...espaço de discussão, de formação, de cultura, de curiosidades, de interacção. Poderemos estar mais próximos. Deus seja a nossa Esperança e a nossa Alegria...
20
Jun 14
publicado por mpgpadre, às 12:23link do post | comentar |  O que é?

ALICE MUNRO (2007). Fugas. Lisboa: Relógio d'Água. 272 páginas.

       Há livros que encontramos por acaso, à procura de novidades, livros que nos vêm ter à mão, livros que são recomendámos e que despertam o nosso interesse, livros que nunca encontraríamos se não nos dissessem que são bons livros, leituras de outros. Também nós vamos recomendando alguns livros, muito ligados à religião, filosofia, pensamentos, reflexão, sempre ligados à vida.

       O livro que ora sugerimos é consequência da atribuição do Prémio Nobel, ainda que, só por si, não mobilizasse a aquisição do laureado. Depois da atribuição, fomos ver o que tinha escrito e pelas descrições, pelos comentários, optámos por ler alguma coisa da escritora Prémio Nobel da Literatura de 2013. O livro escolhido - FUGAS - 8 histórias que fluem por algumas páginas, histórias que refletem a vida, com naturalidade, situações que podem ter acontecido ou que vão acontecendo, vidas que correm bem e que de repente se esfumam, vidas que correm mal e se alteram para melhor, vidas que continuam a correr mal.

       Como descrito na contracapa: "As oito histórias reunidas em Fugas falam sobre pessoas - mulheres de todas as idades e de origens diferentes, os seus amigos, amantes, pais e filhos - cujas vidas, nas mãos de Alice Munro, se tornam reais e inesquecíveis".

       É uma discrição anterior ao prémio, pelo que é mais neutral.

       Cada história tem condimentos mais que suficientes para prender o leitor do início ao fim, ávido de progredir rapidamente na leitura.

       Para quem gosta de belas histórias mas que toquem a vida real, que nos façam entrar em suas casas e presenciar os seus dramas, percebendo que o que se passa com as personagens poderia e poderá passar-se também connosco, aqui está mais um título vivo e empolgante.


20
Ago 13
publicado por mpgpadre, às 10:00link do post | comentar | ver comentários (1) |  O que é?

NUNO CAMARNEIRO. Debaixo de Algum Céu. Leya. Alfragide 2013, 200 páginas.

       Prémio Leya 2012, esta é a história de personagens que bem poderiam ser reais. Pelo menos, os traços poderão ser encontrados em diversas histórias de vida. Sete dias. Um prédio. Apartamentos que encerram segredos, fome de vida e de felicidade. Sonhos conquistados e sonhos perdidos, à procuram de realizar projetos, e o desencanto de quem perdeu a oportunidade. Sete dias. Uma Semana, do Natal ao novo Ano. Entre suspiros de esperança e de resignação. Estórias que se cruzam e se encontram. Acasos ou o pulsar da vida, da história e do tempo. Coincidências. também assim se faz a vida. Decisões. As nossas e as dos outros. As que impomos e as que nos impõem. Atores da nossa história, mas também vítimas das circunstâncias que irrompem por nós adentro, sem darmos por isso, sem tempo para reagirmos. O que predomina as nossas escolhas, ou o que se nos impõe? E como resgatar a nossa vida. A fé, a dúvida, a vida e a morte, o branco e o preto, mas também o cinzento e o azul, o vermelho e o laranja e muitas cores matizadas. Assim a nossa vida.

       Uma idosa sozinha que ainda sonha pelo seu marinheiro que afinal fugiu com outra. Um homem só, idoso, que guarda o prédio, é porteiro, contador de histórias, e sabe muitas, conhece cada inquilino, quem passa e quem fica, guardando memórias, tornando-se confidente de uns e outros. Uma jovem mulher. Viúva. Desesperada da vida. Acolhe o sacerdote, como amigo e mais do que isso. Mas nem este a regaste. Para ela os dias estão contados, o ano novo é para esquecer. Um sacerdote, que quis viver no meio de pessoas, deixando o conforto de uma família abastada. Com fé e com dúvidas. Tão pronto para deixar, como para prosseguir. Acabará por juntar uma ovelha abandona e descobrir que Deus fala e fala bem por quem foi considerado louco, e até demónio. Um jovem que trabalha em casa e cria personagens para um programa de computador, para gerir relacionamentos virtuais. Vai as livros e copia a caracterização das suas criações/cópias, e acabará por ser descoberto e ser despedido. Abandona o seu apartamento e corre para um amor de tempos anteriores, da universidade, para não ficar só. Dois casais, tão iguais e tão diferentes. Parecem viver bem, mas logo sobrevém o cansaço e a separação. Outros cuja rotina cansou mas que pequenos incidentes levam a valorizar e a fortalecer os laços familiares e a renovar o amor e o sentimento.

       É um livro fácil de ler, agradável. Sete dias em que a vida pode dar um salto. Sete dias em que se pode decidir a felicidade, alterar o curso da história, positiva e negativamente. Como sempre, pode ser um incentivo a sermos autores da nossa história, apesar das circunstâncias. Também debaixo deste Céu estamos a viver, a caminhar, a descobrir, a encontrar-nos, a perder-nos...

       Aproveite, poderá ser um dos seus livros de férias. Ainda que tenha pouco tempo, não deixe de ler. Enriqueça a sua mente, e dê mais densidade à sua vida.


09
Nov 11
publicado por mpgpadre, às 10:35link do post | comentar |  O que é?

       Era uma vez um grupo de jovens. Estavam sentados numa floresta, a conversar.

       Quando a noite os cobriu com o seu negro manto, fazia frio. Juntaram alguma lenha e com ela acenderam uma fogueira.

       Estavam sentado e bem juntos, enquanto o fogo os aquecia e a claridade da chama iluminava os seus rostos.

       Um deles, a um certo momento, não quis conviver mais tempo com os seus companheiros. Pegou num tição ardente da fogueira e foi para um lugar distante dos outros.

       O seu tição, no princípio, brilhava e aquecia. Mas não foi preciso muito tempo para se apagar.

       O jovem foi submergido pela escuridão e pelo frio da noite. Pensou uns momentos, pegou no seu tição apagado e foi juntar-se aos companheiros. Estes acolheram-no fraternalmente.

