 anos que leva à frente dos destinos da Diocese, ordenou, até agora, 20 sacerdotes.
(António Giroto; José Filipe; Bernardo Maria; André Pereira)

       Os novos 4 sacerdotes da Diocese de Lamego serão: André Filipe Mendes Pereira, da paróquia de S. Joaninho, concelho de Castro Daire; António Jorge Gomes Giroto, de Mós, Paróquia de Parada de Ester, concelho de Castro Daire; Bernardo Maria Furtado de Mendonça Gago de Magalhães, da Paróquia de Carvalhido, concelho do Porto; José Filipe Mendes Pereira, da Paróquia de Nespereira, concelho de Cinfães.

       Todos eles esceveram um breve testemunho, que pode ser lido no blogue da Diocese.


06
Out 09
publicado por mpgpadre, às 11:08link do post | comentar |  O que é?

      

       Sé Catedral de Lamego, 4 de Outubro de 2009, 16 horas, 5 jovens são ordenados Diáconos, em ordem ao presbiterado, pelas mãos do Sr. Bispo de Lamego, D. Jacinto Botelho. Três imagens cedidas pelo Pe. Hermínio Lopes que elucidam este importante acontecimento para a Diocese e para a Igreja. Os nomes, do mais afastado para o mais próximo: André Pereira, António Giroto, Bernardo Mendonça, José Filipe e Tiago Cardoso.


07
Set 09
publicado por mpgpadre, às 17:51link do post | comentar |  O que é?

A Paróquia de Santa Eufémia de Pinheiros inicia no dia de hoje a Novena em honra da sua Padroeira, Santa Eufémia, virgem e mártir. Para o efeito a paróquia editou uma nova novena, num pequeno opúsculo. Com data de 11 de Outubro de 1970, o Cónego José Cardoso publicava uma novena: "Vida de Santa Eufémia, em forma de novena". A edição era da Diocese de Lamego.

Desta feita, a edição é da paróquia de Pinheiros, da responsabilidade do pároco e com o título: "Santa Eufémia, Virgem e Mártir, Vida em forma de Novena". É naturalmente devedora da primeira, actualizando alguns dados...


16
Jul 09
publicado por mpgpadre, às 12:30link do post | comentar |  O que é?

       Depois das imagens da Ordenação dos dois novos padres, a Diocese de Lamego publicou, no seu Blogue e no canal do Youtube uma nova fotomontagem, desta feita, da Missa Nova do Padre Miguel Peixoto, natural de Foz Côa.

 


15
Jul 09
publicado por mpgpadre, às 14:24link do post | comentar |  O que é?

 

 


13
Jul 09
publicado por mpgpadre, às 15:35link do post | comentar |  O que é?

Parte da Homilia do Sr. Bispo de Lamego, D. Jacinto Botelho, na ordenação do Pe. Ponciano e do Pe. Miguel. Podem ver-se outras partes da homilia da página da Diocese no Youtube.


08
Jul 09
publicado por mpgpadre, às 14:11link do post | comentar |  O que é?

       Há nove anos atrás, no dia 8 de Julho de 2000, fui ordenado sacerdócio, pelo Senhor Bispo D. Jacinto, Bispo da Diocese de Lamego.

       Fui o primeiro sacerdote da Diocese a ser ordenado pelo actual Bispo.

       D. Jacinto Tomás de Carvalho Botelho tomou posse, da Diocese, em 19 de Março de 200, e em Julho ordenava-me presbítero para a Diocese de Lamego.

       Fui ordenado Diácono em 8 de Agosto de 1998, pelo então Bispo da Diocese, D. Américo Couto de Oliveira, em conjunto com três ordenações de presbíteros, colegas de ano, Pe. Tozé Ferreira, Pe. Leontino e Pe. José Manuel Correia.

       O estágio pastoral foi no Seminário de Nossa Senhora de Lourdes, Seminário Menor de Resende.

       Em Outubro/Novembro de 2000, fui enviado para Tabuaço. E aqui estou... com muita alegria.


24
Nov 08
publicado por mpgpadre, às 10:12link do post | comentar |  O que é?

       Dia da Igreja Diocesana (23 de Novembro) e encerramento das comemorações das Bodas de Ouro Sacerdotais de D. Jacinto Tomás de Carvalho Botelho, Bispo de Lamego. Imagens da caminhada até ao momumento de Nossa Senhora da Conceição, onde se fez uma oração mariana e se cantou por telemóvel os parabéns ao Sr. Bispo, da do Pontifical na Sé Catedral de Lamego.


publicado por mpgpadre, às 10:04link do post | comentar |  O que é?