       Meteu o tição apagado na fogueira comum e este voltou a acender-se. A claridade da chama iluminava de novo o seu rosto. Passou da tristeza à alegria.

 

in Revista Juvenil, n.º 549, novembro 2011.


13
Jul 11
publicado por mpgpadre, às 10:33link do post | comentar |  O que é?

      

       Conta-se que Ciro, rei da Pérsia, durante uma de suas campanhas venceu e aprisionou um príncipe da Líbia. O príncipe foi levado ao rei vencedor juntamente com sua esposa e filhos.

       Ciro perguntou-lhes:

       - Que me dás se te conceder a liberdade?

       - A metade do meu reino – foi a resposta.

       - E se der a liberdade, também, a teus filhos?

       - Entrego-te, nesse caso, a outra metade do meu reino.

       - Que me darás, então, pela liberdade de tua esposa? – tornou o rei persa.

       O príncipe percebeu que tinha agido precipitadamente ao oferecer tudo o que tinha, esquecido de sua companheira; depois de meditar um momento declarou com firmeza:

       - Entrego-me a mim mesmo pela liberdade de minha esposa.

       O grande rei ficou tão surpreso ao ouvir esta resposta que concedeu liberdade a toda a família sem exigir resgate nem fiança.

       Ao regressar a casa, perguntou o príncipe à sua esposa se não havia reparado na fisionomia serena e altiva do soberano persa.

       A delicada esposa respondeu:

       - Não olhei absolutamente para nada, porque tinha os meus olhos fixos naquele que estava disposto a dar-se a si mesmo pela minha liberdade.

Felizes seríamos se esta resposta pudesse ser a confissão dos nossos corações ao nos referirmos a Cristo! Esforcemo-nos para que os nossos olhos estejam sempre fixos naquele que, não somente estava disposto a entregar-se por nós, mas que realmente sacrificou sua vida para salvar-nos. Que nossa atenção se fixe em Cristo de tal modo que não tenhamos ocasião de olhar para o mundo, nem para as faltas e defeitos de nossos irmãos. Certo é que se assim o fizermos seremos transformados, como diz São Paulo, à imagem de Sua glória.

 Lendas do Céu e da Terra – autor D., in Almas Castelos.


04
Jun 11
publicado por mpgpadre, às 15:49link do post | comentar |  O que é?

       Esta é uma epquena estória que fala da confiança em Deus e como Deus pode guiar-nos. Quando nos confiamos nas Suas mãos, Ele guia-nos por caminhos novos, às vezes desconhecidos, mas sempre em direcção à verdade e ao bem, à justiça e à felicidade. Vale a pela ler, meditar e escutar também a suave música da Irmã Glenda:


27
Mai 11
publicado por mpgpadre, às 10:23link do post | comentar |  O que é?

       Uma vez, Cristo saiu de junto da glória do Pai e foi passear pelo mundo dos homens. Como sempre teve tendência de preferir os pequenos e os pobres, passeou por bairros populares, entrou em barracas, passou por prisões, observou de perto a vida das pessoas. Como outrora, encheu-se de compaixão, e decidiu fazer algo.

        Por isso dirigiu-se a alguns cristãos que foi encontrando na cidade.

 

Ao primeiro disse:

       - Preciso de ti, dos teus ouvidos para escutar as histórias da senhora Ana, a velhinha que necessita de alguém que não se canse de a ouvir.

 

A outro disse:

       - Preciso de ti, dos teus braços para pegar naquela criança deficiente, pois a sua mãe está cansada e não pode mais.

 

A outro disse:

       - Preciso de ti, das tuas palavras porque quero saudar e chamar o senhor José, que é invisual e que é invisível para as pessoas que correm a olhar para o relógio.

 

A outro disse:

       - Preciso de ti, das tuas mãos para dar uma palmada de ânimo a David que, apesar das suas recaídas, já conseguiu passar 15 dias sem consumir droga.

 

A outro disse:

       - Preciso de ti, do teu trabalho para dar uma ajuda à senhora Maria, pois o marido está desempregado e ela tem três filhos para educar.

 

A outro disse:

       - Preciso de ti, do teu coração, porque quero explicar a Marta e a João que, apesar de não poderem comprar um andar, tenho uma mensagem de amor e liberdade para eles.

 

       E foi assim que Cristo foi interpelando os seus seguidores, pois desejava ver a todas as pessoas felizes.

 

in PEDROSA FERREIRA, As Bem-aventuranças, Hoje.


14
Abr 11
publicado por mpgpadre, às 10:11link do post | comentar | ver comentários (1) |  O que é?

       O professor mandou redigir um texto acerca da poluição. De facto, é um assunto muito actual, sobretudo nas cidades. As pessoas continuam a poluir a atmosfera com o anidrido de carbono, a poluir a terra com os pesticidas, a poluir as águas com as descargas poluentes das fábricas.

       Os alunos foram à internet e apresentaram trabalhos sem originalidade. Apenas um deles viu a poluição de outra maneira. Escreveu ele:

       "Polui o egoísta que só pensa em si mesmo. Polui o preguiçoso que é um parasita. Polui o marido que trata a esposa como escrava. Polui quem faz mal em vez de fazer o bem. Polui quem anda na vida sempre envinagrado em vez de irradiar alegria. Polui o corrupto que enriquece à custa do povo. Polui o jornalista que divulga mentiras e difama as pessoas".

       O professor gostou deste texto, que serviu de motivação para toda a turma dialogar.

 

In Revista Juvenil, n.º 545, abril de 2011.


23
Fev 11
publicado por mpgpadre, às 15:31link do post | comentar |  O que é?

       Um sábio japonês, conhecido pela profundidade e justeza das suas doutrinas, recebeu a visita de um professor universitário que tinha ido inquirir acerca dos seus pensamentos.

       O professor universitário tinha fama de ser orgulhoso, nunca prestando atenção às sugestões dos outros, julgando-se sempre na posse de toda a verdade.

       O sábio quis dar-lhe uma lição. Para tal quis servir-lhe uma chávena de chá.

       Começou por deitar o chá pouco a pouco. E a chávena encheu-se.

       O sábio, fingindo não dar conta de que a chávena já estava cheia, continuou a deitar até que este transbordou e começou a molhar a toalha. O velho japonês mantinha a sua expressão serena e sorridente.

O professor universitário viu o chá a transbordar e ficou sem perceber como era possível uma tal distracção, tão contrária às normas das boas maneiras. Mas, a dado momento, não pôde conter-se mais e disse ao sábio:

       — Já está cheia! Não cabe mais!

       O sábio, imperturbável, disse-lhe então:

       — Tal como esta taça, também tu estás cheio da tua cultura, das tuas opiniões, de um amontoado de conjecturas eruditas e complexas. Como posso eu falar-te da sabedoria, que só é compreendida pelas pessoas simples e disponíveis, se antes não esvaziares a tua chávena?

       O professor compreendeu a lição. A partir desse dia, esforçou-se por se “esvaziar” das suas certezas e por escutar as opiniões dos outros, sem desprezar nenhuma delas.

 

autor desconhecido, postado a partir do nosso CARITAS IN VERITATE


13
Jan 11
publicado por mpgpadre, às 19:26link do post | comentar |  O que é?

      Uma criança, enquanto ajudava os seus pais a cuidar do jardim, cantava canções religiosas.

       Passou por ali um ateu, isto é, alguém que não acreditava na existência de Deus. Impressionado por vê-la tão feliz, parou e perguntou-lhe:

       - Por que cantas assim com tanta alegria?

       A criança respondeu:

       - Porque acredito que Deus é meu amigo e gosta muito de mim. Estas conções falam de Deus. Gostas delas?

       O homem, que levava um saco de laranjas, disse-lhe:

       - Dou-te uma destas laranjas se me disseres onde está o teu Deus.

       A criança, com toda a simplicidade, respondeu:

       - Se eu as tivesse, dava-lhe não apenas um, mas duas ou mais, se me dissesse onde é que Deus não está.

 

Mesmo que haja quem diga que Deus não existe, não é por isso que Ele deixa de existir e de nos encvolver com o seu amor.

 

In Revista Juvenil, n.º 542, Janeiro de 2011.


07
Jan 11
publicado por mpgpadre, às 10:28link do post | comentar |  O que é?

       O corpo humano:

       É uma harmonia perfeita, tudo trabalha às mil maravilhas, a maior parte dos dias não nos perguntamos como funciona, a não ser que estejamos doentes. A mão não pergunta por que é que leva a comida à boca. A boca não se incomoda com o que acontecerá à comida que passa por si. As pernas levam-nos ao lugar da comida...

       Porém nem sempre foi assim.

       Um dia, os diversos membros do corpo humano começaram a interrogar-se sobre o seu papel, ou a sua função, por que é que faziam isto ou aquilo e não deviam simplesmente descansar.

       As pernas e os pés disseram:

       – As mãos e a boca que trabalhem, já estamos fartos de andar à procura de comida e ninguém nos agradece.

       As mãos do mesmo modo:

       – Já é tempo de a boca se esforçar e pegar ela na comida, não somos criadas de ninguém.

       A boca ao ver que nem os pés se encaminhavam para a comida, nem as mãos se moviam para pegar em alguma coisa, também desistiu:

       – Porque é que me hei-de preocupar? Sempre fiz a minha parte! Fiz com que o alimento, através de mim, chegasse ao estômago, nunca recebi qualquer agradecimento, não me abrirei para deixar entrar a comida, não vou desperdiçar as minhas energias!

       Bom, o estômago ainda reclamou, não percebia porque é que estava há tantas horas sem receber alimento. Procurou saber o que se passava. Informaram-no que os pés, as mãos, a boca, estavam em greve e se recusavam a trabalhar. E o estômago começou a ficar cada vez mais incomodado, mas pouco a pouco foi-se conformando:

       – Têm razão, mal eles sabem da minha canseira, senão já há muito tempo tinham feito greve. Não há um minuto, um segundo em que eu não esteja em movimento, de ora em diante vou repousar. Não me chateiem. Tenho direito a descansar, nunca ouvi uma palavra de agradecimento por trabalhar o alimento para que o corpo funcione...

       Entretanto, o tempo ia passando, e cada um dos membros do corpo mantinha com firmeza a sua posição. E à medida que as horas avançavam os membros começaram a sentir uma certa sonolência, mas julgaram que era resultado do descanso e que daí não viria mal ao mundo.

       E o tempo foi passando... foi passando... foi passando... E o corpo cada vez mais mole, mais fraco, e ninguém queria dar parte fraca. As pernas já não se sentiam, estavam a ficar roxas, frias... As mãos estavam caídas sobre o corpo... A boca de quando em vez ainda fazia um ligeiro esforço para se abrir, mas acabava por desistir por achar que não valia a pena desperdiçar energias.

       E o tempo ia passando... ia passando...

 

PALAVRA de DEUS:

 

       Pois, como o corpo é um só e tem muitos membros, e todos os membros do corpo, apesar de serem muitos, constituem um só corpo, assim também Cristo. De facto, num só Espírito, fomos todos baptizados para formar um só corpo, judeus e gregos, escravos ou livres, e todos bebemos de um só Espírito.

       O corpo não é composto de um só membro, mas de muitos. Se o pé dissesse: “Uma vez que não sou mão, não faço parte do corpo”, nem por isso deixaria de pertencer ao corpo. E se o ouvido dissesse: “Uma vez que não sou olho, não faço parte do corpo”, nem por isso deixaria de pertencer ao corpo. Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido, onde estaria o olfacto?

       Deus, porém dispôs os membros no corpo, cada um conforme lhe pareceu melhor. Se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? Há, pois, muitos membros, mas um só corpo.

        (1 Cor 12, 12-31).


18
Dez 10
publicado por mpgpadre, às 10:19link do post | comentar |  O que é?

       Uma noite, as borboletas reuniram-se na ânsia de conhecer a chama.

       Diziam:

       – é preciso que alguém nos dê alguma informação.

       Uma delas aproximou-se de um castelo e, de fora, viu a luz da candeia. Contou as colegas a sua impressão segundo tinha podido entender. Mas a borboleta que presidia à assembleia não ficou satisfeita. E disse:

       – Não sabes nada acerca da chama.