DIA DA IGREJA DIOCESANA (23.11.2008)
Oração de Compromisso
Senhor, aqui estamos para Vos servir. Somos a Igreja de Lamego, congregada à volta do nosso Bispo, agradecida pelo dom dos seus cinquenta anos de vida sacerdotal. Aqui vivemos e é aqui que Vós viveis, e quereis continuar a viver, em comunhão connosco, na comunhão de uns com os outros.
Aqui estamos dispostos a ajudar as nossas paróquias a tornarem-se comunidades cristãs mais conscientes e amadurecidas no Teu Amor. Somos a Tua Igreja, com uma missão no mundo: ser testemunhas da Boa Nova da Salvação oferecida a toda a Humanidade.
Sentimos que um dia nos chamastes a participar da Tua Felicidade e nos escolhestes para trabalhar no Teu Reino. Obrigado! Queremos ser fiéis à confiança que depositas em nós. Queremos corresponder ao Teu amor.
Queremos, ao longo deste ano, tomar consciência do lugar e missão dos sacramentos da Ordem e do Matrimónio na Igreja e na Sociedade.
Ajudai-nos a caminhar na esperança e na alegria, a sentir o gosto em Vos servir, e a saber caminharem Igreja, Povo de Deus, à Luz da Vossa Palavra, com a ajuda e intercessão de S. Sebastião e Santo Agostinho, nossos Padroeiros, de S. Paulo e de Maria, Mãe da Igreja.
Somos a Igreja do Senhor, com o Bispo, nosso Pastor ... !


06
Out 08
publicado por mpgpadre, às 10:54link do post | comentar |  O que é?

5 de Outubro. 16 horas. Sé Catedral de Lamego.

Ordenação de dois novos diáconos, em ordem ao presbiteriado: Miguel dos Santos Patrício Peixoto, natural de Vila Nova de Foz Côa, e Ponciano Joaquim Batista Santos, natural de Valença do Douro - Tabuaço.

Parabéns aos novos diáconos, desejando um ministério profícuo.


11
Set 08
publicado por mpgpadre, às 14:46link do post | comentar |  O que é?

                                         O Bispo da nossa Diocese, D. Jacinto, completa, esta quinta-feira, dia 11 de Setembro, mais um aniversário. Associamo-nos com ele em oração, para que se encontre com saúde, paz e bem e que os trabalhos pastorais sejam profícuos.

        Pode ler a entrevista do nosso Bispo, concedida à Agência Ecclesia, aquando dos 50 anos de sacerdócio, clebrados no passado dia 15 de Agosto:

       No dia 15 de Agosto, completam-se 50 anos sobre a ordenação sacerdotal do Bispo de Lamego, D. Jacinto Botelho. Nascido a 11 de Setembro de 1935, na localidade de Prados de Cima (Moimenta da Beira), o prelado desfia as suas memórias em entrevista à Agência ECCLESIA.

Agência ECCLESIA (AE) – No ano em que celebra as suas bodas de ouro sacerdotais recebe a chave de ouro do município de Moimenta da Beira. Os seus conterrâneos ainda se recordam da criança que viram nascer?
D. Jacinto Botelho (JB) – Os meus contemporâneos recordam-se perfeitamente do meu tempo de criança, jovem e adolescente. Lembram-se do tempo que frequentei o seminário. Habituaram-se a ver-me crescer, mas dentro de uma normalidade própria de qualquer outro cidadão. 


16
Ago 08
publicado por mpgpadre, às 12:33link do post | comentar |  O que é?

 

       No dia em que o nosso Bispo, D. Jacinto Botelho, completou 50 anos de sacerdócio, sendo ordenado neste dia mas em 1958, pelo então Bispo de Lamego, D. João da Silva Campos Neves, dois novos padres para a Diocese de Lamego. O Jorge Henrique, natural de Ariz, Moimenta da Beira, e que foi o pregador na festa do Município, e Filipe Rosa, natural de Cambres, Lamego.

       Parabéns aos novos sacerdotes e ao Sr. Bispo e desejo que Deus continue a operar neles todo o bem.

 


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