       Partiu uma outra e penetrou no castelo, tocando na candeia, mas ficando longe da chama. Também esta trouxe uma mão cheia de segredos, falando do seu encontro com a candeia. Mas a borboleta sábia disse:

       – Também isso não é uma informação com interesse, minha querida. Precisamos de uma melhor investigação.

       Partiu a terceira e devagarinho, bateu as asas e poisou em cima da chama. Estendeu as patas e abraçou-a, perdendo-se alegremente nela. Envolvida completamente pelo fogo, tornou-se toda vermelha como ele.

       Quando a borboleta sábia a viu de longe a tornar-se uma só coisa com a candeia e a ficar cor da luz, disse:

       – Apenas esta conseguiu. Só ela sabe alguma coisa acerca da chama!

Lenda Árabe

 

       Em muitas das questões fundamentais, o ser humano precisa de fazer a experiência por si mesmo. Não basta o que ouvimos dizer, é fundamental o que sentimos nesta ou naquela dimensão da vida. Para o crente cristão não basta o que já ouvir dizer de Jesus Cristo, é imperioso que faça a experiência de Jesus na sa vida pessoal e familiar, que leia, medite, reflicta a Palavra de Deus, que concretize a sua fé em gestos concretos de perdão e de caridade, ao jeito de Jesus, para assim saber quem é Jesus,...


16
Dez 10
publicado por mpgpadre, às 10:18link do post | comentar |  O que é?

       O velhote já tinha todas as rugas do tempo, quando o encontrei pela primeira vez. Queixava-se de que tinha muito a fazer.

       - Contra quem lutamos? Perguntei-lhe.Como era possível, que em sua solidão, tivesse tanto trabalho...

       - Tenho que domar dois falcões, treinar duas águias, manter quietos dois coelhos, vigiar uma serpente, carregar um asno e dominar um leão! – disse ele.

       - Não vejo nenhum animal perto do local onde vives.

       - Onde eles estão?

       Ele então explicou: - Estes animais, todos os Homens têm!

  • Os dois falcões lançam-se sobre tudo o que aparece, seja bom ou mau. Tenho que domá-los para que se fixem sobre uma boa presa. São meus olhos!
  • As duas águias, ferem e destroçam com suas garras. Tenho que treiná-las para que sejam úteis e ajudem sem ferir. São as minhas mãos!
  • Os dois coelhos, querem ir aonde lhes agrada. Fugindo dos demais e esquivando-se das dificuldades... Tenho que ensinar-lhes a ficarem quietos, mesmo que seja penoso, problemático ou desagradável. São meus pés!
  • O mais difícil é vigiar a serpente. Apesar de estar presa numa jaula de 32 barras, mal se abre a jaula, está sempre pronta para morder e envenenar os que a rodeiam. Se não a vigio de perto, causa danos. É a minha língua!
  • O burro é muito obstinado, não quer cumprir com suas obrigações. Alega estar cansado e se recusa a transportar a carga de cada dia. É meu corpo!
  • Finalmente, preciso dominar o leão... Ele quer ser sempre o rei, o mais importante. É vaidoso e orgulhoso. É o meu coração!

 

Autor Desconhecido, postado a partir de CARITAS in VERITATE


11
Dez 10
publicado por mpgpadre, às 10:27link do post | comentar | ver comentários (1) |  O que é?

       Existe uma graciosa lenda a respeito do alecrim: quando Maria fugiu para o Egipto, levando no colo o menino Jesus, as flores do caminho iam se abrindo à medida que a sagrada família passava por elas. O lilás ergueu seus galhos orgulhosos e emplumados, o lírio abriu seu cálice. O alecrim, sem pétalas nem beleza, entristeceu lamentando não poder agradar o menino. Cansada, Maria parou à beira do rio e, enquanto a criança dormia, lavou suas roupas. Em seguida, olhou a seu redor, procurando um lugar para estende-las. "O lírio quebrará sob o peso, e o lilás é alto demais.

       Colocou-as então sobre o alecrim e ele suspirou de alegria, agradeceu de coração a nova oportunidade e as sustentou ao sol durante toda a manhã.
       - Obrigado, gentil alecrim! Disse Maria. Daqui por diante, ostentarás flores azuis para recordarem o manto azul que estou usando.
       - E não apenas flores te dou em agradecimento, mas todos os galhos que sustentaram as roupas do pequeno Jesus, serão aromáticos.


       Eu abençoe folha, caule e flor, que a partir deste instante terão aroma de santidade e emanarão alegria...e assim foi!

 

Postado a partir do nosso Caritas in Veritate.


02
Dez 10
publicado por mpgpadre, às 10:17link do post | comentar |  O que é?

A boneca de sal vagueou pela terra até chegar ao mar,

onde ficou absorta a comtemplar

aquela massa imensa de água inquieta que ela nunca vira.

"Quem és tu?", pergunta a boneca ao mar.

"Entre e vê" - diz o mar sorrindo.

Dito e feito, ela entrou mar dentro e quanto mais entrava,

mais se dissolvia até restar só um pouco do seu corpo.

Antes de derreter-se totalmente, exclamou a Boneca admirada:

"Agora já sei quem sou!

Anthony de Mello, O canto do pássaro, Paulinas 1995.


publicado por mpgpadre, às 10:11link do post | comentar |  O que é?

       Um jovem muito rico foi ter com um sábio e pediu-lhe um conselho para oridentar a sua vida.

       O mestre conduziu-o até à janela e perguntou-lhe:

       - O que vês através dos vidros?

       - Vejo homens que vão e vêm e um cego a pedir esmola, na rua.

       O sábio mostrou-lhe então um grande e espelho e interrogou-o de novo:

       - Olha para este espelho e diz-me, agora o que vês!

       - Vejo-me a mim mesmo.

       - E já não vês os outros!... Repara, a janelae o espelho são feitos da mesma matéria-prima, o vidro; mas no espelho, porque há uma fina camada de prata colada no vidro, não vês nel mais que a tua pessoa. Deves comparar-te a estes dois tipos de vidro: pobre, vias os outros e tinhas compaixão deles; coberto de prata - rico -, vês-te apenas a ti mesmo. (autor desconhecido)

 

       Concluindo, só a simplicidade de coração, sem máscaras, despojados de tudo o que nos impede de ver os outros, poderemos viver verdadeiramente o Evangelho...


17
Nov 10
publicado por mpgpadre, às 10:14link do post | comentar |  O que é?

       Era uma vez, um Rouxinol que vivia em um jardim. No jardim havia uma casa, cuja janela se abria todas as manhãs. Na janela, um jovem, comia pão, olhando as belezas do jardim. Sempre deixava cair farelos de pão, sobre a janela.

       O Rouxinol, comia os farelos, acreditando que o jovem os deixava de propósito para ele. Assim criou um grande afecto, pelo jovem que se importava em alimentá-lo, mesmo com migalhas.

       O jovem um dia se apaixonou. Ao se declarar a sua amada, ela disse que só aceitaria seu amor, se como prova, ele desse a ela, na manhã seguinte, uma rosa vermelha.

       O jovem, percorreu todas as floriculturas da cidade, sua busca foi em vão, não encontrou nenhuma rosa vermelha para ofertar a sua amada.

       Triste, desolado, o jovem foi falar com o jardineiro da casa onde vivia. O jardineiro explicou a ele, que poderia presenteá-la com Petúnias, Violetas, Cravos, menos Rosas. Elas estavam fora de época, era impossível consegui-las, naquela estação.

       O Rouxinol, que escutara a conversa, ficou penalizado pela desolação do jovem, teria que fazer algo para ajudar seu amigo, a conseguir a flor. Assim, a ave procurou o Deus dos pássaros que assim falou:

       - Na verdade, você pode conseguir uma Rosa Vermelha para teu amigo, mas o sacrifício é grande, e pode custar-lhe a vida!

       - Não importa respondeu a ave. O que devo fazer?

       - Bem, você terá que se emaranhar em uma roseira, e ali cantar a noite toda, sem parar, o esforço é muito grande, seu peito pode não agüentar.

       - Assim farei, respondeu a ave, é para a felicidade de um amigo!

       Quando escureceu, o Rouxinol, se emaranhou em meio a uma roseira, que ficava frente a janela do jovem. Ali, se pôs a cantar, seu canto mais alegre, precisava caprichar na formação da flor. Um grande espinho, começou a entrar no peito do Rouxinol, quanto mais ele cantava, mais o espinho entrava em seu peito. O rouxinol não parou, continuou seu canto, pela felicidade de um amigo, um canto que simbolizava gratidão, amizade. Um canto de doação, mesmo que fosse da própria vida! Do peito da pobre ave, começou a escorrer sangue, que foi se acumulando sobre o galho da roseira, mas ela não se deteve nem se entristeceu.

       Pela manhã, ao abrir a janela, o jovem se deteve diante da mais linda Rosa vermelha, formada pelo sangue da ave, nem questionou o milagre, apenas colheu a Rosa.

       Ao olhar o corpo inerte da pobre ave, o jovem disse:

       - Que ave estúpida! Tendo tantas árvores para cantar, foi se enfiar justamente em meio a roseira que tem espinhos...

       Enfim: Cada um dá o que tem no coração... Cada um recebe com o coração que tem....

 autor desconhecido, postado a partir do nosso CARITAS IN VERITATE.


11
Nov 10
publicado por mpgpadre, às 10:15link do post | comentar |  O que é?

       Numa sala de aula, havia várias crianças.

       Quando uma delas perguntou à professora:

       - Professora, o que é o amor?

       A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.

       As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse:

       - Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.

       A primeira criança disse:

       - Eu trouxe esta flor, não é linda?

       A segunda criança falou:

       - Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.

       A terceira criança completou:

       - Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?

       E assim as crianças foram se colocando.

       Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou:

       - Meu bem, por que você nada trouxe?

       E a criança timidamente respondeu:

       - Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume. Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse pôr mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida. Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?

       A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora à única que percebera que só podemos trazer o amor no coração.

 

Autor desconhecido, in Nova Civilização.


28
Out 10
publicado por mpgpadre, às 09:57link do post | comentar |  O que é?

       Um homem juntou-se uma vez a Jesus, dizendo-lhe:

       - Quero ir contigo e ser teu companheiro.

       Puseram-se a caminho e chegaram à margem de um rio, onde se sentaram a comer. Levavam com eles três pães. Comeram dois e o terceiro sobrou.

       Jesus levantou-se e foi ao rio dessedentar-se. Quando voltou, não encontrou o terceiro pão, pelo que perguntou ao homem:

       - Quem tirou o pão?

       - Não sei – respondeu o outro.

       Jesus e o homem continuaram a caminhada e viram um veado com dois veadinhos. Jesus chamou um deles, que foi ao seu encontro. Jesus matou-o, assou uma parte e comeu com o seu companheiro. Depois disse ao veadinho:

       - Levanta-te, com a permissão de Deus.

       O animal levantou-se e partiu. Jesus voltou-se então para o companheiro:

       - Pergunto-te, em nome d’Aquele que te mostrou este milagre: quem tirou o pão?

       - Não sei – respondeu o homem.

       Chegaram a um grande lago num vale. Jesus tomou o homem pela mão e caminharam sobre a água. Depois de terem atravessado, disse Jesus:

       - Em nome d’Aquele que te mostrou este milagre, pergunto-te: quem tirou o pão?

       - Não sei – respondeu o homem.

       Chegaram depois a um deserto árido e sentaram-se no chão. Jesus juntou um montinho de terra e areia e disse-lhe:

       - Transforma-te em ouro, com a permissão de Deus.

       E assim aconteceu.

       Jesus dividiu o ouro em três partes e disse:

       - Um terço para mim, um terço para ti e um terço para quem tirou o pão!

       Disse o homem:

       - Fui eu que tirei o pão!

       Disse Jesus:

       - O ouro é todo teu.

       Jesus seguiu caminho e o outro ficou com o ouro.

       Dois homens encontraram-no no deserto com o ouro e queriam roubá-lo e matá-lo. Ele disse-lhes:

       - Vamos dividi-lo entre os três e um de vós vai à cidade comprar comida.

       Um deles partiu, dizendo consigo mesmo: “Por que hei-de dividir o ouro com estes dois? Vou antes envenenar a comida e ficar com o ouro para mim!”

       E foi o que fez.

       Entretanto, os que tinham ficado disseram um para o outro:

       - Por que havemos de dar-lhe um terço do ouro? Em vez disso, vamos é matá-lo quando regressar e dividimos o ouro entre os dois.

       Quando o terceiro regressou, os outros mataram-no, comeram a comida e morreram.

       O ouro ficou no deserto com os três homens mortos.

       Jesus passou pelo local, encontrou-os naquele estado e disse aos discípulos:

        - Assim é o mundo. Tende cuidado com ele.

 

Autor desconhecido, postado a partir do nosso Caritas in Veritate.


20
Out 10
publicado por mpgpadre, às 14:24link do post | comentar |  O que é?

       Contam alguns anciãos que, numa pequena terra do interior, um grupo de pessoas se divertia às custas do tonto da aldeia. Um pobre infeliz que vivia de pequenos recados e de esmolas.

       Diariamente era chamado ao café da terra por uns homens que lhe davam a escolher entre duas moedas: uma pequena, de 1 euro, e uma grande, de 50 cêntimos. Ele escolhia sempre a maior, de valor inferior, o que causava uma onda de riso e chacota por entre a assistência.

       Um dia, observando este triste espectáculo, um homem compadeceu-se e chama o tonto de parte perguntando-lhe se, por acaso, não saberia que a moeda que sempre tendia a escolher era a de menor valor. Ele respondeu-lhe:

       - Sei sim, meu senhor, não sou assim tão tonto, vale metade da outra. Mas no dia em que eu escolher a outra, o jogo acaba e fico sem a minha moeda diária.

 

       A história poderia muito bem acabar aqui mas é mais importante salientar algumas das conclusões que podemos tirar dela:

1ª - Nem sempre aquele que parece tonto o é na realidade.

2ª - Os verdadeiros tontos da história são, na verdade, os homens que dele se riam.

3ª - Uma ambição desmedida pode acabar com a nossa fonte de rendimentos

4ª - A mais interessante de todas: Podemos viver bem mesmo quando os outros têm uma ideia menos boa acerca de nós. O que importa não é o que os outros pensam de nós mas sim a ideia que temos de nós mesmos.

MORAL:

O Homem verdadeiramente inteligente

é aquele que aparenta ser tonto

diante daquele que, sendo tonto, aparenta ser inteligente

In Cristo Jovem.


16
Out 10
publicado por mpgpadre, às 09:47link do post | comentar |  O que é?

       Na semana passada levei meus filhos a um restaurante. Meu filho de seis anos perguntou se ele podia dar graças. Quando concordamos ele disse:

       "Deus é bom. Deus é maravilhoso. Obrigado pela comida. E eu ficarei ainda mais agradecido se Mamãe nos der sorvete como sobremesa. E... Liberdade e Justiça para todos! Amém!"

       Junto com as risadas dos outros clientes por perto, eu escutei uma mulher comentar:

       "É isso que está errado com esse país. As crianças de hoje não sabem nem como rezar. Pedir sorvete a Deus! Eu nunca vi isso!"

       Escutando isto, meu filho rebentou em lágrimas e me perguntou:

       "Eu fiz uma coisa errada? Deus está zangado comigo?"

       Enquanto eu o abraçava e lhe assegurava que ele havia feito uma oração maravilhosa e que Deus com toda certeza não estava zangado com ele. Um cavalheiro mais idoso se aproximou da mesa. Deu uma piscada para meu filho e disse:

       "Eu fiquei sabendo que Deus achou que foi uma grande oração."

       "Mesmo ?" meu filho perguntou.

       "Dou a minha palavra", o homem respondeu.

       Então num sussurro teatral ele acrescentou (indicando a mulher cujo comentário havia desencadeado a coisa toda):

       "Que pena que ela nunca tenha pedido sorvete a Deus. Às vezes, um pouco de sorvete faz bem para a alma."

       Naturalmente, eu comprei sorvete para meus filhos no fim da refeição.

       Meu filho olhou fixamente para o seu por um momento e, então, fez algo de que me lembrarei o resto de minha vida. Ele pegou o seu sundae e sem uma palavra, caminhou na direção da mulher e o colocou em frente a ela. Com um grande sorriso lhe disse:

"Aqui, este é para você. Sorvete às vezes é bom para a alma; e a minha alma já está bastante boa."

 

       "Tem gente que não percebe, mas a felicidade está nas pequenas coisas a nossa volta, nos gestos, nas atitudes, no modo de falar, de amar. Basta dizer um bom dia, dar um abraço e um sorriso."

       "Quando o coração fala ao coração, não há mais nada a dizer".

 

autor desconhecido, postado a partir do nosso Caritas in Veritate.


14
Out 10
publicado por mpgpadre, às 10:01link do post | comentar |  O que é?

O velho Mestre pediu a um jovem triste, que colocasse uma mão cheia de sal em um copo de água e bebesse.

- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.

- Ruim - disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse, outra mão cheia de sal,e levasse a um lago.

Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.

Então o velho disse:

- Beba um pouco dessa água.

Enquanto a água corria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:

- Qual é o gosto?

- Bom! - Disse o rapaz.

- Você sente o gosto do sal? Perguntou o Mestre.

- Não - disse o jovem.

O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:

- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer, é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.

É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de ser "copo",

para tornar-se um "lago".  Somos o que fazemos, mas somos principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.

 

autor desconhecido, a partir do nosso Caritas in Veritate.


13
Out 10
publicado por mpgpadre, às 16:57link do post | comentar |  O que é?

       Era uma vez um ferreiro que, após uma juventude cheia de excessos, resolveu entregar sua alma a Deus.

       Durante muitos anos trabalhou com afinidade, praticou a caridade, mas, apesar de toda sua dedicação, nada parecia dar certo na sua vida.

Muito pelo contrário: seus problemas e dívidas acumulavam-se cada vez mais.

       Uma bela tarde, um amigo que o visitara - e que se compadecia de sua situação difícil - comentou:

       - É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar. Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas apesar de toda a sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado.

       O ferreiro não respondeu imediatamente. Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida. Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, começou a falar e terminou encontrando a explicação que procurava. Eis o que disse o ferreiro:

       - Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas. Você sabe como isto é feito? Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor infernal, até que fique vermelha. Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada. Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da súbita mudança de temperatura. Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é suficiente.

       O ferreiro deu uma longa pausa, e continuou:

       - Às vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue aguentar esse tratamento. O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada. Então, eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria.

       Mais uma pausa e o ferreiro concluiu:

       - Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço. Mas a única coisa que peço é: "Meu Deus, não desista, até que eu consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim. Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser - mas jamais me coloque no monte de ferro-velho das almas".

 

Mensagem do Dia, de Pe. Marcelo Rossi, in Só por Agora.


02
Out 10
publicado por mpgpadre, às 12:15link do post | comentar |  O que é?
       Na estrada de minha casa há um pasto. Dois cavalos vivem lá. De longe, parecem cavalos como os outros, mas, quando se olha bem, percebe-se que um deles é cego. Contudo, o dono não se desfez dele e arrumou-lhe um amigo – um cavalo mais jovem. Isso já é de se admirar.

       Se você ficar observando, ouvirá um sino. Procurando de onde vem o som, você verá que há um pequeno sino no pescoço do cavalo menor. Assim, o cavalo cego sabe onde está seu companheiro e vai até ele.

       Ambos passam os dias comendo e no final do dia o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo. E você percebe que o cavalo com o sino está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes, pára para que o outro possa alcançá-lo. E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo.

       Como o dono desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios. Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos.

       Algumas vezes somos o cavalo cego guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas. Outras vezes, somos o cavalo que guia, ajudando outros a encontrar seu caminho.

       E assim são os bons amigos. Você não precisa vê-los, mas eles estão lá. Por favor, ouça o meu sino. Eu também ouvirei o seu.

       Viva de maneira simples, ame generosamente, cuide com devoção, fale com bondade… E confie, deixando o resto por conta de Deus.
autor desconhecido, a partir do nosso blogue CARITAS IN VERITATE.


31
Ago 10
publicado por mpgpadre, às 09:25link do post | comentar |  O que é?

        Conta-se que seis homens ficaram presos numa caverna por causa de uma avalanche de neve.Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam.

       Eles sabiam que se o fogo apagasse todos morreriam de frio antes que o dia clareasse.

       Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.

       O primeiro homem era racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então, raciocinou consigo mesmo: “aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro”. E guardou-a protegendo-a dos olhares dos demais.

       O segundo homem era um rico avarento. Estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um homem da montanha que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele calculava o valor da sua lenha e, enquanto sonhava com o seu lucro, pensou: “eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso”, nem pensar.

       O terceiro homem era negro. Seus olhos faiscavam de ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou de resignação que o sofrimento ensina. Seu pensamento era muito prático: “é bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem”. E guardou suas lenhas com cuidado.

       O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Este pensou: “esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha.”

       O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas, nem lhe passou pela cabeça oferecer a lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.

       O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido. “esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos gravetos”.

       Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e, finalmente apagou.

       - No alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à caverna encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse: “o frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro”.

 

Autor Desconhecido, postado a partir do nosso Caritas in Veritate.


17
Ago 10
publicado por mpgpadre, às 10:32link do post | comentar |  O que é?

       Tenho em minhas mãos duas caixas que Deus me deu para guardar.

       Ele disse:

       - Coloque todas as suas tristezas na preta e todas as suas alegrias na dourada.

       Eu atendi as Suas Palavras e guardei nas duas caixas tanto as minhas alegrias quanto as minhas tristezas.

       Mas, embora a dourada ficasse cada dia mais pesada, a preta era tão leve quanto antes.

       Curioso, abri a preta. Eu queria descobrir porquê, e vi na base da caixa, um buraco pelo qual minhas tristezas saíam. Mostrei o buraco a Deus, e pensei alto:

       - Gostaria de saber onde minhas tristezas podem estar.

       Ele sorriu gentilmente para mim:

       - Meu filho, elas estão aqui comigo.

       Então perguntei-Lhe:

       - Deus, por que dar-me as caixas, por que a dourada e a preta com o buraco?

       - Meu filho, a dourada é para você contar suas bênçãos, a preta é para você deixar ir embora suas tristezas.

 in Boa Nova.


23
Jul 10
publicado por mpgpadre, às 11:24link do post | comentar |  O que é?

       Uma lenda do povo judeu diz que, uma vez, as árvores resolveram escolher um rei ou uma rainha.

 

 

       Primeiro elegeram a oliveira, mas ela recusou:
       – Acham que eu ia deixar de produzir azeitonas e o saboroso azeite só para reinar?
       Então as árvores resolveram escolher a figueira:
       – Nem pensar, retorquiu a figueira. – Eu não posso deixar de produzir os meus doces frutos só para ficar acima das outras árvores.
       Depois procuraram convencer a videira a aceitar o cargo.
       – Não quero deixar de produzir as minhas uvas saborosas só para ser mais poderosa do que as outras árvores. – Explicou a videira. Depois de várias reuniões, as árvores foram consultar o espinheiro.
       – Mas é claro que aceito disse o espinheiro entusiasmado –, ó árvores, venham todas descansar à sombra dos meus espinhos.
 
 
       Esta lenda não tem como objetivo comparar governantes a espinheiros sem valor, mas encerra uma lição valiosa: o verdadeiro líder não está interessado em posições, em poder, em mandar nos outros, como o espinheiro. Mas, pelo contrário, é alguém preocupado em servir os semelhantes, tal como as árvores que produzem frutos, sem buscar os seus próprios interesses.

Mónica Aleixo, in Boletim Voz jovem, julho 2010.


10
Jul 10
publicado por mpgpadre, às 15:02link do post | comentar |  O que é?
       «Certa vez, Frei Egídio (um dos companheiros mais queridos de S. Francisco), homem muito simples e piedoso, falou assim ao Ministro General, Frei Boaventura (+ 1274), um dos maiores teólogos da Igreja.
       - Meu Pai, Deus deu-lhe muitos dotes. Eu, pessoalmente, não recebi grandes talentos. O que devemos nós, ignorantes e tolos, fazer para sermos salvos?
       O douto e santo Frei Boaventura elucidou-o dizendo:
       - Se Deus não desse ao homem nenhuma outra capacidade senão a de amar, isto lhe bastaria para se salvar.
       - Quer dizer que um ignorante, pode amar a Deus tanto como um sábio?, perguntou Frei Egídio, tentando entender.
       - Mesmo uma velhinha muito ignorante, disse-lhe com ternura o grande teólogo, pode amar mais a Deus do que um professor de Teologia.
       Dando pulos de alegria, Frei Egídio correu para a sacada do convento e começou a gritar:
       - Ó velhinha ignorante e rude, tu que amas a Deus Nosso Senhor, podes amá-l`O mais do que o grande teólogo Frei Boaventura.
       E, comovido, ficou ali, imóvel, durante três horas.»
 
(Pe. Neylor J. Tonin, em "Histórias de Sabedoria"), in Abrigo dos Sábios.


09
Jul 10
publicado por mpgpadre, às 10:52link do post | comentar |  O que é?

       Havia uma jovem muito bonita que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que pagava muitíssimo bem, uma família unida. O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo e a sua vida estava deficitária em algumas áreas. Se o trabalho consumia muito tempo, ela tirava dos filhos, se surgiam problemas, ela deixava de lado o marido...

 
       E assim, as pessoas que ela amava eram sempre deixadas para depois. Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu um presente: uma flor muito cara e raríssima, da qual havia um exemplar apenas em todo o mundo.
       E disse a ela: "Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina! Você terá apenas que regá-la e podá-la de vez em quando, às vezes conversar um pouquinho com ela, e ela te dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores."
       A jovem ficou emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual. Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o trabalho consumia todo o seu tempo, e a vida, que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor.
       Ela chegava em casa, olhava a flor e as folhas ainda estavam lá, não mostravam nenhum sinal de fraqueza ou morte, apenas estavam lá, lindas, perfumadas. Então ela passava direto. Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu.
       Ela chegou em casa e levou um susto! Estava completamente morta, suas raízes estavam ressecadas, suas flores caídas e suas folhas amarelas. A Jovem chorou muito e contou ao seu pai o que havia acontecido. Seu pai então respondeu: "Eu já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te dar outra flor, porque não existe outra igual a essa, ela era única assim como seus filhos, seu marido e sua família.
       Todos são bênçãos que o Senhor te deu você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar atenção a elas, pois assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor lá, sempre florida, sempre perfumada e se esqueceu de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama!"
       E nós? Temos cuidado das bênçãos que Deus tem nos dado?
 
Patriciana Gomes, in 33catolico a serviço da Igreja.


06
Jul 10
publicado por mpgpadre, às 14:56link do post | comentar |  O que é?

       Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:

       - Vovô corre aqui! Me explica como essa figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para balançar seu tronco se quebrou, caiu com o vento e com a chuva e este bambu é tão fraco e continua de pé?
       - Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.
  • A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.
  • Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.
  • Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado. Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
  • A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita – comunidade - o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
  • A quinta verdade é que o bambu é cheio de “nós” (e não de eu’s). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
  • A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
  • Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exactamente o título do livro: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto. Essa é a sua meta.
Padre Leo, Buscando coisas do alto, in 33catolico a serviço da Igreja.


05
Jul 10
publicado por mpgpadre, às 16:14link do post | comentar |  O que é?

       Existia numa aldeia, um homem muito pobre, que tinha um cavalo muito bonito.

       O cavalo era tão bonito que os fidalgos do castelo queriam comprar-lho, mas ele nunca quis.

       "Para mim, este cavalo não é um animal, é um amigo. Como é que eu podia vender um amigo? Perguntou-se.

       Uma manhã, ele vai ao estábulo e o cavalo não estava.

       Todos os aldeões lhe disseram: "Nós avisámos-te! Devias tê-lo vendido. Agora roubaram-to... que má sorte!"

       O velho homem respondeu "Sorte ou má sorte, quem o pode dizer?"

       Todas as pessoas faziam pouco dele. Mas 15 dias depois, o cavalo apareceu, com uma horda de cavalos selvagens. Ele tinha fugido para conquistar uma bela égua e depois veio com o resto da horda.

       "Que sorte!" disseram os aldeões.

       O velho homem e seu filho começaram a domar os cavalos selvagens. Mas uma semana mais tarde, o filho parte a perna num treino.

       "Que má sorte!" dizem os amigos. "Como vais fazer, tu que já és tão pobre, se o teu filho, a tua única ajuda não pode te ajudar!"

       O velhote responde "Sorte, má sorte, quem o pode dizer?"

       Alguns tempos mais tarde, os soldados dos fidalgos do país chegaram à aldeia e levaram à força todos os jovens disponíveis.

       Todos... excepto o filho do velhote, que tinha a perna partida.

       "Que sorte tu tens, todos os nossos filhos foram para a guerra, e tu és o único a guardar o teu filho contigo. Os nossos se calhar vão morrer..."

       O velhote responde "Sorte, má sorte, quem o pode dizer?"

 

       O futuro é-nos dado por fragmentos. Não sabemos nunca o que vai acontecer. Mas um pensamento positivo permanente abre-nos as portas da sorte, da criatividade e faz-nos mais feliz.

 
Autor desconhecido


mais sobre mim
Relógio
Outubro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30
31


Visitantes
comentários recentes
O mundo atual precisa do testemunho cristão. Livro...
Saudações fraternas. Claro que sim. Ao longo da Su...
Caríssimo, no texto que comento, anuncia a experiê...
Sofres do síndrome de última bolacha do pacote
Quero agradecer por essa linda história e texto po...
Gostei da trilogia.http://numadeletra.com/1q84-liv...
Olá!Caí neste comentário acerca deste último livro...
http://numadeletra.com/41791.html
também gostaria de o conhecer pessoalmente acho in...
Bom dia. Alguns elementos para o ofertório estão v...
Bom dia. Sou catequista na minha paróquia e estamo...
Mais uma vez, muitos parabéns por nos dar este bel...
Eu já sabia que não devemos menosprezar nunca o po...
Bom dia. Eu é que agradeço, pela presença, pelo in...
Bom dia Padre Manuel! É sempre com muito agrado qu...
arquivos
Pinheiros - Semana Santa
- 29 março / 1 de abril de 2013 -
Tabuaço - Semana Santa
- 24 a 31 de abril de 2013 -
Estrada de Jericó
pesquisar neste blog
 
Velho - Mafalda Veiga
Festa de Santa Eufémia
Pinheiros, 16/17 de setembro de 2012
Primeira Comunhão 2013
Tabuaço, 2 de junho
Papa Bento XVI
Profissão de Fé 2013
Tabuaço, 19 de maio
blogs SAPO